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Id: biblio-839725
Autor: Muniz, Jerônimo Oliveira; Bastos, João Luiz.
Título: Volatilidade classificatória e a (in)consistência da desigualdade racial / Volatilidad clasificatoria y la (in)consistencia de la desigualdad racial / Classificatory volatility and (in)consistency of racial inequality
Fonte: Cad. saúde pública (Online);33(supl.1):e00082816, 2017. graf.
Idioma: pt.
Projeto: Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: O monitoramento de desigualdades raciais, seja num plano socioeconômico ou em termos de desfechos de saúde, pressupõe que a declaração da raça apresente estabilidade. Caso contrário, a dinâmica dessas desigualdades poderia resultar da reclassificação racial, e não de processos vinculados a iniquidades socioeconômicas e de saúde. Este estudo propõe uma tipologia da incerteza racial classificatória (contextual - temporal, geográfica, procedimental - e amostral) e discute, com base na literatura e dados secundários nacionalmente representativos, a magnitude da variabilidade racial segundo essas cinco dimensões. Os resultados demonstram que, pelo menos, duas dessas incertezas - geográfica e procedimental - são substanciais, mas têm pouca influência sobre o hiato racial de renda. Abordam-se os impactos desses resultados sobre a existência e a extensão das iniquidades raciais em saúde e conclui-se que a estrutura das desigualdades entre brancos e negros é consistente, ainda que a cor da pele seja volátil.

El monitoreo de desigualdades raciales, sea en un plano socioeconómico o en términos de desenlaces de salud, presupone que la declaración de raza presenta estabilidad. En caso contrario, la dinámica de estas desigualdades podría resultar de una reclasificación racial, y no de procesos vinculados a inequidades socioeconómicas y de la salud. Este estudio propone una tipología de la incertidumbre racial clasificatoria (contextual -temporal, geográfica, procedimental- y muestral) y discute, a partir de la literatura y de datos secundarios nacionalmente representativos, la magnitud de la variabilidad racial, según estas cinco dimensiones. Los resultados demuestran que, por lo menos, dos de esas incertezas -geográfica y procedimental- son sustanciales, pero tienen poca influencia sobre el hiato racial de renta. Se abordan los impactos de esos resultados sobre la existencia y la extensión de las inequidades raciales en salud y se concluye que la estructura de las desigualdades entre blancos y negros es consistente, aunque el color de la piel sea volátil.

Monitoring racial inequalities, whether socioeconomic or health-related, assumes stability in racial classification. Otherwise, the dynamics of these inequalities could result from racial reclassification rather than from processes related to socioeconomic and health inequalities per se. The study proposes a typology of uncertainty in racial classification (contextual - temporal, geographic, procedural - and sampling) and draws on the literature and nationally representative secondary data to discuss the magnitude of racial variability in Brazil according to these five dimensions. The results show that at least two of these uncertainties - geographic and procedural - are substantial, but have little influence on the racial gap in income. We address the impacts of these results on the existence and extent of racial inequalities in health and conclude that the structure of inequalities between whites and blacks is consistent, although skin color classification is volatile.
Descritores: Autoimagem
Fatores Socioeconômicos
Pigmentação da Pele
Grupos de Populações Continentais/classificação
Grupo com Ancestrais do Continente Africano/classificação
-Preconceito
Relações Raciais
Brasil/etnologia
Características de Residência
Incerteza
Grupos de Populações Continentais/estatística & dados numéricos
Grupo com Ancestrais do Continente Africano/estatística & dados numéricos
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu/estatística & dados numéricos
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Masculino
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Id: biblio-839724
Autor: James, Sherman A.
Título: The strangest of all encounters: racial and ethnic discrimination in US health care / O encontro mais estranho de todos: discriminação étnica e racial no sistema de saúde dos Estados Unidos / El más extraño de todos los encuentros: discriminación racial y étnica en la atención de salud en los Estados Unidos
Fonte: Cad. saúde pública (Online);33(supl.1):e00104416, 2017.
Idioma: en.
Resumo: Abstract: In 2003, a Committee of the Institute of Medicine of the National Academy of Sciences summarized hundreds of studies documenting that US racial minorities, especially African Americans, receive poorer quality health care for a wide variety of conditions than their White counterparts. These racial differences in health care persist after controlling for sociodemographic factors and patients’ ability to pay for care. The Committee concluded that physicians’ unconscious negative stereotypes of African Americans, and perhaps other people of color, likely contribute to these health care disparities. This paper selectively reviews studies published after 2003 on the likely contribution of physicians’ unconscious bias to US health care disparities. All studies used the Implicit Association Test which quantifies the relative speed with which individuals associate positive attributes like “intelligent” with Whites compared to Blacks or Latino/as. In addition to assessing physicians’ unconscious attitudes toward patients, some studies focused on the behavioral and affective dimensions of doctor-patient communication, such as physicians’ “verbal dominance” and whether patients felt respected. Studies reviewed found a “pro-white” unconscious bias in physicians’ attitudes toward and interactions with patients, though some evidence suggests that Black and female physicians may be less prone to such bias. Limited social contact between White physicians and racial/ethnic minorities outside of medical settings, plus severe time pressures physicians often face during encounters with patients who have complex health problems could heighten their susceptibility to unconscious bias.

Resumo: Em 2003, um comitê do Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos resumiu centenas de estudos documentando o fato de minorias raciais americanas, e principalmente os afro-americanos, receberem cuidados de saúde piores para uma ampla gama de doenças, em comparação com seus concidadãos brancos. Tais diferenças raciais persistem mesmo depois de ajuste para fatores sociodemográficos e para a capacidade dos pacientes de pagar pela assistência. O comitê concluiu que os estereótipos negativos inconscientes dos médicos contra afro-americanos, e talvez contra outras pessoas de cor, provavelmente contribuem para essas disparidades. O artigo faz uma revisão seletiva de estudos publicados desde 2003 sobre a provável contribuição do preconceito inconsciente dos médicos americanos para as desigualdades nos cuidados de saúde. Todos os estudos usaram o Teste de Associação Implícita, que quantifica a velocidade relativa com que os indivíduos associam atributos positivos como “inteligentes” aos brancos, comparados com os negros ou latinos. Além de avaliar atitudes inconscientes dos médicos em relação aos pacientes, alguns estudos analisaram as dimensões comportamentais e afetivas da comunicação médico-paciente, como a “dominância verbal” dos médicos e o fato dos pacientes se sentirem, ou não, respeitados. Os estudos revisados detectaram um viés inconsciente “pró-branco” nas atitudes e na interação dos médicos com os pacientes, embora algumas evidências sugiram que os médicos negros e as médicas podem ser menos propensos a esse tipo de viés. O contato social limitado entre médicos brancos e minorias étnico-raciais fora do contexto clínico e a premência do tempo com que os médicos lidam muitas vezes durante encontros com pacientes com problemas de saúde complexos podem agravar a susceptibilidade dos médicos ao preconceito inconsciente.

Resumen: En 2003, un comité del Instituto de Medicina de la Academia Nacional de Ciencia de los Estados Unidos resumió cientos de estudios que documentan el hecho de que las minorías raciales estadounidenses, especialmente los afroamericanos, reciben atención de salud peor para una amplia gama de enfermedades, en comparación con sus conciudadanos blancos. Las diferencias raciales en persisten incluso después del ajuste por factores sociodemográficos y la capacidad de los pacientes para pagar la atención. El comité concluyó que los estereotipos negativos inconscientes de los médicos contra los afroamericanos, y tal vez contra otras personas de color, probablemente contribuyen a estas disparidades. El artículo es una revisión selectiva de los estudios publicados desde 2003 sobre la posible contribución de la predisposición inconsciente de los médicos estadounidenses a las desigualdades en la atención sanitaria. Todos los estudios utilizaron el Test de Asociación Implícita, que cuantifica la velocidad relativa con la que los individuos asocian atributos positivos, como “inteligente”, a los blancos en comparación con los negros o latinos. Además de evaluar las actitudes inconscientes de los médicos hacia los pacientes, algunos estudios se centraron en las dimensiones conductuales y afectivas de la comunicación médico-paciente, como la “dominación verbal” de los médicos y si los pacientes se sentían respetados. Los estudios revisados encontraron un sesgo inconsciente “pro-blanco” en las actitudes e interacciones de los médicos con los pacientes, aunque algunas evidencias sugieren que los médicos negros y las mujeres pueden ser menos propensos a este sesgo. Un contacto social limitado entre los médicos blancos y las minorías raciales/étnicas fuera de los ambientes médicos, más las presiones de tiempo severas a las que suelen enfrentarse los médicos durante encuentros con pacientes que tienen complejos problemas de salud, podrían aumentar su susceptibilidad al sesgo inconsciente.
Descritores: Relações Médico-Paciente
Equidade em Saúde
Disparidades em Assistência à Saúde/etnologia
Racismo
-Estados Unidos
Afro-Americanos
Atitude do Pessoal de Saúde
Grupos Étnicos
Hispano-Americanos
Grupos de Populações Continentais
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
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Chor, Dóra
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Id: biblio-839722
Autor: Chor, Dóra; Stern, Alexandra Minna; Santos, Ricardo Ventura.
Título: Raça, saúde e discriminação: perspectivas históricas e contemporâneas no Brasil e Estados Unidos / Race, health, and discrimination: historical and contemporary perspectives from Brazil and the United States / Raza, salud y discriminación: perspectivas históricas y contemporáneas en Brasil y Estados Unidos
Fonte: Cad. saúde pública (Online);33(supl.1):e00044817, 2017.
Idioma: pt.
Descritores: Saúde Pública
Equidade em Saúde
Grupos de Populações Continentais
-Justiça Social
Estados Unidos
Brasil
Congressos como Assunto
Racismo
Limites: Humanos
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Chor, Dóra
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Id: biblio-839721
Autor: Burgard, Sarah; Castiglione, Debora de Pina; Lin, Katherine Y; Nobre, Aline A; Aquino, Estela M. L; Pereira, Alexandre C; Bensenor, Isabela J Martins; Barreto, Sandhi M; Chor, Dora.
Título: Differential reporting of discriminatory experiences in Brazil and the United States / Relatos diferenciados de experiências com discriminação no Brasil e Estados Unidos / Relatos diferenciados de experiencias con discriminación en Brasil y Estados Unidos
Fonte: Cad. saúde pública (Online);33(supl.1):e00110516, 2017. tab.
Idioma: en.
Resumo: Abstract: There has been little cross-national comparison of perceived discrimination, and few studies have considered how intersectional identities shape perception of discriminatory treatment in different societies. Using data from the ELSA-Brasil, a study of Brazilian civil servants, and the Americans’ Changing Lives Study, a nationally-representative sample of U.S. adults, we compare reports of lifetime discrimination among race-by-gender groups in each society. We also consider whether educational attainment explains any group differences, or if differences across groups vary by level of education. Results reveal higher lifetime discrimination experiences among Black respondents in both countries, especially Black men, than among Whites, and lower reports among White women than White men. Brown men and women also reported higher levels than White men in Brazil. For all race-by-gender groups in both countries, except Brazilian White men, reports of discrimination were higher among the more educated, though adjusting for educational differences across groups did not explain group differences. In Brazil, we found the greatest racial disparities among the college educated, while U.S. Black men were more likely to report discrimination than White men at all levels of education. Results reveal broad similarities across countries, despite important differences in their histories, and an intersectional approach contributed to identification of these similarities and some differences in discrimination experiences. These findings have implications for social and public health surveillance and intervention to address the harmful consequences of discrimination.

Resumo: Há poucos estudos comparativos entre países sobre a experiência com a discriminação percebida, e poucos examinaram a maneira pela qual as identidades interseccionais configuram a percepção do tratamento discriminatório nas diferentes sociedades. Com base em dados do ELSA-Brasil (um estudo de funcionários públicos brasileiros) e do Americans’ Changing Lives Study (em uma amostra nacional representativa de adultos americanos), os autores comparam os relatos de grupos diferentes em relação à discriminação sofrida ao longo da vida, de acordo com raça e gênero, em cada sociedade. O estudo também investiga se o grau de escolaridade explica as diferenças entre grupos, ou se as diferenças dentro do mesmo grupo variam de acordo com a escolaridade. Os resultados mostram uma percepção maior de discriminação entre indivíduos negros em ambos os países, principalmente homens negros, comparado com brancos, além de menos relatos de discriminação sofrida por mulheres brancas comparado com homens brancos. No Brasil, mulheres e homens pardos relataram maiores níveis de discriminação em comparação com homens brancos. Com exceção de homens brancos, para todos os grupos analisados por raça e gênero, os relatos de discriminação foram mais frequentes entre os mais escolarizados, embora o ajuste por diferenças de escolaridade dentro dos grupos não explicasse as diferenças entre grupos. No Brasil, encontramos as maiores disparidades raciais entre indivíduos com nível superior, enquanto nos Estados Unidos, os homens negros relatavam mais discriminação do que os homens brancos, independentemente de grau de escolaridade. Os resultados revelam semelhanças gerais entre os dois países, apesar de importantes diferenças históricas. A abordagem interseccional contribuiu para a identificação dessas semelhanças e de algumas diferenças nas experiências com a discriminação. Os achados do estudo têm implicações importantes para a vigilância social e sanitária, assim como, para intervenções voltadas ao enfrentamento das consequências danosas da discriminação.

Resumen: Existen pocos estudios comparativos entre países sobre la experiencia con la discriminación percibida, y pocos examinaron la manera mediante la cual las identidades interseccionales configuran la percepción del tratamiento discriminatorio en las diferentes sociedades. En base a los datos del ELSA-Brasil (un estudio de funcionarios públicos brasileños) y del Americans’ Changing Lives Study (en una muestra nacional representativa de adultos americanos), los autores comparan los relatos de grupos diferentes, en relación a la discriminación sufrida a lo largo de la vida, de acuerdo con raza y género, en cada sociedad. El estudio también investiga si el grado de escolaridad explica las diferencias entre grupos, o si las diferencias dentro del mismo grupo varían de acuerdo con la escolaridad. Los resultados muestran una percepción mayor de discriminación entre individuos negros en ambos países, principalmente hombres negros, comparado con los blancos, además de menos relatos de discriminación sufrida por mujeres blancas, comparado con hombres blancos. En Brasil, mujeres y hombres mestizos relataron mayores niveles de discriminación, en comparación con los hombres blancos. Con excepción de hombres blancos, para todos los grupos analizados por raza y género, los relatos de discriminación fueron más frecuentes entre los más escolarizados, aunque el ajuste por diferencias de escolaridad dentro de los grupos no explicase las diferencias entre grupos. En Brasil, encontramos las mayores disparidades raciales entre individuos con nivel superior, mientras en los Estados Unidos, los hombres negros relataban más discriminación que los hombres blancos, independientemente del grado de escolaridad. Los resultados revelan semejanzas generales entre los dos países, a pesar de importantes diferencias históricas. El abordaje interseccional contribuyó a la identificación de esas semejanzas y de algunas diferencias en las experiencias con la discriminación. Los hallazgos del estudio tienen implicaciones importantes para la vigilancia social y sanitaria, así como, para intervenciones dirigidas a hacer frente a las consecuencias perniciosas de la discriminación.
Descritores: Preconceito/estatística & dados numéricos
Grupo com Ancestrais do Continente Africano/estatística & dados numéricos
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu/estatística & dados numéricos
FALSE NEGATIVE REACTIONS0
-Fatores Socioeconômicos
Estados Unidos
Afro-Americanos
Brasil
Fatores Sexuais
Grupos de Populações Continentais
Autorrelato
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
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Id: biblio-1153505
Autor: Fonseca, J M; Silva, A A M; Rocha, P R H; Batista, R L F; Thomaz, E B A F; Lamy-Filho, F; Barbieri, M A; Bettiol, H.
Título: Racial inequality in perinatal outcomes in two Brazilian birth cohorts
Fonte: Braz. j. med. biol. res = Rev. bras. pesqui. méd. biol;54(1):e10120, 2021. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: FAPESP.
Resumo: This study aimed to estimate and compare racial inequality in low birth weight (LBW), preterm birth (PTB), and intrauterine growth restriction (IUGR) in two Brazilian birth cohorts. This was a cross-sectional study nested within two birth cohorts in Ribeirão Preto (RP) and São Luís (SL), whose mothers were interviewed from January to December 2010. In all, 7430 (RP) and 4995 (SL) mothers were interviewed. The maternal skin color was the exposure variable. Associations were adjusted for socioeconomic and biological covariates: maternal education, per capita family income, family economic classification, household head occupation, maternal age, parity, marital status, prenatal care, type of delivery, maternal pre-pregnancy BMI, hypertension, hypertension during pregnancy, and smoking during pregnancy collected from questionnaires applied at birth. Statistical analysis was done with the chi-squared test and logistic regression. In RP, newborns from mothers with black skin color had a higher risk of LBW and IUGR, even after adjusting for socioeconomic and biological variables (P<0.001). In SL, skin color was not a risk factor for LBW (P=0.859), PTB (P=0.220), and IUGR (P=0.062), before or after adjustment for socioeconomic and biological variables. The detection of racial inequality in these perinatal outcomes only in the RP cohort after adjustment for socioeconomic and biological factors may be reflecting the existence of racial discrimination in the RP society. In contrast, the greater miscegenation present in São Luís may be reflecting less racial discrimination of black and brown women in this city.
Descritores: Fatores Socioeconômicos
Recém-Nascido de Baixo Peso
Grupos de Populações Continentais
Nascimento Prematuro/etnologia
Disparidades nos Níveis de Saúde
-Brasil/epidemiologia
Cesárea
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Recém-Nascido
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1290225
Autor: Fassin, Eric.
Título: Sou um homem branco? Epistemologia política do paradoxo majoritário / ¿Soy un hombre blanco? Epistemología política de la paradoja mayoritaria / Am I a white man? Political epistemology of the majority paradox
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(37):e21200, 2021.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Como um homem branco pode falar sobre questões minoritárias? Sustento que a epistemologia dos saberes situados não diz respeito somente à perspectiva dos grupos minoritários e não silencia vozes majoritárias. Na verdade, não requer confissões, mas um pensamento crítico formulado em primeira pessoa. Procurando evitar o que Donna Haraway chamou de "truque de deus", inicio o artigo discutindo a rejeição francesa dos estudos de gênero e dos estudos críticos sobre raça, situando-a no contexto de uma reação internacional. A reflexão de Joan W. Scott em torno do que ela nomeou de paradoxo minoritário (falar como mulher para não ser tratada como tal) nos ajuda então a conceitualizar o que chamo aqui de paradoxo majoritário: falar sobre questões minoritárias desde uma posição majoritária sem, entretanto, falar pelos sujeitos minoritários. Enfrentando seriamente o paradoxo majoritário formula-se então a posição de insider without, simetricamente oposta à que Patricia Hill Collins chamou de outsider within. Ser por essa razão tratado como traidor apenas revela um certo tipo de política identitária majoritária. Resistir a tal identificação pode ser assim produtivo.

Resumen ¿Cómo puede un hombre blanco hablar de cuestiones minoritarias? Sostengo que la epistemología del conocimiento situado no sólo se refiere a la perspectiva de los grupos minoritarios y no silencia las voces mayoritarias. De hecho, no requiere confesiones, sino un pensamiento crítico formulado en primera persona. Tratando de evitar lo que Donna Haraway denominó "truco de dios", empiezo por discutir el rechazo francés a los estudios de género y los estudios críticos sobre raza, situándolo en el contexto de una reacción internacional. La reflexión de Joan W. Scott sobre lo que llamó una paradoja minoritaria (hablar como una mujer para no ser tratada como tal) nos ayuda a conceptualizar lo que llamaré una paradoja mayoritaria: hablar de temas minoritarios desde una posición mayoritaria, aunque sin hacerlo en lugar de los sujetos minoritarios. Enfrentando seriamente la paradoja mayoritaria, formulo la posición de insider without, simétricamente opuesta a lo que Patricia Hill Collins llamó outsider within. Ser por esta razón tratado como un traidor sólo revela un cierto tipo de política identitaria mayoritaria. Resistirse a tal identificación puede ser entonces productivo.

Abstract How can one speak about minority issues as a White man? Standpoint epistemology is not just for minorities, and it does not silence majority voices. Indeed, what is required is not a confession; rather, critical thinking in the first person. In order to avoid Donna Haraway's "god trick", I start from the French rejection of gender and critical race studies situated in an international context of reaction. Joan W. Scott's feminist (and minority) paradox (speaking up as a woman, in order not to be treated as one) then helps conceptualize what I call the majority paradox: speaking up, from a majority position, about minority issues, without speaking for minorities. Taking seriously this majority paradox creates a position that is symmetrical to Patricia Hill Collins' "outsider within": the insider without. Being called a traitor as a result only reveals a kind of majority identity politics. Resisting this identification can thus be productive.
Descritores: Poder Psicológico
Grupos de Populações Continentais
Ativismo Político
Identidade de Gênero
Grupos Minoritários
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1252020
Autor: Cherpitel, Cheryl J; Ye, Yu; Kerr, William C.
Título: Shifting patterns of disparities in unintentional injury mortality rates in the United States, 1999-2016 / Tendencias cambiantes en las disparidades en las tasas de mortalidad por traumatismo no intencional en Estados Unidos entre 1999 y 2016 / Mudança nos padrões de disparidade nas taxas de mortalidade por lesões acidentais nos Estados Unidos, 1999-2016
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;45:e36, 2021. graf.
Idioma: en.
Projeto: U.S. National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism.
Resumo: ABSTRACT Objectives. To analyze changes in racial/ethnic disparities for unintentional injury mortality from 1999-2016. Methods. Mortality data are from the National Center for Health Statistics (NCHS) for all unintentional injuries, analyzed separately by injury cause (motor vehicle accidents [MVA], poisonings, other unintentional) for white,black, and Hispanic populations within four age groups: 15-19, 20-34, 35-54, 55-74 for males and for females. Results. Rates across race/ethnic groups varied by gender, age and cause of injury. Unintentional injury mortality showed a recent increase for both males and females, which was more marked among males and for poisoning in all race/ethnic groups of both genders. Whites showed highest rates of poisoning mortality and the steepest increase for both genders, except for black males aged 55-74. MVA mortality also showed an increase for all race/ethnic groups, with a sharper rise among blacks, while Hispanics had lower rates than either whites or blacks. Rates for other unintentional injury mortality were similar across groups except for white women over 55, for whom rates were elevated. Conclusions. Data suggest while mortality from unintentional injury related to MVA and poisoning is on the rise for both genders and in most age groups, blacks compared to whites and Hispanics may be suffering a disproportionate burden of mortality related to MVAs and to poisonings among those over 55, which may be related to substance use.

RESUMEN Objetivos. Analizar cambios en las disparidades por raza y grupo étnico en materia de mortalidad por traumatismos no intencionales de 1999 al 2016. Métodos. Los datos de mortalidad de todos los traumatismos no intencionales provienen del Centro Nacional de Estadísticas Sanitarias y se han analizado por separado por causa de traumatismo (colisiones automovilísticas, intoxicaciones y otras causas no intencionales) y por población blanca, negra e hispana, tanto en hombres como en mujeres, en cuatro grupos etarios: de 15 a 19, de 20 a 34, de 35 a 54 y de 55 a 74. Resultados. Las tasas en todos los grupos raciales y étnicos variaron según el sexo, la edad y la causa del traumatismo. La mortalidad por traumatismo no intencional mostró un aumento reciente tanto en hombres como en mujeres, que fue más marcado en el caso de los hombres, y por intoxicación en todos los grupos raciales y étnicos de ambos sexos. La población blanca mostró las tasas más elevadas de mortalidad por intoxicación y el incremento más acentuado en ambos sexos, con excepción de los hombres negros entre 55 y 74 años de edad. La mortalidad por colisión automovilística también registró un aumento en todos los grupos raciales y étnicos, con un incremento mayor en la población negra, mientras que la población hispana mostró tasas inferiores que la blanca o la negra. Las tasas de mortalidad por otros traumatismos no intencionales fueron similares en todos grupos salvo en el caso de las mujeres blancas de más de 55 años, cuyas tasas mostraron un incremento. Conclusiones. Los datos indican que, si bien la mortalidad por traumatismo no intencional relacionada con colisiones automovilísticas e intoxicación está en alza en ambos sexos y en la mayoría de los grupos etarios, la población negra en comparación con la blanca y la hispana puede estar presentando una carga desproporcionada de mortalidad relacionada con colisiones automovilísticas e intoxicación en personas mayores de 55, que podrían estar relacionado con el consumo de sustancias psicoactivas.

RESUMO Objetivos. Analisar as mudanças nas disparidades étnico-raciais da mortalidade por lesões acidentais no período 1999-2016. Métodos. Os dados de mortalidade foram obtidos do Centro Nacional de Estatísticas de Saúde (NCHS) dos Estados Unidos para todos os tipos de lesões acidentais e analisados em separado por causa de lesão (acidentes de trânsito de veículos a motor, envenenamento/intoxicação e outros tipos de acidentes) em grupos populacionais de brancos, negros e hispânicos de ambos os sexos divididos em quatro faixas etárias: 15-19, 20-34, 35-54 e 55-74 anos. Resultados. As taxas de mortalidade nos grupos étnico-raciais variaram segundo sexo, idade e causa de lesão. Houve um aumento recente na mortalidade por lesões acidentais nos sexos masculino e feminino, sendo mais acentuado no sexo masculino e por envenenamento/intoxicação em todos os grupos étnicos-raciais de ambos os sexos. A população branca apresentou as maiores taxas de mortalidade por envenenamento/intoxicação e o aumento mais acentuado na mortalidade em ambos os sexos, exceto por homens negros de 55-74 anos. Ocorreu também um aumento da mortalidade por acidentes de trânsito de veículos a motor em todos os grupos étnico-raciais, sendo mais acentuado em negros, e a mortalidade na população hispânica foi menor que em brancos ou negros. As taxas de mortalidade por outros tipos de acidentes foram semelhantes em todos os grupos, exceto em mulheres brancas acima de 55 anos que apresentaram taxas elevadas. Conclusões. Os dados analisados indicam que, apesar de a mortalidade por lesões acidentais por acidentes de trânsito de veículos a motor e envenenamento/intoxicação estar aumentando em ambos os sexos e na maioria das faixas etárias, em comparação a brancos e hispânicos, os negros possivelmente sofrem um ônus desproporcional de mortalidade por acidentes de trânsito e envenenamento/intoxicação no grupo acima de 55 anos que pode estar associada ao uso de substâncias químicas.
Descritores: Acidentes/mortalidade
Mortalidade/etnologia
Grupos de Populações Continentais/estatística & dados numéricos
Iniquidade Étnica
-Estados Unidos/epidemiologia
Acidentes/classificação
Grupos Étnicos/estatística & dados numéricos
Fatores Sexuais
Fatores Etários
Disparidades nos Níveis de Saúde
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1155160
Autor: Danfá, Lassana.
Título: Violência civilizacional e colonial no olhar de Frantz Fanon e Sigmund Freud / Civilizatory and colonial violence from the standpoint of Frantz Fanon and Sigmund Freud / Violencia civilizatoria y colonial bajo la mirada de Frantz Fanon y Sigmund Freud
Fonte: Psicol. ciênc. prof;40(spe):e230245, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O presente estudo visa discutir a violência na sua relação com o nascimento da civilização e projeto colonial no pensamento de Freud e Fanon. Na obra freudiana, a violência foi abordada a partir das obras: Futuro de uma Ilusão, O Mal-Estar na Civilização, Por Que a Guerra? e Reflexões para os Tempos de Guerra e Morte. E no pensamento fanoniano a partir de Os Condenados da Terra, mais concretamente no capítulo dedicado à violência. A discussão da obra dos autores foi dividida em três momentos. Primeiramente foi discutido o modo como a construção da civilização europeia e a cultura ocidental têm sido marcadas pela violência aos grupos étnicos externos ao Ocidente. No segundo momento, discorre sobre a violência colonial, articulada com a raça, em que a obra de Fanon teve o seu foco principal. Discute-se ainda, por fim, a "contraviolência" e a violência como meio de se subjetivar diante da subjetividade rechaçada.

Abstract This study discusses violence as pertaining to the birth of civilization and colonial project in Freud and Fanon. In Freud's work, violence was approached in the papers: Future of an Illusion and Civilization and its Discontents; Why War? and Refletion on War and Death. Whereas Fanon thoughts are exposed in the book The Condemned of the Earth, most notably in the chapter dedicated to violence. The discussion of the authors' work was divided into three sections, namely: how the construction of European civilization and/or Western culture has been marked by violence to ethnic groups outside the West; colonial violence articulated with race, focus of Fanon's work; and "contraviolence" and violence as a means of self-subjectifying in the face of rejected subjectivity.

Resumen El presente estudio tiene como objetivo discutir la violencia en su relación con el nacimiento de la civilización y el proyecto colonial en Freud y Fanon. En el trabajo de Freud, se abordaba la violencia desde las obras: El Porvenir de una Ilusión, El Malestar en la Cultura; ¿Por Qué la Guerra? y De Guerra y Muerte: Temas de Actualidad. Y en el pensamiento fanoniano la obra Los Condenados de la Tierra, pero concretamente en el capítulo dedicado a la violencia. La discusión del trabajo de los autores se dividió en tres momentos. En primer lugar, se ha discutido la forma en la cual la construcción de la civilización europea y/o la cultura occidental ha estado marcada por la violencia a los grupos étnicos fuera de Occidente. En segundo trata la violencia colonial, articulada con la raza, en la cual el trabajo de Fanon tenía su enfoque principal. Por último, la "contraviolencia" y la violencia se discuten como un medio de subjetivarse frente a la subjetividad rechazada.
Descritores: Psicologia
Violência
Grupos Étnicos
Grupos de Populações Continentais
-Pensamento
Civilização
Cultura
Estado
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão Sistemática
Responsável: BR1552.1 - Biblioteca Central


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Id: lil-715338
Autor: Carrizosa Moog, Jaime.
Título: Eugenesia y discriminación en Colombia: el papel de la medicina y la psiquiatría en la política inmigratoria a principios del siglo XX / Eugenics and Discrimination in Colombia: the Role of Medicine and Psychiatry in Immigration Policy at the Beginning of the 20th Century
Fonte: Rev. colomb. psiquiatr;43(1):58-63, ene.-mar. 2014.
Idioma: es.
Resumo: A finales del siglo XIX la eugenesia tuvo su inicio con la teoría de la evolución. Los académicos disertaron con los avances obtenidos de sus estudios e influyeron progresivamente en la implementación de normas y leyes de higienización para mejorar la raza. Dichos principios sirvieron de base para ir decretando leyes eugenésicas y luego discriminatorias. Colombia no estuvo al margen de dicha corriente y propició leyes inmigratorias congruentes con ese pensamiento en la primera mitad del siglo XX.

With the Theory of Evolution, eugenics had its beginnings during the last decades of the 19th century. Academics discussed the results obtained from their observations, and progressively had influence on the promulgation of laws and norms related to ethnic hygiene and improvement of race. Such principles were the fundamentals to order eugenic and discriminatory laws. Colombia was not outside that discussion and developed immigration laws congruent to that thinking during the first half of the 20th century.
Descritores: Eugenia (Ciência)
-Psiquiatria
Colômbia
Grupos de Populações Continentais
Emigração e Imigração
Políticas
Discriminação Social
Jurisprudência
Medicina
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
História do Século XX
Responsável: CO78 - Asociación Colombiana de Psiquiatría


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Id: lil-597837
Autor: Lopes, Moisés.
Título: A construção social da "branquidade" em homossexuais masculinos do Brasil e da Argentina / La construcción social de la "blanquitud" de homosexuales masculinos de Brasil y Argentina / The social construction of whiteness among gay males in Brazil and Argentina
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(8):113-130, ago. 2011.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo visa desenvolver uma discussão a respeito da construção da "branquidade" entre homens homossexuais que vivem relações estáveis de conjugalidade com outros homens. A perspectiva adotada traz à tona elementos interseccionais de análise tais como gênero, cor/raça, nacionalidade, classe/camada social, grupo etário/geracional, pensados de maneira articulada e contextual. É nessa articulação que se produzem determinadas relações interpessoais, formas particulares de opressão e privilégio, formas contextuais de ser e estar no mundo, e, com isso, uma identidade, um sujeito específico e uma subjetividade particular. Este artigo é baseado em trabalho de campo etnográfico realizado entre 2006 e 2008 com homens com performance de gênero masculina pertencentes à camadas médias que viviam em situação de conjugalidade homossexual no Brasil e na Argentina.

Este artículo discute la construcción de la "blanquitud" entre varones homosexuales que viven relaciones estables de conyugalidad con otros hombres. La perspectiva adoptada conjuga elementos de un análisis interseccional, como género, raza, color, nacionalidad, clase, estrato social, grupo etario y geracional, pensados de manera articulada y contextual. En esa articulación se producem determinadas relaciones interpersonales, formas particulares de opresión y privilegio, formas contextuales de ser y estar en el mundo y, con ello, una identidad, un sujeto específico y una subjetividad particular. Este artículo se basa en trabajo de campo etnográfico realizado entre 2006 y 2008 con varones de performance de género masculina pertencientes a estratos medios que vivían en situación de conyugalidad homosexual en Brasil y Argentina.

This article discusses the construction of "whiteness" among gay men who live in stable conjugal relations with other men. This perspective brings elements of an intersectional analysis of gender, ethnicity, nationality, class, social status, age group and generation. It is in those contexts that particular relationships, forms of oppression and privilege, identities, subjects and subjectivities are produced. The findings presented in this article are based on ethnographic fieldwork conducted between 2006 and 2008 with middle class men with a male gender performance, living in a homosexual conjugal situation in Brazil and Argentina.
Descritores: Classe Social
Grupos Étnicos
Homossexualidade Masculina
Grupos de Populações Continentais
Minorias Sexuais e de Gênero
-Argentina
Identificação Social
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Fatores Raciais
Limites: Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C



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