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Id: biblio-995352
Autor: Pichardo, Susana Novelo.
Título: La Energía, una Condición Intrínseca al Fenómeno Vital. Una Perspectiva Multidisciplinaria / Energy, an Intrinsic Condition to the Vital Phenomenon. A Perspective Multidisciplinary
Fonte: Homeopatia Méx;87(712):5-12, ene. - mar. 2018.
Idioma: es.
Resumo: Introducirse en el ámbito de la Homeopatía es estar dispuesto a la controversia, la polémica y el escepticismo. El concepto de energía vital, que constituye uno de sus pilares fundamentales, es cuestionado fuertemente por la comunidad científica y aprovechado para calificar a la medicina hahnemanniana como una pseudociencia y ligarla al esoterismo y al fraude. Desde sus orígenes, el de la energía vital se considera como un principio de alta conectividad, ya que la Homeopatía no puede entenderse sin él. Hoy día, este hecho es incuestionable y cuenta con el mayor respaldo, relacionando las filosofías más antiguas con las llamadas ciencias emergentes, como la teoría de sistemas, la mecánica cuántica y las ciencias de la tierra, que consideramos deben ser conocidas, divulgadas e incluidas en los planes de estudio de licenciatura y educación continua de graduados a la brevedad posible, para lograr un verdadero avance y reconocimiento dentro del espacio de la medicina y de la ciencia. En todo el universo, la energía y la materia son inseparables. Esta discusión debe terminar. (AU).

Steeping into the Homeopathic field, is having an attitude toward controversy, polemics and skepticism. The vital energy concept, that is one of its main fundaments, is strongly questioned by scientific community, up to the point of being considered as a pseudoscience and linked to esoterism and fraud. Since the beginning, vital energy was considered as a high connectivity principle because we cannot understand Homeopathy without it. Nowadays this fact is unquestionable, and has the major support by connecting the most ancient philosophies with the emerging sciences like systemic theory, quantum mechanics and earth's sciences, that must be known, divulgated and included as soon as possible in academic degree and graduated continuous education in order to achieve a real evolution and respect into the medical environment and the science. In the whole universe, energy and matter are connected. This discussion must be ended. (AU)
Descritores: Vitalismo
Energia Vital em Homeopatia
Homeopatia
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-948184
Autor: Associação Paulista de Homeopatia.
Título: Congresso brasileiro de homeopatia, XXXI / Apresentação de casos clinicos: Homeopatia e a humanização da saúde / A ampliação da normatividade vital nos vitalismos de Hahnemann e Nietzsche / O pensamento complexo na era da medicina mecanicista e objetivista / Prevenção pré-natal homeopática na atenção primária à saúde materna fetal / A experiência do serviço de homeopatia num complexo hospitalar público federal de grande porte e com atuação nas áreas de assistência, ensino e / Brazilian congress of homeopathy, XXXI.
Fonte: São Paulo; TV Med; 2012. ? p.
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: XXXI Congresso brasileiro de homeopatia, Belo Horizonte, 13-17 nov. 2012.
Descritores: Cuidado Pré-Natal
Vitalismo
Humanização da Assistência
Saúde Materna
Homeopatia
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho
BR926.1; DVD, XXXI, 2012, PT 27


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1040753
Autor: CAIRUS, Henrique Fortuna; GALLUCCI, Lívia.
Título: O vitalismo hipocrático de Canguilhem / Canguilhem's Hippocratic vitalism
Fonte: Physis (Rio J.);29(2):e290209, 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O vitalismo canguilhemiano não é evidente, tampouco é uma forma mais conhecida desse tipo de pensamento; não nasce das antigas diatribes que, do século XVIII, invadiram as polêmicas do XIX. Canguilhem reabilita o vitalismo a partir de uma abordagem ontológica única, para a qual ele não hesita em referenciar-se nos antigos e, de modo geral, num Hipócrates que, lido sobretudo por meio da história escrita por Charles Singer, traz à tona outros temas, como a crítica ao conceito de homeostase revivido e nomeado por Walter Cannon. Canguilhem redimensiona a homeostase hipocrática que Cannon cientificizou, dando-lhe uma mobilidade que lhe é conceitualmente essencial, e redesenha o projeto do vitalismo, recusando-lhe a antítese do mecanicismo. Dessa forma, Canguilhem foi buscar ou se respaldar num Hipócrates lido pelos historiadores da medicina (e das ciências biomédicas). Este artigo procurou mapear a contribuição de longa duração de Georges Canguilhem para o discurso médico, bem como seu papel fundador de uma nova concepção de normalidade a partir da sua concepção de vitalismo, que, para ele, é herdeira de um "espírito hipocrático".

Abstract Canguilhem's vitalism is not obvious, neither does is consist of a more known form of this type of thinking; it does not come from the old diatribes that, coming from the 19th century, are still relevant to the 20th century's discussions. Canguilhem reclaims vitalism from a unique ontological approach, and does not hesitate to allude to the classics and, most of all, to a Hippocrates that, read mainly through the perspective of the history written by Charles Singer, brings to light other themes such as the critic to the concept of homeostasis revitalized and named by Walter Cannon. Canguilhem gives another perspective to Hippocrates' homeostasis, that was "scientified" by Cannon, giving it mobility that is considered essential to its concept and redraws the vitalism project, rejecting the place of mechanism antithesis. This paper aimed to map Canguilhem's longue durée contribution to the medical discourse, as well as his funding role of a new conception of normality formulated from his own interpretation of a vitalism that, in his point of view, comes from a "Hippocratic spirit".
Descritores: Vitalismo
Processo Saúde-Doença
Medicina/tendências
-História Natural das Doenças
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Luz, Madel T
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Id: lil-529833
Autor: Scofano, Denise; Luz, Madel T.
Título: Vitalism and vital normativeness: Hahnemann and Canguilhem / Vitalismo e normatividade vital: Hahnemann and Canguilhem
Fonte: Int. j. high dilution res;7(24):140-146, 2008.
Idioma: en.
Resumo: The present paper reviews Vitalism as the basis for S. Hahnemann's initial formulation of Homeopathy through the lens of the notions of Vitalism and vital normativeness formulated in the 20th century by French physician and historian of science Georges Canguilhem. Hahnemann described disease as a disarrangement of the organism as a whole, carrying the mark of the individual affected. Similarly, Canguilhem stated that symptoms only have meaning within their specific context and express a global disturb. Hahnemann gave health a positive definition as the state of equilibrium of the vital force – the latter understood as an essential quality of matter composing living beings and corresponding to a conception of Vitalism that holds totality as self-organized. Canguilhem would define Vitalism as the simple acknowledgement of the originality of life regarding lifeless matter, and described life as a dynamic polarity. In this context, illness is seen as a way to compel the organism to seek a new equilibrium to maintain homeostasis, health and healing are both integral parts of the self-organization of living beings and dichotomy of the process health/disease is a mere linguistic artifact.

Este trabalho revê o Vitalismo como base da inicial formulação da Homeopatia por Hahnemann através das noções de Vitalismo e normatividade vital formulada no século XX pelo médico e historiador da ciência francês George Canquilhem. Hahneman descreve a doença como um desequilíbrio no organismo como um todo, carregando a marca da afecção individual. Similarmente, Canguilhem afirma que os sintomas somente têm siginificado dentro de seu específico contexto e expressa um distúrbio global. Hahnemann dá à saúde uma definição positiva como o estado de equilíbrio da força vital - mais tarde compreendida como uma qualidade essencial da matéria que compõe os seres vivos e que corresponde a uma concepção de Vitalismo que entende a totalidade como auto-organização. Canguilhem definiu o Vitalismo como o simples reconhecimento da originalidade da vida e a descreve como uma polaridade dinâmica. Neste contexto, doença é vista como um modo de compelir o organismo a conquistar um novo equilíbrio para sustentar a sua homeostase; saúde e cura são ambos parte integrante da auto-organização dos seres vivos e a dicotomia do processo saúde/doença é mero artefato de linguagem.
Descritores: Homeopatia
Vitalismo
Limites: História do Século XX
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-909924
Autor: Teixeira, Marcus Zulian.
Título: A natureza imaterial do Homem: Estudo comparativo do vitalismo homeopático com as principais concepções médicas e filosóficas / The immaterial nature of man: Comparative study of homeopathic vitalism with the main medical and philosophical conceptions.
Fonte: São Paulo; Teixeira, Marcus Zulian; 2015. 339 p.
Idioma: pt.
Resumo: Além da materialidade grosseira do corpo físico, sempre se acreditou na existência de uma natureza imaterial do homem, assumindo várias conotações ao longo das diversas épocas e civilizações humanas. Em todas as filosofias e religiões, termos como alma, espírito, mente, força vital, etc. são citados, representando uma entidade energética-espiritual com ascendência sobre a entidade orgânica-material. Além disso, atribui-se ao Espírito (Alma) uma natureza eterna, imortal, ao contrário da existência limitada e passageira do corpo físico. Até o século XIX, existia na Medicina a noção de uma força vital responsável pela manutenção do equilíbrio das funções orgânicas e da saúde, sendo substituída, no século XX, pelos princípios cartesianos que localizaram a causa das doenças nos órgãos, nos tecidos e nas células. Dentre as especialidades médicas atuais, a Homeopatia apresenta em seu corpo doutrinário concepções científicas e filosóficas. Dentre essas, propaga a noção de que o binômio saúdedoença se fundamenta num substrato material-energético (corpo físico-força vital). Apesar de utilizar esse conceito filosófico para tentar explicar a gênese profunda das enfermidades, apresenta um modelo terapêutico fundamentado nos conhecimentos experimentais e científicos da Medicina moderna. Nessa obra, procuramos estudar comparativamente as diversas escolas médicas (Homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ayurvédica e Medicina Antroposófica) e filosóficas (Hinduismo, Ocultismo, Teosofia, Rosacruz, Cabala e Espiritismo) que valorizam os veículos sutis de manifestação da individualidade humana (princípio vital, mente, alma, espírito, etc.), evidenciando, através das inúmeras semelhanças conceituais encontradas, que este conhecimento metafísico se originou de uma fonte primordial comum, incorporando-se à cultura de todas as civilizações primevas. Através das inúmeras citações e referências bibliográficas desta obra, o leitor poderá se aprofundar no estudo desta natureza imaterial humana, sem que alimentemos a pretensão de esgotar um assunto de tamanha complexidade e importância para o entendimento do homem e de seu papel no atual ciclo de evolução da Terra.
Descritores: FRAUDABDOMINAL INJURIES
Filosofia Homeopática
Vitalismo
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: biblio-909922
Autor: Teixeira, Marcus Zulian.
Título: A natureza imaterial do Homem: Estudo comparativo do vitalismo homeopático com as principais concepções médicas e filosóficas / The immaterial nature of man: Comparative study of homeopathic vitalism with the main medical and philosophical conceptions.
Fonte: São Paulo; Marcus Zulian Teixeira; 2015. 450 p.
Idioma: pt.
Resumo: Além da materialidade grosseira do corpo físico, sempre se acreditou na existência de uma natureza imaterial do homem, assumindo várias conotações ao longo das diversas épocas e civilizações humanas. Em todas as filosofias e religiões, termos como alma, espírito, mente, força vital, etc. são citados, representando uma entidade energética-espiritual com ascendência sobre a entidade orgânica-material. Além disso, atribui-se ao Espírito (Alma) uma natureza eterna, imortal, ao contrário da existência limitada e passageira do corpo físico. Até o século XIX, existia na Medicina a noção de uma força vital responsável pela manutenção do equilíbrio das funções orgânicas e da saúde, sendo substituída, no século XX, pelos princípios cartesianos que localizaram a causa das doenças nos órgãos, nos tecidos e nas células. Dentre as especialidades médicas atuais, a Homeopatia apresenta em seu corpo doutrinário concepções científicas e filosóficas. Dentre essas, propaga a noção de que o binômio saúdedoença se fundamenta num substrato material-energético (corpo físico-força vital). Apesar de utilizar esse conceito filosófico para tentar explicar a gênese profunda das enfermidades, apresenta um modelo terapêutico fundamentado nos conhecimentos experimentais e científicos da Medicina moderna. Nessa obra, procuramos estudar comparativamente as diversas escolas médicas (Homeopatia, Medicina Tradicional Chinesa, Medicina Ayurvédica e Medicina Antroposófica) e filosóficas (Hinduismo, Ocultismo, Teosofia, Rosacruz, Cabala e Espiritismo) que valorizam os veículos sutis de manifestação da individualidade humana (princípio vital, mente, alma, espírito, etc.), evidenciando, através das inúmeras semelhanças conceituais encontradas, que este conhecimento metafísico se originou de uma fonte primordial comum, incorporando-se à cultura de todas as civilizações primevas. Através das inúmeras citações e referências bibliográficas desta obra, o leitor poderá se aprofundar no estudo desta natureza imaterial humana, sem que alimentemos a pretensão de esgotar um assunto de tamanha complexidade e importância para o entendimento do homem e de seu papel no atual ciclo de evolução da Terra.
Descritores: Filosofia Homeopática
Homeopatia
Vitalismo
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: lil-786709
Autor: Morales, Lorena García; Olvera, Beatriz Elisa Gallo.
Título: Dinamismo vital, el dogma de la medicina homeopática / Vital dynamism, the dogma of homeopathic medicine
Fonte: Homeopatia Méx;84(696):5-12, Mayo-jun. 2015. ilus.
Idioma: es.
Resumo: El dinamismo vital ha tenido diversas interpretaciones a lo largo del tiempo. El maestro Samuel Hahnemann ha sido pionero al dar una primera concepción a la fuerza y al sistema que controlan el equilibrio en el organismo. Visionario para su tiempo y sin las herramientas que ahora acompañan a la biología molecular, élsupo conjeturar que existía un procesamiento complejo en cada una de las células que nos conforman como seres vivos y que, gracias al avance tecnológico, hoy recibe el nombre de dogma central de la biología molecular, mismo que se encuentra compuesto por la replicación del ADN, la transcripción del ARN y la traducciónde las proteínas, asegurando así la ejecución de la vida mediante un mecanismo siempre dinámico...

The vital dynamism has undergone various interpretations over time. The teacher Samuel Hahnemann pioneered the first notion about both the strength and the system that control the body balance. Visionary for his time and without the tools now accompanying the molecular biology, he envisioned that there existed a complex processing in every cell making us up as living beings, and that thanks to technological breakthroughs, today it is called the central dogma of molecular biology, which is composed of the replication of DNA, RNA transcription and protein translation, thus ensuring the realization of life through an ever dynamic mechanism...
Descritores: Transcrição Genética
Energia Vital em Homeopatia
Vitalismo
-DNA
RNA
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-709893
Autor: Rodrigues, Juliana Martins; Peixoto Junior, Carlos Augusto.
Título: Reflexões sobre conceitos afirmativos de saúde e doença nas teorias de Georges Canguilhem e Donald Winnicott / Reflections on affirmative concepts of health and disease in the theories of Georges Canguilhem and Donald Winnicott
Fonte: Physis (Rio J.);24(1):291-310, Jan-Mar/2014.
Idioma: pt.
Resumo: Reflexões acerca de definições de conceitos de saúde e doença tendem a ser sempre atuais e pertinentes, visto que revelam, em diferentes épocas, o que as sociedades tendem a valorar de forma positiva e negativa, além de representarem importantes categorias nas imposições de normas sociais à vida. Consideramos que Canguilhem e Winnicott são autores que insistem no caráter relacional, e não essencial, dos processos que definem estados de saúde e doença, além do fato de enfatizarem discussões sobre o que seria o indivíduo saudável. Desta forma, propomos como objetivo geral promover um estudo sobre as teorias dos referidos autores, examinando mais especificamente as concepções que defendem o tema da saúde, assim como investigar algumas articulações entre ambas as teorias e posteriormente discutir a possibilidade de o conceito canguilhemiano de normatividade vital trazer potencialidades e novas contribuições para uma prática clínica winnicottiana...

Reflections on definitions of concepts of health and illness tend to be always current and relevant, as they reveal, at different times, what societies tend to value positively and negatively, and are important categories on the demand of social norms to life. We believe that Canguilhem and Winnicott are authors who insist on the relational, and not essential character of processes that defines states of health and disease, besides emphasizing discussions about what would be the healthy individual. Thus, we propose a general objective to promote a study on the theories of these authors, specifically examining the concepts that advocate the subject of health, as well as investigating some connections between both theories and then discuss the possibility of the Canguilhemian concept of vital normativity to bring potentialities and new contributions to a Winnicottian clinical practice...
Descritores: Processo Saúde-Doença
Conhecimento
-Vitalismo
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: lil-620745
Autor: Carvalho, Cynthia Silveira.
Título: O vitalismo e a ciência iluminista / Vitalism and enlightenment science
Fonte: Rev. homeopatia (Säo Paulo);74(3,n.esp):11-11, 2011.
Idioma: pt.
Resumo: O vitalismo tem sido, até estudos recentes, negligenciado pela historiografia, sendoescassamente mencionado nos principais livros de referência sobre a história dasciências do século XVIII. Até a segunda metade do século XX, o vitalismo era nomáximo apresentado como uma retrógrada corrente anti-iluminista, e historiadores,filósofos e pensadores do Iluminismo consideravam a doutrina mecanicista como aherdeira da “Revolução Científica”, bem como a corrente dominante no mundo das“ciências da vida” ao longo de todo século XVIII.
Descritores: Vitalismo
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho


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Id: lil-620739
Autor: Diniz, Denise Scofano.
Título: O espírito que se torna livre para atingir os altos fins da existência: osvitalismos de Hahnemann e Nietzsche / Spirit becomes free to attain the high purposes of existence: vitalism in Hahnemann and Nietzsche
Fonte: Rev. homeopatia (Säo Paulo);74(3,n.esp):17-17, 2011.
Idioma: pt.
Resumo: Esta pesquisa tematiza o conceito saúde na perspectiva dos modelos médicos vitalistas, situando-se no eixo da dimensão doutrina médica das racionalidades médicas, e temcomo objeto de estudo os vitalismos de Hahnemann e Nietzsche. A partir dolevantamento e análise bibliográfica de textos e da abordagem disciplinar histórica e filosófica, teve como objetivos analisar os conceitos de vida, saúde, doença e cura presentes nos pensamentos desses autores, traçar correspondências e explicitar asdiferenças dos pensamentos envolvidos. Como apoios teóricos, utilizaram-se ostrabalhos de Canguilhem, Luz e Foucault.
Descritores: Filosofia Homeopática
Vitalismo
Responsável: BR926.1 - Biblioteca Artur de Almeida Rezende Filho



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