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Texto completo SciELO Cuba
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Id: lil-575749
Autor: Cuan Aguilar, Yoriel; Tejeda Hernández, Olga Olivia; Álvarez Martínez, Judith.
Título: Infecciones Respiratorias agudas virales: comportamiento en el niño menor de un año / Acute viral respiratory infections: IT'S BEHAVIOR in infants
Fonte: Rev. habanera cienc. méd;8(5,supl.5), dic. 2009. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Se realizó un estudio prospectivo-descriptivo entre los meses de octubre de 2006 a febrero de 2007 en el Municipio San Antonio de los Baños, a 32 niños menores de 1 año que ingresaron en el Servicio de Pediatría, con cuadro clínico compatible con una infección respiratoria aguda (IRA), de posible etiología viral, para determinar las características clínicas, epidemiológicas y la etiología de las IRAs. Predominó la edad menor de 6 meses, los factores de riesgo predisponentes fueron el hábito de fumar y la convivencia con un familiar con IRA. El virus más identificado fue el Virus Sincitial respiratorio (VSR), seguido del Adenovirus (Adv) y el Enterovirus.

We realized a prospective study between October from 2006 to February of 2007 in San Antonio de los Baños, to 32 children smaller than 1 year that entered in the pediatrics service, with compatible clinical situation with an Acute Respiratory Infections (IRA) of possible viral ethiology, to determine the clinical, epidemic characteristics and the ethiology of the IRAs. The age prevailed smaller than 6 months; the risk factors were the habit of smoking and the coexistence with some person with IRA. The most identified virus was the respiratory sincitial virus (VSR), followed by the adenovirus (Adv) and the enterovirus.
Descritores: Fatores de Risco
Infecções Respiratórias
Vírus Sinciciais Respiratórios
-Epidemiologia Descritiva
Estudos Prospectivos
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Lactente
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Texto completo SciELO Brasil
Vasconcelos, Mônica Maria de Almeida
Lima, Eleonora Moreira
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Id: lil-731144
Autor: Azevedo, Roberta Vasconcellos Menezes de; Oliveira, Eduardo Araújo; Vasconcelos, Monica Maria de Almeida; Castro, Breno Augusto Campos de; Pereira, Fabiana Resende; Duarte, Nathalia Filgueiras Vilaça; Jesus, Patricia Moraes Resende de; Vaz, Giovana Teixeira Branco; Lima, Eleonora Moreira.
Título: Impacto de uma abordagem interdisciplinar em crianças e adolescentes com disfunção do trato urinário inferior (DTUI) / Impact of an interdisciplinary approach in children and adolescents with lower urinary tract dysfunction (LUTD)
Fonte: J. bras. nefrol;36(4):451-459, Oct-Dec/2014. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: A disfunção do trato urinário inferior (DTUI) corresponde a alterações no enchimento ou esvaziamento de urina de causas neurogênicas, anatômicas e funcionais. Objetivo: Avaliar o impacto do tratamento em crianças e adolescentes com DTUI. Métodos: Coorte histórica de 15 anos de seguimento com participação de 192 pacientes (123F, 69M) com idade inicial de 0,1 a 16,8 anos, analisados à admissão (T0) e ao final do seguimento (T1). A maioria dos pacientes era do grupo neurológico (60,4%). O tratamento instituído foi a uroterapia com intervenção comportamental e cognitiva, micção de hora marcada, hidratação oral, dieta laxativa, biofeedback, eletroestimulação sacral, cateterismo vesical intermitente limpo (CIL), terapia anticolinérgica, enema retal, tratamento da infecção do trato urinário (ITU) e, nos casos refratários, procedimentos cirúrgicos, tais como a derivação urinária continente e incontinente (vesicostomia), ampliação vesical e conduto para a realização do enema anterógrado cólico. Resultados: Os principais sintomas foram incontinência urinária diurna (82,3%), enurese noturna não monossintomática (78,6%), incontinência fecal (54,2%) e constipação intestinal (47,9%). Detectou-se redução significativa da infecção do trato urinário (p = 0,0027), da incontinência urinária diurna (p < 0,001), da enurese noturna (p < 0,001), da incontinência fecal (p = 0,010) e do refluxo vesicoureteral (p = 0,01). Houve aumento significativo no uso do CIL (p = 0,021), da terapia com anticolinérgico (p < 0,001) e diminuição da quimioprofilaxia (p < 0,001). Conclusão: Este estudo mostrou que o tratamento da DTUI na criança ...

Introduction: The lower urinary tract dysfunction (LUTD) corresponds to changes in the filling or emptying of urine caused by neurogenic, anatomical and functional alterations. Objective: To evaluate the impact of treatment in children and adolescents with LUTD. Methods: Historical cohort of 15 year follow-up with the participation of 192 patients (123F, 69M), aged 0.1 to 16.8 years, analyzed at admission (T0) and at final follow-up (T1). Most patients belong to a neurologic bladder dysfunction group (60.4%). The treatment was uroterapy with behavioral and cognitive intervention, timed voiding, oral hydration, laxative diet, biofeedback, sacral nerve stimulation, clean intermittent catheterization (CIC), anticholinergic therapy, rectal enema, treatment of urinary tract infection (UTI) and, in refractory cases, surgical procedures such as continent and incontinent urinary diversion (vesicostomy), bladder augmentation and conduit for performing antegrade colonic enema. Results: The main symptoms were daytime urinary incontinence (82.3%), the non-monosymptomatic nocturnal enuresis (78.6%), fecal incontinence (54.2%) and constipation (47.9%). There was a significant reduction of urinary tract infection (p = 0.0027), daytime urinary incontinence (p < 0.001), nocturnal enuresis (p < 0.001), fecal incontinence (p = 0.010) and of vesicoureteral reflux (p = 0.01). There was significant increase in the use of CIC (p = 0.021), of anticholinergic therapy (p < 0.001) and decrease of chemoprophylaxis (p < 0.001). Conclusion: This study showed that treatment of LUTD in children must be individualized, and requires constant monitoring of clinical, laboratory and imaging to minimize the risk of kidney damage. .
Descritores: Equipe de Assistência ao Paciente
Sintomas do Trato Urinário Inferior/terapia
-Inquéritos e Questionários
Estudos Retrospectivos
Estudos de Coortes
Seguimentos
Estudos Longitudinais
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1094400
Autor: Valencia-Valencia, Doris; Vega-Vargas, Edwin A; Benavides-Núñez, Rodrigo.
Título: Desarrollo motor de una cohorte retrospectiva de niños colombianos de hasta un año de edad corregida, según la escala motora infantil de Alberta / Corrected motor development in a retrospective cohort of Colombian children of up to one year of age according to the Alberta Infant Motor Scale / Desenvolvimento motor de uma coorte retrospectiva de crianças colombianas até um ano de idade corrigida, de acordo com a Alberta Children's Motor Scale
Fonte: Rev. salud pública;21(2):265-270, ene.-abr. 2019. tab.
Idioma: es; pt.
Resumo: RESUMEN Objetivos La escala motora infantil de Alberta (escala de Alberta en el texto) es utilizada a nivel mundial para evaluar el desarrollo motor en niños menores de 18 meses tanto pretermino como a término. En Colombia la herramienta es utilizada, pero hay poca información sobre los resultados que arroja. El objetivo del estudio fue caracterizar a una cohorte retrospectiva de niños menores de un año según la escala de Alberta para generar información sobre los resultados de la aplicación de esta en población colombiana atendida en un hospital de cuarto nivel. Métodos Estudio descriptivo, retrospectivo, transversal, donde se evaluaron las historias clínicas de 411 niños con edad corregida entre 0 y 12 meses de edad y antecedentes de edad gestacional de menos de 40 semanas, a todos los niños se les aplico la escala de Alberta entre 2010 y 2016 y los puntajes según esta se analizaron estadísticamente en forma descriptiva. Resultados La mayoría de los pacientes fueron clasificados por la escala como "desarrollo normal" como se esperaría por sus antecedentes, los niños de nuestra muestra presentan puntajes inferiores a los de la muestra original de Canadá en todas las edades. Conclusiones La escala se mostró útil en el tamizaje del niño normal, sin embargo, los pacientes presentaron menores puntajes al ser evaluados por la escala que en el estudio original, se genera evidencia sobre la necesidad de validar la escala en Colombia y generar curvas de referencia para esta.(AU)

ABSTRACT Objectives The Alberta Infant Motor Scale is used worldwide to assess motor development in children under 18 months of age, both preterm and full-term. In Colombia, the scale is used, but there is little information on the results it yields. The objective of this study was to characterize a retrospective cohort of children under one year of age according to the Alberta scale to generate information about the results of its application in a Colombian population treated at a highly specialized hospital. Methods Descriptive, retrospective, cross-sectional study, in which the medical records of 411 children with corrected age between 0 and 12 months and a history of gestational age less than 40 weeks were evaluated. The Alberta scale was applied to all children between 2010 and 2016, and scores were analyzed statistically in a descriptive form. Results Most patients were classified by the scale as "normal development" as would be expected based on their medical history. The children in our sample had lower scores than those of the original Canadian sample at all ages. Conclusions The scale was useful for screening normal children; however, the patients had lower scores when they were evaluated by the scale than in the original study, thus making evident the need to validate the scale in Colombia and generate reference curves.(AU)

RESUMO: Objetivos A Escala Motora Infantil de Alberta (escala Alberta no texto) é usada globalmente para avaliar o desenvolvimento motor em crianças menores de 18 meses, pré-termo e termo. Na Colômbia, a ferramenta é usada, mas há pouca informação sobre os resultados mostrados. O objetivo do estudo foi caracterizar uma coorte retrospectiva de crianças menores de um ano, de acordo com a escala de Alberta, para gerar informações sobre os resultados de sua aplicação na população colombiana atendida em um hospital de quarto nível. Métodos Estudo descritivo, retrospectivo, transversal, onde foram avaliados os prontuários de 411 crianças com idade corrigida entre 0 e 12 meses e histórico de idade gestacional inferior a 40 semanas, a escala de Alberta foi aplicada a todas as crianças entre 2010 e 2016 e as pontuações correspondentes foram analisadas estatisticamente de forma descritiva. Resultados A maioria dos pacientes foi classificada pela escala como "desenvolvimento normal", como seria de esperar em sua história; as crianças de nossa amostra tiveram escores mais baixos do que a amostra canadense original em todas as idades. Conclusões A escala foi útil na triagem da criança normal; no entanto, os pacientes tiveram escores mais baixos quando avaliados pela escala do que no estudo original; foram geradas evidências sobre a necessidade de validar a escala na Colômbia e gerar curvas de referência.(AU)
Descritores: Desenvolvimento Infantil
Técnicas de Diagnóstico Neurológico/instrumentação
Atividade Motora
-Epidemiologia Descritiva
Estudos Transversais/instrumentação
Estudos Retrospectivos
Colômbia
Limites: Humanos
Recém-Nascido
Lactente
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1087301
Autor: Agrimbau Vázquez, Jorge Diego; Sapia, Elizabeth Yamila; Agrimbau Vázquez, Cristina Sandra; Rodríguez Jurado, Inés; Cascardo, Silvana.
Título: La reanimación cardiopulmonar pediátrica y la capacitación para la asistencia en emergencias / Pediatric cardiopulmonary resuscitation and basic skills training for emergency assistance
Fonte: Salud(i)ciencia (Impresa) = Salud(i)ciencia (En linea);22(5):430-436, mayo-jun. 2017. graf..
Idioma: es.
Resumo: Se destacan las novedades en reanimación cardiopulmonar (RCP) pediátrica de la AHA 2015 y se repasa esquemáticamente el soporte vital básico y avanzado en los casos de paro cardiorrespiratorio en niños. Se resumen los aspectos claves y principales cambios realizados respecto de la actualización anterior (2010). Se sugiere incorporar en los hospitales un equipo de emergencias pediátrico y un equipo de rápida respuesta que brinden una atención inmediata y efectiva. Se describe un sistema de puntuación (puntaje PEWS) que permitiría identificar y predecir pacientes con riesgo de descompensación por diferentes etiologías. Se indica tratamiento inicial de la sepsis grave y shock séptico con un bolo de fluidos de 20 ml/kg en lactantes y niños con líquidos cristaloides o coloides. Se mantiene la secuencia C-A-B de las guías 2010 como orden de elección para la RCP pediátrica (aunque las recomendaciones ILCOR 2015 equiparan las secuencias A-B-C y C-A-B). La profundidad de las compresiones debe deprimir por lo menos un tercio del diámetro anteroposterior o aproximadamente 4 cm en lactantes. En los niños las compresiones se realizarán como en los adultos, por lo menos 5 a 6 cm de profundidad como límite superior; con una frecuencia de 100 a 120 CPM. En caso de reanimadores legos que no deseen o no puedan proporcionar ventilaciones, se utilizaran sólo compresiones torácicas. En los casos de FV y TV sin pulso, se realizará una descarga con desfibrilador monofásico o bifásico de energía inicial (2 a 4 J/kg) seguida de compresiones torácicas; dosis siguientes mayores o iguales a 4 J/kg son seguras y efectivas.

The new developments in pediatric cardiopulmonary resuscitation (CPR) (AHA 2015) and basic and advanced life support are reviewed schematically in cases of cardiopulmonary arrest in children. In this article we summarize the key aspects and major changes made to the previous update (2010). It is suggested that a Pediatric Emergency Team and a Rapid Response Team to provide fast and effective care should be incorporated in hospitals. A scoring system (PEWS) is described that will allow for the identification and prediction of patients at risk of decompensation due to different etiologies. Initial treatment of severe sepsis and septic shock with a fluid bolus of 20 ml/kg in infants and children with crystalloid or colloid fluids is indicated. The C-A-B sequence from the 2010 guides for pediatric CPR is maintained (although the recommendations of ILCOR 2015 attach the same importance to both "A-B-C" and "C-A-B" sequences). The depth of chest compression should be at least one third of the anteroposterior diameter, or approximately 4 cm in infants. In children and adults compressions are equivalent to depressing no more than 5 to 6 cm, with a compression frequency of 100 to 120 CPM. If lay rescuers do not want, or cannot, provide sufficient ventilation, we recommend that chest compressions should be performed. For treatment of non-pulsed VF and VT, an initial shock (2 to 4 J/kg) with mono or biphasic defibrillator should be applied, followed by chest compressions; subsequent doses of ≥ 4 J/kg are safe and effective.
Descritores: Reanimação Cardiopulmonar
Suporte Vital Cardíaco Avançado
Medicina de Emergência Pediátrica
Parada Cardíaca
Limites: Humanos
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Responsável: AR392.1 - Biblioteca


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1056667
Autor: Balmant, Nathalie V; Silva, Neimar de Paula; Santos, Marceli de O; Reis, Rejane de S; Camargo, Beatriz de.
Título: Delays in the health care system for children, adolescents, and young adults with bone tumors in Brazil / Atrasos no sistema de saúde para crianças, adolescentes e adultos jovens com tumores ósseos no Brasil
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);95(6):744-751, Nov.-Dec. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico; . Foundation for Support of Research.
Resumo: ABSTRACT Objective: To identify delays in the health care system experienced by children and adolescents and young adults (AYA; aged 0-29 years) with osteosarcoma and Ewing sarcoma using information from the Brazilian hospital-based cancer registries. Methods: Patient data were extracted from 161 Brazilian hospital-based cancer registries between 2007 and 2011. Hospital, diagnosis, and treatment delays were analyzed in patients without a previous histopathological diagnosis. Referral, hospital, and health care delays were calculated for patients with a previous histopathological diagnosis. The time interval was measured in days. Results: There was no difference between genders in overall delays. All delays increased at older ages. Patients without a previous histopathological diagnosis had the longest hospital delay when compared to patients with a previous histopathological diagnosis before first contact with the cancer center. Patients with Ewing sarcoma had longer referral and health care delays than those with osteosarcoma who had a previous histopathological diagnosis before first contact with the cancer center. The North and Northeast regions had the longest diagnosis delay, while the Northeast and Southeast regions had the longest treatment delay. Conclusion: Health care delay among patients with a previous diagnosis was longer, and was probably associated with the time taken for to referral to cancer centers. Patients without a previous histopathological diagnosis had longer hospital delays, which could be associated with possible difficulties regarding demand and high-cost procedures. Despite limitations, this study helps provide initial knowledge about the healthcare pathway delays for patients with bone cancer inside several Brazilian hospitals.

RESUMO Objetivo: Identificar atrasos no sistema de saúde em crianças e adolescentes e adultos jovens (AAJ; até 29 anos) com osteossarcoma e sarcoma de Ewing com informações dos registros de câncer de base hospitalar do Brasil. Métodos: Os dados dos pacientes foram extraídos de 161 registros de câncer de base hospitalar brasileiros entre 2007 e 2011. Os atrasos no hospital, no diagnóstico e no tratamento foram analisados em pacientes sem um diagnóstico histopatológico anterior. Os atrasos no encaminhamento, no hospital e no sistema de saúde foram calculados para pacientes com diagnóstico histopatológico anterior. O intervalo de tempo foi medido em dias. Resultados: Não houve diferença entre os sexos nos atrasos em geral. Todos os atrasos aumentaram na faixa etária mais velha. Os pacientes sem um diagnóstico histopatológico anterior apresentaram o atraso hospitalar mais longo em comparação com os pacientes com diagnóstico histopatológico anterior antes do primeiro contato com o centro de câncer. Os pacientes com sarcoma de Ewing apresentaram atrasos no encaminhamento e no sistema de saúde mais longos do que os com osteossarcoma, que apresentaram diagnóstico histopatológico anterior antes do primeiro contato com o centro oncológico. As regiões Norte e Nordeste apresentaram o atraso mais longo no diagnóstico, ao passo que as regiões Nordeste e Sul apresentaram o atraso mais longo no tratamento. Conclusão: O atraso no sistema de saúde entre os pacientes com diagnóstico anterior foi maior e provavelmente associado ao tempo de encaminhamento para os centros oncológicos. Os pacientes sem um diagnóstico histopatológico anterior apresentaram atrasos mais longos no hospital, o que pode ser associado a possíveis dificuldades com relação à demanda e aos procedimentos de alto custo. Apesar das limitações, nosso estudo ajuda a fornecer um conhecimento inicial sobre os atrasos no sistema de saúde para tratamento de pacientes com câncer em vários hospitais brasileiros.
Descritores: Sarcoma de Ewing/diagnóstico
Sarcoma de Ewing/terapia
Neoplasias Ósseas/diagnóstico
Neoplasias Ósseas/terapia
Osteossarcoma/diagnóstico
Osteossarcoma/terapia
-Fatores de Tempo
Brasil
Fatores Etários
Assistência à Saúde
Diagnóstico Tardio
Limites: Humanos
Masculino
Recém-Nascido
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1056659
Autor: Lima, Elisangela da Costa; Matos, Guacira Corrêa de; Vieira, Jean M. de L; Gonçalves, Ivana C da C R; Cabral, Lucio M; Turner, Mark A.
Título: Suspected adverse drug reactions reported for Brazilian children: cross-sectional study / Suspeitas de reações adversas a medicamento relatadas em crianças brasileiras: estudo transversal
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);95(6):682-688, Nov.-Dec. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To assess spontaneous reports of suspected adverse drug reactions in children aged 0-12 years from the Brazilian Health Regulatory Agency between 2008 and 2013. Methods: A cross-sectional study on suspected adverse drug reactions reports related to medicines and health products in children was carried out for a six-year period (2008-2013). Year of report, origin of report by Brazilian state, gender, age, suspected drug, adverse reaction description and seriousness were included in the analysis. The data obtained was compared to the number of pediatric beds in health services and to global data from the VigiBase (World Health Organization). Results: A total of 3330 adverse drug reactions were reported in children in Brazil in the investigated period (54% were in boys). About 28% of suspected adverse drug reactions reports involved 0 to 1-year-old children. Almost 40% of reports came from the Southeast region. Approximately 60% were classified as serious events. There was death in 75 cases. Nearly 30% of deaths involved off-label use; 3875 medicines (465 active substances) were considered suspected drugs. Anti-infective (vancomycin, ceftriaxone, oxacillin, and amphotericin), nervous system (metamizole) and alimentary tract and metabolism medicines were more frequent in reports. Conclusions: The distribution of suspected adverse drug reactions reports by sex and age group corresponded to the profile of children hospitalized in Brazil. Data about seriousness and medicines reported may be useful to encourage regulatory actions and improve the safe use of medicines in children.

RESUMO Objetivo: Analisar relatos espontâneos de suspeitas de Reação Adversa a Medicamento (RAM) em crianças de 0 a 12 anos notificadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária entre 2008 e 2013. Métodos: Um estudo transversal a partir de notificações de suspeitas de RAM relacionadas a medicamentos e produtos para a saúde em crianças foi realizado por um período de seis anos (2008-2013). O ano da notificação, a origem do relato por estado brasileiro, sexo, idade, o medicamento suspeito, a descrição da reação adversa e a gravidade foram incluídos na análise, bem como o número de leitos nos serviços de saúde e dados global da VigiBase. Resultados: Um total de 3330 reações adversas foram relatadas em crianças no Brasil no período investigado (54% em meninos). Cerca de 28% dos relatos de suspeitas de RAM envolveram crianças de 0 a 1 ano de idade. Quase 40% dos relatos vieram da região Sudeste. Aproximadamente 60% foram classificados como eventos graves. Houve ocorrência de morte em 75 casos. Quase 30% das mortes envolveram o uso off-label dos medicamentos. Um total de 3875 medicamentos (465 substâncias ativas) foram considerados fármacos suspeitos. Medicamentos anti-infecciosos (vancomicina, ceftriaxona, oxacilina e anfotericina), com ação no sistema nervoso (dipirona) e no trato digestivo foram os mais frequentemente notificados. Conclusões: As notificações de suspeitas de RAM por sexo e faixa etária corresponderam ao perfil de crianças hospitalizadas no Brasil. Os dados sobre gravidade e medicamentos relatados podem ser úteis para encorajar ações reguladoras e melhorar o uso seguro de medicamentos em crianças.
Descritores: Bases de Dados Factuais/estatística & dados numéricos
Sistemas de Notificação de Reações Adversas a Medicamentos/estatística & dados numéricos
Efeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos/epidemiologia
-Brasil/epidemiologia
Preparações Farmacêuticas/administração & dosagem
Preparações Farmacêuticas/classificação
Fatores Sexuais
Estudos Transversais
Fatores Etários
Distribuição por Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Morcillo, André M
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Id: biblio-1056658
Autor: Simões, Maria Cristina Ribeiro dos Santos; Inoue, Yuri; Matsunaga, Natasha Y; Carvalho, Maria R V; Ribeiro, Gisleine L T; Morais, Eliane O; Ribeiro, Maria A G O; Morcillo, André M; Ribeiro, José D; Toro, Adyléia A D C.
Título: Recurrent wheezing in preterm infants: Prevalence and risk factors / Sibilância recorrente em prematuros: prevalência e fatores de risco
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);95(6):720-727, Nov.-Dec. 2019. tab.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Objective: To evaluate the prevalence and risk factors associated with progression to recurrent wheezing in preterm infants. Methods: The cross-sectional study was carried out in 2014 and 2015 and analyzed preterm infants born between 2011 and 2012. The search for these children was performed in a university maternity hospital and a Special Immunobiological Reference Center. The evaluation was performed through a questionnaire applied during a telephone interview. Results: The study included 445 children aged 39 (18-54) months. In the univariate analysis, the risk factors with the greatest chance of recurrent wheezing were birth weight <1000 g, gestational age <28 weeks, living with two or more siblings, food allergy, and atopic dermatitis in the child, as well as food allergy and asthma in the parents. In the multivariate analysis, there was a significant association between recurrent wheezing and gestational age at birth <28 weeks, food allergy and atopic dermatitis in the child, and living with two or more children. Of the 445 analyzed subjects, 194 received passive immunization against the respiratory syncytial virus, and 251 preterm infants were not immunized. There was a difference between the gestational age of these subgroups (p < 0.001). The overall prevalence of recurrent wheezing was 27.4% (95% CI: 23.42-31.70), whereas in the children who received passive immunization it was 36.1% (95% CI: 29.55-43.03). Conclusions: Personal history of atopy, lower gestational age, and living with two or more children had a significant association with recurrent wheezing. Children with lower gestational age who received passive immunization against the respiratory syncytial virus had a higher prevalence of recurrent wheezing than the group with higher gestational age.

RESUMO Objetivo: Avaliar a prevalência e os fatores de risco associados à evolução para sibilância recorrente em prematuros. Métodos: O estudo transversal foi feito em 2014 e 2015 e analisou crianças prematuras nascidas entre 2011 e 2012. A busca dessas crianças foi feita em maternidade de hospital universitário e em um Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais. A avaliação foi feita por questionário dirigido em entrevista telefônica. Resultados: O estudo incluiu 445 crianças com 39 (18-54) meses de vida. Na análise univariada, os fatores de risco com maior chance de sibilância recorrente foram peso de nascimento menor do que 1.000 g, idade gestacional menor do que 28 semanas, convivência com dois ou mais irmãos, alergia alimentar e dermatite atópica na criança e alergia alimentar e asma nos pais. Na análise multivariada houve associação significativa entre sibilância recorrente e idade gestacional ao nascer menor do que 28 semanas, alergia alimentar e dermatite atópica na criança e a convivência com duas ou mais crianças. Dos 445 sujeitos analisados, 194 receberam imunização passiva contra vírus sincicial respiratório e 251 eram prematuros não imunizados. Houve diferença entre a idade gestacional desses subgrupos (p < 0,001). A prevalência geral de sibilância recorrente foi 27,4% (IC 95%: 23,42-31,70) e nas crianças que receberam a imunização passiva foi 36,1% (IC 95%: 29,55-43,03). Conclusões: História pessoal de atopia, menor idade gestacional e convivência com duas ou mais crianças apresentaram associação significativa com sibilância recorrente. As crianças com menor idade gestacional, que receberam a imunização passiva contra o vírus sincicial respiratório, apresentaram maior prevalência de sibilância recorrente que o grupo de maior idade gestacional.
Descritores: Asma/epidemiologia
Recém-Nascido Prematuro
Sons Respiratórios/fisiopatologia
-Asma/fisiopatologia
Brasil/epidemiologia
Prevalência
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Idade Gestacional
Infecções por Vírus Respiratório Sincicial/prevenção & controle
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Pré-Escolar
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1040355
Autor: Silva, Paulo Sérgio Lucas da; Fonseca, Marcelo Cunio Machado.
Título: Which children account for repeated admissions within 1 year in a Brazilian pediatric intensive care unit? / Quais crianças representam as internações de repetição em um ano em uma unidade de terapia intensiva pediátrica brasileira?
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);95(5):559-566, Sept.-Oct. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: While studies have focused on early readmissions or readmissions during the same hospitalization in a pediatric intensive care unit, little is known about the children with recurrent admissions. We sought to assess the characteristics of patients readmitted within 1 year in a Brazilian pediatric intensive care unit. Methods: This was a retrospective study carried out in a tertiary pediatric intensive care unit. The outcome was the maximum number of readmissions experienced by each child within any 365-day interval during a 5-year follow-up period. Results: Of the 758 total eligible admissions, 75 patients (9.8%) were readmissions. Those patients accounted for 33% of all pediatric intensive care unit bed care days. Median time to readmission was 73 days for all readmissions. Logistic regression showed that complex chronic conditions (odds ratio 1.07), severe to moderate cognitive disability (odds ratio 1.08), and use of technology assistance (odds ratio 1.17) were associated with readmissions. Multiple admissions had a significantly prolonged duration of mechanical ventilation (8 vs. 6 days), longer length of pediatric intensive care unit (7 vs 4 days) and hospital stays (20 vs 9 days), and higher mortality rate (21.3% vs 5.1%) compared with index admissions. Conclusion: The rate of pediatric intensive care unit readmissions within 1 year was low; however, it was associated with a relevant number of bed care days and worse outcomes. A 30-day index of readmission may be inadequate to mirror the burden of pediatric intensive care unit readmissions. Patients with complex chronic conditions, poor functional status or technology assistance are at higher risk for readmissions. Future studies should address the impact of qualitative interventions on healthcare and recurrent admissions.

Resumo: Objetivo: Apesar dos estudos terem focado em reinternações precoces ou reinternações durante a mesma internação na unidade de terapia intensiva pediátrica, pouco se sabe sobre essas crianças com internações recorrentes. Buscamos avaliar as características dos pacientes reinternados em 1 ano em uma unidade de terapia intensiva pediátrica brasileira. Métodos: Este foi um estudo retrospectivo realizado em uma unidade de terapia intensiva pediátrica terciária. O resultado foi o número máximo de reinternações por cada criança em qualquer período de 365 dias durante um período de acompanhamento de 5 anos. Resultados: Do total de 758 internações elegíveis, 75 pacientes (9,8%) foram de reinternações. Esses pacientes representaram 33% de todos os dias de cuidados com os internados na unidade de terapia intensiva pediátrica. O tempo mediano para a reinternação foi 73 dias para todas as reinternações. A regressão logística mostrou que as doenças crônicas complexas (razão de chance de 1,07), deficiência cognitiva grave a moderada (razão de chance de 1,08) e uso de suporte de aparelhos tecnológicos (razão de chance de 1,17) foram associados às reinternações. As múltiplas internações apresentaram duração significativamente prolongada na ventilação mecânica (8 em comparação a 6 dias), maior tempo de internação na unidade de terapia intensiva pediátrica (7 em comparação a 4 dias) e tempos de internação (20 em comparação a 9 dias) e maior taxa de mortalidade (21,3% em comparação a 5,1%), em comparação às internações iniciais. Conclusão: A taxa de reinternações na unidade de terapia intensiva pediátrica em 1 ano foi baixa, porém foi associada a um número relevante de cuidados durante internação e piores resultados. Um índice de reinternação de 30 dias pode ser inadequado para refletir a grande número de reinternações na unidade de terapia intensiva pediátrica. Os pacientes com doenças crônicas complexas, estado funcional ruim ou suporte de aparelhos tecnológicos correm maior risco de reinternações. Estudos futuros devem abordar o impacto das intervenções qualitativas sobre os serviços de saúde e as internações recorrentes.
Descritores: Readmissão do Paciente/estatística & dados numéricos
Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica/estatística & dados numéricos
-Admissão do Paciente/estatística & dados numéricos
Respiração Artificial/estatística & dados numéricos
Fatores de Tempo
Brasil
Modelos Logísticos
Estudos Retrospectivos
Fatores de Risco
Mortalidade Hospitalar
Medição de Risco
Centros de Atenção Terciária/estatística & dados numéricos
Tempo de Internação/estatística & dados numéricos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Pré-Escolar
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1040353
Autor: Veloso, Felipe Camilo Santiago; Kassar, Liliana de Meira Lins; Oliveira, Michelle Jacintha Cavalcante; Lima, Telmo Henrique Barbosa de; Bueno, Nassib Bezerra; Gurgel, Ricardo Queiroz; Kassar, Samir Buainain.
Título: Analysis of neonatal mortality risk factors in Brazil: a systematic review and meta-analysis of observational studies / Análise dos fatores de risco na mortalidade neonatal no Brasil: uma revisão sistemática e metanálise de estudos observacionais
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);95(5):519-530, Sept.-Oct. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: Abstract Objective: To identify, using a systematic review and meta-analysis of observational studies, which risk factors are significantly associated with neonatal mortality in Brazil, and to build a comprehensive national analysis on neonatal mortality. Sources: This review included observational studies on neonatal mortality, performed between 2000 and 2018 in Brazilian cities. The MEDLINE, Elsevier, Cochrane, LILACS, SciELO, and OpenGrey databases were used. For the qualitative analysis, the Newcastle-Ottawa Scale was used. For the quantitative analysis, the natural logarithms of the risk measures and their confidence intervals were used, as well as the DerSimonian and Laird method as a random effects model, and the Mantel-Haenszel model for heterogeneity estimation. A confidence level of 95% was considered. Summary of findings: The qualitative analysis resulted in six studies of low and four studies of intermediate-low bias risk. The following exposure factors were significant: absence of partner, maternal age ≥35 years, male gender, multiple gestation, inadequate and absent prenatal care, presence of complications during pregnancy, congenital malformation in the assessed pregnancy, Apgar < 7 at the fifth minute, low and very low birth weight, gestational age ≤ 37 weeks, and caesarean delivery. Conclusion: The most significant risk factors presented in this study are modifiable, allowing aiming at a real reduction in neonatal deaths, which remain high in the country.

Resumo: Objetivo: Identificar, através de uma revisão sistemática e da metanálise de estudos observacionais, quais fatores de risco associam-se significativamente com a mortalidade neonatal no Brasil e construir uma análise nacional abrangente sobre a mortalidade neonatal. Fontes: Foram avaliados os estudos observacionais sobre mortalidade neonatal realizados entre 2000 e 2018 em cidades brasileiras. Usaram-se as bases MEDLINE, Elsevier, Cochrane, LILACS, SciELO e OpenGrey. Para a análise qualitativa, foi usada a Escala Newcastle-Ottawa. Para a análise quantitativa, foram utilizados os logaritmos naturais das medidas de risco e de seus intervalos de confiança, o método de DerSimonian e Laird como modelo de efeitos aleatórios e o modelo de Mantel-Haenszel para estimativa da heterogeneidade. Considerou-se nível de confiança de 95%. Resumo dos achados: A análise qualitativa resultou em seis estudos de baixo e quatro estudos de intermediário-baixo risco de viés. Foram significativos os seguintes fatores de exposição: ausência de companheiro, idade materna ≥ 35 anos, sexo masculino, gestação múltipla, pré-natal inadequado e ausente, presença de intercorrências durante a gestação, de malformação congênita na gestação em estudo, Apgar < 7 no quinto minuto, baixo e muito baixo peso ao nascer, idade gestacional ≤ 37 semanas e parto cesariano. Conclusão: Os fatores de risco mais significativos apresentados neste estudo são modificáveis, o que possibilita almejar uma redução real das mortes neonatais, que ainda permanecem elevadas no país.
Descritores: Mortalidade Infantil
-Complicações na Gravidez
Fatores Socioeconômicos
Brasil/epidemiologia
Recém-Nascido de Baixo Peso
Recém-Nascido Prematuro
Fatores de Risco
Medição de Risco
Estudos Observacionais como Assunto
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Lactente
Tipo de Publ: Metanálise
Revisão Sistemática
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Venancio, Sonia Isoyama
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Id: biblio-1040352
Autor: Relvas, Gláubia Rocha Barbosa; Buccini, Gabriela dos Santos; Venancio, Sonia Isoyama.
Título: Ultra-processed food consumption among infants in primary health care in a city of the metropolitan region of São Paulo, Brazil, / Consumo de alimentos ultraprocessados entre crianças com menos de um ano na atenção primária à saúde em uma cidade da região metropolitana de São Paulo, Brasil,
Fonte: J. pediatr. (Rio J.);95(5):584-592, Sept.-Oct. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Abstract Objective: To analyze the prevalence of ultra-processed food intake among children under one year of age and to identify associated factors. Methods: A cross-sectional design was employed. We interviewed 198 mothers of children aged between 6 and 12 months in primary healthcare units located in a city of the metropolitan region of São Paulo, Brazil. Specific foods consumed in the previous 24 h of the interview were considered to evaluate the consumption of ultra-processed foods. Variables related to mothers' and children's characteristics as well as primary healthcare units were grouped into three blocks of increasingly proximal influence on the outcome. A Poisson regression analysis was performed following a statistical hierarchical modeling to determine factors associated with ultra-processed food intake. Results: The prevalence of ultra-processed food intake was 43.1%. Infants that were not being breastfed had a higher prevalence of ultra-processed food intake but no statistical significance was found. Lower maternal education (prevalence ratio 1.55 [1.08-2.24]) and the child's first appointment at the primary healthcare unit having happened after the first week of life (prevalence ratio 1.51 [1.01-2.27]) were factors associated with the consumption of ultra-processed foods. Conclusions: High consumption of ultra-processed foods among children under 1 year of age was found. Both maternal socioeconomic status and time until the child's first appointment at the primary healthcare unit were associated with the prevalence of ultra-processed food intake.

Resumo: Objetivo: Analisar a prevalência do consumo de alimentos ultraprocessados entre crianças com menos de um ano e identificar os fatores associados. Métodos: Foi realizado um estudo transversal. Entrevistamos 198 mães de crianças com idades entre 6 e 12 meses em unidades de atenção primária à saúde localizadas em Embu das Artes, uma cidade da região metropolitana de São Paulo, Brasil. Alimentos específicos consumidos nas 24 horas anteriores à entrevista foram considerados para avaliar o consumo de alimentos ultraprocessados. As variáveis relacionadas às características das mães e crianças e as unidades de atenção primária à saúde foram agrupadas em três blocos de influência cada vez mais proximal com o resultado. Foi realizada uma análise de regressão de Poisson de acordo com um modelo estatístico hierárquico para determinar os fatores associados ao consumo de alimentos ultraprocessados. Resultados: A prevalência de consumo de alimentos ultraprocessados foi 43,1%. As crianças que não eram amamentadas apresentaram maior prevalência de consumo de alimentos ultraprocessados, porém não foi encontrada diferença estatística. Menor nível de escolaridade materna (RP 1,55 [1,08-2,24]) e o fato de a primeira consulta da criança na unidade de atenção primária à saúde acontecer na primeira semana de vida (RP 1,51 [1,01-2,27]) foram fatores associados ao consumo de alimentos ultraprocessados. Conclusões: Foi encontrado consumo elevado de alimentos ultraprocessados entre crianças com menos de um ano. A situação socioeconômica materna e o tempo da primeira consulta da criança na unidade de atenção primária à saúde foram associados à prevalência de consumo de alimentos ultraprocessados.
Descritores: Atenção Primária à Saúde/estatística & dados numéricos
Comportamento Alimentar
Alimentos/estatística & dados numéricos
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Distribuição de Poisson
Estudos Transversais
Análise Multivariada
Manipulação de Alimentos
Alimentos Infantis/estatística & dados numéricos
Mães/estatística & dados numéricos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Lactente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME



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