Base de dados : LILACS
Pesquisa : I01.880.853.996.755 [Categoria DeCS]
Referências encontradas : 917 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 92 ir para página                         

  1 / 917 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-845584
Autor: Carvalho, Natália Sales de; Arruda, Soraia Pinheiro Machado; Ramos, Letícia Maria Rodrigues; Machado, Marcia Maria Tavares; Azevedo, Daniela Vasconcelos de.
Título: Dietary patterns and significance of nutrition for women with low-risk pregnancy / Padrões alimentares e significados da alimentação de gestantes de baixo risco
Fonte: Rev. Nutr. (Online);30(2):219-231, Mar.-Apr. 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To evaluate dietary patterns and significance of diet for pregnant women. Methods: Cross-sectional study carried out in eight health units in Fortaleza, Ceará, Brazil, with 201 pregnant women. The following instruments were used: a socio-economic and health questionnaire, the Free-Word Association Test, and a Food Frequency Questionnaire. Dietary patterns were identified using principal components and factor analysis. Poisson regression with 5% significance level was used. Results: Three dietary patterns were identified: current Brazilian pattern (beans, rice, processed meats, fats, refined grains, pasta and pastries, soft drink, sugar and sweets, cookies and crackers); healthy pattern (fruits and fruit juices, vegetables, whole grains, seafood, dairy products); and energy-rich pattern (salty deep-fried snacks, popcorn, packaged snacks, instant noodles, tubers, and chicken). Women who did not receive nutrition guidance during prenatal care showed less chance of adherence to the current Brazilian dietary pattern (PR=0.87), and therefore their level of consumption of foods commonly present in Brazilian diets was low. For most women, the significance of diet was reported as important and healthy, but it was not associated with any of the diet patterns identified. However, the women who did not consider that during pregnancy diet should be healthy showed greater chance of adherence to the energy-rich pattern (PR=1.18). This finding deserves special attention since excessive weight gain can have a negative effect on pregnancy. Conclusion: Nutrition guidance during prenatal care and the way pregnant women perceive their eating habits can influence their food choices during pregnancy.

RESUMO Objetivo: Avaliar o padrão alimentar e os significados que a alimentação tem para gestantes. Métodos: Estudo transversal em oito unidades de saúde de Fortaleza, Ceará, com 201 gestantes. Utilizou-se questionário socioeconômico e de saúde, Teste de Associação Livre de Palavras e Questionário de Frequência Alimentar. Os padrões alimentares foram identificados pelo método de análise fatorial por componentes principais. Utilizou--se a regressão de Poisson, adotando-se nível de significância de 5%. Resultados: Três padrões alimentares foram identificados: brasileiro atual (feijão, arroz, carnes processadas, gorduras, pães refinados, massas, refrigerante, açúcares e doces, biscoitos), saudável (frutas e sucos de frutas, vegetais, cereais integrais, frutos do mar, laticínios) e denso em energia (salgados, pipoca, salgadinho, macarrão instantâneo, tubérculos e frango). As mulheres que não receberam orientação sobre alimentação no pré-natal mostraram menor chance de aderir ao padrão brasileiro atual (RP=0.87), o que fez com que alimentos típicos da dieta do brasileiro fossem pouco consumidos entre elas. Para a maioria das mulheres, o significado da alimentação foi ser importante e saudável, porém representar esses significados não mostrou associação com nenhum dos padrões alimentares identificados. No entanto, aquelas que não perceberam a alimentação como algo que deve ser saudável apresentaram maior chance de adesão ao padrão denso em energia (RP=1.18), padrão que deve ser visto com cuidado, pois o ganho de peso excessivo pode repercutir negativamente na gravidez. Conclusão: As orientações alimentares no pré-natal e o modo como as gestantes percebem sua alimentação podem influenciar nas escolhas alimentares na gravidez.
Descritores: Comportamento Alimentar
-Cuidado Pré-Natal
Classe Social
Gestantes
Nutrição Pré-Natal
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: BR13.3 - Biblioteca das Faculdades de Odontologia e Nutrição


  2 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-845579
Autor: Dallazen, Camila; Vitolo, Márcia Regina.
Título: Excessive maternal weight and practice of exclusive breastfeeding among women of low socioeconomic status / Excesso de peso gestacional e prática de aleitamento materno exclusivo entre mulheres de baixo nível socioeconômico
Fonte: Rev. Nutr. (Online);30(1):69-77, Jan.-Feb. 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To investigate the impact of excessive maternal weight on the early discontinuation of exclusive breastfeeding Methods: This is a longitudinal study including mother-infant dyads of low socioeconomic status receiving prenatal care in Health Care Centers in Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil. A structured questionnaire was administered to women in the last trimester of pregnancy, including weight measurements. Another interview was conducted six months after delivery, and data on infant feeding practices were collected and maternal height was measured. Maternal nutritional status was assessed using body mass index values according to gestational age. Discontinuation of exclusive breastfeeding before 4 months was considered a low duration rate Results: A total of 619 mother-infant dyads were evaluated. The prevalence of maternal overweight in the third trimester of pregnancy was 51%. The median duration of exclusive breastfeeding was 2.0 months. After adjustment for possible confounding factors, no association between maternal overweight and early discontinuation of exclusive breastfeeding was identified. Maternal smoking was identified as a risk factor (1.23, 95%CI=1.13-1.35) for early discontinuation of exclusive breastfeeding Conclusion: Excessive maternal weight was not confirmed as a risk factor for early discontinuation of exclusive breastfeeding. However, women who reported being smokers had a higher risk of early discontinuation of exclusive breastfeeding than those who did not smoke. This indicates the need for public health interventions to promote smoking cessation during pregnancy and in the postpartum period because of the deleterious effects of this habit on maternal and infant health.

RESUMO Objetivo: Investigar o impacto do excesso de peso gestacional na interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo. Métodos: Estudo longitudinal com binômios mãe-filho de baixo nível socioeconômico atendidos em Unidades de Saúde de Porto Alegre, Brasil. Foi aplicado questionário estruturado às mulheres no último trimestre de gestação com mensuração de peso. Seis meses após o parto ocorreu nova entrevista onde foram obtidos dados sobre prática alimentar da criança e a altura materna foi mensurada. O estado nutricional gestacional foi avaliado por meio do índice de massa corporal de acordo com a idade gestacional. Foi considerada interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo a interrupção anterior aos 4 meses de vida da criança. Resultados: Analisaram-se 619 binômios mãe-filho. A prevalência de excesso de peso no terceiro trimestre de gestação foi de 51%. A duração mediana do aleitamento materno exclusivo foi de 2,0 meses. Após análise ajustada, não foi identificado efeito do excesso de peso gestacional na interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo. Em contrapartida, o tabagismo materno foi identificado como fator de risco (1,23, IC95%=1,13-1,35) para interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo. Conclusão: O excesso de peso materno não confirmou-se como fator de risco para interrupção precoce do aleitamento materno exclusivo. Contudo, as mulheres que se declararam fumantes apresentaram maior risco de interromper a prática do que aquelas que não fumavam. Isso reforça a necessidade de ações de saúde pública as quais promovam a cessação do tabagismo no período gestacional e no puerpério em virtude das consequências deletérias deste hábito à saúde materno-infantil.
Descritores: Aleitamento Materno
-Classe Social
Gravidez
Sobrepeso
Ganho de Peso na Gestação
Obesidade Materna
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Lactente
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: BR13.3 - Biblioteca das Faculdades de Odontologia e Nutrição


  3 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1095163
Autor: Epstein, Alexandra; Pesce, Catalina; Errázuriz, Catalina; Gómez Barris, Isidora; Izquierdo, Victoria; Farkas, Chamarrita.
Título: Relación de la autorregulación infantil con sensibilidad materna y contexto familiar a los 12 y 30 meses de edad / Relationship between children self-regulation, maternal sensitivity and family context at 12 and 30 months of age
Fonte: Summa psicol. UST;15(1):25-34, 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: La autorregulación se refiere a la capacidad del niño/a para modificar su conducta según las demandas del entorno. Esta presenta una gran influencia en el desarrollo infantil, especialmente en el ámbito social. Desde una mirada evolutiva, la autorregulación, como característica temperamental, depende de factores tanto biológicos como contextuales, donde las figuras parentales juegan un rol determinante. En el siguiente estudio se analizó la relación entre la sensibilidad de la madre cuando el niño/a tenía 12 meses y la autorregulación de este tanto a los 12 como a los 30 meses de edad, para examinar si la sensibilidad materna predice la autorregulación infantil a los 30 meses. Además se incluyeron variables del contexto familiar, como tipo de familia, tipo de hijo/a y NSE. La muestra incluyó 72 diadas madre-hijo/a, con un diseño descriptivo, longitudinal, comparativo y correlacional. Se aplicó la Escala de Sensibilidad del Adulto (E.S.A.), un cuestionario sociodemográfico y los cuestionarios de temperamento IBQ-R-VSF y ECBQ-VSF. Los resultados muestran una relación significativa entre la autorregulación de los infantes a los 12 meses, con el tipo de hijo/a que son, y la interacción entre NSE y sensibilidad de las madres. A los 30 meses, en cambio, además de la autorregulación a los 12 meses, solo resulta ser un predictor significativo el tipo de hijo/a. Se discuten las implicancias de los resultados.

Self-regulation refers to the capacity of a child to modify his or her behavior according to environmental demands. It strongly influences child's development, especially in the social sphere. From an evolutionary point of view, self-regulation, viewed as a temperamental characteristic, depends on biological and environmental factors, where the parental figures of the child play a crucial role. In the following study, an analysis of the relationship between mother's sensitivity when her child was 12 months old and the child's self-regulation at 12 months and 30 months of age was made. This was done to analyze if mother's sensitivity predicts child's self-regulation at 30 months of age. Also variables related to the family context were included, considering type of family, type of child and SES. The sample included 72 mother-child dyads, with a descriptive, longitudinal, comparative and correlational design. The Adult Sensitivity Scale, a socio-demographic questionnaire and the temperament questionnaires IBQ-R-VSF and ECBQ-VSF were used to obtain the data. The results show that there is a significant relationship between infants' self-regulation at 12 months, the type of child, and the interaction between SES and maternal sensitivity. At 30 months of age instead, additionally to the self-regulation at 12 months, only the type of child is a significant predictor. Further implications of these results are discussed
Descritores: Autocontrole/psicologia
Regulação Emocional
Relações Mãe-Filho/psicologia
-Classe Social
Comportamento Infantil/psicologia
Inquéritos e Questionários
Estudos Longitudinais
Poder Familiar
Relações Familiares
Comportamento Materno/fisiologia
Relações Mãe-Filho
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Lactente
Pré-Escolar
Responsável: CL126.2 - Biblioteca Médica Dr. Profesor Hernán Alessandri R.


  4 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-1011491
Autor: Shamohammadi, Morteza; Salmanian, Maryam; Mohammadi, Mohammad-Reza; Sadeghi Bahmani, Dena; Holsboer-Trachsler, Edith; Brand, Serge.
Título: Prevalence of self-reported trauma in a sample of Iranian children is low and unrelated to parents' education or current employment status
Fonte: Braz. J. Psychiatry (São Paulo, 1999, Impr.);41(3):208-212, May-June 2019. tab.
Idioma: en.
Projeto: Tehran University of Medical Sciences.
Resumo: Objective: In Western countries, the prevalence of childhood trauma (CT) ranges from 15 to 25%. CT might be indirectly associated with lower parental socioeconomic status and educational attainments. The aims of this cross-sectional study were fourfold: to assess prevalence of CT in a large sample of Iranian children; to compare the Iranian prevalence rates with those of Western countries; to explore gender-specific patterns; and to explore possible socioeconomic predictors. Method: The sample comprised 608 children (mean age 11.49 years, 51.5% females). All completed the Farsi version of the Trauma Symptoms Checklist for Children. Additionally, parents reported on their current employment status and highest educational level. Results: Trauma symptoms were reported by 20 of 295 boys and 23 of 313 girls. The overall prevalence was 7.1%. Child-reported trauma symptoms were not associated with parents' socioeconomic status or highest educational level. Compared to prevalence findings from U.S. national surveys (ranging from 15-25% of children and adolescents), the prevalence among 11- and 12-year-olds in the present study was considerably lower. Conclusions: The overall prevalence of reported trauma symptoms among a large sample of Iranian children was unrelated to parents' socioeconomic status, and was lower than that reported in U.S. surveys.
Descritores: Trauma Psicológico/epidemiologia
-Pais
Classe Social
Métodos Epidemiológicos
Escolaridade
Trauma Psicológico/diagnóstico
Irã (Geográfico)/epidemiologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Responsável: BR1.1 - BIREME


  5 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Texto completo
Id: biblio-830662
Autor: Souza, Bruna Fernanda do Nascimento Jacinto de; Marin-Leon, Leticia; Camargo, Daniele Flaviane Mendes; Segall-Correa, Ana Maria.
Título: Demographic and socioeconomic conditions associated with food insecurity in households in Campinas, SP, Brazil / Condições demográficas e socioeconômicas associadas à insegurança alimentar em domicílios de Campinas, SP
Fonte: Rev. Nutr. (Online);29(6):845-857, Nov.-Dec. 2016. tab.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Resumo: ABSTRACT Objective: To evaluate the association of food insecurity with demographic and socioeconomic conditions in households in Campinas, São Paulo state, Brazil. Methods: This is a cross-sectional study conducted on a representative sample of the urban population of the Southern, Southwestern, and Northwestern Health Districts of Campinas, between 2011-2012. Characteristics of the head of household, family history and household patterns were investigated. The dependent variable was food security condition, categorized as food security, mild food insecurity, and moderate/severe food insecurity. All independent variables with p-value <0.20 in the bivariate multinomial logistic regression were included in the final model of multiple multinomial logistic regression, adjusted to household head age; the remaining variables had p-value <0.05. Results: In the 691 households analyzed, there was 65% of food security, 27.9% of mild food insecurity, and 7.1% of moderate/severe food insecurity. The conditions associated with mild food insecurity were monthly per capita income less than the minimum wage, household head unemployed for more than six months between 2004-2010, living in properties given to the family/occupied/other, and density higher than two people per bedroon. The moderate/severe food insecurity was associated with informal employment condition of the household head and the presence of a beneficiary of the Bolsa Família (Family Allowance Program), a cash transfer-type program, in the household. The higher the score of the consumer goods, the lower the probability of mild food insecurity or moderate/severe food insecurity. There was a higher probability of mild food insecurity and moderate/severe food insecurity in unfinished masonry-built houses/other. Conclusion: More than one third of the households investigated experienced some form of food insecurity. Mild food insecurity was associated with demographic conditions, while moderate/severe food insecurity was associated with socioeconomic conditions, especially those related to the household head.

RESUMO Objetivo: Avaliar a associação da insegurança alimentar com as condições demográficas e socioeconômicas em domicílios de Campinas (SP). Métodos: Estudo transversal com amostra representativa da população urbana dos Distritos de Saúde Sul, Sudoeste e Noroeste de Campinas, realizado entre 2011-2012. Estudaram-se as características do chefe de família, dos antecedentes familiares e do domicílio. A variável dependente foi condição de segurança alimentar, categorizada em segurança alimentar, insegurança alimentar leve e insegurança alimentar moderada/grave. Todas as variáveis independentes com p-valor<0,20 na regressão logística multinomial bivariada foram incluídas no modelo final de regressão logística multinomial múltipla, ajustado pela idade do chefe da família, permanecendo aquelas com p<0,05. Resultados: Nos 691 domicílios analisados, houve 65,0% em segurança alimentar, 27,9% em insegurança alimentar leve e 7,1% em insegurança alimentar moderada/grave. As condições associadas à insegurança alimentar leve foram renda familiar mensal per capita menor que um salário mínimo, desemprego do chefe da família por mais de seis meses entre 2004-2010, residir em domicílios de condição cedido/invasão/outro e com densidade maior que duas pessoas por dormitório. A insegurança alimentar moderada/grave esteve associada à informalidade do emprego do chefe da família e ter titular do Bolsa Família no domicílio. Quanto maior o escore de bens de consumo, menor foi a chance de insegurança alimentar leve ou moderada/grave, enquanto que houve maior chance da presença de qualquer tipo de insegurança alimentar nos domicílios construídos com alvenaria inacabada/outros. Conclusão: Mais de um terço dos domicílios apresentam alguma forma de insegurança alimentar. A insegurança alimentar leve está associada às condições demográficas, enquanto que a moderada/grave associa-se às condições socioeconômicas, principalmente relacionadas ao chefe da família.
Descritores: Segurança Alimentar e Nutricional
-Classe Social
Fatores Socioeconômicos
Inquéritos Epidemiológicos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Ensaio Clínico
Responsável: BR13.3 - Biblioteca das Faculdades de Odontologia e Nutrição


  6 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Texto completo
Id: biblio-952431
Autor: Ballesteros, Silvia Marcela; Moreno-Montoya, José.
Título: Individual- and state-level factors associated with functional limitation prevalence among Colombian elderly: a multilevel analysis / Factores individuales y departamentales asociados con la prevalencia de limitación funcional entre ancianos colombianos: un análisis multinivel / Fatores individuais e estaduais associados à prevalência de limitação funcional em idosos colombianos: uma análise multinível
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(8):e00163717, 2018. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract: This study aimed to identify the main regional factors associated with variations in the prevalence of functional limitation on the older adult in Colombia adjusted by individual characteristics. This multilevel study used cross-sectional data from 23,694 adults over 60 years of age in the SABE, Colombia nationwide survey. State-level factors (poverty, development, inequity, violence, health coverage, and access to improved water sources), as well as individual health related, socioeconomic and demographic characteristics, were analyzed. The overall prevalence of functional impairment for the basic activities of daily living (ADL) was 22%. The presence of comorbidities, low educational level, physical inactivity, no participation in social groups, mistreatment and being over 75 years old were associated with functional limitation. At the group level, the analysis showed significant differences in the functional limitation prevalence across states, particularly regarding the socioeconomic status measured according to the Human Development Index (median OR = 1.22; 95%CI: 1.13-1.30; p = 0.011). This study provides evidence on the impact of socioeconomic variation across states on FL prevalence in the Colombian elderly once adjusted for individual characteristics. The findings of this study, through a multilevel approach methodology, provide information to effectively address the conditions that affect the functionality in this population through the identification and prioritization of public health care in groups with economic and health vulnerability.

Resumen: Este estudio tuvo por objetivo identificar los principales factores regionales, asociados con variaciones en la prevalencia de la limitación funcional en adultos mayores en Colombia, ajustados por características individuales. Este estudio multinivel usó datos transversales de 23.694 adultos, con más de 60 años de edad, en el SABE, encuesta nacional colombiana. Los factores nacionales (pobreza, desarrollo, inequidad, violencia, cobertura sanitaria, y acceso a fuentes mejoradas de agua), así como en relación con su salud individual, al igual que se analizaron las características socioeconómicas y demográficas. La prevalencia general de discapacidad funcional para las actividades básicas de la vida diaria (ABVD) fue de un 22%. La presencia de comorbilidades, bajo nivel educacional, inactividad física, la no participación en grupos sociales, maltrato y tener más de 75 años de edad estuvo asociado con la limitación funcional. En el nivel del grupo, el análisis mostró significativas diferencias respecto a la prevalencia de limitación funcional, a través de los diferentes estados, particularmente en lo referente al estatus socioeconómico, medido según el Índice de Desarrollo Humano (OR mediano = 1,22; IC95%: 1,13-1,30; p = 0,011). Este estudio proporciona evidencia sobre el impacto de la variación socioeconómica a través de los estados sobre la prevalencia de limitación funcional en los ancianos colombianos, una vez ajustadas las características individuales. Los resultados de este estudio, mediante una metodología de aproximación multinivel, proporcionan información con el fin de orientar efectivamente sobre las condiciones que afectan la funcionalidad de este tipo de población, mediante la identificación y priorización de los cuidados en la salud pública con grupos vulnerables económicamente y desde la perspectiva de la salud.

Resumo: O estudo teve como objetivo identificar os principais fatores regionais associados a variações na prevalência de limitação funcional na população idosa colombiana, ajustada por fatores individuais. O estudo multinível usou dados transversais de 23.694 adultos com mais de 60 anos de idade do estudo SABE colombiano. Foram analisados fatores de nível estadual (índices de pobreza, desenvolvimento, inequidade, violência, cobertura de saúde e acesso a água potável) e fatores individuais (sociodemográficos e de saúde). A prevalência global de comprometimento funcional nas atividades de vida diária (AVD) foi de 22%. A presença de comorbidades, escolaridade baixa, sedentarismo, falta de participação em grupos sociais, maus tratos e idade acima de 75 anos estiveram associados à limitação funcional. Em nível de grupo, a análise mostrou diferenças significativas na prevalência de limitação funcional entre os estados, particularmente quanto à condição socioeconômica, medida pelo Índice de Desenvolvimento Humano (OR médio = 1,22; IC95%: 1,13-1,30; p = 0,011). O estudo oferece evidências do impacto da variação socioeconômica entre estados na prevalência de limitação funcional nos idosos colombianos depois de ajustar por fatores individuais. Através de uma metodologia multinível, os achados fornecem informações para tratar efetivamente as condições que afetam a funcionalidade dessa população idosa através da identificação e priorização dos cuidados de saúde em grupos com vulnerabilidade econômica e sanitária.
Descritores: Atividades Cotidianas
Avaliação Geriátrica/estatística & dados numéricos
Análise Multinível/métodos
-Classe Social
Fatores Socioeconômicos
Envelhecimento/fisiologia
Comorbidade
Prevalência
Estudos Transversais
Colômbia
Limitação da Mobilidade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Responsável: BR1.1 - BIREME


  7 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Chor, Dóra
Texto completo
Id: biblio-952389
Autor: Santos, Simone M; Werneck, Guilherme Loureiro; Faerstein, Eduardo; Lopes, Claudia S; Chor, Dóra.
Título: Focusing neighborhood context and self-rated health in the Pró-Saúde Study / O foco no contexto da vizinhança na autoavaliação da saúde no Estudo Pró-Saúde / Analizando el contexto del vecindario y autoevaluación de salud en el Estudio Pró-Saúde
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(5):e00029517, 2018. tab.
Idioma: en.
Resumo: The influence of neighborhood characteristics on self-rated health has been little studied. A multilevel approach using hierarchical models was applied to analyze the relationship between the socioeconomic characteristics in 621 neighborhoods (level 2) in the city of Rio de Janeiro, Brazil, and the self-rated health of 3,054 university employees (level 1) from the baseline of the Pró-Saúde Study. Neighborhoods were created using the SKATER algorithm (Spatial 'K'luster Analysis by Tree Edge Removal) to cluster census tracts according to four indicators and a minimum population of 5,000 people. After adjustment for individual factors (per capita income, schooling, age, sex, ethnicity, health-related behavior and chronic diseases), low level of neighborhood income and higher numbers of members per household were significantly associated with poor self-rated health. Participants living in medium income-level neighborhoods were 34% more likely to self-rate their health as being poor. Those living in areas with a higher density of members per household were 50% more likely to present poor self-rated health. Neighborhood context influences self-rated health, beyond the effect of individual factors. Worsening neighborhood socioeconomic conditions affect health adversely, which in turn increasing the chance of poor self-rated health.

Existem relativamente poucos estudos sobre a influência das características de vizinhança sobre a auto-avaliação da saúde. Foi aplicada uma abordagem multinível com modelos hierárquicos para analisar a relação entre as características socioeconômicas de 621 vizinhanças (nível 2) da cidade do Rio de Janeiro, Brasil, e a auto-avaliação da saúde de 3.054 servidores universitários (nível 1) da linha de base do Estudo Pró-Saúde. As vizinhanças foram criadas pela aplicação do algoritmo SKATER (Spatial 'K'luster Analysis by Tree Edge Removal) aos setores censitários, de acordo com quatro indicadores e uma população mínima de 5 mil habitantes. Depois de ajustar para fatores individuais (renda per capita, escolaridade, idade, sexo, raça/cor, comportamentos relacionados à saúde e doenças crônicas), houve uma associação significativa entre renda baixa e número maior de pessoas por domicílio na vizinhança e autoavaliação da saúde "ruim". Os residentes de vizinhanças de renda média apresentaram probabilidade 34% maior de avaliar a própria saúde como "ruim". Aqueles que viviam em vizinhanças com maior número médio de pessoas por domicílio mostraram uma probabilidade 50% maior de autoavaliação da saúde "ruim". Para além de fatores individuais, o contexto de vizinhança influencia a autoavaliação da saúde. Piores condições socioeconômicas da vizinhança afetam negativamente a saúde, que por sua vez aumenta as chances de autoavaliação da saúde "ruim".

La influencia de las características del vecindario en la salud autoevaluada se ha estudiado escasamente. Se aplicó un análisis multinivel usando modelos jerárquicos para analizar la relación entre las características socioeconómicas en 621 vecindarios (nivel 2), dentro de la ciudad de Río de Janeiro, Brasil, y la salud autoevaluada de 3.054 empleados universitarios (nivel 1), procedentes de la base de referencia del Estudio Pró-Saúde. Se crearon vecindarios con el uso del algoritmo SKATER (Spatial 'K'luster Analysis by Tree Edge Removal), con el fin de agrupar secciones del censo, de acuerdo con cuatro indicadores y una población mínima de 5.000 personas. Tras el ajuste por factores individuales (ingresos per cápita, escolarización, edad, sexo, etnia, comportamiento informado de salud y enfermedades crónicas), el bajo nivel de ingresos en el vecindario y el alto número de miembros por hogar estuvieron significativamente asociados a un escasa salud autoevaluada. Los participantes que vivían en vecindarios con un nivel de ingresos medios tuvieron una probabilidad un 34% mayor de autoevaluar su salud más bien como mala. Quienes estaban viviendo en vecindarios con una densidad más alta de miembros por vivienda tuvieron una probabilidad de un 50% mayor de presentar una salud autoevaluada mala. El contexto del vecindario influencia la salud autoevaluada, además del efecto de los factores individuales. Un empeoramiento de las condiciones socioeconómicas en el vecindario afecta adversamente a la salud, que a su vez aumenta la oportunidad de una salud autoevaluada como mala.
Descritores: Fatores Socioeconômicos
Características de Residência
Nível de Saúde
Autorrelato
-Pobreza/estatística & dados numéricos
Classe Social
Brasil
Renda
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


  8 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo SciELO Brasil
Barreto, Sandhi Maria
Texto completo
Id: biblio-952388
Autor: Ferreira, Wasney de Almeida; Camelo, Lidyane; Viana, Maria Carmen; Giatti, Luana; Barreto, Sandhi Maria.
Título: Is subjective social status a summary of life-course socioeconomic position? / O status social subjetivo é uma medida sumária da posição socioeconômica ao longo da vida? / ¿Es el estatus social subjetivo una medida sumaria de la posición socioeconómico a lo largo de la vida?
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(5):e00024317, 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Very little is known about the association between objective indicators of socioeconomic position in childhood and adolescence and low subjective social status in adult life, after adjusting for adult socioeconomic position. We used baseline data (2008-2010) from the Brazilian Longitudinal Study of Adult Health (ELSA-Brasil), a multicenter cohort study of 15,105 civil servants from six Brazilian states. Subjective social status was measured using the The MacArthur Scale of Subjective Social Status, which represents social hierarchy in the form of a 10-rung ladder with the top rung representing the highest subjective social status. Participants who chose the bottom four rungs in the ladder were assigned to the low subjective social status category. The following socioeconomic position indicators were investigated: childhood (maternal education), adolescence (occupational social class of the household head; participant's occupational social class of first job; nature of occupation of household head; participant's nature of occupation of first job), and adulthood (participant's occupational social class, nature of occupation and education). The associations between low subjective social status and socioeconomic position were determined using multiple logistic regression, after adjusting for sociodemographic factors and socioeconomic position indicators from other stages of life. After adjustments, low socioeconomic position in childhood, adolescence and adulthood remained significantly associated with low subjective social status in adulthood with dose-response gradients. The magnitude of these associations was stronger for intra-individual than for intergenerational socioeconomic positions. Results suggest that subjective social status in adulthood is the result of a complex developmental process of acquiring socioeconomic self-perception, which is intrinsic to subjective social status and includes current and past, individual and family household experiences.

Pouco se sabe sobre a associação entre indicadores de posição socioeconômica na infância e adolescência e baixo status social subjetivo na idade adulta, depois de ajustar para posição socioeconômica na idade adulta. Usamos dados de linha de base (2008-2010) do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), um estudo de coorte multicêntrico de 15.105 servidores públicos de seis estados brasileiros. O status social subjetivo foi medido com a Escala de MacArthur do Status Social Subjetivo, que representa a hierarquia social como uma escada de 10 degraus, onde o degrau mais alto representa o status social subjetivo mais alto. Os participantes que escolheram os quatro degraus inferiores foram alocados à categoria de status social subjetivo baixo. Foram investigados os seguintes indicadores de posição socioeconômica: infância (escolaridade materna), adolescência (classe social ocupacional do chefe de família; classe social ocupacional do participante no primeiro emprego; natureza da ocupação do chefe de família; natureza da ocupação do participante no primeiro emprego) e vida adulta (classe social ocupacional, natureza da ocupação e escolaridade do participante). A regressão logística múltipla foi usada para estimar as associações entre status social subjetivo baixo e posição socioeconômica, depois de ajustar para fatores sociodemográficos e indicadores de posição socioeconômica em outras fases da vida. Depois dos ajustes, os indicadores de posição socioeconômica baixa na infância, adolescência e idade adulta permaneceram associados significativamente com status social subjetivo baixo na idade adulta, com gradientes dose-resposta. A magnitude dessas associações foi maior para a posição socioeconômica intra-indivíduo do que para a posição socioeconômica intergeracional. Os achados indicam que o status social subjetivo na idade adulta resulta de um processo complexo de desenvolvimento da auto-percepção socioeconômica, intrínseco ao status social subjetivo e que inclui experiências atuais e passadas, individuais e familiares.

Se sabe muy poco sobre la asociación entre los indicadores objetivos de la posición socioeconómica durante la infancia y adolescencia y el bajo estatus social subjetivo en la etapa adulta, después de ajustar por la posición socioeconómica para adultos. Se usaron datos de la línea de base (2008-2010) del Estudio Longitudinal de Salud en Adultos (ELSA-Brasil), un estudio de cohorte multicéntrico con 15.105 empleados públicos, procedentes de seis estados brasileños. El estatus social subjetivo se midió usando la Escala de MacArthur del Estatus Social Subjetivo, que representa la jerarquía social como una escalera con 10 peldaños, donde el peldaño superior representa el estatus social subjetivo más alto. Los participantes que eligieron los cuatro escalones inferiores de la escalera fueron asignados a la categoría baja de estatus social subjetivo. Se investigaron los siguientes indicadores del contexto socioeconómico: infancia (educación materna), adolescencia (clase social ocupacional del cabeza de familia; la clase social ocupacional del primer trabajo de los participantes; naturaleza de la ocupación del cabeza de familia; naturaleza de la ocupación del primer trabajo de los participantes), y etapa adulta (clase social ocupacional de los participantes, naturaleza de la ocupación y educación). Las asociaciones entre un bajo estatus social subjetivo y el contexto socioeconómico se determinaron usando regresión múltiple logística, tras ajustarla para factores sociodemográficos e indicadores de la posición socioeconómica de otras fases de la vida. Tras los ajustes, un bajo contexto socioeconómico en la infancia, adolescencia y etapa adulta permaneció significativamente asociado con un bajo estatus social subjetivo en la etapa adulta con gradientes dosis-respuesta. La magnitud de estas asociaciones fue más fuerte para posición socioeconómico intra-individual que para el intergeneracional. Los resultados sugieren que el estatus social subjetivo en la etapa adulta es el resultado de un complejo proceso de desarrollo, donde se adquiere una autopercepción socioeconómica, que es intrínseca al estatus social subjetivo e incluye presente y pasado, así como experiencias individuales y familiares en el hogar.
Descritores: Classe Social
Nível de Saúde
Estágios do Ciclo de Vida
Ocupações
-Fatores Socioeconômicos
Comportamentos Relacionados com a Saúde
Modelos Logísticos
Escolaridade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Estudo Multicêntrico
Responsável: BR1.1 - BIREME


  9 / 917 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1003148
Autor: Maya, Alfredo Paulo; Sánchez, Martha Cruz.
Título: De eso que se ha llamado interculturalidad en salud: un enfoque reflexivo / From what has been called interculturality in health: a reflexive approach
Fonte: Rev. Univ. Ind. Santander, Salud;50(4):366-384, oct.-dic. 2018. tab.
Idioma: es.
Resumo: Resumen Desde finales del siglo XX y en un contexto global, en la mayoría de los países de América Latina la interculturalidad en salud se ha convertido en una política gubernamental que pretende atender las demandas de atención sanitaria y asistencia de las comunidades que presentan hablantes de una lengua indígena. Partiendo del supuesto de que la cultura étnica constituye una barrera que impide el acceso a los servicios de salud, se plantea como estrategia considerar las cosmovisiones de los "indígenas", con el fin de diseñar programas de salud "interculturales" que favorezcan la aceptación eficaz de la biomedicina. A pesar de compartir el mismo discurso, en México, Venezuela y Chile existen prácticas diferenciales relacionadas con las llamadas políticas interculturales en salud. Así, en el presente trabajo se tratará de identificar semejanzas y diferencias en la implementación de tales políticas; de igual forma, se tratará de evidenciar las contradicciones del enfoque intercultural en el marco de las políticas públicas y las condiciones socioeconómicas que enfrentan los pueblos indígenas en los tres países.

Abstract Since the end of the 20th century, broadly speaking, in most Latin American countries, intercultural health has become a government policy that seeks to meet the demands of care and assistance to communities where speakers of indigenous languages reside. As a point of departure, interculturality assumes that ethnic culture is a barrier that prevents access to health services. The proposed strategy includes harnessing an "indigenous" cosmovision in order to design "intercultural" health programs that will effectively implement biomedical techniques in the target population. While discourse regarding "interculturality" circulates in Mexico, Venezuela, and Chile, disparate practices related to so-called intercultural health policies are unfolding within these countries. Thus, the present article identifies similarities and differences in the implementation of such policies. Likewise, it highlights the contradictions of the intercultural approach within the framework of public policies and the socioeconomic conditions faced by indigenous peoples in the three countries.
Descritores: Antropologia Cultural
-Classe Social
Indicadores Básicos de Saúde
Competência Cultural
Tutoria
Povos Indígenas
América Latina
Programas Nacionais de Saúde
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: CO48.1 - Biblioteca Médica


  10 / 917 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-832222
Autor: Araújo, Cristina Garcia; Rosa, Samara Almeida Mesquita.
Título: Perfil socioeconômico e nutricional de escolares em uma instituição pública de ensino em Jaguaribara ­ CE / Socio-economic profile of school and nutrition in a public institution of education in Jaguaribara ­ CE
Fonte: Rev. APS;19(4):602-612, out. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: Este estudo tem como objetivo avaliar o estado nutricional e características socioeconômicas de crianças escolares matriculadas em uma instituição pública de ensino em Jaguaribara, Ceará. Trata-se de um estudo transversal, descritivo, analítico e quantitativo, que foi desenvolvido para estabelecer o diagnóstico nutricional de crianças em uma escola municipal. A coleta de dados foi por meio de um questionário socioeconômico e avaliação nutricional. Os dados foram tabulados por meio de médias, desvios-padrão e proporções. Foram estudadas 71 crianças (53,52% do sexo masculino), cuja maioria (98,59%) apresentou índice altura/idade adequado e 42,24%, sobrepeso/obesidade. Cerca de 80% das crianças com alteração no peso ao nascer estavam eutróficas, quando avaliado o diagnóstico nutricional durante a fase escolar, com p<0,05. Cerca de 60% das crianças que praticavam atividade física estavam eutróficas. Conclui-se que os fatores socioeconômicos são importantes para o estado nutricional da criança, no entanto o peso ao nascer mostrou-se como sendo o fator de maior significância em relação ao estado nutricional, quando considerados a renda familiar e a escolaridade materna, além de hábitos como a prática do aleitamento materno e de atividade física. O número de crianças com sobrepeso/obesidade apresentou-se superior ao de desnutrição, sugerindo-se a implantação de políticas públicas para a prevenção da obesidade, como incentivo à atividade física e alimentação saudável.

This study aims to evaluate the nutritional status and socioeconomic characteristics of schoolchildren enrolled in a public institution of education Jaguaribara, Ceará. It is a cross-sectional quantitative, descriptive, analytical.Data collection was through a socioeconomic questionnaire and nutritional assessment. Data were tabulated through averages, standard deviations and proportions. 71 children were studied (53.52% males), the majority (98.59%) had high level / age appropriate and 42.24% overweight / obese. About 80% of children with normal birth weight were normal weight when evaluated the nutritional diagnosis during school age, with p <0.05. About 60% of children who practiced physical activity were of normal weight. We conclude that socioeconomic factors are important to the nutritional status of the child, but birth weight was found to be the main risk factors in relation to nutritional status, when considering family income and maternal education, and habits as the practice of breastfeeding and physical activity. The number of overweight / obesity was higher than that of malnutrition, suggesting the implementation of public policies for the prevention of obesity, how to encourage physical activity and healthy eating.
Descritores: Classe Social
Estado Nutricional
-Serviços de Saúde Escolar
Avaliação Nutricional
Saúde da Criança
Estilo de Vida Saudável
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR378.1 - Biblioteca Central



página 1 de 92 ir para página                         
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde