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Id: biblio-889644
Autor: Hernández-Rosete, Daniel.
Título: La violencia juvenil contra emos: análisis etnográfico de su persecución en la Ciudad de México / Bullying of emos in Mexico City: an ethnographic analysis / A violência juvenil contra os emos: análise etnográfico de sua perseguição na Cidade do México
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);33(12):e00080116, 2017.
Idioma: es.
Resumo: El objetivo de este artículo es describir las creencias que han alimentado el odio y las prácticas de violencia, ejercida por diversos sectores, contra varones y mujeres que se identifican a sí mismos como emos en la Ciudad de México. Se trata de un estudio etnográfico, realizado entre 2012 y 2015, apoyado en 24 entrevistas en profundidad a jóvenes estudiantes que en 2008 cursaban algún grado de bachillerato en universidades públicas en la Ciudad de México. Se privilegia la narrativa de los emos (10); sin embargo, se exploraron también los relatos de jóvenes que se consideran punks (6), darks (5) y metaleros (3). Los hallazgos sugieren que las agresiones contra emos tienen un fuerte arraigo en creencias de género, particularmente en la noción de masculinidad hegemónica. Destaca el hecho de que no sólo provienen de colectivos juveniles, también aparece la vida familiar y escolar como contextos de violencia naturalizada y construida como legítima por su vínculo con la noción de disciplina escolar. Las estrategias utilizadas por estos jóvenes para resistir la violencia sugieren posicionamientos reflexivos frente a su contexto histórico, escolar y familiar. Aunque como colectivo lograron colocar su exigencia del derecho a la educación y a la diversidad en aulas universitarias, se advierte la necesidad de diseñar políticas de prevención de violencia, particularmente en contextos escolares universitarios.

The article describes the beliefs that have fueled violence by various groups against male and female "emos" in Mexico City. This was an ethnographic study from 2012 to 2015 based on 24 in-depth interviews with young students enrolled in public universities in Mexico City in 2008. The study focused primarily on emos (10), but also included young people that described themselves as punks (6), darks (5), and rockers (3). The findings suggest that bullying of emos is deeply rooted in gender beliefs, particularly hegemonic notions of masculinity. The study highlights the fact that bullying is perpetrated not only by other youth, but also occurs in the family and school settings, where the violence is taken for granted as a legitimate construct associated with the idea of discipline in school. The strategies used by these young people to resist bullying suggest reflexive attitudes towards their historical, scholastic, and family contexts. They are able to reaffirm their collective demand for the right to education and diversity in university classes, but the situation calls for policies to prevent bullying, especially in the university community.

O artigo teve como objetivo descrever as concepções que têm alimentado o ódio e as práticas de violência, exercidas por diversos setores, contra homens e mulheres que se identificam a si mesmos como emos na Cidade do México. Trata-se de um estudo etnográfico, efetuado entre 2012 e 2015, sustentado em 24 entrevistas em profundidade a estudantes jovens que em 2008 cursavam algum grau dos últimos anos do ensino secundário nas universidades públicas da Cidade do México. Prioriza-se a narrativa dos emos (10); não entanto, se exploraram também os relatos dos jovens que se consideram punks (6), darks (5) e metaleiros (3). As conclusões sugerem que as agressões contra emos tem uma forte conexão com a percepção de gênero, particularmente ao respeito do conceito de masculinidade hegemônica. Destaca-se o fato de que não apenas emanam do coletivo juvenil, também emergem na vida familiar e escolar como contextos de violência naturalizada e construída como legítima, por causa do seu vínculo com a noção de disciplina escolar. As estratégias empregadas por estes jovens para resistir a violência sugerem posicionamentos reflexivos frente a seu contexto histórico, escolar e familiar. No entanto, como coletivo lograram colocar sua exigência ao direito a educação e a diversidade nas aulas universitárias, adverte-se a necessidade de desenhar políticas de prevenção a violência, especificamente nos contextos escolares universitários.
Descritores: Populações Vulneráveis/etnologia
Bullying
Violência Étnica/etnologia
Grupos Minoritários
-Estudantes
Fatores Sexuais
Diversidade Cultural
Antropologia Cultural
México/etnologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-967676
Autor: Cavalcanti, Tássia de Souza; Mélo, Roberta de Sousa; Santos, Anyelle Brito Leite; Moura, Camila Batista Gama; Moura, Diego Luz.
Título: Empoderamento, mulheres e práticas corporais: uma revisão sistemática da literatura / Empowerment, women and corporate practices: a systematic review of literature
Fonte: Licere (Online);21(3):i:319-f:344, set.2018.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo tem como objetivo analisar a produção acadêmica sobre o empoderamento de mulheres em práticas corporais. Foi realizada uma revisão sistemática nas bases: Scielo, Web of Science, Lilacs, Pubmed, Medline e Scopus. O arco temporal foi de 2005 a 2015, nos idiomas português e inglês. Foram selecionados 14 artigos. Os resultados apontam a carência de estudos e a preferência pelo método qualitativo. Foi realizada a análise de conteúdo, que permitiu elencar três categorias: O empoderamento como luta, O empoderamento como negação e; o empoderamento como conformação. Concluímos a falta de um consenso "mínimo" em torno dos entendimentos construídos no debate. É necessária a realização de mais pesquisas sobre as questões de gênero vivenciadas nos contextos esportivos e de lazer.

This article aims to analyze the academic production on the empowerment of women in corporal practices. A systematic review was performed on the bases: Scielo, Web of Science, Lilacs, Pubmed, Medline and Scopus. The time frame was from 2005 to 2015, in Portuguese and English. A total of 14 articles were selected. The results indicate the lack of studies and the preference for the qualitative method. Content analysis was carried out, which allowed the inclusion of three categories: Empowerment as a struggle, Empowerment as a negation and; Empowerment as conformation. We conclude the lack of a "minimal" consensus around the understandings built in the debate. It is necessary to carry out more research on the gender issues experienced in sports and leisure contexts.
Descritores: Esportes
Poder Psicológico
Características Culturais
Estudos de Gênero
Atividades de Lazer
Grupos Minoritários
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Id: biblio-1050374
Autor: Azambuja, Marcos Adegas de; Ferreira Neto, João Leite.
Título: Do território à multiterritorialidade entre usuários, trabalhadores e pesquisadores em saúde mental / From territory to the multi territoriality among users, workers, and researchers in mental health / Del territorio a la multiterritorialidad entre usuarios, trabajadores e investigadores en salud mental
Fonte: Psicol. ciênc. prof;39(2,n.esp):74-86, ago.-nov. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo busca problematizar a noção de território na saúde mental por meio da experiência de trabalhadores, usuários e pesquisadores no município de Santa Maria-RS. Trabalhamos com pesquisa de documentos do campo da saúde e da saúde mental, buscando identificar o modo que a noção de território é apresentada nesses textos. Descrevemos e analisamos uma experiência desenvolvida por diversos atores sociais envolvidos na experiência ocorrida em Santa Maria, a partir de dois movimentos. O primeiro é o de usuários em direção à academia, e o segundo, o do cuidado em saúde do serviço de referência para além dos muros. A experiência de trânsito dos diferentes atores sociais em vivências de multiterritorialidades revelou-se um importante vetor de mudança subjetiva e institucional. Vimos em ambos a emergência de uma reivindicação por um direito mais extenso do que o simples acesso aos serviços públicos de saúde. Buscava-se também um "direito à cidade", ou mesmo um trânsito além dela. Enfim, uma busca pela ampliação da experiência de multiterritorialidade e as transformações decorrentes dela...(AU)

This article seeks to problematize the notion of territory in mental health through the experience of workers, users, and researchers in the field of mental health in the municipality of Santa Maria/RS. We work with the research of documents of the field of health and mental health, trying to identify the way that the notion of territory is presented in these texts. We describe and analyze an experience developed by several social actors involved in the experience that occurred in Santa Maria / RS, from two movements. The first is that of users towards academia, and the second is that of the health care of the referral service beyond the walls. The experience of transit of the different social actors in multi-territorial experiences has proved to be an important vector of subjective and institutional change. We have seen in both movements the emergence of a claim for a more extensive right than simple access to public health services. A "right to the city," or even a transit beyond it. Finally, a search for the amplification of the multi territoriality experience and the transformations arising from it...(AU)

Este artículo busca problematizar la noción de territorio en la salud mental por medio de la experiencia de trabajadores, usuarios e investigadores en el municipio de Santa Maria/RS. Trabajamos con la investigación de documentos del campo de la salud y de la salud mental, buscando identificar el modo que la noción de territorio es presentada en esos textos. Describimos y analizamos una experiencia desarrollada por diversos actores sociales involucrados en la experiencia ocurrida en Santa Maria/RS, a partir de dos movimientos. El primero es de los usuarios hacia la academia, y el segundo es del cuidado en salud del servicio de referencia más allá de los muros. La experiencia de tránsito de los diferentes actores sociales en vivencias de multiterritorialidades se ha revelado un importante vector de cambio subjetivo e institucional. Vimos en ambos la emergencia de una reivindicación por un derecho más extenso que el simple acceso a los servicios públicos de salud. Se buscaba también un "derecho a la ciudad", o incluso un tránsito más allá de ella. En fin, una búsqueda por la ampliación de la experiencia de multiterritorialidad, y las transformaciones resultantes de ella...(AU)
Descritores: Política Pública
Territorialidade
Saúde Mental
Pessoalidade
Desinstitucionalização
Grupos Minoritários
-Serviço Social
Serviços Comunitários de Saúde Mental
Funções Essenciais da Saúde Pública
Direitos Humanos
Limites: Humanos
Adulto
Tipo de Publ: Revisão Sistemática
Responsável: BR1552.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1044832
Autor: Pogrebinschi, Thamy.
Título: Conferências nacionais e políticas públicas para grupos minoritários / Texto para Discussão (TD) 1741: Conferências nacionais e políticas públicas para grupos minoritários.
Fonte: Rio de Janeiro; IPEA; 2012. 45 p. graf. (Texto para Discussão / IPEA, 1741)).
Idioma: pt.
Resumo: Mostra que a representação política de grupos sociais minoritários no Poder Executivo, através da formulação de políticas públicas, e no Poder Legislativo, através da proposição de leis que as consolidam, tem sido impulsionada, nos últimos anos, pelas conferências nacionais.
Descritores: Conferências de Saúde
Deliberações
Grupos Minoritários
Iniquidade Social
Participação Social
Política de Saúde
-Brasil
Responsável: BR1541.1 - Biblioteca
BR1541.1; 330.908, I59 TDI1741


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Id: biblio-1044829
Autor: Cunha, Eleonora Schettini Martins.
Título: Conferências de políticas públicas e inclusão participativa / Texto para Discussão (TD) 1733: Conferências de políticas públicas e inclusão participativa.
Fonte: Rio de Janeiro; IPEA; 2012. 41 p. (Texto para Discussão / IPEA, 1733)).
Idioma: pt.
Resumo: Apresenta um estudo exploratório que visa verificar o potencial das conferências de políticas públicas para a inclusão de segmentos populacionais que têm sido tradicionalmente excluídos de processos de participação política, como as mulheres, os negros, os analfabetos, os de baixa escolaridade e com menor renda.
Descritores: Congresso
Deliberações
Grupos Minoritários
Iniquidade Social
Participação Social
Política de Saúde
-Brasil
Responsável: BR1541.1 - Biblioteca
BR1541.1; 330.908, I59 TDI1733


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Id: biblio-992058
Autor: Pogrebinschi, Thamy.
Título: Conferências nacionais e políticas públicas para grupos minoritários / Texto para Discussão (TD) 1741: Conferências nacionais e políticas públicas para grupos minoritários.
Fonte: Rio de Janeiro; IPEA; 2012. 45 p. graf. (Texto para Discussão / IPEA).
Idioma: pt.
Resumo: Mostra que a representação política de grupos sociais minoritários no Poder Executivo, através da formulação de políticas públicas, e no Poder Legislativo, através da proposição de leis que as consolidam, tem sido impulsionada, nos últimos anos, pelas conferências nacionais.
Descritores: Conferências de Saúde
Deliberações
Grupos Minoritários
Iniquidade Social
Participação Social
Política de Saúde
-Brasil
Responsável: BR1541.1 - Biblioteca
BR1541.1; 330.908, I59 TDI1741


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Id: biblio-992055
Autor: Cunha, Eleonora Schettini Martins.
Título: Conferências de políticas públicas e inclusão participativa / Texto para Discussão (TD) 1733: Conferências de políticas públicas e inclusão participativa.
Fonte: Rio de Janeiro; IPEA; 2012. 41 p. (Texto para Discussão / IPEA).
Idioma: pt.
Resumo: Apresenta um estudo exploratório que visa verificar o potencial das conferências de políticas públicas para a inclusão de segmentos populacionais que têm sido tradicionalmente excluídos de processos de participação política, como as mulheres, os negros, os analfabetos, os de baixa escolaridade e com menor renda.
Descritores: Congresso
Deliberações
Grupos Minoritários
Iniquidade Social
Participação Social
Política de Saúde
-Brasil
Responsável: BR1541.1 - Biblioteca
BR1541.1; 330.908, I59 TDI1733


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Id: biblio-1016348
Autor: Pizzinato, Adolfo; Guimarães, Danilo Silva; Leite, Jáder Ferreira.
Título: Psicologia, Povos e Comunidades Tradicionais e Diversidade Etnocultural / Psychology, People and Traditional Communities and Ethnocultural Diversity / Psicología, Pueblos y Comunidades Tradicionales y Diversidad Etnocultural
Fonte: Psicol. ciênc. prof;39(spe):3-8, jan./ Mar.2019.
Idioma: pt.
Descritores: Psicologia
Diversidade Cultural
Impacto Psicossocial
Populações Vulneráveis
Violações dos Direitos Humanos
Direitos Humanos
Grupos Minoritários
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR1552.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-984772
Autor: Souza, Laura Vilela e; Moscheta, Murilo dos Santos; Scorsolini-Comin, Fabio.
Título: Public Conversations Group as Resource Against LGBT Violence / Grupos de Conversações Públicas como Recurso contra a Violência à População LGBT / Grupos de Conversaciones Públicas como Recurso contra la Violencia a la Población LGBT
Fonte: Paidéia (Ribeirão Preto, Online);29:e2905, 2019. tab.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais FAPEMIG.
Resumo: Abstract The increase in violence against LGBT people (lesbian, gay, bisexual, transvestite, transgender and transgender) in Brazil encourages the adoption of preventive strategies, among them the Public Conversations Project (PCP), methodology for groups in conflicts. This study aimed to analyze the group process of the PCP, focusing on the effects of the structure of the conversation in the interactions undertaken. There were three meetings with a total of 13 participants involved in the issue of violence against LGBT people. The meetings were audio-taped, and the speeches analyzed according to social constructionism. The PCP has proved useful to think of a more human confrontation with the difference in favor of an ethical interest. It was possible to say that the creation of a different way of talking coincided with the emergence of new ways of acting. The effects of these meetings should be observed longitudinally, as well as trigger reflections for public policies of attention to LGBT.

Resumo O aumento da violência contra LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) no Brasil incentiva a adoção de estratégias preventivas, entre elas o Projeto Conversações Públicas (PCP), metodologia para grupos em conflitos. Este estudo teve por objetivo analisar o processo grupal do PCP, com foco nos efeitos da estrutura da conversa nas interações empreendidas. Realizaram-se três encontros com o total de 13 participantes envolvidos com a temática da violência a LGBTs. Os encontros foram audiogravados e os discursos analisados segundo o construcionismo social. O PCP mostrou-se útil para se pensar um confronto mais humano com a diferença em prol de um interesse ético. Foi possível afirmar que a criação de um modo diferente de conversar coincidiu com a emergência de novas maneiras de agir. Os efeitos desses encontros devem ser acompanhados longitudinalmente, bem como disparar reflexões para políticas públicas de atenção a LGBTs.

Resumen El aumento de la violencia contra LGBTs (lesbianas, gays, bisexuales, travestis, transexuales y transgéneros) en Brasil incentiva la adopción de estrategias preventivas, entre ellas el Proyecto Conversaciones Públicas (PCP), metodología para grupos en conflictos. Este estudio tuvo por objetivo analizar el proceso grupal del PCP, con foco en los efectos de la estructura de la conversación en las interacciones emprendidas. Se realizaron tres encuentros con el total de 13 participantes involucrados en la temática de la violencia contra LGBT. Los encuentros fueron grabados en audio y los discursos analizados según el construccionismo social. El PCP se mostró útil para pensar una confrontación más humana con la diferencia a favor de un interés ético. Es posible afirmar que la creación de un modo diferente de conversación coincidió con la emergencia de nuevas maneras de actuar. Los efectos de estos encuentros deben ser acompañados adelante, así como disparar reflexiones para políticas públicas de atención a LGBT.
Descritores: Homofobia
Violência de Gênero
Grupos Minoritários
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Responsável: BR26.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1015339
Autor: Junqueira Fleury, Heloisa; Helena Najjar Abdo, Carmita.
Título: Competência cultural do profissional de saúde sexual / Cultural competence of sexual health professional
Fonte: Diagn. tratamento;24(2):[64-66], abr - jun 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Diferenças culturais impactam o relacionamento entre o profissional de saúde e o paciente. A competência cultural caracteriza-se por autoconsciência, conhecimento e habilidades, o que aumenta a flexibilidade, capacidade de adaptação e disponibilidade do profissional para aquisição de novos conhecimentos sobre a população atendida e sobre si mesmo. Quando ela está comprometida, ocorre a opressão cultural, imposição de padrões próprios, sem considerar raça, cultura, gênero e orientação sexual do paciente, mesmo que não intencionalmente. Populações mais vulneráveis à opressão cultural sofrem o estresse de minorias e microagressões. A consciência da diversidade depende do desenvolvimento da consciência crítica sobre a própria condição privilegiada. O racismo, numa dimensão individual, pode ser explícito (intenção deliberada de tratar uma raça como superior) ou implícito (expressão sutil com viés discriminatório, consciente ou não). O esforço para melhorar os serviços de saúde para grupos com diferenças culturais e étnicas tem sido focado no treinamento da competência cultural e avaliado por mudanças em conhecimento, atitudes, habilidades e comportamentos. Profissionais de saúde frequentemente consideram-se aptos para atender às necessidades de uma população multicultural, mesmo sem capacitação na área. No entanto, poucos reconhecem o próprio racismo, desequilíbrio de poder, vieses culturais e a necessidade de autorreflexão. O desafio para eles, especialmente para o profissional de saúde sexual, é o desenvolvimento da própria competência cultural, considerando vieses inconscientes e com maior foco na dimensão implícita no treinamento antidiscriminatório e no aumento da autoreflexão crítica.
Descritores: Competência Cultural
Saúde Sexual
Opressão Social
Relações Interpessoais
Grupos Minoritários
Tipo de Publ: Revisão Sistemática
Responsável: BR12.1 - Biblioteca Setorial da Ciências da Saúde



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