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Id: biblio-967676
Autor: Cavalcanti, Tássia de Souza; Mélo, Roberta de Sousa; Santos, Anyelle Brito Leite; Moura, Camila Batista Gama; Moura, Diego Luz.
Título: Empoderamento, mulheres e práticas corporais: uma revisão sistemática da literatura / Empowerment, women and corporate practices: a systematic review of literature
Fonte: Licere (Online);21(3):i:319-f:344, set.2018.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar a produção acadêmica sobre o empoderamento de mulheres em práticas corporais. Foi realizada uma revisão sistemática nas bases: Scielo, Web of Science, Lilacs, Pubmed, Medline e Scopus. O arco temporal foi de 2005 a 2015, nos idiomas português e inglês. Foram selecionados 14 artigos. Os resultados apontam a carência de estudos e a preferência pelo método qualitativo. Foi realizada a análise de conteúdo, que permitiu elencar três categorias: O empoderamento como luta, O empoderamento como negação e; o empoderamento como conformação. Concluímos a falta de um consenso "mínimo" em torno dos entendimentos construídos no debate. É necessária a realização de mais pesquisas sobre as questões de gênero vivenciadas nos contextos esportivos e de lazer.

This article aims to analyze the academic production on the empowerment of women in corporal practices. A systematic review was performed on the bases: Scielo, Web of Science, Lilacs, Pubmed, Medline and Scopus. The time frame was from 2005 to 2015, in Portuguese and English. A total of 14 articles were selected. The results indicate the lack of studies and the preference for the qualitative method. Content analysis was carried out, which allowed the inclusion of three categories: Empowerment as a struggle, Empowerment as a negation and; Empowerment as conformation. We conclude the lack of a "minimal" consensus around the understandings built in the debate. It is necessary to carry out more research on the gender issues experienced in sports and leisure contexts.
Descritores: Esportes
Poder (Psicologia)
Características Culturais
FREE RADICALSABDOMEN, ACUTE
Atividades de Lazer
Grupos Minoritários
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Id: biblio-1015339
Autor: Junqueira Fleury, Heloisa; Helena Najjar Abdo, Carmita.
Título: Competência cultural do profissional de saúde sexual / Cultural competence of sexual health professional
Fonte: Diagn. tratamento;24(2):[64-66], abr - jun 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Diferenças culturais impactam o relacionamento entre o profissional de saúde e o paciente. A competência cultural caracteriza-se por autoconsciência, conhecimento e habilidades, o que aumenta a flexibilidade, capacidade de adaptação e disponibilidade do profissional para aquisição de novos conhecimentos sobre a população atendida e sobre si mesmo. Quando ela está comprometida, ocorre a opressão cultural, imposição de padrões próprios, sem considerar raça, cultura, gênero e orientação sexual do paciente, mesmo que não intencionalmente. Populações mais vulneráveis à opressão cultural sofrem o estresse de minorias e microagressões. A consciência da diversidade depende do desenvolvimento da consciência crítica sobre a própria condição privilegiada. O racismo, numa dimensão individual, pode ser explícito (intenção deliberada de tratar uma raça como superior) ou implícito (expressão sutil com viés discriminatório, consciente ou não). O esforço para melhorar os serviços de saúde para grupos com diferenças culturais e étnicas tem sido focado no treinamento da competência cultural e avaliado por mudanças em conhecimento, atitudes, habilidades e comportamentos. Profissionais de saúde frequentemente consideram-se aptos para atender às necessidades de uma população multicultural, mesmo sem capacitação na área. No entanto, poucos reconhecem o próprio racismo, desequilíbrio de poder, vieses culturais e a necessidade de autorreflexão. O desafio para eles, especialmente para o profissional de saúde sexual, é o desenvolvimento da própria competência cultural, considerando vieses inconscientes e com maior foco na dimensão implícita no treinamento antidiscriminatório e no aumento da autoreflexão crítica.
Descritores: Competência Cultural
Saúde Sexual
Opressão Social
Relações Interpessoais
Grupos Minoritários
Tipo de Publ: 57788
Responsável: BR12.1 - Biblioteca Setorial da Ciências da Saúde


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Id: biblio-947323
Autor: Souza, Luana Elayne Cunha; Camino, Leoncio; Lima, Tiago Jessé Souza; Fontenele, Ana Beatriz Gomes.
Título: O papel do sotaque nas relações intergrupais: apresentação de uma área de pesquisa / The role of accent in intergroup relations: presentation of a research area
Fonte: Psicol. saber soc;6(2):243-258, jul.-dez. 2017.
Idioma: pt.
Resumo: O presente artigo apresenta uma revisão teórica sobre o estudo do sotaque e sua influência nas relações intergrupais dentro da Psicologia Social. Nesse sentido, analisamos a definição de sotaque e sua centralidade já nos primeiros anos de vida, discutimos sobre o mito de uma língua padrão e apresentamos as principais metodologias no estudo do sotaque. Além disso, analisamos o processo de avaliação dos sotaques, evidenciando a importância que eles têm para a identidade social dos indivíduos, para desencadear o processo de categorização social e formação de estereótipos e, consequentemente, na discriminação em diversos contextos sociais contra falantes de sotaques considerados fora do padrão. Finalmente, analisamos diferentes interpretações acerca da atribuição de valor negativo a falantes de sotaques considerados fora do padrão e propomos que essa avaliação negativa do sotaque funciona como uma justificação aparentemente neutra utilizada por indivíduos preconceituosos para discriminar falantes de sotaques não padrão, ou seja, os membros de grupos minoritários. Deste modo, defendemos que o estigma do sotaque per se não leva à discriminação, isso só vai ocorrer naqueles indivíduos que já tenham uma representação negativa do grupo alvo. (AU)

This article presents a theoretical review on the study of the accent and its influence on intergroup relations within Social Psychology. In this sense, we analyze the definition of an accent and its centrality already in the first years of life, we discuss about the myth of a standard language and present the main methodologies in the study of the accent. In addition, we analyze the process of assessment of accents, highlighting the importance its have for the social identity of individuals, to trigger the process of social categorization and stereotyping and, consequently, discrimination in various social contexts against speakers of accents considered non-standard. Finally, we analyze different interpretations of negative evaluations of speakers of accents considered non-standard and propose that this negative assessment of accent works as a seemingly neutral justification used by prejudiced individuals to discriminate non-standard accent speakers, that is, the minority groups. In this way, we argue that the accent stigma per se does not lead to discrimination, this will only occur in those individuals who already have a negative representation of the target group. (AU)
Descritores: Preconceito/psicologia
Discriminação Social/psicologia
Grupos Minoritários/psicologia
-Psicologia Social
Fonética
Estigma Social
Relações Interpessoais
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1691.1 - Biblioteca CEH/A


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Id: biblio-947322
Autor: Maia, Luciana Maria; Oliveira, Iara Andrade de; Lima, Luiza Barbosa Porto; Parente, Priscila de Oliveira; Silva, Lana Soares.
Título: Minorias no contexto de trabalho: uma análise das representações socais de estudantes universitários / Minorities in the work context: an analysis of the social representations of university students
Fonte: Psicol. saber soc;6(2):223-242, jul.-dez. 2017. ilus, tab.
Idioma: pt.
Resumo: O trabalho objetiva identificar como estudantes universitários representam a participação de minorias sociais no contexto de trabalho. Dados oficiais revelam que alguns grupos sociais são discriminados, considerando as oportunidades de trabalho, os espaços que ocupam e os salários que recebem. Pesquisas apontam que boa parte desse problema pode ser analisado a partir das representações sociais que sustentam o preconceito contra esses grupos. O preconceito pode ser compreendido como uma forma de relação que se manifesta por atitudes negativas, por comportamentos hostis e discriminatórios dirigidos a membros de minorias sociais. Realizou-se uma pesquisa com 83 estudantes universitários, por meio da Técnica de Associação Livre de Palavras, com os termos indutores "mulher", "negro", "homossexual", "egresso do sistema prisional", "pessoa com deficiência" e "pessoa com transtorno mental", todos seguidos da expressão "no contexto de trabalho". Para análise, utilizou-se o Iramuteq, especificamente a análise prototípica, considerando separadamente cada minoria. Os resultados são apresentados tendo em vista os elementos do Núcleo Central (NC) e das Zonas Periféricas (ZP). No NC, o preconceito parece ser reconhecido de forma flagrante para negros, homossexuais, pessoas com transtornos mentais, egressos do sistema prisional. Em contrapartida, para mulheres e pessoas com deficiência, as representações sugerem um preconceito velado. Nas zonas periféricas observam-se mudanças graduais que ficam mais claras na zona de contraste, indicando a emergência de representações que reconhecem a discussão e a luta por igualdade de direitos para alguns grupos. Não obstante, para outros, as representações ainda expressam os obstáculos à inclusão social. (AU)

This paper aims to identify how university students represent minorities participation in the work context. Data reveals that some social groups are discriminated against, considering job opportunities, positions and the salaries received by them. Research indicates that much of the problem can be analyzed from the social representations that have sustained prejudice on minority groups. Prejudice can be understood as a form of relationship manifested by negative and derogatory attitudes and by hostile and discriminatory behavior. We had an 83 university students study, using the Free Words Association Technique, with the terms "woman", "black", "homosexual", "egress from the prison system", "person with disability" and "person with mental disorder", all followed by the expression "in the work context". To the analysis, we used Iramuteq, specifically, a prototypical analysis, considering separately each minority. The results are presented in elements of Central Core (CC) and Peripheral Zones (PZ). In the CC, prejudice seems to be blatantly recognized to black people, homosexuals, people with mental disorders, egresses from the prison system. By contrast, for women and people with disabilities, the representations suggested a subtle prejudice. In the periphery zones, there were gradual changes, clearer in the contrast zone, indicating an emergence of representations that recognize a discussion and a struggle for equal rights for some of the groups. Nevertheless, to other groups the representations still express the obstacles to social inclusion. (AU)
Descritores: Preconceito/psicologia
Mercado de Trabalho
Discriminação Social/psicologia
Grupos Minoritários/psicologia
-Homofobia/psicologia
Racismo/psicologia
Sexismo/psicologia
Marginalização Social/psicologia
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Meia-Idade
Responsável: BR1691.1 - Biblioteca CEH/A


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Id: biblio-946941
Autor: Valentim, Renata Patricia Forain de.
Título: A saúde entre o minoritário e o global: questões identitárias entre mulheres quilombolas / The health between the minority and the global: identity issues between quilombolas women
Fonte: Psicol. saber soc;5(1):68-77, jan.-jun. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: Esta pesquisa teve por objetivo, através da técnica dos grupos focais, investigar a relação entre representações, memórias e práticas relativas à saúde e as autodefinições identitárias entre um grupo de mulheres quilombolas. A suposição inicial foi a de que estas memórias e representações funcionariam como um elemento de resistência e cumpririam uma função social, como constituição e posicionamento de formas identitárias frente às formas massificadamente tecnificadas, globais e culturalmente indiferenciadas, que chegaram à região a partir da última metade do século XX. A hipótese, neste caso, seria a de que recordar e resistir se tornariam muito próximos, funcionando como elementos representacionais, frutos de uma composição que precisou ser reconstituída em suas práticas de pertencenimento e de atuação. (AU)

This research aimed, through the technique of focus groups, to investigate the relationship between representations, memories and practices relating to health and self-definitions of identity among a group of women quilombolas. The initial assumption was that these memories and representations function as an element of strength and fulfill a social function, mainly related to identity issues and their relationship to ways forward technicality, global and culturally undifferentiated, who arrived in the region from the last half of the twentieth century. The hypothesis in this case, would be that the remember and resist become very closed, working as representational elements, fruits of a composition that had to be reconstituted in their practices pertencenimento and action. (AU)
Descritores: Mulheres/psicologia
Grupos Minoritários
-Grupos Focais
Grupos Étnicos
Memória
Limites: Seres Humanos
Feminino
Responsável: BR1691.1 - Biblioteca CEH/A


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Id: biblio-992058
Autor: Pogrebinschi, Thamy.
Título: Conferências nacionais e políticas públicas para grupos minoritários / Texto para Discussão (TD) 1741: Conferências nacionais e políticas públicas para grupos minoritários.
Fonte: Rio de Janeiro; IPEA; 2012. 45 p. graf. (Texto para Discussão / IPEA).
Idioma: pt.
Resumo: Mostra que a representação política de grupos sociais minoritários no Poder Executivo, através da formulação de políticas públicas, e no Poder Legislativo, através da proposição de leis que as consolidam, tem sido impulsionada, nos últimos anos, pelas conferências nacionais.
Descritores: Conferências de Saúde
Deliberações
Grupos Minoritários
Iniquidade Social
Participação Social
Política de Saúde
-Brasil
Responsável: BR1541.1 - Biblioteca
BR1541.1; 330.908, I59 TDI1741


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Id: biblio-992055
Autor: Cunha, Eleonora Schettini Martins.
Título: Conferências de políticas públicas e inclusão participativa / Texto para Discussão (TD) 1733: Conferências de políticas públicas e inclusão participativa.
Fonte: Rio de Janeiro; IPEA; 2012. 41 p. (Texto para Discussão / IPEA).
Idioma: pt.
Resumo: Apresenta um estudo exploratório que visa verificar o potencial das conferências de políticas públicas para a inclusão de segmentos populacionais que têm sido tradicionalmente excluídos de processos de participação política, como as mulheres, os negros, os analfabetos, os de baixa escolaridade e com menor renda.
Descritores: Congressos
Deliberações
Grupos Minoritários
Iniquidade Social
Participação Social
Política de Saúde
-Brasil
Responsável: BR1541.1 - Biblioteca
BR1541.1; 330.908, I59 TDI1733


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-976649
Autor: Mizoguchi, Danichi Hausen; Costa, Luis Artur.
Título: Colapso: esgotamentos e passagens das lutas do presente / Colapso: agotamiento y pasaje de las luchas del presente / Collapse: breakdowns and passages of the present struggles
Fonte: Psicol. soc. (Online);30:e186616, 2018.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O presente artigo aposta em um diagnóstico acerca da atualidade: atravessamos, no campo político, uma experiência de colapso, um movimento físico o qual se dá quando um certo corpo esgota suas possibilidades repertoriais - exigindo, assim, seu abandono. Após a narrativa de uma trajetória da esquerda - da Revolução Francesa, passando pelas disputas proletárias pelo centro do poder e pelas atualizações operadas pelos jovens hippies e partícipes do Maio de 68 - chegamos à atualidade. Tratamos de operar um pensamento no qual, além e aquém da polêmica e das trincheiras filosófico-militantes, opera a relação paradoxal entre o ressentimento e a singularização - a tentativa de articular as lutas identitárias e a não sujeição do sujeito a uma verdade de si. Explicitamos tal relação paradoxal com o objetivo de fornecer mais ferramentas para uma clínico-política do comum, que possibilite articulações entre diferentes perspectivas onto-epistêmico-políticas.

Resumen Este artículo apuesta por un diagnóstico sobre la actualidad: atravesamos, en el campo político, una experiencia de colapso, un movimiento físico que se da cuando un cierto cuerpo agota sus posibilidades repertoriales - exigiendo su abandono. Después de la narración de una trayectoria de la izquierda - de la Revolución Francesa, pasando por las disputas proletarias por el centro del poder y por las actualizaciones operadas por los jóvenes hippies y partícipes del Mayo del 68 - llegamos a la actualidad. Tratamos de operar un pensamiento en el que, además de la polémica y de las trincheras filosófico-militantes, opera la relación paradójica entre el resentimiento y la singularización - el intento de articular las luchas identitarias y la no sujeción del sujeto a una verdad de sí. Hemos explicitado esta paradoja objetivando proporcionar más herramientas para una clínico-política del común la cual posibilite articulaciones entre diferentes perspectivas onto-epistêmico-políticas.

Abstract This article bets on a diagnosis about the actuality: that we cross, in the political field, a certain experience of collapse, a physical movement which occurs when a certain body exhausts its repertoire possibilities - thus requiring its abandonment. After the narrative of a trajectory of the left - from the French Revolution, through the proletarian disputes by the center of power and by the updates carried out by the young hippies and participants of May of 1968 - we have reached the present. We try to operate a thought in which, beyond and beyond the controversy and the philosophical-militant trenches, the paradoxical relation between resentment and singularization operates - the attempt to articulate the identity struggles and the non-subjection of the subject to a truth of self. We explain this paradoxical relation with the aim of providing more tools for a clinician-policy of the common that allows articulations between different onto-epistemic-political perspectives.
Descritores: Política
História
Memória
Grupos Minoritários
-Normas Sociais/história
Identificação Social
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1896.1 - Biblioteca


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Id: biblio-912365
Autor: Neves, Ricardo Lira de Rezende; Golin, Carlo Henrique; Lira, Luís Carlos; Sampaio, Tânia Mara Vieira; Assumpção, Luis Otávio Teles.
Título: Políticas públicas para minorias étnico-raciais, mulheres e juventude: notas introdutórias sobre as áreas de esporte e lazer / Public policies for ethnic minorities-race, women and youth: introductory notes on the areas sport and leisure / Políticas públicas para las minorías étnicas-race, mujeres y jóvenes: notas introductorias en las áreas deporte y ocio
Fonte: Pensar prát. (Impr.);18(4):937-948, out.-dez.2015.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivamos com este estudo analisar introdutoriamente como as publicações oficiais brasileiras que orientam as Políticas Públicas para as minorias, em especial, as voltadas aos grupos étnico-raciais, mulheres e juventude, tem focado as áreas de esporte e lazer. Para tanto fizemos um levantamento dos documentos balizadores recentes de diversas Secretarias de Estado, sobretudo os materiais que apontam indicadores das desigualdades sociais, ampliando o debate com outros teóricos da área/tema. Os resultados demonstram que as Políticas Públicas, historicamente, foram ampliadas, porém visam mais a estabilidade das desigualdades e necessitam ser pensadas com novas configurações que considerem os princípios da equidade, participação e cidadania.

We aim to study an introductory analyze how Brazilian official publications that guide public policy for minorities, in particular those aimed at ethnic and racial groups, women and youth, has focused on the areas of sport and leisure. To this end we did a survey of recent benchmarks documents from various State Departments, especially the materials point of social inequality indicators, expanding the debate with other theorists area/theme. The results show that public policies historically have been expanded, but aimed at the stability of inequalities and need to be designed with new configurations to consider the principles of equity, participation and citizenship.

Nuestro objetivo con este estudio es analizar en la introducción como publicaciones oficiales brasileños que guían las políticas públicas para las minorías, especialmente las dirigidas a los grupos, mujeres y jóvenes étnicos y raciales, se ha centrado las áreas deportivas y de ocio. Para ello hicimos un estudio de los puntos de referencia los recientes documentos de diversas Secretarías de Estado, especialmente los materiales indicadores de desigualdad social, ampliando el debate con otros teóricos de la área/tema. Los resultados indican que las Políticas Públicas, históricamente, se han ampliado, pero el objetivo de la estabilidad de las desigualdades y necesitan ser diseñados con los nuevos ajustes para considerar los principios de equidad, participación y ciudadanía.
Descritores: Política Pública
Esportes
Publicações Governamentais
Iniquidade Social
Grupos Minoritários
-Fatores Socioeconômicos
Atividades de Lazer
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR512.1 - Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Saúde


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-984772
Autor: Souza, Laura Vilela e; Moscheta, Murilo dos Santos; Scorsolini-Comin, Fabio.
Título: Public Conversations Group as Resource Against LGBT Violence / Grupos de Conversações Públicas como Recurso contra a Violência à População LGBT / Grupos de Conversaciones Públicas como Recurso contra la Violencia a la Población LGBT
Fonte: Paidéia (Ribeirão Preto, Online);29:e2905, 2019. tab.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais FAPEMIG.
Resumo: Abstract The increase in violence against LGBT people (lesbian, gay, bisexual, transvestite, transgender and transgender) in Brazil encourages the adoption of preventive strategies, among them the Public Conversations Project (PCP), methodology for groups in conflicts. This study aimed to analyze the group process of the PCP, focusing on the effects of the structure of the conversation in the interactions undertaken. There were three meetings with a total of 13 participants involved in the issue of violence against LGBT people. The meetings were audio-taped, and the speeches analyzed according to social constructionism. The PCP has proved useful to think of a more human confrontation with the difference in favor of an ethical interest. It was possible to say that the creation of a different way of talking coincided with the emergence of new ways of acting. The effects of these meetings should be observed longitudinally, as well as trigger reflections for public policies of attention to LGBT.

Resumo O aumento da violência contra LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) no Brasil incentiva a adoção de estratégias preventivas, entre elas o Projeto Conversações Públicas (PCP), metodologia para grupos em conflitos. Este estudo teve por objetivo analisar o processo grupal do PCP, com foco nos efeitos da estrutura da conversa nas interações empreendidas. Realizaram-se três encontros com o total de 13 participantes envolvidos com a temática da violência a LGBTs. Os encontros foram audiogravados e os discursos analisados segundo o construcionismo social. O PCP mostrou-se útil para se pensar um confronto mais humano com a diferença em prol de um interesse ético. Foi possível afirmar que a criação de um modo diferente de conversar coincidiu com a emergência de novas maneiras de agir. Os efeitos desses encontros devem ser acompanhados longitudinalmente, bem como disparar reflexões para políticas públicas de atenção a LGBTs.

Resumen El aumento de la violencia contra LGBTs (lesbianas, gays, bisexuales, travestis, transexuales y transgéneros) en Brasil incentiva la adopción de estrategias preventivas, entre ellas el Proyecto Conversaciones Públicas (PCP), metodología para grupos en conflictos. Este estudio tuvo por objetivo analizar el proceso grupal del PCP, con foco en los efectos de la estructura de la conversación en las interacciones emprendidas. Se realizaron tres encuentros con el total de 13 participantes involucrados en la temática de la violencia contra LGBT. Los encuentros fueron grabados en audio y los discursos analizados según el construccionismo social. El PCP se mostró útil para pensar una confrontación más humana con la diferencia a favor de un interés ético. Es posible afirmar que la creación de un modo diferente de conversación coincidió con la emergencia de nuevas maneras de actuar. Los efectos de estos encuentros deben ser acompañados adelante, así como disparar reflexiones para políticas públicas de atención a LGBT.
Descritores: Homofobia
Violência de Gênero
Grupos Minoritários
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR26.1 - Biblioteca Central



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