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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-792564
Autor: Bediaga, Begonha; Peixoto, Ariane Luna; Filgueiras, Tarciso S.
Título: Maria Bandeira: uma botânica pioneira no Jardim Botânico do Rio de Janeiro / Maria Bandeira: a pioneering botanist at the Botanic Garden of Rio de Janeiro
Fonte: Hist. ciênc. saúde-Manguinhos;23(3):799-822, jul.-set. 2016. graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Busca-se trazer à luz a trajetória de Maria Bandeira, primeira botânica do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que atuou na década de 1920, desconhecida na historiografia e pouco citada na literatura científica. O significativo número de espécimes de plantas, fungos e líquens por ela coletados, a expertise em alcançar locais de difícil acesso, a extensa correspondência com especialistas estrangeiros e sua ida para estudar na Sorbonne permitem analisar o “fazer botânica” e as redes de sociabilidades nas ciências à época. A interrupção da sua trajetória científica para ingresso na ordem das Carmelitas Descalças com clausura total possibilita interpretações diversas e explica, em parte, a causa do esquecimento de sua passagem pela botânica brasileira.

Abstract This article sheds light on Maria Bandeira, the first female botanist to work at the Botanic Garden of Rio de Janeiro. She was active in the 1920s, but is absent from the historiography and little cited in the scientific literature. The significant number of plant, fungus, and lichen specimens she collected, her capacity to reach far-flung places, her extensive correspondence with foreign experts, and her studies at Sorbonne are all sources for the analysis of the way botany was practiced and the social networks at play in science at the time. The end of her scientific career, when she adopted a cloistered life with the Barefoot Carmelite nuns, can be interpreted variously, and partially explains why her contributions to Brazilian botany have been forgotten.
Descritores: Botânica/história
Jardins/história
-Brasil
Freiras/história
Limites: Seres Humanos
Feminino
História do Século XX
Tipo de Publ: Artigo Histórico
Biografia
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
Bógus, Cláudia María
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Id: lil-761781
Autor: Costa, Christiane Gasparini Araújo; Garcia, Mariana Tarricone; Ribeiro, Silvana Maria; Salandini, Marcia Fernanda de Sousa; Bógus, Cláudia Maria.
Título: Hortas comunitárias como atividade promotora de saúde: uma experiência em Unidades Básicas de Saúde / Community vegetable gardens as a health promotion activity: an experience in Primary Healthcare Units
Fonte: Ciênc. saúde coletiva;20(10):3099-3110, Out. 2015. tab.
Idioma: pt.
Resumo: ResumoA agricultura urbana e periurbana (AUP) vem sendo praticada em diferentes espaços, contribuindo para a melhoria da saúde nas comunidades e ambientes mais saudáveis. Objetivando identificar significados e repercussões da prática da AUP em Unidades Básicas de Saúde (UBS), enquanto uma atividade de Promoção da Saúde (PS), e em que medida sua dimensão terapêutica a caracteriza como uma atividade alinhada às práticas integrativas e complementares, foi realizado um estudo transversal com abordagem qualitativa no município de Embu das Artes, SP. Da análise, emergiram as seguintes categorias: concepção de saúde, resultados na saúde, resgate de práticas e hábitos tradicionais e reorientação dos serviços de saúde. Identificou-se a estreita ligação entre a prática das hortas e as diretrizes e campos de ação da PS como: criação de ambientes saudáveis, reforço da ação comunitária, desenvolvimento de habilidades pessoais, estímulo à autonomia e empoderamento e demandas por reorientação dos serviços. As atividades de horta instituídas nas UBS se mostraram uma estratégia de implementação das práticas integrativas e complementares (PIC). Conclui-se que as atividades de cultivo nas hortas comunitárias mostram-se como práticas promotoras da saúde que integram elementos fundamentais das PIC.

AbstractUrban and peri-urban agriculture (UPA) is being practiced in different settings, contributing to the improvement of health in communities and healthier environments. In order to identify the meanings and implications of the practice of UPA in Primary Healthcare Units (PHU) as an activity of health promotion (HP), and to what extent its therapeutic dimension characterizes it as an activity aligned with complementary and integrative practices (CIP), a qualitative cross-sectional study was performed in Embu das Artes, State of São Paulo. From the analysis, the following main themes arose: health concept, health outcomes, the return to traditional practices and habits and the reorientation of health services. It was possible to identify the close link between the cultivation of vegetable gardens and HP guidelines and fields of action, such as creating healthier environments, boosting community actions, developing personal skills, stimulating autonomy and empowerment and demands for the reorientation of services. The garden activities, set up in PHU areas, proved to be an implementation strategy of CIP. The conclusion reached is that vegetable gardening activities in community gardens are seen to be health promotion practices that integrate key elements of CIP.
Descritores: Jardins
Promoção da Saúde
Atenção Primária à Saúde
Verduras
-Brasil
Estudos Transversais
População Urbana
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME



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