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Pesquisa : N01.400.512 [Categoria DeCS]
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Id: biblio-1130094
Autor: Aparecido de Faria, Mateus.
Título: A luta é coletiva, mas a resistência é individual? violências vivenciadas e estratégias de enfrentamento construídas pela comunidade universitária de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e outras identidades / The struggle is collective, but resistance is individual? violence and coping strategies developed by the university community of lesbian, gay, bisexual, travesti, transsexual and other identities / La lucha es colectiva, pero ¿es individual la resistencia? violencias vivenciadas y estrategias de enfrentamiento construidas por la comunidad universitaria de lesbianas, gays, bisexuales, travestis, transexuales y otras identidades
Fonte: Rev. baiana saúde pública;42(3), 01/09/2018.
Idioma: pt.
Resumo: A comunidade de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e outras identidades (LGBT+) tem vivenciado aumento das taxas de homicídio, independentemente da região do globo. Tal indicador não considera as múltiplas violências cotidianas que não possuem noticiabilidade, apesar de impactarem na saúde desses indivíduos. Ainda assim as pessoas LGBT+ existem e resistem, por meio de ações e práticas que visam lidar com esse ambiente violento, as chamadas estratégias de enfrentamento. Desse modo, o objetivo da pesquisa foi identificar e analisar as violências experienciadas e as estratégias de enfrentamento desenvolvidas pela comunidade universitária LGBT+. Compreender como as pessoas LGBT+ significam as violências de gênero e/ou orientação sexual e as formas de lidar com tais eventos é importante para o fortalecimento dessas vidas na (sobre)vivência. Foi uma pesquisa qualitativa exploratória e descritivo-interpretativa com nove participantes reunidos pela técnica Bola de Neve, com os quais foi feita entrevista individual com roteiro semiestruturado. A análise das entrevistas foi baseada na Teoria Social do Discurso, que busca oferecer suporte científico para pesquisas sobre o funcionamento dos discursos na instauração, manutenção e/ou superação de problemas socialmente construídos. O procedimento metodológico pela Teoria Social do Discurso possui três dimensões: análise do texto (descrição), análise da prática discursiva (interpretação) e da prática social (explanação crítica). Para auxiliar na análise textual, foi utilizado o software brasileiro Kitconc versão 4.0. Os resultados denotam que as concepções de violência construídas pelas(os) participantes estão ligadas, majoritariamente, a itens lexicais dos produtos de cenas violentas (morte, agressão, violação de direitos) e, com menos frequência, a características de quem agride ou da pessoa que é agredida. Tal diversidade de conceitos de violência está ligada a diferentes práticas discursivas, como institucionalista, subjetivista ou legalista. Ao adentrar nas entrevistas, percebemos que definir violência é utilizar de elementos de sua própria constituição, como experiências escolares e formação acadêmica, em que ordens do discurso bélicas como "violência é prisão" ou "violência é ser bombardeada por olhares agressores" foram frequentes. A violência, portanto, conforma o sujeito LGBT+ a um corpo-limite, que é restringido simbólica, geográfica e fisicamente do tecido social. As cenas violentas narradas pelas(os) participantes permeiam toda a vida social, começando na escola, pelo bullying, e se reproduzindo no trabalho, na rua, na vizinhança, na família. A performatividade LGBT+ é mirada violentamente pela sociedade, uma vez que esta tem se baseado em valores e crenças anacrônicos. O objetivo, portanto, é a eliminação das contradições evidenciadas pelos corpos LGBT+ e a naturalização da cis-heteronormatividade, notadamente atravessada por outros marcadores, como racismo e xenofobia. A sobrevivência das(os) participantes a essas cenas violentas perpassa a formação de redes de amizades que, segundo um participante, "se você não tem, você não sobrevive não". Outras redes de apoio também foram importantes nessa resistência, como a religião (espiritismo, principalmente), família e ambiente universitário. No entanto também foi marcante a ausência de apoio contra as violências direcionadas à população LGBT+, já que instituições pretensamente de proteção agem de forma negligente frente a crimes de ódio, como polícia e escola. A internet e os movimentos sociais aparecem, com menos frequência, como espaços de empoderamento e circulação de discursos contra-hegemônicos. Conclusões provisórias indicam a produção de uma vida vigilante: nunca se sabe quando a pessoa LGBT+ receberá uma lâmpada na cara, será apedrejada ou mesmo servirá de subsídio para piadas. Todas as cenas violentas narradas parecem estar potencialmente presentes onde quer que a heteronorma ­ aquela norma do outro, inalcançável, porém aparentemente obrigatória ­ seja perceptível ou esteja apenas latente. Pela constante presença de algo que te impeça de ser, a contra-hegemonia também precisa ser constante, vigilante, seja para transformar a cena, seja para conformar-se. A transformação nessa vida vigilante ocorre na defesa, a todo instante, de um modo de viver legítimo, que precisa ser respeitado em suas características. Já a conformação serve para o corpo resistir, assim força-se uma externalização de atos-padrão, facilmente aceitos e aprovados, já que estão dentro da norma. Caso não seja, sua exclusão física ou simbólica é certa. Metaforizando, vida vigilante de conformação aponta suas câmeras de monitoramento para dentro, e a de transformação as direciona para fora. Sabemos que a direção das câmeras indica onde está o perigo.

The community of lesbian, gay, bisexual, travesti, transsexual and other identities (LGBT+) has experienced an increase in homicide rates worldwide. This indicator does not consider the daily violence unannounced in news reports, despite having an impact on health of these individuals. Yet, LGBT+ people exist and resist through actions and practices directed against this violent environment, the so-called coping strategies. Thus, this paper identifies and analyzes the violence experienced by the LGBT+ university community and their coping strategies. Understanding how LGBT+ people signify gender-based violence and/or sexual orientation and the manner this population deals with such events are important for strengthening their survival/experience. This is a qualitative exploratory and descriptive-interpretive study with nine participants gathered by the Snowball technique who underwent individual semi-structured interview. Analysis was based on the Social Theory of Discourse, which provides scientific support for research on how discourses function in the establishment, maintenance and/or overcoming of socially constructed matters. The methodological procedure of Social Theory of Discourse has three dimensions: text analysis (description), analysis of discursive practice (interpretation) and social practice (critical explanation). To support textual analysis, we used the Brazilian application software Kitconc version 4.0. The results show that the conceptions of violence developed by the participants are mostly related to lexical items of violent scenarios (death, aggression, violation of rights) and, less frequently, to characteristics of the person who attacks or the person who suffers the attack. Such diversity of concepts of violence is associated with different discursive practices such as the institutionalist, subjectivist or legalistic. The interviews show that defining violence means using elements of one's own constitution, such as school experiences and academic formation, in which war-based orders of discourse such as "violence is prison" or "violence is being bombarded by aggressive looks" were frequent. Violence, therefore, subjects the LGBT+ individual to limitation-by-body, referring to a body which is symbolically, geographically and physically restricted from their social environment. The violent scenes narrated by the participants permeate all of social life, starting at school, bullying, and being reproduced at work, on the streets, in the neighborhood, in the family. LGBT+ performativity is viewed as violent by society, since it has been based on anachronistic values and beliefs. This paper serves to eliminate the contradictions evidenced by LGBT+ persons and the naturalization of cis-heteronormativity, notably affected by other markers such as racism and xenophobia. The survival of the participants in these violent scenarios permeates the formation of friendship networks that, according to one participant, "if you do not have it, you cannot survive". Other support networks were also important in this resistance, such as religious (mainly spiritism), familiar and university environments. However, the absence of support against violence targetting the LGBT+ population was also notable, since supposedly protective institutions act negligently in the face of hate crimes by the police and in school. The Internet and social movements appear less frequently as spaces for the empowerment and circulation of counter-hegemonic discourses. Interim conclusions indicate the production of a vigilant life: it is never possible to know when the LGBT+ person will receive a light bulb in their face, be stoned by others or even serve as a jokes scapegoat. All violent scenes mentioned by participants seem to be potentially present wherever the heteronorm ­ the norms of the others, unreachable, but apparently obligatory ­ is perceptible or even just latent. Due to the constant presence of something that prevents the individual of being themselves, counter-hegemony also needs to be constant, vigilant, either to transform the scene or to conform oneself to it. The transformation in this vigilant life occurs in defense of a legitimate way of living, which must be respected in its characteristics at all times. The conformation serves for the body to resist, thus it forces an externalization of standard acts, easily accepted and approved, as they are within the norm. If it is not, its physical or symbolic exclusion is certain. Turning this into a metaphor, a life wary of conformation points its monitoring cameras inwards, and a life of transformation directs them out. We know that the direction of the cameras indicates where the danger lies.

Se ha experimentado un aumento en las tasas de homicidio de la comunidad de lesbianas, gays, bisexuales, travestis, transexuales y otras identidades (LGBT+) independiente de la región del globo. Pero este indicador no considera las múltiples violencias cotidianas que no tienen noticiabilidad, a pesar de su impacto a la salud. Las personas LGBT+ existen y resisten, por medio de acciones y prácticas que tratan de lidiar con ese ambiente violento las llamadas estrategias de enfrentamiento. El objetivo de la investigación fue identificar y analizar las violencias experimentadas y las estrategias de enfrentamiento desarrolladas por la comunidad universitaria LGBT+. Es importante para el fortalecimiento de la (super)vivencia de las personas LGBT+ comprender cómo significan las violencias de género y/u orientación sexual y las formas de lidiar con estos eventos. Este estudio es cualitativo, exploratorio y descriptivo-interpretativo, realizado con nueve participantes reunidos por la técnica Bola de Nieve, con los que se realizó una entrevista individual semiestructurada. Para el análisis de las entrevistas se utilizó la Teoría Social del Discurso, que busca ofrecer soporte científico para investigaciones sobre el funcionamiento de los discursos en la instauración, mantenimiento y/o superación de problemas socialmente construidos. El procedimiento metodológico por la Teoría Social del Discurso tiene tres dimensiones: análisis del texto (descripción), análisis de la práctica discursiva (interpretación) y análisis de la práctica social (explicación crítica). Para auxiliar en el análisis textual, se utilizó el software brasileño Kitconc versión 4.0. Los resultados apuntan que las concepciones de violencia construidas por las/los participantes se vinculan mayoritariamente a elementos léxicos de los productos de escenas violentas (muerte, agresión, violación de derechos) y, con menos frecuencia, a las características de quien ataca o de la persona agredida. Esta diversidad de concepciones de violencia está relacionada con diferentes prácticas discursivas, como institucionales, subjetivas o legales. Desde las entrevistas, percibimos que al definir violencia se utilizan elementos propios construidos, como experiencias escolares y formación académica, en que fueron frecuentes órdenes del discurso bélicas como "violencia es prisión" o "violencia es ser bombardeada por miradas agresoras". La violencia, por lo tanto, conforma al sujeto LGBT+ a un cuerpo límite, que se restringe simbólica, geográfica y físicamente del tejido social. Las escenas violentas relatadas por los/las participantes atraviesan toda la vida social, empieza en la escuela por el acoso escolar y se reproduce en el trabajo, en la calle, en la vecindad, en la familia. La sociedad mira de forma violenta la performatividad LGBT+, ya que se ha basado en valores y creencias anacrónicas. Su objetivo, por lo tanto, es eliminar las contradicciones evidenciadas por los cuerpos LGBT + y la naturalización de la cisheteronormatividad, especialmente atravesada por otros marcadores como el racismo y la xenofobia. La supervivencia de los/las participantes en esas escenas violentas atravesó la formación de redes de amistades que, según un participante, "si usted no tiene, no sobrevive". Otras redes de apoyo también fueron importantes para esa resistencia, como religión (espiritismo, principalmente), familia y ambiente universitario. Sin embargo, el apoyo fue ausente contra las violencias dirigidas a la población LGBT+, ya que las instituciones supuestamente de protección actúan de forma negligente frente a crímenes de odio, como la policía y la escuela. La Internet y los movimientos sociales aparecen, con menos frecuencia, como espacios de empoderamiento y circulación de discursos contrahegemónicos. Las conclusiones indican una vida vigilante: nunca se sabe cuándo la persona LGBT+ recibirá una lámpara en la cara, será apedreada o incluso servirá de subsidio para chistes. Todas las escenas violentas narradas parecen estar presentes dondequiera que la heteronorma ­la norma del otro, inalcanzable, pero aparentemente obligatoria­ sea perceptible o esté latente. Por la constante presencia de algo que impida ser, la contrahegemonía también necesita ser constante, vigilante, sea para transformar la escena, o conformarse. La transformación en esa vida vigilante se produce en la defensa a todo instante de un modo de vivir legítimo, que necesita ser respetado en sus características. La conformación sirve de resistencia al cuerpo, así se fuerza una externalización de actos estándares fácilmente aceptados y aprobados, ya que están dentro de la norma. Si no es así, su exclusión física o simbólica es cierta. Metaforizando, la vida vigilante de conformación apunta sus cámaras de monitoreo hacia adentro, y la de transformación las dirige hacia fuera. Sabemos que la dirección de las cámaras indica donde está el peligro.
Descritores: Violência
Saúde Pública
Saúde das Minorias
Minorias Sexuais e de Gênero
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR15.1 - Biblioteca de Ciências Biomédicas


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Id: biblio-1135682
Autor: Schultz, Águida Luana Veriato; Dotta, Renata Maria; Stock, Bárbara Sordi; Dias, Míriam Thais Guterres.
Título: Limites e desafios para o acesso das mulheres privadas de liberdade e egressas do sistema prisional nas Redes de Atenção à Saúde / Limits and challenges for women deprived of their liberty and those released from the prison system in the Health Care Networks
Fonte: Physis (Rio J.);30(3):e300325, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O trabalho analisa os limites e desafios para o acesso da população prisional feminina e egressa do sistema prisional nos serviços da Rede de Atenção à Saúde (RAS). Trata-se de estudo qualitativo, exploratório e descritivo realizado com dez trabalhadores de uma Equipe de Atenção Básica prisional de um presídio feminino na Região Sul do Brasil. Realizaram-se sessões de grupo focal e os dados foram analisados tematicamente, resultando em dois eixos: (a) Barreiras para inclusão das reclusas na RAS; e (b) Barreiras para inclusão das egressas na RAS. Apesar de a unidade básica de saúde prisional ser considerada a principal porta de entrada da população carcerária no sistema de saúde, ainda precisa ser organizada para tornar-se ordenadora do cuidado à saúde da mulher. As dificuldades para o acesso das egressas nos serviços de saúde extramuros contribuem para a descontinuidade do tratamento, haja vista a falta de acompanhamento desta população pelos componentes da RAS, especialmente pelos serviços de saúde mental. Faz-se necessário avançar na ampliação e otimização de serviços mais equitativas e integrais, estimulando a integração na gestão de fluxos entre a atenção básica prisional e os demais dispositivos da RAS.

Abstract The work analyzes the limits and challenges for the access of the female prison population released from the prison system in the services of the Health Care Network (RAS). This is a qualitative, exploratory and descriptive study conducted with ten workers from a prison primary care team in a female prison in the South Region of Brazil. Focus group sessions were held and the data were analyzed thematically, resulting in two axes: (a) Barriers for the inclusion of prisoners in the RAS; and (b) Barriers to the inclusion of graduates in the RAS. Even though the basic prison health unit is considered the main gateway for the prison population to the health system, it still needs to be organized to become the ordering of women's health care. Difficulties in accessing these women in extramural health services contribute to the discontinuity of treatment, given the lack of monitoring of this population by the components of the HCN, especially by mental health services. It is necessary to advance in the expansion and optimization of more equitable and comprehensive services, stimulating the integration in the flow management between the primary prison care and the other RAS devices.
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Prisões
Mulheres
Saúde da Mulher
Assistência à Saúde Mental
Acesso aos Serviços de Saúde
-Sistema Único de Saúde
Brasil
Saúde das Minorias
Integralidade em Saúde
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1143444
Autor: Abade, Erik Asley Ferreira; Chaves, Sônia Cristina Lima; Silva, Gisella Cristina de Oliveira.
Título: Saúde da população LGBT: uma análise dos agentes, dos objetos de interesse e das disputas de um espaço de produção científica emergente / Health of the LGBT population: an analysis of agents, objects of interest and disputes in an emerging scientific production space
Fonte: Physis (Rio J.);30(4):e300418, 2020. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Revisão sistemática da produção científica sobre a saúde de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) na América Latina de 2001 a 2018. Foram analisados 161 artigos, indexados nas bases de SciELO, LILACS, Pubmed e Web of Science. A análise apoiou-se nos conceitos de campo, agentes e capitais de Pierre Bourdieu e revelou que há um espaço emergente de produção sobre a temática, ocupado principalmente por agentes da Saúde Coletiva, Psicologia, Enfermagem e Psiquiatria. Nesse espaço, a questão da violência e discriminação e seus efeitos na saúde mental, no ensino e na atuação profissional tem sido principal objeto de interesse, ao lado das repercussões de modificações corporais para travestis e transexuais. Destaca-se que os subgrupos, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são alvos de diferentes objetos de pesquisas, permanecendo a disputa central da categorização pela ciência de cada um desses grupos.

Abstract Systematic review of scientific production on the health of lesbians, gays, bisexuals, transvestites and transsexuals (LGBT) in Latin America from 2001 to 2018. We analyzed 161 articles indexed on the bases of SciELO, LILACS, Pubmed and Web of Science. The analysis was based on the concepts of field, agents and capital of Pierre Bourdieu and revealed that there is an emerging space of production on the theme, occupied mainly by agents of Public Health, Psychology, Nursing and Psychiatry. In this space, the issue of violence and discrimination and its effects on mental health, education and professional performance has been the main object of interest, along with the repercussions of body changes for transvestites and transsexuals. It is noteworthy that the subgroups, lesbians, gays, bisexuals, transvestites and transsexuals are targets of different research objects, the central dispute of categorization by science of each of these groups remaining.
Descritores: Bissexualidade
Homossexualidade
Saúde das Minorias
Pessoas Transgênero
Minorias Sexuais e de Gênero
Revisões Sistemáticas como Assunto
-Saúde Mental
Vulnerabilidade em Saúde
América Latina
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão Sistemática
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-1130067
Autor: Souza, Jeane Barros de,; Heidemann, Ivonete Teresinha Schülter Buss,; Walker, Fernanda,; Schleicher, Maira Lidia,; Champagnoni, Juliana Praxedes,.
Título: Reflexões sobre saúde com imigrantes haitianos pelo Itinerário de Pesquisa de Paulo Freire / Reflections on health with Haitian immigrants through Paulo Freire's Research Itinerary
Fonte: Rev. eletrônica enferm;22:1-7, 2020.
Idioma: en; pt.
Resumo: Tem-se por objetivo compreender o conceito de saúde dos imigrantes haitianos e suas possibilidades para promover saúde diante das vulnerabilidades que vivenciam. Pesquisa qualitativa, tipo ação participante, fundamentada no Itinerário de Pesquisa de Paulo Freire, constituído de três fases: investigação temática; codificação e descodificação; desvelamento crítico. Contou-se com a participação de 10 imigrantes haitianos, estudantes de uma universidade federal do sul do Brasil. Através do círculo de cultura resultou-se que o conceito de saúde para os haitianos é heterogêneo, constituindo-se em ausência de doença, bem-estar, felicidade, família, espiritualidade, alimento e trabalho. Os haitianos motivaram-se a promover saúde por meio da alimentação saudável, exercícios físicos, aprimoramento do idioma e organização do tempo para possibilitar o lazer. Conclui-se que os participantes refletiram sobre seu contexto, buscando estratégias para promover saúde, empoderando-se mutuamente. Isto ocorreu pela possibilidade de transformar suas realidades com novos significados sobre saúde, desejando promover a qualidade de vida.

This study sought to understand the concept of health of Haitian immigrants and their possibilities to promote health in the face of the vulnerabilities they experience. Qualitative, participatory action research, based on Paulo Freire's Research Itinerary, consisting of three phases: thematic investigation; coding and decoding; critical unveiling. It included 10 Haitian immigrants, students at a federal university in the south of Brazil. Through Culture Circles, it was found that the concept of health is heterogeneous for Haitians, constituting an absence of disease, well-being, happiness, family, spirituality, food and work. Haitians were motivated to promote health through healthy eating, physical exercise, language improvement and organization of time to enable leisure. It is concluded that the participants reflected on their context, seeking strategies to promote health, mutually empowering each other. This was driven by the possibility of transforming their realities through new meanings about health, seeking to promote quality of life.
Descritores: Emigrantes e Imigrantes
Saúde das Minorias
-Qualidade de Vida
Limites: Humanos
Responsável: BR584.1 - Biblioteca Central BSCAN


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1093916
Autor: Aquino-Canchari, Christian Renzo; Caro-Aylas, Henry William; Crisol-Deza, Diego Andre; Zurita-Borja, Joselyn Linda; Barrientos-Cochachi, Jessica Edith; Villavicencio-Caparo, Ebingen.
Título: Perfil clínico epidemiológico de salud oral en comunidades nativas peruanas / Clinical epidemiological profile of oral health in Peruvian native communities
Fonte: Rev. habanera cienc. méd;18(6):907-919, nov.-dic. 2019. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Las comunidades nativas forman uno de los grupos humanos más olvidados donde se reagudizan las inequidades y desigualdades en salud oral. Objetivo: Determinar el perfil clínico epidemiológico de salud oral en pobladores de las comunidades nativas de Potsoteni, Boca Sanibeni y Unión Puerto Ashaninka del distrito de Mazamari, provincia de Satipo, departamento de Junín, Perú. Material y Métodos: Se realizó un estudio observacional descriptivo de corte transversal. La muestra estuvo integrada por 169 adultos de las comunidades nativas, se tomaron en cuenta criterios de inclusión y exclusión, y se siguieron las normas éticas en investigación científica. Se evaluó la salud oral mediante una ficha epidemiológica con los indicadores: Índice CPOD, índice de significancia de caries dental (SIC), índice de higiene oral simplificado (IHO-S), índice de necesidad de prótesis dentales de la OMS, clasificación de maloclusión de Angle, índice de consecuencias clínicas de caries no tratadas (PUFA), la evaluación fue realizada con luz natural por observadores calibrados. Los datos se analizaron en el programa STATA v 14 mediante tablas de distribución de frecuencias y figura. Resultados: El 100 por ciento de los pacientes estudiados tenía caries dental (CPO-D = 13,23; SIC=19,01), IHO-S: 5,02 (DS=0,51), la mayoría presentó un tipo de maloclusión y consecuencias clínicas de caries no tratadas 116 (68,63 por ciento ) y 115 (68 por ciento ) respectivamente, la prótesis dental unitaria fue la que más se necesitó en ambos maxilares. Conclusiones: El estado de salud bucal fue preocupante, es necesario fomentar políticas que permitan un mejor acceso a los servicios de salud a fin de revertir estos indicadores(AU)

Introduction: Native communities are one of the most forgotten human groups where inequities and inequalities in oral health are exacerbated. Objective: To determine the epidemiological and clinical profile of oral health in residents of the native communities of Potsoteni, Boca Sanibeni and Union Puerto Ashaninka of Mazamari district, Satipo province, Junín department, Peru. Material and Methods: A cross-sectional descriptive observational study was conducted. The sample consisted of 169 adults from native communities who fulfilled inclusion and exclusion criteria, following the ethical norms in scientific research. Oral health was evaluated through an epidemiological fact sheet with the following indicators: DMFT index, Significant Caries Index (SCI), simplified oral hygiene index (OHI-S), prosthetic need WHO index, classification of Angle malocclusion, and index of clinical consequences of untreated dental caries (PUFA). The evaluation was made with natural light by calibrated observers. The data was analyzed in the STATA v 14 program by means of frequency and figure distribution tables. Results: It was determined that 100 percent of the patients studied had dental caries (DMFT = 13.23, SCI = 19.01), OHI-S: 5.02 (SD = 0.51), the majority of them presented a type of malocclusion and clinical consequences of untreated caries; 116 (68.63 percent) and 115 (68 percent), respectively. The unitary dental prosthesis was the most needed in both jaws. Conclusions: The state of oral health was worrisome; it is necessary to promote policies that allow better access to health services in order to revert these indicators(AU)
Descritores: Saúde Bucal/etnologia
Cárie Dentária/etnologia
Saúde das Minorias/etnologia
Povos Indígenas
-Peru
Epidemiologia Descritiva
Estudos Transversais
Cárie Dentária/epidemiologia
Estudo Observacional
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-675925
Autor: Sales, Alessandra Santos; Oliveira, Roberto Ferreira de; Araújo, Edna Maria de.
Título: Inclusão da pessoa com deficiência em um Centro de Referência em DST/AIDS de um município baiano / Inclusion of persons with disabilities in a Reference Center for STD / AIDS of a town in Bahia, Brazil / Inclusión de personas con discapacidad en un Centro de Referencia en ETS / SIDA de una ciudad de Bahía, Brasil
Fonte: Rev. bras. enferm;66(2):208-214, mar.-abr. 2013.
Idioma: pt.
Resumo: O presente estudo, de abordagem qualitativa, buscou conhecer a opinião dos profissionais de saúde sobre a inclusão das pessoas com deficiência nas atividades de acolhimento, prevenção e tratamento em um Centro de Referência em DST/AIDS. As falas foram submetidas à técnica de análise de conteúdo de Bardin. A análise mostra que os profissionais conduzem seu serviço no sentido da inclusão, buscando formas de comunicação que alcancem essas pessoas, como o uso das Libras, adequação da estrutura física, igualdade de atendimento e entendimento das vulnerabilidades dessa população. Apesar das estratégias adotadas terem grande importância na facilitação de um atendimento acolhedor às pessoas com deficiência, partem em sua maioria, de atividades pontuais e de forma individual. É preciso uma articulação eficaz do serviço com gestores e atores políticos na construção e adequação de matérias, programas e políticas publicas para alcance equitativo e inclusão dessa população.

This qualitative study sought to ascertain the opinion of health professionals about the inclusion of people with disabilities in the activities of reception, prevention and treatment in a Reference Center for STD/AIDS. The data were submitted to Bardin's content analysis technique. The analysis showed that professionals conduct their service in the sense of inclusion, seeking ways of communication to reach these people as the use of LIBRAS, matching the physical structure, equality of attendance and understanding of the vulnerabilities of this population. Despite the great importance of strategies adopted in facilitating a friendly service to people with disabilities, those strategies leave mostly from isolated and individually activities. It is needed an effective link among the service managers and political actors in the construction and adaptation of materials, programs and public policies to achieve equitable and inclusion of this population.

Este estudio cualitativo buscó conocer la opinión de los profesionales de salud acerca de la inclusión de las personas con discapacidad en actividades de recepción, prevención y tratamiento en un Centro de Referencia de ETS/SIDA. Los datos fueran sometidos a la técnica de análisis de contenido de Bardin. El análisis muestra que los profesionales realizan sus servicios en el sentido de la inclusión, buscando formas de comunicación que llegan a estas personas, tales como el uso de la lenguaje de señales, adecuación de la estructura física, atención equitativa y comprensión de la vulnerabilidad de esta población. A pesar de la gran importancia de las estrategias adoptadas en la facilitación del atendimiento a las personas con discapacidad, la mayoría de esas estrategias parten de actividades aisladas e individuales. Así, se necesita un vínculo efectivo entre los gestores del servicio y actores políticos en la construcción y adaptación de materiales, programas y políticas públicas para lograr la inclusión equitativa y la inclusión de esta población.
Descritores: Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/terapia
Pessoas com Deficiência
Acesso aos Serviços de Saúde
Saúde das Minorias
Doenças Sexualmente Transmissíveis/terapia
-Brasil
Saúde da População Urbana
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-831467
Autor: Rezende, Lilian Cristina.
Título: O cotidiano de uma comunidade quilombola: a(des)construção da integralidade na visão de moradores e equipe de saúde / The daily life of a quilombola community: the (mis) construction of integrality in the point of view dwellers and health professionals.
Fonte: Belo Horizonte; s.n; 2015. 109 p. ilus, tab.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal de Minas Gerais. Escola de Enfermagem para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: O presente estudo objetivou compreender o cotidiano de uma comunidade quilombola na visão de moradores e profissionais da Estratégia Saúde da Família, considerando a integralidade das ações de saúde. Trata-se de um estudo de caso único de abordagem qualitativa, a coleta de dados foi realizada por meio de observação, entrevista com roteiro semiestruturado e técnica do Gibi. Os participantes foram os profissionais da equipe da ESF e moradores da Comunidade Quilombola de Pontinha que usam o serviço de saúde da ESF, totalizando 19 participantes. Os dados foram coletados nos meses de março e abril de 2015 e submetido à Análise de Conteúdo. Emergiram dos resultados três categorias: O cotidiano da Comunidade Quilombola de Pontinha; Caracterização das práticas cotidiana e a produção do cuidado na visão dos profissionais da equipe de saúde da Estratégia Saúde da Família; e, Percepção de usuários sobre as práticas no cotidiano da Estratégia Saúde da Família: entre as necessidades de saúde e o acesso. Os resultados apontaram para uma realidade que precisa ser despertada no que concerne às práticas organizacionais para a efetivação da integralidade no serviço de saúde em comunidades quilombolas rurais. Foi possível identificar que a população da comunidade quilombola encontra-se em condições precárias de vida, relacionadas à moradia, ao saneamento básico, a água tratada, a coleta de lixo, ao acesso às escolas e à saúde e falta de oportunidade ao mercado de trabalho. Quanto às práticas dos profissionais da equipe da ESF, eles apontaram dificuldades relacionadas ao acesso. O acesso é prejudicado em duas formas: a longa distância geográfica das micro áreas a unidade de saúde ligada a insuficiência de veículo para a equipe; e pela limitação de consultas médicas. Considerando a situação mencionada os profissionais buscam planejar as atividades, estabelecendo vínculo com a comunidade, reconhecendo...

This study aimed to understand the daily life of a quilombola community in the point of view dwellers and professionals of the Family Health Strategy, considering the integrality health actions. This is a single case study of qualitative approach, data collection was conduct through observation, individual interviews white semi-structured and Gibi technique. The participants were of the Family Health Strategy team members and residents of the quilombo of Pontinha community who use the health service, totaling 19 participants. Data were collected in March and April 2015 and submitted to content analysis proposed by Bardin. Emerging from the results three categories: The daily life of Quilombo Community Pontinha; Characterization of daily living practices and care production in the vision the professionals of the Family Health Strategy team; and users' perception of the everyday practices in the Family Health Strategy: between health needs and access. The results pointed to a reality that needs to be awakened in regard to organizational practices for the realization of comprehensiveness in the health service in rural quilombo communities. It observed that the population of the quilombo is in precarious conditions of life, related to housing, sanitation, clean water, trash collection, access to schools, health and lack of opportunity to marked job. As the practices of the Family Health Strategy team professionals, they pointed out difficulties related to access the service. Access is harmed in two ways: the long geographic distance from micro areas of the health unit aligned to vehicles insufficient for the team; and the limitation of medical appointments, which leads to user dissatisfaction. Considering the situation mentioned the professionals seek to plan the activities, establishing a link with the community, recognizing the Social Determinants of Health and the particularities of quilombo community. With regard to user needs, they seek for medical...
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Estratégia Saúde da Família
Integralidade em Saúde
Saúde das Minorias
Limites: Humanos
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG
BR21.1; T-WA300, RECO


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-957378
Autor: Rodrigues, Douglas A.
Título: Invisibilidade epidemiológica caracteriza a saúde dos povos indígenas no brasil / Epidemiological invisibility characterizes brazilian native indians' health
Fonte: Rev. Paul. Pediatr. (Ed. Port., Online);36(2):122-122, abr.-jun. 2018.
Idioma: pt.
Descritores: Índios Sul-Americanos
Saúde das Minorias
-Brasil/epidemiologia
Estudos Epidemiológicos
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1006371
Autor: Loria, Gabriela Bueno; Canesin, Guilherme Martinolli Faig; Silva, Guilherme Martins; Amorim, Gustavo Henrique de Oliveira; Melo, Julia Mendes de; Santos, Laerte Romualdo; Rosa, Larissa Fonte Dutra da; Santiago, Clarisse Rinaldi Salles de; Mattos, Denise da Silva; Pedrosa, Michele Lopes; Leal, Erotildes Maria.
Título: Saúde da população LGBT+ no contexto da atenção primária em saúde: relato de oficina realizada no internato integrado de Medicina de Família e Comunidade/Saúde Mental em uma universidade pública / LGBT+ Health on Primary Care: the experience report of a workshop during the medical internship on Family Medicine and Mental Health in a public university / Salud de la población LGBT + en el contexto de la atención primaria en salud: relato de taller realizado en el internado integrado de Medicina de Familia y Comunidad/Salud Mental en una universidad pública
Fonte: Rev. bras. med. fam. comunidade;14(41):1807, fev. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: A saúde da população LGBT+ apresenta particularidades e vulnerabilidades que requerem atenção diferenciada. Sensibilizar e qualificar profissionais de saúde para as necessidades dessa população é fundamental para garanti-la o direito à saúde. Os currículos das graduações em saúde, que em geral não incorporam tais questões, têm sido interrogados pelo alunado com denúncias de LGBTfobia no curso médico e reivindicação de capacitação prática. Nesse contexto, o Internato Integrado de Medicina de Família e Comunidade e Saúde Mental da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro organizou oficina sobre Saúde da População LGBT, apresentada neste artigo. Métodos: Realizada em maio de 2018, teve como público alvo internos em estágio curricular na Atenção Primária em Saúde (APS), no município do Rio de Janeiro. Sensibilizar para o tema e apresentar ferramentas úteis para o cuidado na APS, e em outros cenários, foram os objetivos. Graduandos de medicina autodeclarados LGBT+ foram convidados a assumir a condução da atividade, preparada sob orientação de professoras do internato. O protagonismo dado a esses alunos permitiu articular à expertise científica, promovida nos estudos regulares sobre o tema, a expertise experiencial. A oficina ocorreu em 4 tempos: i) sensibilização; ii) discussão de casos; iii) informação e exposição de orientações para boas práticas em saúde; iv) dúvidas e avaliação. A duração total foi de 4 horas, com metodologias ativas e participativas. Resultados: Os objetivos foram alcançados e a atividade bem avaliada em sua organização e execução. Avaliação narrativa foi realizada com alunos e professores organizadores. Os internos participantes responderam questionário online com perguntas abertas e fechadas e também avaliaram positivamente a atividade nos quesitos metodologia e conteúdo. Conclusão/Desdobramentos: A oficina foi incluída nas atividades regulares do internato. Estão em construção, com vistas a difundir esses conhecimentos a outros estudantes do curso médico e a profissionais da rede de saúde municipal, disciplina eletiva e projeto de extensão. A inclusão longitudinal do tema no currículo permanece como desafio.

Introduction: The LGBT+ healthcare is marked with particularities and vulnerabilities that require differenced attention. Sensitizing and qualifying healthcare professionals to these population's needs is fundamental to guarantee the right to health. The curriculum from health degrees, that usually does not address this issue, have been questioned by students along with LGBTphobia reports among the medical education and revindication for practical capacitation. In this context, the Integrated Family & Community Medicine (MFC) and Mental Health Internship at Faculty of Medicine of the Federal University of Rio de Janeiro, prepared a workshop on LGBT Health, presented in this article. Methods: A workshop took place in May of 2018, having a target audience of interns of MFC. It aimed to sensitize medical students regarding the referred theme and to give practical tools to be used in primary medicine and other healthcare environments. Medical undergrads who identify themselves as LGBT+ were invited to conduct the activity under the orientation of tutors from the internship. Given that those medical students were protagonists in this activity, it was possible to articulate the scientific knowledge, accomplished with regular studies on the theme, and the experiential expertise. The workshop was divided in four acts: i) sensitization; ii) case discussion; iii) information and orientations on good practice; iv) questions and feedback. The workshop lasted 4 hours, using active and participatory learning methods. Results: The objectives were achieved with a highly good evaluation as to the workshop's organization and performance. The students and professors that coordinated the activity prepared a narrative evaluation. The workshop's subjects, the MFC interns, took later an online feedback questionnaire, in which they positively evaluated the methods and acquired knowledge. Conclusion/Future works: The workshop, firstly implemented as an experimental activity, is now part of the regular medical internship curriculum. An optative course and an extension project are being planned, aiming to reach other medical students and public healthcare providers. Including the subject in the medical curriculum as a longitudinal discussion remains a challenge.

Introducción: La atención médica LGBT + está señalada con particularidades y vulnerabilidades que requieren una atención diferenciada. Sensibilizar y calificar a los profesionales de la salud de las necesidades de esta población es fundamental para garantizar su derecho a la salud. El plan de estudios de las carreras de salud, que en general no abordan este tema, ha sido cuestionado por los estudiantes junto con los informes de LGBTphobia entre la educación médica y la reivindicación de la capacitación práctica. En este contexto, la Pasantía Integrada de la Medicina de la Família y la Comunidad y Salud Mental de la graduación en medicina de la Universidad Federal de Rio de Janeiro elaboró un taller sobre salud LGBT+, presentado en este artículo. Métodos: Realizado en mayo de 2018 con los internos en pasantía curricular en la APS como el público-objetivo. Los objetivos eran sensibilizar a los estudiantes de medicina sobre el tema presentado y ofrecer herramientas prácticas para que las utilicen en la medicina primaria y en otros entornos de atención médica. Se invitó a los estudiantes de medicina que se identifican a sí mismos como LGBT+, para realizar la actividad bajo la orientación de tutores de la pasantía. Como los estudiantes de medicina fueron los protagonistas de esta actividad, fue posible articular el conocimiento científico, realizado con estudios regulares sobre el tema y la vivencia experiencial. El taller se dividió en cuatro partes: i) sensibilización; ii) discusión del caso; iii) información y orientaciones sobre buenas prácticas; iv) preguntas y comentarios. El taller tuvo una duración de cuatro horas, utilizando métodos de aprendizaje activo y participativo. Resultados: Los objetivos se lograron con una evaluación muy buena de la organización y el desempeño del taller. Los estudiantes y profesores que coordinaron la actividad realizaron una evaluación narrativa. Los pasantes presentes contestaron a un cuestionario en línea con preguntas objetivas y abiertas y evaluaron positivamente la actividad tanto por su metodología como por el contenido. Conclusión/Desarrollo: El taller, implementado como una actividad experimental, ahora forma parte del plan de estudios de prácticas médicas regulares. Se está planificando un curso optativo y un proyecto de extensión, con el objetivo de llevar eses conocimientos a otros estudiantes de medicina y proveedores de la salud pública. Incluir el tema en los planes de estudios médicos como una discusión longitudinal sigue siendo un desafío.
Descritores: Atenção Primária à Saúde
Educação Médica
Saúde das Minorias
Medicina de Família e Comunidade
Minorias Sexuais e de Gênero
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM


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Texto completo SciELO Saúde Pública
Akerman, Marco
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Id: biblio-984546
Autor: Santana, Rebecca Alethéia Ribeiro; Akerman, Marco; Faustino, Deivison Mendes; Spiassi, Ana Lucia; Guerriero, Iara Coelho Zito.
Título: A equidade racial e a educação das relações étnico-raciais nos cursos de Saúde / La equidad racial y la educación de las relaciones étnico-raciales en los cursos de Salud / Racial equity and education of ethnic-racial relations in Health Care courses
Fonte: Interface (Botucatu, Online);23:e170039, 2019. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo discute a prática da implantação da Política Nacional de Saúde Integral para a População Negra por parte dos gestores da educação dos profissionais de Saúde, problematizando a presença da temática "equidade racial em Saúde" no cotidiano das instituições de ensino superior (IESs). Esta pesquisa, composta por entrevistas em profundidade com 12 coordenadores de cursos da área da Saúde de três universidades do Estado de São Paulo, identificou que o novo marco normativo teve efeito positivo no que tange à recepção do tema nas grades curriculares observadas, mas que os coordenadores, no entanto, ainda demonstram desconhecimento ou discordância em relação à sua necessidade.(AU)

Este artículo discute la práctica de la implantación de la Política Nacional de Salud Integral para la Población Negra por parte de los gestores de la educación de los profesionales de Salud, problematizando la presencia del tema "equidad racial en Salud" en el cotidiano de las instituciones de enseñanza superior (IESs). Esta investigación, compuesta por entrevistas en profundidad con 12 coordinadores de cursos del área de la Salud de tres universidades del Estado de São Paulo, Brasil, identificó que el nuevo marco normativo tuvo efecto positivo en lo que se refiere a la recepción del tema en los cuadros curriculares observados, pero que los coordinadores, no obstante, todavía demuestran desconocimiento o discordancia en relación a su necesidad.(AU)

This article discusses the current implementation of the National Policy of Comprehensive Health for the Black Population, by the managers of health professionals' education, with the aim of proposing enhanced presence of the subject "racial equity in Health" in the day to day of higher education institutions (HEI). This research work contains in-depth interviews with 12 different coordinators of Healthcare courses from three universities in the State of São Paulo, Brazil and it has identified that the aforementioned normative frameworks have positively influenced the inclusion of such matters in the observed syllabuses. Nonetheless, those coordinators, in turn, still seem to show lack of knowledge or even disagreement with the mentioned policy.(AU)
Descritores: Pessoal de Saúde/educação
Racismo
Saúde das Minorias Étnicas
-Saúde das Minorias/educação
Limites: Humanos
Responsável: BR33.1 - Divisão Técnica de Biblioteca e Documentação



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