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Id: biblio-952353
Autor: Sousa, Diogo; Iriart, Jorge.
Título: "Viver dignamente": necessidades e demandas de saúde de homens trans em Salvador, Bahia, Brasil / "Living with dignity": health needs and demands of trans men in Salvador, Bahia State, Brazil / "Vivir dignamente": necesidades y demandas de salud de hombres transexuales en Salvador, Bahía, Brasil
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);34(10):e00036318, oct. 2018.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo: Este artigo discute as necessidades e demandas de saúde de homens trans, tema pouco estudado que, com frequência, interpela a construção de práticas de cuidado em saúde para esta população. Foi realizada uma pesquisa qualitativa composta de observação participante e entrevistas semiestruturadas com dez homens trans residentes em Salvador, Bahia, Brasil, em sua maioria negros, heterossexuais e com idades entre 20 e 43 anos. A análise foi baseada na antropologia interpretativa, articulada às críticas do pressuposto da interseccionalidade e da perspectiva decolonial. As necessidades e demandas de saúde dos homens trans são organizadas em três aspectos: a despatologização, a modificação corporal e os atendimentos ambulatoriais. Esses não são universais entre todos os homens trans e podem ser decorrentes de situações que assinalam conflitos e pressões grupais. A ausência do processo transexualizador no estado e as barreiras no acesso à rede de atenção à saúde intensificam o processo de mercantilização das suas demandas de saúde, em especial, as modificações corporais. Conclui-se que a transfobia estrutural faz disparar uma série de questões de saúde, ao mesmo tempo em que limita as possibilidades de obtenção de cuidado. A despatologização das vivências trans constitui o eixo central com base no qual o cuidado deve ser pensado, relacionando-a a mudanças culturais, políticas e sociais que impliquem a construção de uma sociedade não transfóbica e incidam no bem-estar e reconhecimento dos homens trans.

Abstract: This article discusses the health needs and demands of trans men, a topic that has received little attention and frequently calls for the development of specific health care practices for this population. A qualitative study was performed, consisting of participant observation and semi-structured interviews with trans men residing in Salvador, Bahia State, Brazil, the majority of whom were black, heterosexual, and 20 to 43 years of age. The analysis was based on interpretative anthropology, linked to critique of the assumption of intersectionality and the decolonial perspective. The health needs and demands of trans men are organized in three aspects: de-pathologization, body modification, and outpatient care. These aspects are not universal among trans men and may result from situations that indicate group conflicts and pressures. The absence of transsexualization process in the state of Bahia and barriers to accessing the health care network intensify the commodification of trans men's health demands and especially body modifications. The study concludes that structural transphobia triggers a series of health issues, while limiting the possibilities for obtaining care. The de-pathologization of trans experiences constitutes the central basis for conceiving care, relating it to cultural, political, and social changes that involve the construction of a non-transphobic society and foster the well-being and recognition of trans men.

Resumen: Este artículo discute las necesidades y demandas de salud de hombres transexuales, tema poco estudiado que, con frecuencia, requiere la construcción de prácticas de cuidado de salud para esta población. Se realizó una investigación cualitativa, compuesta de diez hombres transexuales residentes en Salvador, Bahia, Brasil, en su mayoría negros, heterosexuales y con edades entre 20 y 43 años. El análisis se basó en la antropología interpretativa, vinculada a críticas del presupuesto de la interseccionalidad y desde una perspectiva decolonial. Las necesidades y demandas de salud de los hombres transexuales se organizan en torno a tres aspectos: despatologización, modificación corporal y atención ambulatoria. Estos no son universales entre todos los hombres transexuales y pueden derivarse de situaciones que indican conflictos y presiones grupales. La ausencia del proceso transexualizador en el estado y las barreras en el acceso a la red de atención de la salud intensifican el proceso de mercantilización de sus demandas de salud, en especial, las modificaciones corporales. Se concluye que la transfobia estructural dispara una serie de cuestiones de salud, al mismo tiempo que limita las posibilidades de obtención de cuidado. La despatologización de las vivencias trans constituye el eje central, en base al cual se debe pensar el cuidado, relacionándolo con cambios culturales y políticas sociales que impliquen la construcción de una sociedad no transfóbica e incidan en el bienestar y reconocimiento de los hombres transexuales.
Descritores: Pessoas Transgênero/legislação & jurisprudência
Pessoas Transgênero/psicologia
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Necessidades e Demandas de Serviços de Saúde
-Preconceito
Brasil
Pesquisa Qualitativa
Populações Vulneráveis/etnologia
Populações Vulneráveis/legislação & jurisprudência
Populações Vulneráveis/psicologia
Limites: Humanos
Masculino
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1001655
Autor: Monteiro, Simone; Brigeiro, Mauro.
Título: Experiências de acesso de mulheres trans/travestis aos serviços de saúde: avanços, limites e tensões / Experiencias de acceso de mujeres trans/travestis a servicios de salud: avances, límites y tensiones / Experiences of transgender women/transvestites with access to health services: progress, limits, and tensions
Fonte: Cad. Saúde Pública (Online);35(4):e00111318, 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Frente às mudanças e permanências nos costumes, normas e políticas sexuais no Brasil, o artigo analisa as experiências de acesso de mulheres trans/travestis aos serviços de saúde e discute a discriminação sexual/de gênero e as suas demandas aos serviços de transição de gênero e prevenção da aids. O estudo envolveu entrevistas com nove mulheres trans/travestis, de 23-45 anos, das camadas populares da Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Brasil, realizadas em 2016, e observações de contextos de prostituição e sociabilidade. Comparando com as agressões vividas anos atrás, as narrativas das mulheres trans/travestis destacam avanços sociais. Relatam que os profissionais não as discriminam por sua condição, embora haja resistência ao uso do nome social. Esse constrangimento, somado aos problemas estruturais do Sistema Único de Saúde (SUS), são minimizados devido à agência das trans/travestis para obter atendimento, seja pelo recurso às redes de contatos, seja por sua consciência de direitos de cidadania. As narrativas sobre a busca por mudanças corporais para a transição de gênero revelam uma conjugação, por vezes tensa, entre as tecnologias oferecidas nos serviços de saúde e aquelas manejadas pelas travestis. Embora as políticas de aids focalizem ações para trans/travestis, a prevenção do HIV não está entre as suas principais demandas aos serviços. Há obstáculos de ordem subjetiva para acessar os serviços, decorrentes do estigma internalizado e da associação da infecção pelo HIV com suas condições de vida. A melhoria da atenção em saúde da população trans/travesti requer um debate sobre os problemas estruturais do SUS, a defesa da visão ampliada de cuidado do sistema e investimentos na capacitação profissional.

Frente a los cambios y permanencias culturales, normativas y políticas en Brasil, el artículo analiza las experiencias de acceso de mujeres trans/travesti a servicios de salud, y discute la discriminación sexual/de género y sus demandas respecto a los servicios de transición de género y prevención del SIDA. En el estudio se realizaron entrevistas con nueve mujeres trans/travestis, de 23-45 años, procedentes de estratos populares, de la Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, Brasil, realizadas en 2016 y observaciones en contextos de prostitución y sociabilidad. Comparando las agresiones vividas en el pasado, los relatos de las mujeres trans/travesti destacan avances sociales. Describen que los profesionales no las discriminan por su condición, aunque haya resistencia al uso del nombre social. Este inconveniente, sumado a los problemas estructurales del Sistema Único de Saúde (SUS), son minimizados devido a la agencia de las trans/travestis para obtener atención, gracias a las redes de contactos y su conciencia sobre sus derechos como ciudadanas. Los relatos sobre la búsqueda de cambios corporales para la transición de género revelan una tensión, entre las tecnologías ofrecidas por los servicios de salud y aquellas que manejan las travestis. Aunque las políticas de SIDA enfaticen acciones orientadas a trans/travestis, la prevención del VIH no está entre sus principales demandas de servicios. Existen obstáculos de carácter subjetivo para acceder a estos servicios, derivados del estigma internalizado y de la asociación de la infección por VIH con sus condiciones de vida. La mejora de la atención en salud de la población trans/travesti requiere un debate sobre los problemas estructurales del SUS, la defensa de su visión amplia de cuidado e inversiones en la capacitación profesional.

Given both the changes in sexual customs, norms and policies and the persistent patterns in Brazil, the article analyzes the experiences of transgender women/transvestites with access to health services and discusses sexual/gender discrimination and their demands for gender transition and AIDS prevention services. The study involved interviews with nine transgender women/transvestites 23-45 years of age from low-income strata in the Baixada Fluminense region of Greater Metropolitan Rio de Janeiro, Brazil, in 2016 and observation of contexts of prostitution and sociability. Compared to the violence experienced years previously, the narratives of transgender women/transvestites highlight important social strides. They report that health professionals do not discriminate against them based on their condition, although they resist calling them by their social names. This embarrassment and the structural problems of the Brazilian Unified National Health System (SUS) are minimized by the agency of trans women/transvestites in obtaining care, such as recourse to contact networks and awareness of their civil rights. The narratives on their search for body changes for transitioning often reveal a tense combination of the technologies offered by health services and those managed by transvestites themselves. Although AIDS policies focus on measures for trans women/transvestites, HIV prevention is not among their main demands on health services. There are subjective barriers for accessing services, resulting from internalized stigma and the association of HIV infection with their living conditions. Improvement in healthcare for the trans/travestite population requires a debate on structural problems in the SUS, the defense of its expanded view of care, and investments in professional training.
Descritores: Travestilidade
Pessoas Transgênero
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
-Brasil
Infecções por HIV/prevenção & controle
Assistência à Saúde
Pesquisa Qualitativa
Discriminação Social
Identidade de Gênero
Acesso aos Serviços de Saúde
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Vargens, Octávio Muniz da Costa
Araujo, Luciane Marques de
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Id: biblio-947715
Autor: Pinto, Janaina Janini; Santos, Rosângela da Silva; Vargens, Octavio Muniz da Costa; Araújo, Luciane Marques de.
Título: A medicalização e patologização na perspectiva das mulheres transexuais: acessibilidade ou exclusão social / The medicalization and pathologization in the perspective of transgender women: accessibility or social exclusion / La medicalización y patologización desde la perspectiva de mujeres transgénero: accesibilidad o exclusión social
Fonte: Rev. enferm. UERJ;25:[e29009], jan.-dez. 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivos: descrever a percepção das mulheres transexuais acerca do acesso e tratamento no processo transexualizador e discutir a visão das mesmas em relação à patologização e medicalização. Método: pesquisa descritiva, qualitativa, com 40 mulheres transexuais, realizada entre dezembro de 2016 e abril de 2017, utilizando entrevistas semiestruturadas. Os dados foram submetidos à análise de conteúdo. Projeto aprovado no Comitê de Ética em Pesquisa, CAAE 64975517.9.0000.5266. Resultados: Emergiu a categoria: Identidades, despatologização e desmedicalização: interfaces e dissidências da autonomia da mulher transexual, com subtema: Medicalização identitária: entrave ou garantia do direito trans? A visão patologizada e medicalizada predomina na assistência às mulheres transexuais. Elas vivenciam a dominação médica e não participam das decisões sobre o tempo cirúrgico e demais elementos do tratamento. Conclusão: as mulheres transexuais não entendem a transexualidade como patologia. Percebem a visão patológica do profissional como algo naturalizado e se submetem a essa condição para ter acesso ao processo transexualizador

Objectives: to describe the transsexual women's perception about access and treatment in the process of transsexualization, and to discuss their vision regarding pathologization and medicalization. Method: descriptive, qualitative research with 40 transsexual women, performed between December 2016 and April 2017, using semi-structured interviews. Data were submitted to content analysis. The Research Ethics Committee approved the project (CAAE 64975517.9.0000.5266). Results: a category emerged Identities, depathologization and demedicalization - interfaces and dissidences of the autonomy of transsexual women, with subtheme: Medicalization of identity: hindrance or guarantee of transsexual rights? The pathologized and medicalized view predominate in the assistance to transsexual women. They experience medical domination and do not participate in decisions about surgical time and other elements of treatment. Conclusion: transsexual women do not understand transsexuality as pathology. However, they perceive the pathological view of the professional as something naturalized and submit themselves to this condition in order to get access to the process of transexualization

Objetivos: describir la percepción de mujeres transexuales sobre el acceso y el tratamiento en el proceso de transexualizador y discutir su visión con respecto a la patologización y la medicalización. Método: investigación descriptiva, cualitativa con 40 mujeres transexuales, realizada entre diciembre de 2016 y abril de 2017, mediante entrevistas semiestructuradas. Se utilizó el análisis de contenido. El Comité de Ética en Investigación aprobó el proyecto (CAAE 64975517.9.0000.5266). Resultados: surgió una categoría Identidades, despatologización y desmedicalización - interfaces y disidencias de la autonomía de mujeres transexuales, con el subtema Medicalización de la identidad: ¿obstáculo o garantía de los derechos transexuales? La visión patologizada y medicalizada predomina en la asistencia a mujeres transexuales. Experimentan dominación médica y no participan en las decisiones sobre el tiempo quirúrgico y otros elementos del tratamiento. Conclusión: las mujeres transexuales no entienden la transexualidad como patología. Sin embargo, perciben la visión patológica del profesional como algo naturalizado y se someten a esta condición para acceder al proceso transexualizador.
Descritores: Poder Psicológico
Medicalização
Pessoas Transgênero
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Identidade de Gênero
-Patologia Clínica
Transexualidade
Estudos de Avaliação como Assunto
Epidemiologia Descritiva
Acesso aos Serviços de Saúde
Limites: Humanos
Feminino
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1366.1 - Biblioteca Biomédica B - CB/B (Odontologia e Enfermagem)


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-976538
Autor: NEER, Anahí Farji.
Título: Los/as profesionales de la salud frente a la Ley de Identidad de Género argentina. Tensiones entre el saber experto y el cuidado integral / Health professionals facing Gender Identity Law. Tensions between expert knowledge and integral care in Argentina / Profissionais da saúde frente à Lei de Identidade de Gênero argentina. Tensões entre o conhecimento especializado e o atendimento integral
Fonte: Physis (Rio J.);28(3):e280318, 2018.
Idioma: es.
Resumo: Resumen El artículo analiza la recepción de la Ley de Identidad de Género por parte de profesionales de la salud del Área Metropolitana de Buenos Aires en base al análisis de un corpus de entrevistas en profundidad a profesionales de las especialidades de Salud Mental, Endocrinología y Cirugía que realizan o evalúan el ingreso a tratamientos hormonales y/o quirúrgicos solicitados por mujeres y varones trans. La Ley 26.743/12 de Identidad de Género argentina legaliza las intervenciones médicas para que travestis, transexuales, transgéneros y trans adquieran una imagen corporal acorde a su identidad de género. Dispone la cobertura de los tratamientos por parte del sistema de salud público, obras sociales y prestadores privados. A diferencia del régimen legal vigente con anterioridad, no exige requisitos diagnósticos ni judiciales para acceder a dichos tratamientos. El artículo describe los criterios adoptados tras la aprobación de la Ley de Identidad de Género por equipos y profesionales para evaluar el ingreso y resultados de dichos tratamientos. Las principales conclusiones establecen que la Ley de Identidad de Género habilitó tres desplazamientos en los discursos vigentes en el campo médico local: del diagnóstico al acompañamiento, del protocolo a la personalización-customización y de la minimización del riesgo al cálculo costo-beneficio.

Abstract This article addresses the reception of the Gender Identity Law by health professionals from the Metropolitan Area of Buenos Aires. It analyzes a corpus of in-depth interviews with health professionals specialized in gender reaffirmation treatments from the fields of Surgery, Endocrinology and Mental Health. Argentina's Gender Identity Law (26743/12) provides coverage within the Mandatory Medical Plan for surgical procedures and hormonal treatments whose aim is to align body to gender identity. Unlike the previous legal regime, it does not require a diagnostic or judicial authorization to access hormonal or surgical treatments for trans population. The article describes the transformation of discourses of health professionals regarding access to treatment and evaluation of results. The main conclusions establish that the approval of the Gender Identity Law allowed three mutations in discourses prevailing in the medical field: from diagnosis to follow-up; from protocol to customization; from risk minimization to cost-benefit calculation.

Resumo O artigo expõe os resultados de uma pesquisa qualitativa baseada em entrevistas em profundidade com profissionais da saúde das especialidades de Saúde Mental, Endocrinologia e Cirurgia, que realizam ou avaliam os ingressos nos tratamentos médicos solicitados pelas pessoas trans. Este artigo pretende trazer algumas reflexões em torno dos critérios de admissão e avaliação dos resultados dos tratamentos cirúrgicos e hormonais em pessoas trans, desde a aprovação da Lei de Identidade de Gênero, em 2012. A Lei n. 26.743, de Identidade de Gênero, legalizou as intervenções médicas para que travestis, transexuais, transgêneros e demais pessoas trans possam construir uma corporalidade conforme sua identidade de gênero. A lei estabeleceu a cobertura dos tratamentos médicos pelo sistema de saúde pública e eliminou o requisito do laudo judicial para o acesso aos procedimentos desejados. Os resultados indicam que a Lei de Identidade de Gênero permitiu três mudanças nos discursos dos profissionais da saúde: do diagnóstico ao acompanhamento; do protocolo à customização; e da minimização dos riscos ao cálculo de custo-benefício.
Descritores: Argentina
Relações Médico-Paciente
Pessoal de Saúde
Pessoas Transgênero
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Identidade de Gênero
-Procedimentos Cirúrgicos Operatórios
Pesquisa Qualitativa
Cirurgia de Readequação Sexual
Disforia de Gênero
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Entrevista
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-984789
Autor: Dellacasa, Maria Alejandra.
Título: Carne única, nueva carne. Cuerpo y democratización de tecnologías biomédicas de transformación corporal para personas trans en el actual escenario argentino / Unique meat, new meat. Body and democratization of biomedical technologies of corporal transformation for trans people in the current Argentine scenario / Carne única, carne nova. Corpo e democratização das tecnologias biomédicas de transformação corporal para pessoas trans no atual cenário argentino
Fonte: Physis (Rio J.);28(4):e280409, 2018.
Idioma: es.
Resumo: Resumen Este artículo pretende reflexionar acerca del proceso que va desde la producción de conocimiento biomédico en torno a identidades sexo-genéricas diversas, a las transformaciones en los modos de representar a las personas trans como sujetos de derecho, frente al Estado argentino. La intervención en la escena política de colectivos organizados imprimió una serie de particularidades al dispositivo médico-legal de la transexualidad en Argentina. Así, sujetos-pa(de)cientes nacidos en "cuerpos equivocados" pasaron a organizarse colectivamente y a emponderarse desde ese cuerpo como vehículo, para exigir y negociar otras posibilidades de ser y estar en el mundo. La reciente sanción de la Ley de Identidad de Género introdujo cambios en torno a la democratización del acceso a tecnologías biomédicas de transformación corporal, así como en las dinámicas de atención hospitalaria y sus implicancias en la producción de subjetividades mediadas biotecnológicamente. Finalmente, se introduce un debate en torno a nuevas formas de biosociabilidad y producción de conocimiento que configuran particulares relaciones entre ciencia, tecnología, usuarios, profesionales de la salud e instituciones públicas.

Abstract This paper looks to reflect on the process ranging from the production of biomedical knowledge around diverse sex-generic identities, to the transformations in the ways of representing trans people, as subjects of law in the Argentine State. The organizations have broken into the political arena, imprinting some characteristics to the medical and legal transsexuality device in Argentine. Thus, subjects-patients/sufferers that have born in "wrong bodies" became collectively organized and empowered from this body as a vehicle to demand and negotiate other possibilities of being in the world. The recent approval of the Gender Indentity Law introduced changes in the democratization of access to biomedical technologies of body transformation, in the hospital care dynamics and its implications on the production of subjectivities biotechnologically mediated. Finally, we introduce the discussion about new ways of biosociabilty and knowledge production, which configure particular relationships between science, technology, users, health professionals and public institutions.

Resumo Este artigo tem como objetivo refletir sobre o processo que vai desde a produção de conhecimento biomédico sobre diversas identidades sexuais genéricas, até mudanças nos modos de representar as pessoas transexuais como sujeitos de direito frente ao governo argentino. A intervenção dos coletivos organizados no cenário político imprimiu uma série de particularidades ao dispositivo médico-legal da transexualidade na Argentina. Assim, sujeitos-pacientes / que padecem, nascidos em "corpos errados", passaram a se organizar coletivamente e empoderar-se a partir daquele corpo como um veículo para exigir e negociar outras possibilidades de ser e estar no mundo. A recente promulgação da Lei de Identidade de Gênero introduziu mudanças na democratização do acesso a tecnologias biomédicas de transformação corporal e dinâmicas de cuidados hospitalares e suas implicações na produção de subjetividades mediadas biotecnologicamente. Por fim, apresenta-se um debate em torno de novas formas de biossociabilidade e produção de conhecimento que formam relações particulares entre ciência, tecnologia, usuários, profissionais de saúde e instituições públicas.
Descritores: Argentina/etnologia
Desejabilidade Social
Transexualidade
Tecnologia Biomédica
Sociobiologia
Procedimentos de Readequação Sexual/tendências
Medicalização/tendências
Pessoas Transgênero/psicologia
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Identidade de Gênero
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1004709
Autor: Braz, Camilo.
Título: "Acá yo soy un pibe normal" - Narrativas sobre la espera y el acceso a derechos entre varones trans en Argentina / "Aqui eu sou um cara normal" - narrativas sobre a espera e o acesso a direitos entre homens trans na Argentina / "I'm a normal guy here" - narratives about waiting and access to rights between trans men in Argentina
Fonte: Sex., salud soc. (Rio J.);(31):119-138, enero-abr. 2019.
Idioma: es.
Resumo: Resumen Este artículo interpreta narrativas de varones trans acerca del acceso al acompañamiento médico especializado, y de la búsqueda de rectificación de registros civiles en Argentina; obtenidas a partir de una investigación realizada entre 2017 y 2018. Partiendo de una breve contextualización del escenario argentino, en términos de los derechos trans después la aprobación y regulación de la Ley de Identidad de Género, se presenta parte del material de campo producido a partir de entrevistas semiestructuradas realizadas a varones trans, argentinos y brasileños, que viven en Argentina. El texto busca traer elementos empíricos para dar continuidad a las reflexiones que he realizado acerca de la espera como una categoría analítica fundamental para interpretar las experiencias trans en la actualidad.

Resumo Neste trabalho, interpreto narrativas de homens trans a respeito do acesso ao acompanhamento médico especializado e da busca pela retificação de registros civis na Argentina, a partir de uma pesquisa realizada entre 2017 e 2018. A partir de uma breve contextualização do cenário argentino em termos dos direitos trans após a aprovação e regulamentação da Lei de Identidade de Gênero, apresento parte do material de campo produzido a partir de entrevistas semiestruturadas realizadas junto a homens trans argentinos e também brasileiros que vivem na Argentina. O texto busca trazer elementos empíricos para dar continuidade a reflexões que tenho levantado a respeito da espera como uma categoria analítica fundamental para interpretar as experiências trans, na atualidade.

Abstract In this work, I interpret narratives of trans men about access to specialized medical attention and the search for rectification of civil documents in Argentina, based on an investigation conducted between 2017 and 2018. From a brief contextualization of the Argentine scenario in terms of trans rights after the approval and regulation of the Gender Identity Law, I present part of the field material produced from semi-structured interviews conducted with Argentinean and Brazilian men living in Argentina. The text seeks to bring empirical elements to give continuity to the reflections that I have raised regarding waiting as a fundamental analytical category to interpret trans experiences, nowadays.
Descritores: Argentina/etnologia
Registro Civil
Direitos Civis/tendências
Pessoas Transgênero/legislação & jurisprudência
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Direitos Civis
Identidade de Gênero
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-986238
Autor: Neves, André Luiz Machado das.
Título: "Política é vida": ativismo e política de saúde trans em Manaus (AM) / "Politics is life": activism and trans health policy in Manaus (AM).
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2019. 181 f p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Instituto de Medicina Social para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Esta tese aborda o acesso à saúde de pessoas trans (travestis, mulheres trans e homens trans) como processo concomitante à sua constituição enquanto sujeito político. Trata-se de um estudo compreensivo do repertório de formas de ação política mobilizadas na construção das políticas públicas de saúde para travestis e transexuais em Manaus, Amazonas. A pesquisa empírica de corte etnográfico que sustenta o trabalho combinou observação participante nos múltiplos espaços onde essas políticas se gestam e entrevistas com membros de duas organizações trans existentes em Manaus durante o período em que o trabalho de campo foi realizado, entre janeiro de 2016 a julho de 2018: a Associação de Travestis, Transexuais, e Transgêneros do Amazonas (ASSOTRAM), gerida por travestis e mulheres trans, e o Coletivo O Gênero, liderado por homens trans. Através de narrativas biográficas que coletei durante o período, busquei compreender a variedade de trajetórias de engajamento das(os) ativistas envolvidas(os) nesse processo de construção de políticas públicas. Essas trajetórias sinalizam como a linguagem do direito permeia atualmente as demandas de acesso à saúde das pessoas trans, além de demonstrar uma busca constante por saúde como eixo estruturador do trânsito entre gêneros. Os relatos de vida como construção retrospectiva estão imbricados à trajetória do ativismo e à organização política dos movimentos que protagonizam a construção da política de saúde trans e a luta pelo reconhecimento das identidades trans em Manaus. Por modo de tipos ideais, reconstruímos quatro formas de ação mobilizadas nessa luta, classificadas conforme algumas categorias e noções nativas: de confronto; de articulação; de visibilidade; e de colaboração, tendo a sociedade manauara como público e a agentes de Judiciário, do Legislativo e do Executivo municipal e estadual, por vezes, como adversários, ou como aliados

This thesis addresses the access to health of trans people (transvestites, transgender women, and transgender men) as a concomitant process to their constitution as political subjects. It consists of a comprehensive study on the repertoire of political action mobilized in the construction of public health policies for transvestites and transsexuals in Manaus, State of Amazonas. The empirical ethnographic research that supports this study combined participant observation, in the multiple spaces where these policies are constructed, with interviews with members of two transgender organizations in Manaus during the period in which the fieldwork was carried out, between January 2016 and July 2018: ASSOTRAM ­ Association of Transvestites, Transsexuals and Transgenders of Amazonas, managed by transvestites and transgender women, and the collective "O Gênero", led by transgender men. Through biographical narratives, recorded during the study period, I sought to understand the variety of engagement itineraries of the activists involved in the development of public policies. These trajectories indicate how the language of the law currently permeates the demands of access to the health of transgender people, in addition to demonstrating a constant search for health as a structuring script for the transition between genders. Life narratives, as a retrospective construction, are intertwined with itineraries of activism and with the organization of the movement. The later plays a role in the construction of transgender health policy and the struggle for the recognition of transgender identities in Manaus. As ideal types, four modes of political action were mobilized in this struggle, which were classified, using native categories, as follows: confrontation; articulation; visibility; and collaboration, with the society of Manaus as the public and the agents of the municipal and state Judiciary, Legislative, and Executive bodies sometimes as adversaries, sometimes as allies
Descritores: Travestilidade
Brasil
Pesquisa Qualitativa
Pessoas Transgênero
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Minorias Sexuais e de Gênero
Ativismo Político
Acesso aos Serviços de Saúde
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Entrevista
Narrativa Pessoal
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C
BR433.1; 613.885(811.3), N518, T1721


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Id: biblio-869586
Autor: Neer, Anahí Farji.
Título: Obstáculos y facilitadores para garantizar el derecho a la salud integral trans en el Gran Buenos Aires y La Plata / Obstacles and facilitators to guarantee the right to integral transgender health in Gran Buenos Aires and La Plata
Fonte: Rev. argent. salud publica;7(29):26-30, dic. 2016.
Idioma: es.
Resumo: INTRODUCCIÓN: La Ley 26743/12 de Identidad de Género incorpora al Plan Médico Obligatorio las intervencionesquirúrgicas y los tratamientos integrales hormonales para adecuarel cuerpo a la identidad de género. OBJETIVOS: Indagar en los obstáculos y facilitadores para el cumplimiento de la Ley de Identidad de Género identificados por profesionales de la salud especializados en tratamientos de reafirmación de género del ámbito del Gran Buenos Aires y la ciudad de La Plata en 2012-2015. MÉTODOS: Sedesarrolló una investigación cualitativa basada en entrevistas en profundidad. Se realizaron 12 entrevistas a profesionales de la salud en las especialidades de Cirugía, Endocrinología, Ginecología y SaludMental (Psicología y Psiquiatría) de los tres subsistemas de salud (público, privado y obra social). RESULTADOS: Según lo observado, los profesionales del sistema de salud desarrollaron estrategias locales para garantizar el cumplimiento de la Ley de Identidad de Género y se toparon con obstáculos burocráticos y de disponibilidad de recursos humanos y hospitalarios. Al mismo tiempo, identificaron tensionescon usuarios y usuarias trans del sistema de salud. CONCLUSIONES:Es necesario implementar un programa centralizado, que contemple la formación, asignación y gestión de recursos humanos y hospitalarios que permita afianzar el vínculo entre el sistema de salud y sus profesionales especializados, y que abra canales de diálogo con las organizaciones de usuarios y usuarias.

INTRODUCTION: Argentina's Gender Identity Law (26743/12) provides coverage within the Mandatory MedicalPlan for surgical procedures and hormonal treatments whose aim is to align body to gender identity. OBJECTIVES: To address obstacles and facilitators to guarantee and applythe Gender Identity Law, developed by health professionals specialized in gender reaffirmation treatments in Gran Buenos Aires and the city of La Plata during 2012-2015. METHODS: A qualitative research based on in-depth interviews was conducted. It included 12 interviews to health professionalsfrom the fields of Surgery, endocrinology, Gynecology and Mental Health, belonging to the three health subsystems (public, private and social security). RESULTS: Health professionals developed local strategies to comply with the Gender Identity Law and had to deal with bureaucratic obstacles and the lack of human and hospital resources. At the same time, they identified tensions with transgender users of the health system. CONCLUSIONS: It is necessaryto implement a centralized program for training, planning and management of human and hospital resources, whichstrengthens the link between health system and its specialized professionals and also opens channels for dialog with user organizations.
Descritores: Acesso aos Serviços de Saúde
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Direito à Saúde
Limites: Humanos
Responsável: AR392.1 - Biblioteca


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Id: biblio-836913
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
Título: Incorporação de novos procedimentos relativos ao processo transexualizador no âmbito do SUS / Incorporation of new procedures related to the transexualization process within SUS.
Fonte: s.l; s.n; [2014]. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Tendo em vista que a revisão da Portaria SAS nº 457 de 19 de agosto de 2008, que regulamenta o processo Transexualizador no âmbito do SUS, encontra-se em fase de finalização, esta Coordenação de Média e Alta Complexidade encaminha para conhecimento e análise desta Comissão, o impacto financeiro dos procedimentos sugeridos para incorporação: a) mastectomia simples bilateral em usuário/a sob o processo transexualizador; b) histerectomia c/ anexectomia bilateral e colpectomia em usuário/a/as sob processo transexualizador; c) cirurgias complementares de redesignação sexual; d) administração hormonal - testosterona (valor mensal); c) cirurgias complementares de redesignação sexual; d) administração hormonal - testosterona (valor mensal); acompanhamento de usuário/a/as no processo transexualizador apenas para tratamento clínico (por atendimento). Ressalta - se que a revisão da referida portaria está sendo trabalhada por técnicos, pesquisadores e especialistas afetos a área, em conjunto com o movimento social e técnicos da Coordenação Geral da Média e da Alta Complexidade/DAE/SAS, apresentamos o produto deste estudo e a solicitação de incorporação de novos procedimentos na Tabela de Procedimentos, Órteses, Próteses e materiais do SUS. Os membros da CONITEC presentes na 11ª reunião ordinária do plenário do dia 07/12/2012 recomendaram a incorporação de novos procedimentos relativos ao processo transexualizador no âmbito do SUS. Portaria nº 11, de 15 de maio de 2014. Portaria nº 11, de 15 de maio de 2014 - Torna pública a decisão de incorporar os procedimentos relativos ao processo transexualizador no Sistema Único de Saúde - SUS: mastectomia simples bilateral; histerectomia com anexectomia bilateral e colpectomia; cirurgias complementares de redesignação sexual; administração hormonal de testosterona e acompanhamento de usuários no processo transexualizador apenas para tratamento clínico.
Descritores: Estrogênios/uso terapêutico
Procedimentos de Readequação Sexual/economia
Cirurgia de Readequação Sexual/economia
Testosterona/uso terapêutico
Transexualidade
-Brasil
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Avaliação da Tecnologia Biomédica
Sistema Único de Saúde
Limites: Humanos
Animais
Masculino
Tipo de Publ: Relatório Técnico
Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: lil-792965
Autor: Rocon, Pablo Cardozo; Rodrigues, Alexsandro; Zamboni, Jésio; Pedrini, Mateus Dias.
Título: Dificuldades vividas por pessoas trans no acesso ao Sistema Único de Saúde / Difficulties experienced by trans people in accessing the Unified Health System
Fonte: Ciênc. saúde coletiva;21(8):2517-2526, ago. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Objetivou-se discutir as dificuldades de pessoas trans moradoras da região metropolitana da Grande Vitória/ES em acessarem os serviços de saúde no SUS. Utilizou-se uma abordagem qualitativa por meio de entrevistas semiestruturadas com 15 pessoas trans. Os resultados apontaram o desrespeito ao nome social, a discriminação e o diagnóstico no processo transexualizador como principais limitações no acesso ao sistema de saúde. Afirma-se que o diagnóstico contribui para ocultar a responsabilidade da heteronormatividade e do binarismo de gênero pela marginalização social das pessoas trans. Conclui-se que é necessário modificar o diagnóstico em sua função, já que a existência de uma patologia prévia não é requisito para acessar o SUS. Aponta-se, também, a importância de elaborar programas de educação e campanhas permanentes sobre o direito de acesso ao sistema de saúde livre de discriminação e com uso do nome social.

Abstract The objective of this study was to discuss the difficulties of trans people living in the metropolitan region of Greater Vitória, Espírito Santo, Brazil, in accessing the health services of the Unified Health System (Sistema Único de Saúde - SUS). We used a qualitative approach through semi-structured interviews with 15 trans people. The results point to disrespect toward the adopted name, discrimination, and the diagnosis required for the gender reassignment process as major limitations to accessing the healthcare system. The diagnosis helps hide the responsibility of heteronormativity and gender binarism in the social marginalization of trans people. It is concluded that it is necessary to review the issue of diagnosis, given that the existence of a prior pathology is not required to access the SUS. It is important to develop educational programmes and permanent campaigns concerning the right to access the healthcare system free from discrimination and to use the adopted name.
Descritores: Acesso aos Serviços de Saúde
Pessoas Transgênero
-Brasil
Assistência à Saúde
Promoção da Saúde
Serviços de Saúde para Pessoas Transgênero
Discriminação Social
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME



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