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Id: biblio-1056219
Autor: Carvalho, Silvia Barbosa de; Costa, Samira Lima da; Ferreira, Andréa Coelho.
Título: Notas sobre pesquisa colaborativa com sacerdotisas da Deusa Iyami Osoronga / Notes on collaborative research with priestesses of the Goddess Iyami Osoronga
Fonte: Fractal rev. psicol;31(spe):214-219, set.-dez. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: A ciência hegemônica, pautada em referenciais coloniais, traça linhas bem definidas entre o eu e o outro da pesquisa. Ao lançar foco sobre as tradições de matriz africana, estas linhas são reforçadas com as cores do racismo, seja na expressão das desigualdades como naturais desta divisão, seja na ratificação de um lugar subalterno, pela desqualificação dos saberes da população negra, desde a escravização. Ainda que este cenário produza imensas desigualdades, ao longo da história os povos tradicionais vêm resistindo, pela manutenção de suas tradições, na produção de valores contracoloniais. Este trabalho visa apresentar os caminhos de uma pesquisa colaborativa, em parceria com as sacerdotisas de uma sociedade secreta de culto à deusa Iyami Osoronga. Pensada a partir do campo da psicossociologia, tem como referencial os estudos de memória, tradição, discursos pós e decoloniais e os estudos culturais. A pesquisa colaborativa tem o intuito de propor, não um desenho de pesquisa focada em uma ou outra teoria, como posicionamento de uma construção específica, singular, dependente direta de suas autoras e de múltiplos fatores, mas levando à reflexão sobre autoria, saberes e fazeres de epistemologias contra-hegemônicas, que pensam e falam "com" e não "de" ou "para" seus "objetos" de pesquisa.(AU)

The hegemonic science based on colonial references draws well defined lines between the self and the other of the research. In the case of the African matrix traditions, these lines are reinforced with the colors of racism, either in the expression of the inequalities as natural of this division, or in the ratification of a subaltern place, by the disqualification of the knowledge of the black population, from enslavement. Although this scenario produces immense inequalities, throughout the history, the traditional people have been resisting, by the maintenance of their traditions, in the production of contracolonials values. This work aims to present the ways of a collaborative research, in partnership with the priestesses of a society secret cult of the goddess Iyami Osoronga. Based on the field of psycho-sociology, with reference to studies of memory, tradition, discourses after and decolonials and cultural studies with reference to studies of memory, tradition, discourses after and decolonials and cultural studies with the purpose of proposing, not a research design focused on one or another theory, but the search for the positioning of a specific construction, unique, direct dependence of its authors and of multiple factors, leading to the reflection on authorship, knowledge and practices of epistemologies against hegemonic, the speak "with" and "for" and not "of" their "objects" of research.(AU)
Descritores: Mulheres
Conhecimento
Cultura
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Limites: Humanos
Feminino
Responsável: BR13.2 - Biblioteca Central de Gragoatá


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Id: biblio-1048719
Autor: Paulista, Janaína Santos; Assunção, Paula Gonçalves; Lima, Fernando Lopes Tavares de.
Título: Acessibilidade da População Negra ao Cuidado Oncológico no Brasil: Revisão Integrativa / Accessibility of Black Population to Oncological Care in Brazil: Integrative Review / Accesibilidad de la Población Negra a la Atención Oncológica en Brasil: Revisión Integrativa
Fonte: Rev. bras. cancerol;65(4), 20191216.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução:Tem-se apontado a persistência de desigualdades raciais na acessibilidade a bens e serviços de saúde, estando o indivíduo com câncer inserido nesse contexto. Objetivo: Analisar os fatores que impactam a acessibilidade da população negra ao cuidado oncológico no Brasil. Método: Por meio de uma revisão integrativa da literatura, buscaram-se, nas bases PubMed, LILACS e Embase, artigos originais publicados em português, inglês e espanhol sem limite temporal. Resultados: Foram incluídos 13 artigos, analisados a partir do tipo de câncer abordado: câncer de mama, câncer ginecológico, câncer de próstata e câncer de cavidade oral. Conclusão: As desigualdades raciais e socioeconômicas refletem nas ações de acessibilidade ao cuidado oncológico, maioritariamente na detecção precoce. Independentemente do tipo de câncer e das formas de diagnóstico e de tratamento, é inegável a dificuldade do paciente negro aos cuidados oncológicos por razões de natureza social e econômica.Os profissionais de saúde deveriam assegurar o atendimento à população negra ao mesmo nível prestado aos demais grupos sociais para garantir e superar as barreiras de acesso aos bens e serviços de saúde.

Introduction: The persistence of racial inequalities in the access to health services has been pointed out and the individual with cancer is within this scenario. Objective: To analyze the factors that impact the accessibility of the black population to cancer care in Brazil. Method: Through an integrative literature review, it were searched original articles published in Portuguese, English and Spanish in the databases PubMed, LILACS and Embase without time limitation. Results: Thirteen articles were included and analyzed based in the type of cancer addressed: breast cancer, gynecological cancer, prostate cancer and oral cancer. Conclusion: The racial and socioeconomic inequalities reflect upon the actions of accessibility to cancer care, mostly in early detection. Regardless of the type of cancer and the forms of diagnosis and treatment, it is unquestionable the difficulty the afro-descendant population has to access oncological care because of social and economic issues. Healthcare providers must ensure the care to the afro-descendant population as much as they do with other social groups to overcome the barriers to access health services.

Introducción: Se ha señalado la persistencia de las desigualdades racial e la accesibilidad a los bienes y servicios de salud, con el individuo con cáncer insertado en este contexto. Objetivo: Analizar los factores que afectan la accesibilidad de la población negra a la atención del cáncer en Brasil. Método: A través de una revisión bibliográfica integradora, se realizar búsquedas en las bases de datos PubMed, LILACS e Embase artículos originales publicados en portugués, inglés y español sin límite de tiempo. Resultados: Se incluyeron 13 artículos, analizado sen función del tipo de cáncer abordado: cáncer de mama, cáncer ginecológico, cáncer de próstata y cáncer de cavidad oral. Conclusión: Las desigualdades raciales y socioeconómicas se reflejan en las acciones de accesibilidad a la atención del cáncer, principalmente en la detección temprana. Independientemente del tipo de cáncer y las formas de diagnóstico y tratamiento, la dificultad del paciente negro en la atención del cáncer es innegable por razones sociales y económicas. Los profesionales de la salud deben garantizar la atención de la población negra al mismo nivel que otros grupos sociales para garantizar y superar las barreras de acceso a los bienes y servicios de salud.
Descritores: Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Acesso aos Serviços de Saúde
Neoplasias/diagnóstico
-Neoplasias da Próstata/diagnóstico
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Neoplasias da Mama/diagnóstico
Neoplasias Bucais/diagnóstico
Saúde das Minorias Étnicas
Fatores Raciais
Neoplasias dos Genitais Femininos/diagnóstico
Neoplasias/terapia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Revisão Sistemática
Responsável: BR440.1 - Biblioteca Geraldo Matos de Sá . Hospital do Câncer I


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Id: biblio-895270
Autor: Silva, Roseane Amorim da; Menezes, Jaileila de Araújo; Souza, Leyllyanne Bezerra de; Silva, Jéssica do Nascimento; Moura, Renata Paula dos Santos; Gaia, Stellamary Brandão Rodrigues.
Título: Vamos conversar?: histórias de jovens sobre o uso de bebidas alcoólicas nas comunidades quilombolas / Let's talk?: stories of young people about the use of alcoholic beverages in quilombola communities / Vamos a hablar?: historias de los jóvenes sobre el uso de alcohol en las comunidades quilombolas
Fonte: Pesqui. prát. psicossociais;12(2):263-279, ago. 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo faz parte da devolutiva dos resultados de uma pesquisa realizada em 2013, em duas comunidades quilombolas, localizadas em Garanhuns/PE. A pesquisa é qualitativa e buscou investigar os significados do uso de álcool entre os(as) jovens, considerando a perspectiva da interseccionalidade. A devolutiva foi constituída por duas etapas: na primeira entramos em contato com os(as) jovens participantes da pesquisa e combinamos a devolutiva. Em seguida, realizamos uma oficina e discutimos os resultados da pesquisa abordando de modo interseccional as questões de gênero, classe social e raça/etnia em relação ao consumo de álcool por jovens das comunidades. os(as) participantes foram bem receptivos aos resultados da pesquisa, apresentados em formato de pequenas histórias, e destacaram: as diversas formas de violência contra as mulheres nas comunidades; o uso de bebidas alcoólicas relacionado à ausência de equipamentos de lazer; e o preconceito sofrido por serem negros(as) e/ou quilombolas, o que ganha relevo quando circulam nos espaços urbanos da cidade, em geral, e no contexto escolar, em especial. Essas questões chamam atenção para que pesquisas e intervenções sejam realizadas nas comunidades, no intuito de contribuir para o enfrentamento das diversas desigualdades sociais que historicamente têm marcado a vida da população quilombola.

This article is part of the return of the results of a survey conducted in 2013, in two quilombola communities, located in Garanhuns/PE. The research is qualitative and sought to investigate the meanings of alcohol use among the young considering the intersectionality perspective. The devolution was constituted by two stages: in the first, we contacted the young participants of the research and we combined the devolution. Next, we held a workshop and discussed the results of the survey. We addressed issues of gender, social class and race/ethnicity in relation to alcohol consumption by youth in the communities. Participants were very receptive to the results of the research, presented in small story format, and highlighted: the various forms of violence against women in the communities; The use of alcoholic beverages related to the absence of leisure equipment; And the prejudice suffered by being black and/or quilombolas, which gains importance when they circulate in the urban spaces of the city in general and in the school context in particular. These issues call attention to the fact that research and interventions are carried out in the communities, in order to contribute to the confrontation of the various social inequalities that historically have marked the life of the quilombola population.
Descritores: Transtornos Relacionados ao Uso de Álcool
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
-Psicologia Social
Serviço Social
Grupos Étnicos
Adolescente
Alcoolismo
Interseccionalidade
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR378.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1056228
Autor: Veiga, Lucas Motta.
Título: Descolonizando a psicologia: notas para uma Psicologia Preta / Decolonizing psychology: notes for a Black Psychology
Fonte: Fractal rev. psicol;31(spe):244-248, set.-dez. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: O presente artigo investiga os efeitos da colonização na produção de subjetividade e na produção de conhecimento, em especial seu desdobramento na formação dos profissionais de psicologia. Com o objetivo de demonstrar a fragilidade da formação em psicologia no Brasil e os impactos do racismo nas subjetividades negras, o artigo apresenta epistemologias do campo da saúde mental historicamente apagadas nos currículos das graduações. Resgatamos o trabalho de Wade Nobles, Naim Akbar, Neusa Santos Sousa, dentre outros intelectuais negros e negras para, numa articulação com nossa experiência clínica, apontar como as subjetividades negras podem ser cuidadas em sua singularidade. Concluímos que o cuidado da saúde mental da população negra brasileira não pode se dar sem um resgate epistemológico das produções negras sobre o tema, e que a dimensão de aquilombamento que é instaurada na clínica quando do atendimento de pacientes negros por psicólogos negros é fundamental na promoção de saúde mental da população negra. Finalizamos estabelecendo direções clínico-políticas para a expansão de uma Psicologia Preta no Brasil.(AU)

This article investigates the effects of colonization on the production of subjectivity and on the production of knowledge, especially its development in the training of psychology professionals. In order to demonstrate the fragility of the training in psychology in Brazil for the treatment of the impacts of racism on black subjectivities, the article presents mental health epistemologies historically erased in the curricula of the graduations. We have retaken the work of Wade Nobles, Naim Akbar, Neusa Santos Sousa, among other black intellectuals and articulated it with our clinical experience to address black subjectivities and how they can be taken care of considering all their singularity. We have concluded that we cannot take care of Brazilian black population's mental health without an epistemological retake of black intellectual work on the subject and that the quilombola dimension instated in the clinical environment when black psychologists take care of black patients is essential in the mental health promotion of black population. We finalized stablishing clinical and political directions to an expansion of a Black Psychology in Brazil.(AU)
Descritores: Psicologia
Saúde Mental
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Limites: Humanos
Responsável: BR13.2 - Biblioteca Central de Gragoatá


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-952455
Autor: Nogueira, Mário Círio; Guerra, Maximiliano Ribeiro; Cintra, Jane Rocha Duarte; Corrêa, Camila Soares Lima; Fayer, Vívian Assis; Bustamante-Teixeira, Maria Teresa.
Título: Disparidade racial na sobrevivência em 10 anos para o câncer de mama: uma análise de mediação usando abordagem de respostas potenciais / Racial disparity in 10-year breast cancer survival: a mediation analysis using potential responses approach / Disparidad racial en la supervivencia en 10 años para el cáncer de mama: un análisis de mediación usando un enfoque de respuestas potenciales
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(9):e00211717, 2018. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Os objetivos foram investigar a associação entre raça/cor e a sobrevivência em 10 anos de mulheres com câncer de mama e o papel do estadiamento como mediador. Coorte hospitalar com 481 mulheres com câncer invasivo de mama, diagnosticadas entre 2003 e 2005. Foram feitas comparações entre mulheres brancas e negras quanto às características sociodemográficas e ao estadiamento, usando o teste qui-quadrado, e à sobrevivência em 10 anos, usando os métodos de Kaplan-Meier e regressão de Cox. Foram estimados para a variável raça/cor efeitos diretos e indiretos, mediados pelo estadiamento, com ajuste para a condição social da área de residência e idade, utilizando o modelo de respostas potenciais (contrafactual) e regressão múltipla de Cox. As mulheres negras residiam em setores censitários de menor renda, eram usuárias do setor público em maior proporção e foram diagnosticadas com estadiamentos mais avançados. A sobrevivência específica em 10 anos foi de 64,3% (IC95%: 60,0; 68,9), com diferença significativa entre brancas (69,5%; IC95%: 64,8; 74,6) e negras (44%; IC95%: 35,2; 55,1). Nos modelos múltiplos, ajustados para renda e idade, as negras tiveram pior prognóstico (HR = 2,09; IC95%: 1,76; 2,51), e a proporção mediada pelo estadiamento foi de 40% (IC95%: 37; 42). Há disparidade racial na sobrevivência do câncer de mama em 10 anos, mediada principalmente pelo estadiamento mais avançado da doença nas mulheres negras. Isso aponta para a necessidade de ampliar a cobertura e a qualidade do programa de rastreamento dessa doença e facilitar o acesso ao diagnóstico e tratamento precoces, com vistas à redução da iniquidade racial.

The study's objectives were to investigate the association between race/color and 10-year survival in women with breast cancer and the role of staging as mediator. This was a hospital cohort with 481 women with invasive breast cancer diagnosed from 2003 to 2005. Comparisons were made between white and black women as to sociodemographic characteristics and staging, using the chi-square test, and 10-year survival, using Kaplan-Meier and Cox regression methods. For the race/color variable, direct and indirect effects were estimated, mediated by staging, with adjustment for the socioeconomic status of the woman's area of residence and age, using the potential responses (counterfactual) model and Cox multiple regression. Black women living in low-income census tracts were more likely to use the public health care system and to be diagnosed at more advanced stages. Breast cancer-specific 10-year survival was 64.3% (95%CI: 60.0; 68.9), with a significant difference between whites (69.5%; 95%CI: 64.8; 74.6) and blacks (44; 95%CI: 35.2%; 55.1). In the multivariate models adjusted for income and age, black women had worse prognosis (HR = 2.09; 95%CI: 1.76; 2.51), and the proportion mediated by staging was 40% (95%CI: 37; 42). There is racial disparity in 10-year breast cancer survival in Brazilian women, mediated mainly by more advanced staging at diagnosis in black women. This highlights the need to expand both the coverage and the quality of breast cancer screening and to facilitate access to early diagnosis and treatment in order to reduce racial inequality.

Los objetivos fueron investigar la asociación entre raza/color y la supervivencia en 10 años de mujeres con cáncer de mama y el papel de la fase de desarrollo como mediador. Se trata de una cohorte hospitalaria de 481 mujeres, con cáncer invasivo de mama, diagnosticadas entre 2003 y 2005. Se realizaron comparaciones entre mujeres blancas y negras, en cuanto a las características sociodemográficas y a la fase del cáncer, usando el test chi-quadrado, y la supervivencia en 10 años, usando los métodos de Kaplan-Meier y regresión de Cox. Se estimaron para la variable raza/color efectos directos e indirectos, mediados por las diferentes fases, con ajuste en la condición social del área de residencia y edad, utilizando el modelo de respuestas potenciales (contrafactual) y regresión múltiple de Cox. Las mujeres negras residían en sectores censitarios de menor renta, eran usuarias del sector público en mayor proporción y fueron diagnosticadas en fases más avanzadas. La supervivencia específica en 10 años fue de un 64,3% (IC95%: 60,0; 68,9), con una diferencia significativa entre blancas (69,5%; IC95%: 64,8%-74,6%) y negras (44%; IC95%: 35,2; 55,1). En los modelos múltiples, ajustados para renta y edad, las negras tuvieron un peor pronóstico (HR = 2,09; IC95%: 1,76-2,51), y la proporción mediada por el estadio fue de un 40% (IC95%: 37; 42). Existe disparidad racial en la supervivencia del cáncer de mama en 10 años, mediada principalmente por el estadio más avanzado de la enfermedad en las mujeres negras. Esto apunta la necesidad de ampliar la cobertura y calidad del programa de rastreo de esa enfermedad y facilitar el acceso al diagnóstico y tratamiento precoces, con vistas a la reducción de la inequidad racial.
Descritores: Neoplasias da Mama/etnologia
Neoplasias da Mama/mortalidade
Disparidades nos Níveis de Saúde
-Fatores Socioeconômicos
Fatores de Tempo
Brasil/etnologia
Neoplasias da Mama/patologia
Modelos de Riscos Proporcionais
Taxa de Sobrevida
Estudos de Coortes
Distribuição por Idade
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu
Estimativa de Kaplan-Meier
Disparidades em Assistência à Saúde/etnologia
Fatores Raciais
Pessoa de Meia-Idade
Estadiamento de Neoplasias
Limites: Humanos
Feminino
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-895262
Autor: Lemos, Flávia Cristina Silveira; Aquime, Rafaele Habib Souza; Franco, Ana Carolina Farias; Piani, Pedro Paulo Freire.
Título: O extermínio de jovens negros pobres no Brasil: práticas biopolíticas em questão / The extermination of young poor black in Brazil: practices biopolitics in question / El exterminio de los jóvenes negros pobres en Brasil: las prácticas biopolíticas en cuestión
Fonte: Pesqui. prát. psicossociais;12(1):164-176, abr. 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo versa sobre a prática de extermínio de jovens pobres e negros, com baixa escolaridade, moradores das periferias urbanas brasileiras, em uma análise da biopolítica em Foucault. O crescente e massivo genocídio desse grupo, somado ao aumento do contingente de aprisionamento dessa população, assinala que o Brasil optou por duas táticas de segurança em defesa social contra um suposto inimigo penal: cadeia e caixão. Interrogar essa realidade e colocá-la em questão é uma inquietação de quem atua com pesquisas em direitos a serem garantidos e protegidos. A crítica à militarização do cotidiano e às subjetividades baseadas no medo e na insegurança deve ser uma pauta da Psicologia, na formação, na extensão, na pesquisa e na publicação.

This article deals with the practice of extermination of poor young people and blacks, with low schooling, residents of suburbs Brazilian, in an analysis biopolitics, in Foucault. The growing and massive genocide of this group plus the increase in the quota for trapping this population notes that Brazil has opted for two tactics of security, in social defense against an alleged criminal enemy, chain and coffin Ask this reality and put it in question is a concern for anyone who works with research social rights to be guaranteed and protected. The criticism of the militarization of everyday life and the subjectivities based on fear and insecurity must be an agenda of Psychology in the areas of education and training, extension, research and publication.

En este artículo se refiere a la práctica de la exterminación de los jóvenes pobres y negros, con baja escolaridad, los residentes de los suburbios brasileños, en un análisis de la biopolítica, en Foucault. La creciente y genocidio en gran escala de este grupo y el aumento de la cuota de captura esta población observa que el Brasil ha optado por dos tácticas de seguridad, de defensa social contra un presunto delincuente enemigo, cadena y ataúd preguntar a esta realidad y se la pone en cuestión es una preocupación para cualquier persona que trabaja en la investigación que se les garanticen los derechos y la protección. Las críticas a la militarización de la vida cotidiana y las subjetividades basadas en el miedo y la inseguridad debe ser un programa de psicología en las áreas de educación y capacitación, extensión, investigación y publicación.
Descritores: Pobreza
Adolescente
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
-Psicologia Social
Problemas Sociais
Violência
Áreas de Pobreza
Discriminação Social
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR378.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-974593
Autor: Bernardo, Fabiula Renilda; Bastos, João Luiz; Moretti-Pires, Rodrigo Otávio.
Título: A dança dos números: aferindo experiências de discriminação em grupos multiplamente marginalizados / Dancing with numbers: measuring experiences with among multiply marginalized groups / Baile de números: evaluando experiencias de discriminación en grupos marginalizados múltiplemente
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(11):e00167117, 2018. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo: O objetivo deste estudo foi analisar a Escala de Discriminação Explícita (EDE), buscando identificar sua capacidade em refletir experiências de discriminação interseccionais sob a perspectiva do cruzamento entre cor/raça, sexo/gênero e posição socioeconômica. Trata-se de estudo baseado em dados de uma pesquisa realizada com uma amostra representativa de estudantes (n = 1.023) da Universidade Federal de Santa Catarina, regularmente matriculados no primeiro semestre de 2012. A análise estatística incluiu estimação das frequências relativas de cada um dos 18 itens da EDE, bem como de suas principais motivações, estratificadas por sexo/gênero, cor/raça e posição socioeconômica. Modelos de regressão binomial negativa possibilitaram avaliar se sexo/gênero, cor/raça e posição socioeconômica constituem preditores do escore de discriminação obtido com o instrumento, mesmo após o ajuste para covariáveis que potencialmente afetam as relações de interesse. Os resultados da análise de cada um dos 18 itens do instrumento sugerem que a EDE possibilita a mensuração da discriminação dentro de um quadro interseccional, uma vez que traz à tona as experiências discriminatórias vivenciadas por subgrupos minoritários, tais como mulheres negras e de posição socioeconômica baixa. Contudo, tal tendência não foi observada no escore global do instrumento, sugerindo que ele não permite situar os respondentes num espectro de variação de discriminação, que inclui graus menos e mais intensos do fenômeno. Pesquisas futuras são necessárias a fim de enfrentar a limitação observada e, assim, dar maior visibilidade às experiências de discriminação de grupos multiplamente marginalizados.

Abstract: The aim of this study was to analyze the Explicit Discrimination Scale (EDS), in order to determine its capacity to reflect intersectional experiences with discrimination among groups subjected to class, race, and gender oppression. The study was based on data from a study conducted in a representative sample of students (n = 1,023) at Federal University of Santa Catarina, Brazil, regularly enrolled during the first semester of 2012. The statistical analysis included estimation of the relative frequencies of each of the 18 items in the EDS, as well as the main reasons, stratified by sex/gender, color/race, and socioeconomic status. Negative binomial regression models allowed assessing whether sex/gender, race/color, and socioeconomic status are predictors of the discrimination score, even after adjusting for covariates that potentially affect the target associations. The results of the analysis of each of the instrument's 18 items suggest that the EDS allows measurement of discrimination in among multiply marginalized groups, since it draws out the experiences with discrimination in minority subgroups, such as low-income black women. Still, this tendency was not observed in the instrument's global score, suggesting that it does not allow positioning the respondent along a spectrum of discrimination that includes less and more intense expressions of the phenomenon. Future studies are needed to deal with this observed limitation and which thus lend greater visibility to the experiences of discrimination in groups exposed to multiple marginalization.

Resumen: El objetivo de este estudio fue analizar la Escala de Discriminación Explícita (EDE), buscando identificar en su elaboración la interseccionalidad, desde la perspectiva del cruce entre color/raza, sexo/género y posición socioeconómica. Se trata de un estudio basado en datos de una investigación realizada con una muestra representativa de estudiantes (n = 1.023) de la Universidad Federal de Santa Catarina, regularmente matriculados en el primer semestre de 2012. El análisis estadístico incluyó una estimación de las frecuencias relativas de cada uno de los 18 ítems de la EDE, así como sus principales motivaciones, estratificadas por sexo/género, color/raza y posición socioeconómica. Los modelos de regresión binomial negativa posibilitaron evaluar si el sexo/género, color/raza y posición socioeconómica constituyen predictores del marcador de discriminación, obtenido con este instrumento, incluso tras el ajuste respecto a las covariables que potencialmente afectan las relaciones de interés. Los resultados del análisis de cada uno de los 18 ítems del instrumento sugieren que la EDE posibilita la medida de discriminación dentro de un cuadro interseccional, ya que pone en tela de juicio las experiencias discriminatorias vividas por subgrupos minoritarios, tales como mujeres negras y de posición socioeconómica baja. No obstante, tal tendencia no se observó en el marcador global del instrumento, sugiriendo que no permite situar a quienes respondieron en un espectro de variación de discriminación, que incluye grados más y menos intensos del fenómeno. Se necesitan investigaciones futuras, con el fin de hacer frente a la limitación observada y, así, dar mayor visibilidad a las experiencias de discriminación de grupos múltiplemente marginalizados.
Descritores: Preconceito/estatística & dados numéricos
Racismo/estatística & dados numéricos
Sexismo/estatística & dados numéricos
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Fatores Sexuais
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Grupo com Ancestrais do Continente Africano/estatística & dados numéricos
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu/estatística & dados numéricos
Autorrelato
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adolescente
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Barreto, Sandhi Maria
Chor, Dóra
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Id: biblio-952375
Autor: Mendes, Patrícia Miranda; Nobre, Aline Araújo; Griep, Rosane Härter; Guimarães, Joanna Miguez Nery; Juvanhol, Leidjaira Lopes; Barreto, Sandhi Maria; Pereira, Alexandre; Chor, Dóra.
Título: Association between perceived racial discrimination and hypertension: findings from the ELSA-Brasil study / A associação entre discriminação racial percebida e hipertensão: achados do estudo ELSA-Brasil / Asociación entre la discriminación racial percibida y la hipertensión: hallazgos del estudio ELSA-Brasil
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(2):e00050317, 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: "Pardos" and blacks in Brazil and blacks in the USA are at greater risk of developing arterial hypertension than whites, and the causes of this inequality are still little understood. Psychosocial and contextual factors, including racial discrimination, are indicated as conditions associated with this inequality. The aim of this study was to identify the association between perceived racial discrimination and hypertension. The study evaluated 14,012 workers from the ELSA-Brazil baseline population. Perceived discrimination was measured by the Lifetime Major Events Scale, adapted to Portuguese. Classification by race/color followed the categories proposed by Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). Hypertension was defined by standard criteria. The association between the compound variable - race/racial discrimination - and hypertension was estimated by Poisson regression with robust variance and stratified by the categories of body mass index (BMI) and sex. Choosing white women as the reference group, in the BMI < 25kg/m2 stratum, "pardo" women showed adjusted OR for arterial hypertension of 1.98 (95%CI: 1.17-3.36) and 1.3 (95%CI: 1.13-1.65), respectively, whether or not they experienced racial discrimination. For black women, ORs were 1.9 (95%CI: 1.42-2.62) and 1.72 (95%CI: 1.36-2.18), respectively, for the same categories. Among women with BMI > 25kg/m2 and men in any BMI category, no effect of racial discrimination was identified. Despite the differences in point estimates of prevalence of hypertension between "pardo" women who reported and those who did not report discrimination, our results are insufficient to assert that an association exists between racial discrimination and hypertension.

Pretos e pardos no Brasil e negros nos Estados Unidos têm risco aumentado de desenvolver hipertensão arterial, quando comparados com brancos, mas as causas dessa desigualdade ainda são pouco compreendidas. Fatores psicossociais e contextuais, inclusive discriminação racial, têm sido apontados como condições associadas a essa desigualdade. O estudo teve como objetivo identificar a associação entre discriminação racial percebida e hipertensão. O estudo avaliou 14.012 participantes da linha de base do estudo ELSA-Brasil. A discriminação foi medida com a Lifetime Major Events Scale, adaptada para português. A classificação de raça/cor seguiu as categorias propostas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Hipertensão arterial foi definida de acordo com as diretrizes atuais. A associação entre a variável composta - raça/discriminação racial - e hipertensão foi estimada através de regressão de Poisson com variância robusta, e estratificada pelas categorias de índice de massa corporal (IMC) e gênero. Tendo como categoria de referência as mulheres brancas, no estrato de IMC < 25kg/m2, as mulheres pardas mostraram OR ajustada para hipertensão arterial de 1,98 (IC95%: 1,17-3,36) e 1,3 (IC95%: 1,13-1,65), respectivamente, conforme relatavam ou não a exposição à discriminação racial. Para as mulheres pretas, as ORs foram 1,9 (IC95%: 1,42-2,62) e 1,72 (IC95%: 1,36-2,18), respectivamente, para as mesmas categorias. Entre mulheres com IMC > 25kg/m2 e homens em qualquer categoria de IMC, não foi identificado nenhum efeito de discriminação racial. Apesar das diferenças nas estimativas pontuais da prevalência de hipertensão entre mulheres pardas que relataram (vs. não relataram) discriminação racial, nossos resultados são insuficientes para afirmar que existe uma associação entre discriminação racial percebida e hipertensão.

Los "mestizos" y negros in Brasil y los negros en los EE.UU. tienen un riesgo mayor de desarrollar hipertensión que los blancos, y las causas de esta inequidad se han estudiado poco. Factores psicosociales y contextuales, incluyendo la discriminación racial, han sido identificados como las condiciones asociadas a esta inequidad. El objetivo de este estudio fue identificar la asociación entre la discriminación racial percibida y la hipertensión. El estudio evaluó a 14.012 trabajadores procedentes de la base de referencia poblacional del ELSA-Brasil. La discriminación percibida se midió mediante la Lifetime Major Events Scale, adaptada al portugués. La clasificación por raza/color siguió las categorías propuestas por el Instituto Brasileño de Geografía y Estadística. La hipertensión fue definida por criterios estándar. La asociación entre la variable compuesta -raza/discriminación racial- e hipertensión se estimó por regresión de Poisson con varianza robusta y estratificada por las categorías: índice de masa corporal (IMC) y sexo. Se eligieron mujeres blancas como grupo de referencia, en el IMC < 25kg/m2 estrato, las mujeres "mestizas" mostraron una proporción de probabilidades ajustadas para hipertensión arterial de 1,98 (IC95%: 1,17-3,36) y 1,3 (IC95%: 1,13-1,65), respectivamente, hayan o no sufrido discriminación racial. Para las mujeres negras, la proporción de probabilidades ajustadas fueron 1,9 (IC95%: 1,42-2,62) y 1,72 (IC95%: 1,36-2,18), respectivamente, en las mismas categorías. Entre las mujeres con IMC > 25kg/m2 y hombres en cualquier categoría IMC, no se identificaron efectos de discriminación racial. A pesar de las diferencias en las estimaciones puntuales sobre la prevalencia de la hipertensión entre las mujeres "mestizas", que informaron y no informaron discriminación racial, nuestros resultados son insuficientes para afirmar que existe una asociación entre la discriminación racial e hipertensión.
Descritores: Racismo
Hipertensão/etnologia
Hipertensão/psicologia
-Fatores Socioeconômicos
Afro-Americanos
Brasil/epidemiologia
Índice de Massa Corporal
Fatores Sexuais
Prevalência
Fatores de Risco
Estudos de Coortes
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Grupo com Ancestrais do Continente Europeu
Pressão Arterial
Hipertensão/epidemiologia
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1095578
Autor: Mussi, Ricardo Franklin de Freitas; Figueiredo, Ana Claudia Moraes Godoy; Queiroz, Bruno Morbeck de; Petroski, Edio Luiz; Rodrigues, Deyvis Nascimento; Almeida, Claudio Bispo de.
Título: Simultaneidades dos componentes da síndrome metabólica em adultos quilombolas baianos, Brasil / Clusters of metabolic syndrome components in adult quilombolas (inhabitants of black communities) from bahia state, Brazil / Simultaneidades de los componentes del síndrome metabólico en adultos de quilombolas (habitantes de comunidades negras) baianos, Brasil
Fonte: Nursing (Säo Paulo);23(261), fev.2020.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: analisar os padrões de simultaneidade da síndrome metabólica e os fatores sociodemográficos associados em quilombolas baianos. Métodos: Na amostra representativa de 850 adultos quilombolas, os componentes da síndrome metabólica foram definidos conforme o critério Joint Interim Statement. A razão entre a prevalência observada e a esperada determinaram as simultaneidades aumentadas. A regressão de Poisson com variância robusta testou as associações da maior simultaneidade e as variáveis sociodemográficas. Resultados: Metade das combinações da síndrome metabólica apresentaram prevalência observada maior que prevalência esperada. A hipertrigliceridemia foi o componente mais presente nas simultaneidades aumentadas. Após análise múltipla situação laboral e escolaridade permaneceram associadas (p<0,05) à maior simultaneidade. Conclusão: Ocorreu alta presença de simultaneidades aumentas em adultos quilombolas, tendo a hipertrigliceridemia como elemento mais recorrente. Além disso, a maior simultaneidade se associou trabalho remunerado e <5 anos de escolarização.(AU)

Objective: To analyze the simultaneity patterns of the metabolic syndrome and the associated sociodemographic factors in Bahian quilombolas. Methods: In the representative sample of 850 quilombola adults, the components of the metabolic syndrome were defined according to the Joint Interim Statement criterion. The ratio between observed and expected prevalence determined the increased simultaneities. Poisson regression with robust variance tested the associations of greatest simultaneity and sociodemographic variables. Results: Half of the metabolic syndrome combinations had higher prevalence than expected prevalence. Hypertriglyceridemia was the most common component in the increased simultaneities. After multiple analysis, employment status and education remained associated (p <0.05) with greater simultaneity. Conclusion: There was a high presence of increased simultaneities in quilombola adults, with hypertriglyceridemia as the most recurrent element. In addition, the highest simultaneity was associated with paid work and <5 years of schooling.(AU)

Objetivo: analizar los patrones de simultaneidad del síndrome metabólico y los factores sociodemográficos asociados en las quilombolas de Bahía. Métodos: En la muestra representativa de 850 adultos de quilombola, los componentes del síndrome metabólico se definieron de acuerdo con el criterio de la Declaración Interina Conjunta. La relación entre la prevalencia observada y la esperada determinó el aumento de las simultaneidades. La regresión de Poisson con varianza robusta probó las asociaciones de mayor simultaneidad y variables sociodemográficas. Resultados: La mitad de las combinaciones de síndrome metabólico tuvieron una prevalencia más alta que la esperada. La hipertrigliceridemia fue el componente más común en el aumento de las simultaneidades. Después de múltiples análisis, la situación laboral y la educación permanecieron asociadas (p <0.05) con una mayor simultaneidad. Conclusión: Hubo una alta presencia de simultaneidades aumentadas en adultos de quilombola, con hipertrigliceridemia como el elemento más recurrente. Además, la mayor simultaneidad se asoció con el trabajo remunerado y <5 años de escolaridad.(AU)
Descritores: Inquéritos Epidemiológicos
Indicadores Sociais
Síndrome Metabólica
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
-Fatores Socioeconômicos
Dislipidemias
Limites: Humanos
Responsável: BR21.2 - BVS Enfermería


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-984135
Autor: Jaramillo-Mejía, Marta Cecilia; Chernichovsky, Dov.
Título: Early adolescent childbearing in Colombia: time-trends and consequences / Maternidad prematura adolescente en Colombia: tendencias temporales y consecuencias / Gravidez precoce na adolescência na Colômbia: tendências temporais e consequências
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);35(2):e00020918, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Teenage childbearing has been increasing, especially among girls aged 10 to 14 years, slowing the improvements in public health and propelling social marginalization. The objective of this article is to study adolescent pregnancy in Colombia and suggest possible policy interventions. The study comprises univariate and multivariate analyses that examine trends and correlates of teenage childbirth and related infant mortality in Colombia between 2001-2011 using complete vital statistics. The study compares, by relative risk analysis as well, two groups of teenage mothers, aged 10 to 14 years and 15 to 19 years, with a reference group of mothers aged 20 to 34 years. During the study period, the average of annual birth rates increased 2.6% and 0.8% in mothers aged 10 to 14 years, and 15 to 19 years respectively, whereas it declined at an average rate of 0.2% annually for mothers aged 20 to 35 years. Simultaneously, while the overall rate declined, the infant mortality rate (IMR) of the youngest group was consistently higher during the entire period compared to the IMR of older groups. Compared with the other groups, mothers aged from 10 to 14 were more likely to be unmarried, rural, indigenous or afro-descendant, and have less access to health care. The study demonstrates that early teenage childbirth is a growing challenge at least in Colombia. These mothers are at higher risk of losing their babies while being poor and remaining poor. The study suggests the need for policy that targets appropriate education and health care to poor girls as early as age 10 and even younger.

La maternidad prematura se ha visto incrementada, especialmente entre niñas con edades comprendidas entre los 10 a 14 años, aminorando mejoras en la salud pública y propagando la marginalización social. El objetivo de este artículo es estudiar los embarazos adolescentes en Colombia y sugerir posibles políticas de intervención. El estudio abarca análisis univariados y multivariados que examinan tendencias y correlacionan el parto en la adolescencia y la mortalidad infantil relacionada, en Colombia, durante el periodo de 2001 a 2011, usando estadísticas vitales completas. El estudio compara, también, mediante un análisis de riesgos relativos, a dos grupos de madres adolescentes, con edades de 10 a 14 y edades de 15 a 19 años, con un grupo de referencia, madres con edades de 20 a 34. Durante el período de estudio, la media anual de la tasa de natalidad se incrementó un 2,6% y un 0,8% en madres con edades de 10 a 14 años, y edades de 15 a 19 años, respectivamente, mientras que decreció a una tasa media de 0,2% anualmente en madres con 20-35 años de edad. Simultáneamente, mientras disminuía en general, la tasa de mortalidad infantil (TMI) del grupo más joven fue consistentemente más alta durante todo el período que la TMI de los grupos con mayor edad. Comparadas con otros grupos, las madres con edades entre 10 a 14 años eran más propensas a no estar casadas, ser procedentes del ámbito rural, indígenas o afro-mulatas, y contar con menor acceso a servicios de salud. El estudio demuestra que la maternidad prematura en adolescentes es un desafío creciente, al menos en Colombia. Estas madres tienen un riesgo más alto de perder a sus bebés mientras están en situación de pobreza. El estudio indica la necesidad de políticas que tengan como objetivo una educación apropiada y cuidados de salud, dirigidos a niñas pobres, desde una edad tan temprana como los 10 años o incluso más jóvenes.

A gravidez na adolescência tem crescido, especialmente na faixa etária de 10 a 14 anos, freando avanços na saúde pública e impulsionando a marginalização social. O objetivo deste artigo é estudar a gravidez na adolescência na Colômbia e sugerir possíveis intervenções de políticas públicas. O estudo consiste em análises univariadas e multivariadas que examinam tendências e correlativos da gravidez na adolescência e da mortalidade infantil associada na Colômbia no período de 2001 a 2011 usando estatísticas vitais completas. O estudo compara, também por meio de análise de risco relativo, dois grupos de mães adolescentes, com idade entre 10 e 14 anos e entre 15 e 19 anos, com um grupo de referência, mães com idade entre 20 e 34 anos. Durante o período do estudo, as taxas médias anuais de natalidade aumentaram em 2,6% e 0,8% entre as mães com idade entre 10 e 14 e entre 15 e 19 anos, respectivamente, ao mesmo tempo em que sofreram uma redução, a uma taxa média anual de 0,2%, entre as mães com idade entre 20 e 35 anos. Ao mesmo tempo, a taxa de mortalidade infantil (TMI) do grupo mais jovem foi consistentemente mais alta do que a dos grupos mais velhos, ainda que tenha sofrido uma redução. Quando comparadas aos outros grupos, mães com idade entre 10 e 14 anos tinham maior probabilidade de serem solteiras, indígenas ou Afro-mulatas, viverem em áreas rurais e terem menos acesso a serviços de saúde. Este estudo demonstra que a gravidez precoce na adolescência é um desafio crescente, pelo menos na Colômbia. Essas mães têm risco maior de perderem seus bebês e, simultaneamente, de serem e permanecerem pobres. O estudo sugere a necessidade de políticas dirigidas à educação e serviços de saúde apropriados para meninas pobres a partir dos 10 anos e até mais jovens.
Descritores: Gravidez na Adolescência/estatística & dados numéricos
Mortalidade Infantil/tendências
Coeficiente de Natalidade/tendências
-Gravidez na Adolescência/etnologia
Comportamento Sexual
Fatores Socioeconômicos
Índios Sul-Americanos
Coeficiente de Natalidade/etnologia
Fatores de Risco
Colômbia/epidemiologia
Grupo com Ancestrais do Continente Africano
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Lactente
Criança
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME



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