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Id: biblio-891433
Autor: Santana, Fábio da Silva; Palmeira, Aline Cabral; Santos, Marcos André Moura dos; Farah, Breno Quintella; Souza, Bruna Cadengue Coêlho de; Ritti-Dias, Raphael Mendes.
Título: Association between active commuting and elevated blood pressure in adolescents / Associação entre deslocamento ativo e pressão arterial elevada em adolescentes
Fonte: Einstein (Säo Paulo);15(4):415-420, Oct.-Dec. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To analyze the association between active commuting and blood pressure in adolescents. Methods: This is a cross-sectional study with high school students from public education network in the state of Pernambuco, Brazil. Data from 6039 students (14 to 19 years) were collected using a questionnaire. "Physically inactive" were considered those who reported not to walk or ride a bicycle to and from school on any day of the past week, and/or those who, regardless of the weekly frequency of practice this type of activity, reported the duration of commuting to school was less than 20 minutes (round trip). The high blood pressure was obtained by Omron HEM 742 equipment. Adolescents with high blood pressure were defined as those with higher blood pressure or equal to the 95th percentile for age, sex and height. Regression logistic analyses were used to assess the association between active commuting and high blood pressure, considering adjustments for the following confounders: sex, age, overweight, total physical activity, socioeconomic level, place of residence. Results: The prevalence of high blood pressure was 7.3%, and 79.3% were considered insufficiently active in commuting. There was an association between high blood pressure and active commuting only among those living in rural areas (OR = 6.498; 95% CI = 1.513-27.900), and the same was not observed among those living in urban areas (OR = 1.113; 95% CI = 0.812-1.526). Conclusion: Active commuting can be considered a protective factor for high blood pressure in adolescents living in rural areas.

RESUMO Objetivo: Analisar a associação entre o deslocamento ativo e a pressão arterial elevada em adolescentes. Métodos: Trata-se de um estudo transversal com estudantes do Ensino Médio da rede pública estadual de Pernambuco. Os dados de 6.039 estudantes de 14 a 19 anos foram coletados mediante questionário. Foram considerados "insuficientemente ativos" aqueles que relataram que em nenhum dos dias da última semana realizaram deslocamentos a pé ou de bicicleta e/ou aqueles que, independentemente da frequência semanal de prática desta atividade, relataram que a duração do deslocamento para a escola era inferior a 20 minutos (ida e volta). A pressão arterial elevada foi obtida por meio do equipamento Omron HEM 742. Foram definidos como adolescentes com pressão arterial elevada aqueles com pressão arterial maior ou igual ao percentil 95 para idade, sexo e estatura. Recorreu-se à análise de regressão logística para verificar a associação entre deslocamento ativo e pressão arterial elevada, considerando ajustes para os fatores de confusão sexo, idade, sobrepeso, atividade física total, nível socioeconómico e zona de moradia. Resultados: A prevalência de pressão arterial elevada foi de 7,3% e de inatividade física no deslocamento foi de 79,3%. Foi verificada associação entre pressão arterial elevada e deslocamento ativo apenas entre aqueles que moram em zona rural (OR=6,498; IC95%=1,513-27,900). O mesmo não foi verificado entre aqueles que moravam na zona urbana (OR = 1,113; IC95%=0,812-1,526). Conclusão: O deslocamento ativo póde ser considerado fator de proteção para a pressão arterial elevada nos adolescentes que moravam na zona rural.
Descritores: Estudantes/estatística & dados numéricos
Exercício Físico/fisiologia
Hipertensão/epidemiologia
-População Rural
Instituições Acadêmicas
Fatores Socioeconômicos
Fatores de Tempo
Ciclismo/fisiologia
Pressão Sanguínea/fisiologia
Brasil/epidemiologia
Índice de Massa Corporal
Características de Residência
Fatores Sexuais
Prevalência
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Caminhada/fisiologia
Sobrepeso/epidemiologia
Hipertensão/fisiopatologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1091605
Autor: Aburto-Corona, Jorge; Aragón-Vargas, Luis Fernando.
Título: Refining Music Tempo For An Ergogenic Effect On Stationary Cycling Exercise1 / Refinando o tempo da música para um efeito ergogênico no exercício do ciclismo ergomêtrico
Fonte: Pensar mov;15(2):e28390, jul.-dic. 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Aburto-Corona, J. & Aragón-Vargas, L.F. (2017). Refining music tempo for an ergogenic effect on stationary cycling exercise. PENSAR EN MOVIMIENTO: Revista de Ciencias del Ejercicio y la Salud, 15(2), 1-12. The effect of music on exercise performance has been studied from many perspectives, but the results have not been as clear as expected, probably due to a lack of appropriate controls. The purpose of this study was to measure stationary cycling performance in a warm environment under carefully controlled conditions, modifying only the presence of music and its tempo. Ten physically active students, 24.5 ±3.6 years (mean±SD) selected their favorite exercise music and performed a maximum cycling test. During subsequent visits to the laboratory, they pedaled at their preferred speed against a constant resistance (70% of maximum) in an environmentally controlled chamber (28.6±0.5 °C db and 65±3% rh) for 30 min, on three different days, without music (NM), medium tempo music (MT-120 bpm) or fast tempo music (FT-140 bpm), in random order. Perceived exertion (PE), heart rate (HR) and total work performed (W) were recorded. There was no significant difference among conditions for PE (4.47±1.52; 4.22±1.5; 3.83±2.06 a.u. for NM, MT and FT, respectively, p=.162) or HR (142.4±24.53; 142.6±24.37; 142.9±18.36 bpm for NM, MT and FT, respectively, p=.994), but W was different (43.4±19.02; 46.1±20.34; 47.1±20.97, kJ for NM, MT and FT, respectively, p=.009); post-hoc analysis showed that the W difference was only between FT and NM. Using individually selected preferred music in a carefully controlled environment, participants improved their spontaneous cycling performance only when the music had a fast tempo of 140 bpm.

Resumo Aburto-Corona, J. & Aragón-Vargas, L.F. (2017). Refinando o tempo da música para um efeito ergogênico no exercício do ciclismo ergométrico. PENSAR EN MOVIMIENTO: Revista de Ciencias del Ejercicio y la Salud, 15(2), 1-12. O efeito da música durante o exercício tem sido estudado desde muitas perspectivas, mas os resultados não tem sido totalmente claros, provavelmente pela falta apropriada de controle na pesquisa. O propósito deste estudo foi medir o rendimento físico em uma bicicleta ergométrica em um ambiente quente, em condições cuidadosamente controladas, modificando apenas o tempo da música. Dez estudantes fisicamente ativos, 24.5±3.6 anos de idade (média ± desvio padrão), escolheram sua música favorita para fazer exercício e realizaram uma prova de máximo esforço na bicicleta. Durante as seguintes visitas ao laboratório, os participantes mantiveram uma cadência de sua preferência e uma resistência constante (70% da carga máxima) dentro de uma sala de clima controlado (28.6±0.5°C e 65±3%HR) por 30 minutos em três dias diferentes, sem música (NM), com música de ritmo moderado (MT-120bpm) ou música de ritmo rápido (FT-140bpm) em ordem aleatória. Foi registrado o esforço percebido (PE), a frequência cardíaca (HR) e o trabalho realizado (W). Não se encontrou diferença significativa entre condições PE (4.47±1.52; 4.22±1.5; 3.83±2.06u.a. para NM, MT e FT, respectivamente, p=.162) nem HR (142.4±24.53; 142.6±24.37; 142.9±18.36bpm para NM, MT e FT, respectivamente, p=.994). Porém, sim foram encontradas diferenças em W (43.4±19.02; 46.1±20.34; 47.1±20.97kJ para NM, MT e FT, respectivamente, p=.009); a análise post-hoc demonstrou que essas diferenças em W eram entre FT e NM. Ao utilizar música que cada pessoa gosta de ouvir enquanto se exercita em um ambiente cuidadosamente controlado, os participantes melhoraram o rendimento físico somente com ritmo rápido de 140bpm.
Descritores: Resistência Física
Ciclismo
Desempenho Físico Funcional
Música/psicologia
-Substâncias para Melhoria do Desempenho
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: CR1.1 - BINASSS - Biblioteca Nacional de Salud y Seguridad Social


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Id: biblio-1091606
Autor: Aburto-Corona, Jorge; Aragón-Vargas, Luis Fernando.
Título: Refinando el tempo de la música para un efecto ergogénico durante el ejercicio de ciclismo estacionario 1 / Refining music tempo for an ergogenic effect on stationary cycling exercise
Fonte: Pensar mov;15(2):e31616, jul.-dic. 2017. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Resumen Aburto-Corona, J. y Aragón-Vargas, L.F. (2017). Refinando el tempo de la música para un efecto ergogénico durante el ejercicio de ciclismo estacionario. PENSAR EN MOVIMIENTO: Revista de Ciencias del Ejercicio y la Salud, 15(2), 13-25. El efecto de la música durante el ejercicio ha sido estudiado desde muchas perspectivas, pero los resultados no han sido del todo claros, probablemente por la falta apropiada de control en la investigación. El propósito de este estudio fue medir el rendimiento físico en bicicleta estacionaria en un ambiente caluroso, en condiciones cuidadosamente controladas, modificando solo el tempo de la música. Diez estudiantes físicamente activos, con 24.5±3.6 años de edad (promedio ± desviación estándar), escogieron su música favorita para hacer ejercicio y realizaron una prueba de máximo esfuerzo en bicicleta. Durante las siguientes visitas al laboratorio, los participantes pedalearon a una cadencia de su preferencia y contra una resistencia constante (70% de la carga máxima) dentro de un cuarto de clima controlado (28.6±0.5°C y 65±3%FC), por 30 minutos en tres días diferentes, sin música (NM), con música tempo medio (MT-120ppm) o música tempo rápido (FT-140ppm) en orden aleatorio. Se registró el esfuerzo percibido (EP), la frecuencia cardíaca (FC) y el trabajo realizado (TR). No se encontró diferencia significativa entre condiciones en EP (4.47±1.52; 4.22±1.5; 3.83±2.06u.a. para NM, MT y FT, respectivamente, p=.162) ni FC (142.4±24.53; 142.6±24.37; 142.9±18.36lpm para NM, MT y FT, respectivamente, p=.994). Sin embargo, sí se encontraron diferencias en TR (43.4±19.02; 46.1±20.34; 47.1±20.97kJ para NM, MT y FT, respectivamente, p=.009); el análisis post-hoc demostró que esas diferencias en TR eran entre FT y NM. Al utilizar música del agrado de cada persona durante el ejercicio, los participantes mejoraron el rendimiento físico solo con tempo rápido de 140ppm.
Descritores: Ciclismo
Desempenho Físico Funcional
Música
-Substâncias para Melhoria do Desempenho
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CR1.1 - BINASSS - Biblioteca Nacional de Salud y Seguridad Social


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Monteiro, Carlos Augusto
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Id: biblio-962215
Autor: Sá, Thiago Hérick de; Pereira, Rafael Henrique Moraes; Duran, Ana Clara; Monteiro, Carlos Augusto.
Título: Socioeconomic and regional differences in active transportation in Brazil / Diferenças socioeconômicas e regionais na prática do deslocamento ativo no Brasil
Fonte: Rev. saúde pública (Online);50:37, 2016. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To present national estimates regarding walking or cycling for commuting in Brazil and in 10 metropolitan regions. METHODS By using data from the Health section of 2008's Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Brazil's National Household Sample Survey), we estimated how often employed people walk or cycle to work, disaggregating our results by sex, age range, education level, household monthly income per capita, urban or rural address, metropolitan regions, and macro-regions in Brazil. Furthermore, we estimated the distribution of this same frequency according to quintiles of household monthly income per capita in each metropolitan region of the country. RESULTS A third of the employed men and women walk or cycle from home to work in Brazil. For both sexes, this share decreases as income and education levels rise, and it is higher among younger individuals, especially among those living in rural areas and in the Northeast region of the country. Depending on the metropolitan region, the practice of active transportation is two to five times more frequent among low-income individuals than among high-income individuals. CONCLUSIONS Walking or cycling to work in Brazil is most frequent among low-income individuals and the ones living in less economically developed areas. Active transportation evaluation in Brazil provides important information for public health and urban mobility policy-making

RESUMO OBJETIVO Apresentar estimativas nacionais sobre o deslocamento a pé ou de bicicleta no trajeto casa-trabalho no Brasil e em 10 de suas regiões metropolitanas. MÉTODOS Utilizando dados do Suplemento sobre Saúde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios de 2008, estimamos a frequência de pessoas empregadas que se deslocam a pé ou de bicicleta no trajeto casa-trabalho estratificada por sexo, e segundo faixa etária, escolaridade, renda domiciliar per capita, residência em área urbana ou rural, regiões metropolitanas e macrorregiões do país. Adicionalmente, estimamos a distribuição da mesma frequência segundo quintos da distribuição da renda domiciliar per capita em cada região metropolitana. RESULTADOS Um terço dos homens e mulheres empregados desloca-se a pé ou de bicicleta de casa para o trabalho no Brasil. Em ambos os sexos, esta proporção diminui com o aumento da renda e da escolaridade e é maior entre os mais jovens, entre os que residem em área rural e naqueles residentes na região Nordeste. A depender da região metropolitana, a prática de deslocamento ativo entre os mais pobres é de duas a cinco vezes maior do que entre os mais ricos. CONCLUSÕES O deslocamento a pé ou de bicicleta para o trabalho no Brasil é mais frequente entre os mais pobres e entre pessoas que vivem em áreas e regiões economicamente menos desenvolvidas. A avaliação do deslocamento ativo no País traz informações importantes para a discussão de políticas públicas de mobilidade.
Descritores: Transportes/métodos
Ciclismo/estatística & dados numéricos
-População Rural
Fatores Socioeconômicos
Transportes/estatística & dados numéricos
População Urbana
Brasil
Fatores Sexuais
Caminhada/estatística & dados numéricos
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-481021
Autor: Bezerra, Laryssa Maria Santiago.
Título: Análise postural de professores de ciclismo indoor / Posture's analysis of ciclism indoor teachers
Fonte: Rev. Ter. Man;5(22):314-317, out.-dez. 2007. tab.
Idioma: pt.
Resumo: O objetivo deste trabalho foi analisar e descrever o perfil postural de professores de ciclismo indoor, quantificando as principais alterações posturais encontradas e tentando identificar os processos responsáveis por estas alterações. Foi realizado, em 10 professores de ciclismo indoor, uma avaliação postural observacional de frente, perfil e costas, registrada por meio de fotografia e realização de testes específicos para investigar as retrações de cadeia posterior e cadeia anterior e posicionamento pélvico. As principais alterações encontradas foram hiperlordose lombar (90%), anteriorização de cabeça (90%), hiperlordose cervical (60%), ombros enrolados (60%). As principais retrações foram do quadríceps (80%), pelvitrocanterianos (60%) e extensores cervicais (60%). O posicionamento pélvico foi retroversão em 50% e anteversão em 30% dos casos. os resultados indicam a criação de um trabalho preventivo dessas alterações através de alongamentos específicos e globais.
Descritores: AVALIACAO
Ciclismo
Postura
Responsável: BR512.1 - Biblioteca Setorial do Centro de Ciências da Saúde


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Id: biblio-1143625
Autor: Minghelli, Beatriz; Jesus, Catarina; Martins, Ilvanda; Jesus, Joana.
Título: Triathlon-related musculoskeletal injuries: a study on a Portuguese Triathlon Championship
Fonte: Rev. Assoc. Med. Bras. (1992);66(11):1536-1541, Nov. 2020. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: FCT - Foundation for Science and Technology.
Resumo: SUMMARY BACKGROUND: A triathlon consists of 3 modalities: swimming, cycling and running. Its higher training frequency, the environmental factors and extrinsic factors (technique and equipment) may lead to injuries. This study aimed to determine injury epidemiology in triathletes, as well as their type, location, mechanism of injury, and risk factors. METHODS: The sample was constituted of 174 triathletes who participated in the Triathlon Club Portuguese Championship, being 131 (75.3%) male, aged 18 to 70 years old (36.09±11.03). The measurement instrument was a questionnaire concerning the characterization of the population and aspects related to the modality and injuries. RESULTS: One hundred and twenty (69%) athletes reported one injury since the beginning of their practice, and 95 (54.6%) had an injury in the previous year, with a total of 130 injuries. There were 2.39 injuries per 1,000 hours of triathlon training. The most common injuries were muscle contusion (31.5%) and inflammatory injuries (19.2%), located in the knee (22.3%) and the leg (18.5%). Overtraining (43.1%) was the mechanism that led to the highest occurrence of injuries. Fourteen (10.8%) injuries occurred during swimming, 23 (17.7%) during cycling, and 93 (71.5%) during running. No statistical significance was observed between the risk factors analyzed and the occurrence of injuries. CONCLUSIONS: Triathlon practice is associated with a high prevalence of injuries, being contusions, knee, and overtraining the most common type, location, and mechanism of injury respectively. It is necessary to create injury prevention strategies, including specific training and suitable materials for use by athletes.

RESUMO INTRODUÇÃO: O triatlo é constituído por três modalidades: natação, ciclismo e corrida. Uma maior frequência de treinamento, fatores ambientais e fatores extrínsecos (técnica e equipamento) podem levar a lesões. O objetivo deste estudo foi determinar a epidemiologia de lesões em triatletas, bem como seu tipo, localização, mecanismo de lesão e fatores de risco. MÉTODOS: A amostra foi constituída por 174 triatletas que participaram do Campeonato Português de Clubes de Triatlo, sendo 131 (75,3%) do sexo masculino, com idades entre 18 e 70 anos (36,09 ± 11,03). O instrumento de medida foi um questionário referente à caracterização da população e aspectos relacionados à modalidade e lesões. RESULTADOS: Cento e vinte (69%) atletas referiram ter tido uma lesão desde que iniciaram a sua prática e 95 (54,6%) sofreram uma lesão no último ano, totalizando 130 lesões. Verificaram-se 2,39 lesões por 1.000 horas de treinamento em triatlo. As lesões mais comuns incluíram contusão muscular (31,5%) e lesões inflamatórias (19,2%), localizadas no joelho (22,3%) e na perna (18,5%). O excesso de treinamento (43,1%) foi o mecanismo que levou à maior ocorrência de lesões. Quatorze (10,8%) lesões ocorreram durante a prática de natação, 23 (17,7%) durante o ciclismo e 93 (71,5%) durante a corrida. Não foi observada significância estatística entre os fatores de risco analisados com a ocorrência de lesões. CONCLUSÕES: A prática de triatlo esteve associada a uma alta prevalência de lesões, sendo a contusão, o joelho e o excesso de treinamento, o tipo, a localização e o mecanismo mais comuns de lesão. É necessário criar estratégias de prevenção de lesões, incluindo treinamento específico e adequação do material utilizado pelo atleta.
Descritores: Traumatismos em Atletas/etiologia
Traumatismos em Atletas/epidemiologia
-Portugal/epidemiologia
Corrida
Natação
Ciclismo
Músculo Esquelético
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Idoso
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1020858
Autor: Díaz-Fonseca, Oscar D; Rojas-Roa, Néstor Y; Rodríguez-Pulido, Alba I.
Título: Evaluación de la exposición de ciclistas a la contaminación del aire: una revisión de la literatura / Evaluation of cyclists exposure to air pollution: a literature review
Fonte: Rev. salud pública;20(6):771-777, nov.-dic. 2018.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivos Describir e interpretar las metodologías y resultados de los principales estudios relacionados con el monitoreo de contaminación atmosférica en ciclistas. Métodos Se buscaron y analizaron las investigaciones a nivel nacional e internacional de los últimos diez años en las bases de datos Cochrane, Scopus, Embase, Science Direct y Pubmed. La búsqueda se realizó de Agosto a Septiembre del año 2017 usando los siguientes descriptores de búsqueda para MeSH: air pollution, bicycling, environmental exposure, enviromental health, inhalation exposure, environmental pollutants, transportation, public health y toxicology, y para DeCS: contaminación del aire, ciclismo, exposición a riesgos ambientales, contaminantes ambientales, inhalación, transportes, salud pública y toxicología. Resultados Se identificaron diecinueve artículos publicados elegibles. La mayoría de los estudios se realizaron en Europa y Estados Unidos. En Latinoamérica se han reportado cuatro estudios. Otros estudios buscaban comparar la exposición en distintas rutas en bicicleta, comparar trayectos de una misma ruta, y otros determinar la relación distancia vs exposición. De igual manera, variables como el tráfico vehicular, la distancia a las fuentes de emisión y el tipo de ciclorruta, juegan un papel fundamental en la exposición a contaminantes en ciclistas. Conclusiones Se encontraron diversas variables que influyen de forma directa o indirectamente en la exposición a la contaminación del aire de los usuarios de bicicleta, así como algunos factores que pueden reducir la exposición a estos contaminantes.(AU)

ABSTRACT Objectives To describe and interpret the methodologies and results of the main studies related to the monitoring of exposure of cyclists to air pollution. Methods Research and analysis of national and international research of the last ten years in the Cochrane, Scopus, Embase, Science Direct and Pubmed databases. The search was conducted in August and September 2017 using the following search descriptors for MeSH: air pollution, bicycle riding, environmental exposure, environmental health, exposure by inhalation, environmental pollutants, transportation, public health and toxicology. For DeCS: air Pollution, cycling, exposure to environmental risks, environmental pollutants, inhalation, transportation, public health and toxicology. Results Nineteen eligible published articles were identified. Most studies were conducted in Europe and the United States. Four studies have been reported in South America. Other studies seek comparisons on different bicycle routes, compare exposure during variations of the same route, and others determine the distance-exposure relationship. In the same way, variables such as vehicular traffic, distance to the emission sources and the type of bike path, play a fundamental role in the exposure to pollutants in cyclists. Conclusions Several variables were found that influence, directly or indirectly, the cyclists exposure to air pollution, as well as some factors that can reduce this exposure.(AU)
Descritores: Ciclismo/tendências
Exposição por Inalação/efeitos adversos
Poluição do Ar/efeitos adversos
-Transportes
Riscos Ambientais
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-694149
Autor: Hardman, Carla Menêses; Barros, Simone Storino Honda; Oliveira, Elusa Santina Antunes de; Nahas, Markus Vinicius; Barros, Mauro Virgilio Gomes de.
Título: Inatividade nos deslocamentos para o trabalho e fatores associados em industriários / Inactive commuting to work and associated factors in industrial workers
Fonte: Saúde Soc;22(3):760-772, jul.-set. 2013. tab.
Idioma: pt.
Resumo: O objetivo deste estudo foi analisar a prevalência e identificar fatores associados à inatividade física nos deslocamentos para o trabalho em trabalhadores da indústria do Estado de Pernambuco, Brasil. Dados para realização desse estudo transversal foram coletados numa amostra com 1.910 trabalhadores mediante utilização de questionário previamente validado. Informações sobre a prática de atividades físicas nos deslocamentos foram obtidas pelo tempo despendido e pelo modo como os sujeitos relataram que se deslocavam para ir ao trabalho, na maioria dos dias da semana. Análise dos dados foi realizada por regressão logística binária com modelagem hierárquica. Verificou-se que 84,2 por cento dos trabalhadores são fisicamente inativos nos deslocamentos para o trabalho. Após ajustamento para fatores demográficos, socioeconômicos e outros fatores relacionados à saúde, observou-se tanto em homens quanto em mulheres que a renda familiar e o porte da empresa estavam diretamente associados à inatividade nos deslocamentos para o trabalho. Nos homens, a inatividade nos deslocamentos estava também diretamente associada à escolaridade e à diabetes autorreferida. Concluiu-se que a prevalência de deslocamento inativo é alta e está associada a fatores individuais, sociais e organizacionais.

This study analyzed the prevalence of and identified the factors associated with inactive commuting to work among industrial workers from Pernambuco, Brazil. Data for this cross-sectional study were gathered from a sample of 1,910 industrial employees by using a previously validated questionnaire. The measure of inactive commuting to work was based on self-reported time and mode of transportation to work on most days of a typical week. Data analysis was carried out through binary logistic regression using a hierarchical approach to include variables in the model. It was observed that 84.2% of workers were inactive commuters. After adjustment for demographic, socio-economic, and other health-related factors in both men and women, it was found that family income and company size were directly associated with inactive commuting to work. Moreover, among men, inactive commuting was directly associated with schooling level and was associated with a diagnosis of diabetes. It was concluded that the prevalence of inactive commuting to work was high and directly associated with individual, social, and organizational factors.
Descritores: Atividade Motora
Caminhada
Ciclismo
Comportamento Sedentário
Exercício Físico
Fatores Socioeconômicos
Fatores de Risco
Indústrias
Categorias de Trabalhadores
-Brasil
Entrevistas como Assunto
Estudos Transversais
Modelos Logísticos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Id: biblio-1002697
Autor: Clark, Cain C. T; Draper, Stephen B.
Título: A detailed comparison of oxygen uptake kinetics at a range of exercise intensities
Fonte: Motriz (Online);25(1):e101935, 2019. tab, graf, ilus.
Idioma: en.
Resumo: Aim: The aim of this study was to comprehensively examine oxygen uptake (V̇O2) kinetics during cycling through mathematical modeling of the breath-by-breath gas exchange responses across eight conditions of unloaded cycling to moderate to high-intensity exercise. Methods: Following determination of GET and V̇O2peak, eight participants (age: 24±8y; height: 1.78±0.09m; mass: 76.5±10.1kg; V̇O2peak: 3.89±0.72 L.min-1) completed a series of square-wave rest-to-exercise transitions at; -20%∆ (GET minus 20% of the difference in V̇O2 between that at GET and VO2peak), -10%∆, GET, 10%∆, 20%∆, 30%∆, 40%∆, and 50%∆. The V̇O2 kinetic response was modelled using mono- and bi-exponential non-linear regression techniques. The difference in the standard error of the estimates (SEE) for the mono- and bi-exponential models, and the slope of V̇O2 vs time (for the final minute of exercise) were analysed using paired and one-sample t-tests, respectively. Results: The bi-exponential model SEE was lower than the mono-exponential model across all exercise intensities (p<0.05), indicating a better model fit. Steady-state V̇O2 was achieved across all exercise intensities (all V̇O2 vs. time slopes; p>0.05). The modelled slow component time constants, typical of literature reported values, indicated that the V̇O2 kinetic response would not be completed during the duration of the exercise. Conclusion: It was shown that the addition of the more complex bi-exponential model resulted in a better model fit across all intensities (notably including sub-GET intensities). The slow component phase was incomplete in all cases, even when the investigation of slopes indicated that a steady state had been achieved.(AU)
Descritores: Consumo de Oxigênio/fisiologia
Ciclismo
Exercício Físico/fisiologia
Esforço Físico
-Oxigênio/sangue
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Responsável: BR33.1 - Divisão Técnica de Biblioteca e Documentação


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Id: biblio-889863
Autor: Lopes, Adalberto Aparecido dos Santos; Kienteka, Marilson; Fermino, Rogério César; Reis, Rodrigo Siqueira.
Título: Characteristics of the environmental microscale and walking and bicycling for transportation among adults in Curitiba, Paraná State, Brazil / Características da microescala do ambiente, caminhada e uso de bicicleta no deslocamento em adultos de Curitiba, Paraná, Brasil / Características de una microescala ambiental y pasear, montar en bicicleta, como forma de transporte en una población adulta de Curitiba, Estado de Paraná, Brasil
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(1):e00203116, 2018. tab.
Idioma: en.
Resumo: The aim of this study was to analyze the association between the characteristics of the built and social and environmental microscale and walking and bicycling for transportation in adults in Curitiba, Paraná State, Brazil. A cross-sectional study was performed in 2009 with a household survey that included 1,419 adults. Objective evaluation of environment was performed on the resident's street segments, using an instrument for systematic observation consisting of six dimensions: "land use", "public transportation", "streetscape", "conditions and aesthetics", "places for walking and bicycling", and "social environment". The score for each dimension was obtained as the sum of positive items related to physical activity. The items for "public transportation" (≥ 1 items) and "places for walking and bicycling on the streets" (≥ 3 items) were dichotomized, while the scores for the other items were classified in tertiles. Walking and bicycling for transportation were assessed with the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ). The data were analyzed using multilevel Poisson regression. Medium "streetscape" score was inversely associated with walking ≥ 150min/week (PR = 0.60; 95%CI: 0.40-0.91; VPC = 12%) and bicycling (PR = 0.54; 95%CI: 0.29-0.99; VPC = 60%). In conclusion, only "streetscape" was associated with walking and bicycling for transportation in adults.

O objetivo deste estudo foi analisar a associação entre as características da microescala do ambiente construído e social com a caminhada e o uso da bicicleta no deslocamento em adultos de Curitiba, Paraná, Brasil. No ano de 2009 foi conduzido um estudo transversal com inquérito domiciliar em que participaram 1.419 adultos. A avaliação objetiva do ambiente foi realizada nos segmentos de rua dos moradores, com um instrumento de observação sistemática composto por seis dimensões: "uso do solo", "transporte público", "características das ruas", "condições e estética", "lugares para caminhar e andar de bicicleta" e "ambiente social". O escore de cada dimensão foi obtido pela soma dos itens positivos relacionados com a atividade física. Optou-se por dicotomizar os itens de "transporte público" (≥ 1 itens) e "lugares para caminhar e andar de bicicleta nas ruas" (≥ 3 itens), enquanto o escore dos demais foram classificados em tercis. A caminhada e o uso da bicicleta no deslocamento foram avaliados com o International Physical Activity Questionnaire. Os dados foram analisados com a regressão de Poisson multinível. Os resultados demostraram que o escore intermediário de "características das ruas" foi inversamente associado com a caminhada ≥ 150min/sem (RP = 0,60; IC95%: 0,40-0,91; CPV = 12%) e uso da bicicleta (RP = 0,54; IC95%: 0,29-0,99; CPV = 60%). Conclui-se que apenas as "características das ruas" foram associadas à caminhada e o uso da bicicleta no deslocamento em adultos.

El objetivo de este estudio ha sido analizar la asociación entre las características de la creación de una microescala social y ambiental con caminar y montar en bicicleta, como forma de transporte entre adultos en Curitiba, Estado de Paraná, Brasil. Se realizó un estudio transversal en 2009 con una encuesta a hogares que incluyó a 1.419 adultos. Se realizó una evaluación objetiva del entorno con segmentos de calle residenciales, usando un instrumento para la observación sistemática consistente en seis dimensiones: "uso de la tierra", "transporte público", "paisaje urbano", "condiciones y estética", "lugares para caminar y montar en bicicleta", y "entorno social". La puntuación para cada dimensión se obtuvo como la suma de ítems positivos relacionados con la actividad física. Los ítems para "transporte público" (≥ 1 ítem) y "lugares para pasear y montar en bicicleta en las calles" (≥ 3 ítems) fueron dicotomizados, mientras que las puntuaciones para los otros ítems fueron clasificadas en terciles. Andar y montar en bicicleta como transporte fueron evaluados con el International Physical Activity Questionnaire (IPAQ). Los datos se analizaron usando la regresión multinivel de Poisson. Una puntuación media en "paisaje urbano" estaba inversamente asociada con caminar ≥ 150min./semana (PR = 0.60; 95%CI: 0.40-0.91; CPV = 12%) y montar en bicicleta (PR = 0.54; 95%CI: 0.29-0.99; CPV = 60%). En conclusión, solamente "paisaje urbano" estaba asociado con caminar y montar en bicicleta para el transporte en adultos.
Descritores: Ciclismo/estatística & dados numéricos
Exercício Físico/fisiologia
Caminhada/estatística & dados numéricos
Planejamento Ambiental
Atividade Motora/fisiologia
-Fatores Socioeconômicos
Transportes/estatística & dados numéricos
Brasil
Características de Residência
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME



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