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Cunha, Rivaldo Venâncio da
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Id: biblio-1020894
Autor: Graeff, Samara Vilas-Bôas; Pícolli, Renata Palópoli; Arantes, Rui; Castro, Vivianne de Oliveira Landgraf de; Cunha, Rivaldo Venâncio da.
Título: Epidemiological aspects of HIV infection and AIDS among indigenous populations / Aspectos epidemiológicos da infecção pelo HIV e da aids entre povos indígenas
Fonte: Rev. saúde pública (Online);53:71, 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To describe the epidemiological aspects of HIV infection and AIDS among indigenous peoples of the state of Mato Grosso do Sul, Brazil. METHODS This is a descriptive epidemiological study on the occurrence and distribution of HIV infection and AIDS in the indigenous population assisted by the Distrito Sanitário Especial Indígena (Indigenous Special Health District) Mato Grosso do Sul between 2001 and 2014, based on three secondary databases. Annual rates of HIV and AIDS detection and prevalence were calculated, considering case distribution according to village, Health Base Pole and sociodemographic variables. Accumulated rates of detection, mortality and case fatality were calculated by ethnic group and for the Health Base Pole with the highest number of cases. RESULTS The HIV detection rate fluctuated between 0.0 and 18.0/100 thousand people in the study period. For AIDS, there was no notification before 2007, but in 2012 its rate reached 16.6/100 thousand. HIV prevalence grew between 2001 and 2011, and it continuously grew for AIDS starting from 2007. The highest HIV detection rates occurred among Guarani peoples (167.1/100 thousand) and for AIDS, among the Kaiowá peoples (79.3/100 thousand); mortality and fatality rates were higher among the Kaiowá. Regarding the Dourados Health Base Pole, the AIDS detection rate increased, and the mortality and fatality rates decreased. CONCLUSIONS HIV infection and AIDS have been increasing among indigenous peoples, with distribution of the disease mainly in the Health Base Poles of the southern region of the state, where greater economic and social vulnerability are also observed. The endemic character of HIV and AIDS can become epidemic in some years given the existence of cases in other villages in the state. Its occurrence among the Guarani and Kaiowá populations indicates the need for expanded diagnosis, access to treatment and prevention measures.

RESUMO OBJETIVO Descrever os aspectos epidemiológicos da infecção pelo HIV e da aids entre povos indígenas do Mato Grosso do Sul. MÉTODOS Estudo epidemiológico descritivo sobre ocorrência e distribuição da infecção pelo HIV e aids na população indígena assistida pelo Distrito Sanitário Especial Indígena Mato Grosso do Sul, entre 2001 e 2014, a partir de três bases de dados secundários. Calcularam-se as taxas anuais de detecção e de prevalência de HIV e aids, com distribuição dos casos segundo aldeia, Polo Base e variáveis sociodemográficas. As taxas acumuladas de detecção, mortalidade e letalidade foram calculadas por etnia e para os Polos Base com o maior número de casos. RESULTADOS A taxa de detecção de HIV flutuou entre 0,0 e 18,0/100 mil pessoas no período. Para a aids, não houve notificação antes de 2007, mas em 2012 sua taxa chegou a 16,6/100 mil. A prevalência de HIV indicou crescimento entre 2001 e 2011, e para a aids observou-se aumento contínuo a partir de 2007. As maiores taxas de detecção de HIV ocorreram entre os Guarani (167,1/100 mil) e de aids, entre os Kaiowá (79,3/100 mil); as taxas de mortalidade e letalidade foram superiores entre os Kaiowá. Para o Polo Base de Dourados, observou-se elevação da taxa de detecção de aids e diminuição das taxas de mortalidade e letalidade. CONCLUSÕES A infecção pelo HIV e a aids mostraram-se crescentes entre povos indígenas, com distribuição da doença principalmente nos Polos Base da região sul do estado, onde observa-se também maior vulnerabilidade econômica e social. O caráter endêmico do HIV e da aids pode se tornar epidêmico em alguns anos, considerando a existência de casos em outras aldeias do estado. Sua ocorrência entre os Guarani e Kaiowá sinaliza a necessidade de ampliação do diagnóstico, do acesso ao tratamento e de medidas de prevenção.
Descritores: Infecções por HIV/mortalidade
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/mortalidade
-Brasil/epidemiologia
Índios Sul-Americanos
Infecções por HIV/diagnóstico
Soroprevalência de HIV/tendências
Prevalência
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida Felina/diagnóstico
Escolaridade
Serviços de Saúde do Indígena
Pessoa de Meia-Idade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Lactente
Pré-Escolar
Criança
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1281135
Autor: Pinto, Patricia Rech.
Título: Supervisão na formação profissional de agentes indígenas de saúde no Parque Indígena do Xingu / Supervision on the professional training of Indigenous agents of health at the Parque Indígena do Xingu.
Fonte: São Paulo; s.n; 2008. 190 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: A supervisão de agentes indígenas de saúde possui desafios específicos, entre eles a busca do diálogo entre os saberes tradicionais dos povos indígenas e os saberes do modelo biomédico ocidental. A supervisão é considerada uma atividade do processo de trabalho em saúde, que demonstra a quais finalidades se presta em função da necessidade de seu contexto histórico-social mais amplo e da saúde pública. O objetivo do estudo foi analisar o processo de supervisão dos agentes indígenas de saúde, seus componentes e especificidades. Procedemos a um estudo de caso do serviço de atenção primária na região do Médio e Baixo Xingu, Mato Grosso. Utilizamos a análise de conteúdo para o tratamento de dados secundários e primários: documentos institucionais sobre a formação de recursos humanos e entrevistas com agentes indígenas de saúde, lideranças indígenas, representantes da medicina tradicional e profissionais de saúde de nível universitário. As análises fundamentam-se no referencial teórico do processo de trabalho em saúde, com destaque para a supervisão de trabalhadores da saúde, e na abordagem da antropologia médica e relações interculturais. Apresentamos três grandes núcleos temáticos: os agentes do processo de trabalho em saúde indígena; concepções e práticas da supervisão; finalidades da supervisão e da formação profissional de agentes indígenas de saúde. A interculturalidade manifestou-se como característica que permeia todos os núcleos temáticos.

The supervision of indigenous agents of health contained specific challenges, among them, the search for the dialogue between the traditional knowledge of the indigenous nations and the knowledge of the west biomedical model. The supervision on health is considered an activity on the work process. It demonstrates which finalities they will work concerning the necessity of a more broaden social-historical context and for the public health. The purpose of this research was to analyze the process of supervising the indigenous agents of health, its components and specificities. We have performed a case study of a primary service attention in the region of Low and Middle Xingu, Mato Grosso. We have used the analysis of content for the treatment of primary and secondary data: institutional documents about the formation of human resources and interviews with indigenous agents of health, indigenous leaderships, representatives of traditional medicine and graduated professionals of health. The analyses are based on the theoretical process of working on health, particularly for the supervision of health workers, and the approach of the medical anthropology and intercultural relationships. Here we present three major thematic areas: the agents in the working process of health itself, the concepts and practices of supervision; and the finalities of the supervision and the professional improvement of indigenous health workers. The articulation of cultures has proved to be a characteristic which are part of all those thematic areas.
Descritores: Administração em Saúde Pública
Índios Sul-Americanos
Agentes Comunitários de Saúde
Educação Profissionalizante
Mão de Obra em Saúde
Serviços de Saúde do Indígena
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Id: biblio-1129126
Autor: Neumann, Zilda Ams.
Título: Memória da Comissão Intersetorial de Saúde Indígena: Cisi/CNS 2000-2006 / Memory of the Intersectoral Commission on Indigenous Health: Cisi /CNS 2000-2006.
Fonte: Brasília; Universidade de Brasília; 2016. 164 p.
Idioma: pt.
Resumo: Com grande satisfação apresentamos este documento que registra o planejamento, os resultados e as articulações intersetoriais da Comissão Intersetorial de Saúde Indígena (Cisi), do Conselho Nacional de Saúde (CNS) do MS, realizados entre janeiro de 2000 e junho de 2006. Temos a compreensão de que este registro representa apenas uma parte de todas as ações desenvolvidas pela Cisi ao longo destes anos. A preservação da história, que integra a cultura indígena, o seu sofrimento e a relação causal multissetorial dos agravos à sua saúde poderão orientar os passos futuros e garantir a continuidade de iniciativas que atendam à expectativa da população indígena. Esta memória destaca os planos de trabalho da Cisi, aprovados a cada ano no CNS, procurando acompanhar a resposta dada à demanda das 3a e 4a Conferências de Saúde Indígena. As principais realizações de cada ano, a partir de 2000, quando começa a organização dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas, com os respectivos Conselhos de Saúde Indígena, foram apreciadas e debatidas em cada reunião da Cisi, com a apresentação pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) da execução das políticas de saúde, suas difi culdades e suas expectativas. A Cisi constatou que entre os principais entraves que obstruíram maior avanço na execução das políticas de saúde indígena se destacaram as difi culdades de gerenciamento, as ingerências políticas na indicação de chefi as, bem como à insufi ciente preparação e o acompanhamento de algumas organizações conveniadas para as quais foi delegada a execução das políticas de saúde. O defi ciente sistema de informação e monitoramento, a sua falta de retorno às bases, como estímulo ao trabalho no alcance das metas, a falta de autonomia, a descontinuidade na capacitação e no acompanhamento dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas, os confl itos pelas terras, que infl uíram nas decisões de muitas prefeituras, possibilitaram que os convênios com as prefeituras não se realizassem de acordo com o proposto e assinado.
Descritores: Colaboração Intersetorial
Comitês Consultivos/história
Saúde de Populações Indígenas/história
Cultura Indígena
Serviços de Saúde do Indígena
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-971796
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde.
Título: 5ª Conferência Nacional de Saúde Indígena: relatório final / 5th national conference on indigenous health: final report.
Fonte: Brasília; Ministério da Saúde; 2015. 310 p. ilus.
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: Conferência Nacional de Saúde Indígena, 5, Brasília, 2-6 dez., 2013.
Resumo: O presente documento trata-se do Relatório Final da 5ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (5ª CNSI), realizada em Brasília/DF, no período de 2 a 6 de dezembro de 2013. As propostas aqui registradas foram discutidas, na etapa nacional, por 20 Grupos de Trabalho (GT), compostos paritariamente por usuários, trabalhadores e gestores. As salas nominadas por frutas nativas no Centro Internacional de Convenções do Brasil foram cenários de debates, votações e deliberações acerca das oito diretrizes e das 453 propostas constantes no Relatório Consolidado da Etapa Distrital. Brasília, capital da República Federativa do Brasil, recebe de braços abertos, da Amazônia ao Sul do País, 148 dos 305 povos indígenas. Os(as) 1.226 delegados(as), que vinham representando os anseios das comunidades que vivem desde as florestas às cidades, não mediram esforços de entrarem noite adentro nas discussões e aprovações das propostas. Anseios vocalizados e expressos nas propostas oriundas das 306 Conferências da etapa local, das 34 da etapa distrital e, finalmente, da etapa nacional. À luz do mesmo tema "Subsistema de Atenção à Saúde Indígena e SUS: Direito, Acesso, Diversidade e Atenção Diferenciada", homens e mulheres dos diferentes segmentos do controle social da saúde indígena dedicaram-se, durante os cinco dias da 5ª CNSI, a dialogarem no entorno dos Avanços e Desafios para: Atenção Básica, aprovando 32 propostas; Atenção de Média e Alta Complexidade (56 ); Recursos Humanos (70); Financiamento (46); Gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (113); Controle Social e a Gestão Participativa no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (63); Etnodesenvolvimento e a Segurança Alimentar e Nutricional para os Povos Indígena (45) e Saneamento e Edificações de Saúde (19). É com grande alegria que o Conselho Nacional de Saúde, ao agradecer à equipe de relatoria e a todas as outras comissões, coloca à disposição dos conselheiros, profissionais, gestores, usuários, professores, pesquisadores e estudantes do setor Saúde de todo o País o Relatório Final da 5ª CNSI.
Descritores: Assistência Integral à Saúde
Conferências de Saúde
Saúde de Populações Indígenas
Serviços de Saúde do Indígena
-Brasil
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Relatório Técnico
GOVERNMENT PUBLICATIONS
Congresso
Responsável: BR599.1 - Coordenação Geral de Documentação e Informação (CGDI)
BR599.1; 613.94(=1-82)(063), B823q, MT. 10001031260; BR599.1; 613.94(=1-82)(063), B823q, e.2, AG. 10001031261


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Id: biblio-1129361
Autor: Brasil. Fundação Nacional de Saúde.
Título: 4º Conferência Nacional de Saúde Indígena: relatório final / 4th national conference on indigenous health: final report.
Fonte: Rio Quente; Funasa; mar. 2007. 230 p. ilus..
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: Conferência Nacional de Saúde Indígena, 4, Rio Quente, 27-31 mar. 2007.
Resumo: A 4ª Conferência Nacional de Saúde Indígena (4ª CNSI), convocada pela Portaria Ministerial nº 963, de 23 de julho de 2005 e publicada no Diário Oficial da União no 120, de 24 de junho de 2005, é parte integrante da 12ª Conferência Nacional de Saúde. A 4ª CNSI ocorreu no período de 27 a 31 de março de 2006, no município de Rio Quente, Goiás e teve por finalidade avaliar a situação de saúde nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas e do Subsistema Indígena no âmbito do Sistema Único de Saúde e propor diretrizes e ações para promover a saúde dos povos indígenas, com controle social. O tema central da 4ª CNSI que orientou as discussões nas distintas etapas da sua realização, foi: "Distrito Sanitário Especial Indígena: território de produção de saúde, proteção da vida e valorização das tradições" e teve cinco eixos temáticos: I. Direito à Saúde; II. Controle Social e Gestão Participativa; III. Desafios Indígenas Atuais; IV. Trabalhadores indígenas e não indígenas em saúde; V. Segurança Alimentar, Nutricional e Desenvolvimento Sustentável.
Descritores: Equidade no Acesso aos Serviços de Saúde
Saúde de Populações Indígenas
Serviços de Saúde do Indígena/organização & administração
-Brasil/etnologia
Tipo de Publ: Congresso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-921563
Autor: Brasil. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde.
Título: III Conferência Nacional de Saúde Indígena: relatório final / III National Conference on Indigenous Health: final report.
Fonte: Luziânia; s.n; 2001. 31 p.
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: Conferência Nacional de Saúde Indígena, 3, Luziânia, 14-18 maio.2001.
Resumo: Cada povo indígena tem suas próprias concepções, valores e formas próprias de vivenciar a saúde e a doença. As ações de prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde devem considerar esses aspectos, ressaltando os contextos e o impacto da relação de contato interétnico vivida por cada povo. As ações de saúde destinadas aos povos indígenas devem priorizar a promoção à saúde e a prevenção das doenças. A saúde indígena está diretamente relacionada à garantia da demarcação, desintrusão e vigilância permanente das terras indígenas. O incremento demográfico dos povos indígenas, aliado às transformações decorrentes de um contínuo processo de redução territorial e degradação ambiental, exige a formulação e a execução de uma política de segurança alimentar, desenvolvimento sustentável e recuperação do meio ambiente nas áreas indígenas.
Descritores: Saúde de Populações Indígenas
Política de Saúde
Serviços de Saúde do Indígena
Direitos Humanos
Tipo de Publ: Congresso
Responsável: BR1.1 - BIREME
BR1750.1; WA300, B823t, 2001 ex.1; BR1750.1; WA300, B823t, 2001 ex.2; BR599.1; WB50DB8, bB823; BR276.2; 614(=1-82), C748t


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1156880
Autor: Krenak, Ailton.
Título: Reflexão sobre a saúde indígena e os desafios atuais em diálogo com a tese "Tem que ser do nosso jeito": participação e protagonismo do movimento indígena na construção da política de saúde no Brasil / Reflection on indigenous health and current challenges in dialogue with the dissertation 'It has to be our way': participation and protagonism of the indigenous movement in the construction of the health policy in Brazil
Fonte: Saúde Soc;29(3):e200711, 2020.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo Este ensaio traz o discurso proferido por Ailton Krenak em 25 de março de 2020, na Banca de Doutorado de Nayara Scalco, sob orientação da professora Marília Louvison, no Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, acrescido de trechos da palestra proferida no Seminário Internacional: A Saúde Indígena e a Ecologia de Saberes no Enfrentamento dos Desafios Atuais: "Tem que ser do nosso jeito"1, em 26 de março de 2020. Neste cenário, traz a importância do diálogo entre diferentes saberes e como o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena se constitui. Com foco no debate sobre a relação entre Estado brasileiro e povos indígenas desde os tempos do Brasil colônia, a partir da produção das Epistemologias do Sul que guia a discussão da tese, propõe repensar a saúde e o cuidado para além do saber biomédico.

Abstract This essay presents the speech given by Ailton Krenak on March 25, 2020, at the PhD thesis' defense of Nayara Scalco, advisee of Professor Marília Louvison, in the Graduate Program in Public Health, School of Public Health, University of São Paulo, plus excerpts from the lecture given at the International Seminar: Indigenous Health and Ecology of Knowledges in Facing Current Challenges: "It has to be our way"1, on March 26, 2020. In this context, it highlights the importance of a dialogue between different knowledges and how the Indigenous Health Care Subsystem is constituted. Focusing on the debate about the relationship between the Brazilian State and indigenous peoples since colonial times, based on the production of Epistemologies of the South that guides the discussion of the dissertation, it proposes rethinking health and care beyond biomedical knowledge.
Descritores: Política Pública
Diversidade Cultural
Saúde de Populações Indígenas
Política de Saúde
Serviços de Saúde do Indígena
Antropologia Cultural
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Id: biblio-1136300
Autor: Jardim, Paulo de Tarso Coelho; Dias, Iêda Maria Ávila Vargas; Grande, Antonio Jose; Okeeffe, Majella; Dazzan, Paola; Harding, Seeromanie.
Título: COVID-19 experience among Brasils indigenous people
Fonte: Rev Assoc Med Bras (1992);66(7):861-863, 2020. tab.
Idioma: en.
Descritores: Pneumonia Viral/etnologia
Infecções por Coronavirus/etnologia
Coronavirus/isolamento & purificação
Pandemias
Povos Indígenas/estatística & dados numéricos
-Pneumonia Viral/diagnóstico
Pneumonia Viral/epidemiologia
Brasil/epidemiologia
Infecções por Coronavirus
Infecções por Coronavirus/diagnóstico
Infecções por Coronavirus/epidemiologia
Populações Vulneráveis
Betacoronavirus
Serviços de Saúde do Indígena
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1165167
Autor: Mirassou Cristina S.
Título: Sistema de Salud Pública y comunidades indígenas de la Provincia de Formosa / [Health system and aboriginal communities in the province of Formosa, Argentina].
Fonte: Medicina (B.Aires);73(5):453-6, oct. 2013.
Idioma: es.
Resumo: The author comments her experience in the practice of medicine and public health among aborigines in Formosa, a long neglected province in northeast Argentina. Her experience goes through a span of 34 years, 11 in a small community in a far off region. The province has 530162 inhabitants, 43358 (6.5

) aborigines of the Wichí, Qom, and Pilagá ethnicities. Some particular public health problems of these aborigines are due to the great distance between communities and the regular medical assistance while others are related to cultural differences. The situation has gradually improved in the last 30 years due to government awareness in providing easy and close access to medical care, making the most of the abilities of local aborigines midwifes, teaching health assistants and conventional measures. The most apparent results are the decrease in infant mortality rates and the lower incidence of tuberculosis, with no deaths due to tuberculous meningitis since 1999. No less important was the opening of new opportunities for education and the teaching of both native and Spanish language in the schools retaining local customs. The changes have brought about new risks and challenges such as: traffic accidents involving youngsters riding motorcycles, alcoholism, obesity, diabetes (undiagnosed beforehand), high rate of adolescence pregnancy, and crisis of leadership within the communities.
Descritores: Acesso aos Serviços de Saúde
Saúde Pública
Serviços de Saúde do Indígena
Índios Sul-Americanos
-Argentina
Características Culturais
Densidade Demográfica
Fatores Socioeconômicos
Feminino
Humanos
Idioma
Masculino
Mortalidade Infantil/tendências
Recém-Nascido
Tipo de Publ: Resumo em Inglês
Artigo de Revista
Responsável: AR5.1 - Centro de Gestión del Conocimiento y las Comunicaciónes


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Id: biblio-1139454
Autor: Aguilar-Peña, Mirlelly; Blandón, María F. Tobar; García-Perdomo, Herney A.
Título: Salud intercultural y el modelo de salud propio indígena / Intercultural health and the indigenous health model
Fonte: Rev. salud pública;22(4):e303, July-Aug. 2020.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN La población indígena tiene condiciones de vida inferiores al resto, reflejadas en mayor morbilidad y mortalidad a pesar de la cobertura del Sistema de Salud. Por ello, es importante conocer las causas de estas diferencias. Para esto, se hace uso de la interculturalidad como puente entre la cultura occidental y la cultura indígena. En este encuentro de saberes se identifica el modelo de salud indígena como respuesta cultural a la necesidad de mantener la salud y tratar la enfermedad, un modelo organizado jerárquicamente en el que la salud del individuo depende además de sus hábitos, de la armonía con la naturaleza, el espíritu, los dioses y su comunidad. Este modelo había sido menospreciado hasta hace poco tiempo por la comunidad científica; pero, gracias a los estudios en interculturalidad, se sabe que la salud también debe ser intercultural y que las políticas públicas deben incluirla para poder obtener los resultados esperados en la comunidad objetivo. Para hacer realidad estas políticas públicas debe haber voluntad y agenda política, una adecuada estructura en los servicios de salud y formación de los profesionales de la salud en interculturalidad desde sus estudios técnicos, tecnológicos, profesionales y de posgrado. Esas políticas públicas deben contener: capacitación, empleo de la lengua indígena local, alimentación y equipamiento con elementos tradicionales, diálogo respetuoso con los médicos tradicionales, atención humanizada, entre otros. Así se brinda una atención en salud de calidad que respeta las diferencias culturales de toda la población.(AU)

ABSTRACT The indigenous population has lower living conditions reflected in higher morbidity and mortality despite the coverage of the Health System, so it is important to know the causes of these differences. For this, Interculturality is used as a bridge between western culture and indigenous culture. In this meeting of knowledge, the indigenous health model is identified as a cultural response to the need to maintain health and treat disease, a hierarchically organized model in which the health of the individual also depends on their habits, on harmony with nature, the spirit, the gods and their community. Until recently, this model had been undervalued by the scientific community, but thanks to studies in Interculturality, it is known that health must also be intercultural and that public policies must include it in order to obtain the expected results in the target community. To make these public policies a reality, there must be a will and a political agenda, an adequate structure in the health services and training of health professionals in interculturality from their technical, technological, professional and postgraduate studies. These public policies must contain training, use of the local indigenous language, food and equipment with traditional elements, respectful dialogue with traditional doctors, humanized care, among others. This provides quality health care that is respectful of cultural differences to the entire population.(AU)
Descritores: Política Pública
Assistência à Saúde Culturalmente Competente/tendências
Serviços de Saúde do Indígena/organização & administração
Medicina Tradicional/métodos
-América Latina
Responsável: BR1.1 - BIREME



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