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Id: biblio-961791
Autor: Pavone, Margarita Petrera; Sánchez, Eduardo Jiménez.
Título: Determinantes del gasto de bolsillo en salud de la población pobre atendida en servicios de salud públicos en Perú, 2010-2014 / Determinants of out-of-pocket spending on health among the poor population served by public health services in Peru, 2010-2014 / Determinantes da despesa por conta própria em saúde da população pobre atendida em serviços públicos de saúde, Peru, 2010-2014
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;42:e20, 2018. tab.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivo El objetivo de este estudio fue averiguar qué factores afectan el gasto de bolsillo en servicios de salud prestados por el MINSA y los gobiernos regionales a la población en condiciones de pobreza monetaria relativa entre 2010 y 2014. Materiales y métodos Estudio transversal descriptivo econométrico con cortes anuales (2010-2014) a nivel nacional con información de encuestas de hogares. La variable dependiente fue el gasto de bolsillo en salud de las personas en situación de pobreza monetaria relativa para costear su atención médica en servicios de salud públicos. Las variables independientes fueron la afiliación al Seguro Integral de Salud (SIS), el nivel de gasto familiar per capita, el grupo de edad (0-5 años), ser mujer en edad fértil (15-49 años), ser persona adulta mayor (mayor de 60 años)), la carga familiar (cuyo indicador proxy fue el número de miembros en el hogar), y el nivel de complejidad del prestador de servicios. Resultados Sólo 5% de la población rural objeto de estudio fue atendida en centros de mayor nivel de complejidad (hospital) frente a 16% de la del medio urbano. Los medicamentos concentraron el mayor gasto de hogares: 44% en los asegurados en el SIS y 62% en los no asegurados (2014). El gasto de bolsillo en salud se asoció positivamente con no estar afiliado en el SIS, el mayor nivel de complejidad del prestador, el nivel del gasto familiar per capita y ser adulto mayor. Conclusiones La afiliación al SIS es una variable de política relevante para disminuir el gasto de bolsillo en hogares pobres. El menor gasto de bolsillo de la población rural pobre, especialmente vulnerable, está fuertemente asociado con el uso casi exclusivo de servicios provistos por prestadores del primer nivel de atención. Se necesitan políticas específicas de protección de la población adulta mayor en condiciones de pobreza. Para lograr la cobertura universal en salud, Perú necesita políticas más intensivas de protección financiera y de reestructuración de su oferta pública.

ABSTRACT Objective To ascertain which factors affect out-of-pocket spending on health services provided by the Ministry of Health of Peru and regional governments to the population living in relative poverty between 2010 and 2014. Materials and methods Cross-sectional, descriptive, nationwide, econometric, year-on-year (2010-2014) study using information from household surveys. The dependent variable was out-of-pocket spending by people in relative poverty to pay for medical care at public health services. The independent variables were affiliation to the Comprehensive Health Insurance (SIS) scheme, level of family expenditure per capita, age group 0-5 years, being a woman of childbearing age (15-49 years), being an older adult (over age 60 years), family burden (using the number of members of the household as a proxy indicator), and the level of complexity of the service provider. Results Only 5% of the rural population in the study were treated at higher-complexity facilities (hospitals), compared to 16% of the population in urban centers. Drugs accounted for the majority of household expenditures: 44% among those insured via SIS and 62% among the uninsured (2014). Out-of-pocket spending on health was positively associated with not being insured via SIS, higher level of provider complexity, level of family spending per capita, and being an older adult. Conclusions Comprehensive Health Insurance coverage is a relevant policy variable to reduce out-of-pocket spending in poor households. The lower out-of-pocket spending among the rural poor--an especially vulnerable group--was strongly associated with near-exclusive use of services delivered by primary health care providers. Specific policies are needed to protect older adults living in poverty. To achieve universal health coverage, Peru needs to implement more intensive financial protection policies and restructure its public service offering.

RESUMO Objetivo Examinar os fatores que influem na despesa por conta própria em serviços de saúde prestados pelos governos federal (Ministério da Saúde) e regionais à população em situação de relativa pobreza entre 2010 e 2014. Materiais e métodos Estudo transversal descritivo econométrico com recortes anuais (2010-2014) realizado em nível nacional com dados de pesquisas domiciliares. A variável dependente foi despesa por conta própria em saúde de pessoas em situação de relativa pobreza para custear o atendimento médico em serviços públicos de saúde. As variáveis independentes foram ser segurado do Seguro Integral de Saúde (SIS) da rede pública, despesa familiar per capita, faixa etária (0-5 anos), ser mulher em idade reprodutiva (15-49 anos), ser idoso (acima de 60 anos), carga familiar (cujo indicador substituto foi o número de pessoas por domicílio) e nível de complexidade do prestador de serviços. Resultados Apenas 5% da população rural estudada foram atendidos em centros com nível de complexidade mais alto (hospitais) em comparação a 16% da população urbana. Os medicamentos representaram o maior gasto das famílias: 44% para os segurados do SIS e 62% para não segurados (2014). A despesa por conta própria em saúde foi positivamente associada a não ser segurado do SIS, nível de complexidade mais alto do prestador de serviços, nível de gasto familiar per capita e ser idoso. Conclusões Ser segurado do SIS é uma variável de política importante para reduzir a despesa por conta própria em famílias pobres. A menor despesa por conta própria na população rural pobre, particularmente vulnerável, está muito associada ao uso quase exclusivo de serviços de atenção primária. Fazem-se necessárias políticas específicas de proteção da população idosa vivendo em situação de pobreza. Para alcançar a cobertura universal de saúde, o Peru precisa de políticas mais firmes de proteção financeira e reestruturação da oferta pública.
Descritores: Gastos em Saúde
Cobertura Universal
Seguro Saúde
-Peru
Pobreza
Cobertura de Serviços de Saúde
Seguro Saúde
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-961151
Autor: Arcêncio, Ricardo Alexandre.
Título: Nursing as the profession of the future and the foundation of universal health systems / A enfermagem como profissão do futuro e base de sustentação dos sistemas universais / La enfermería como profesión del futuro y base de sustentación de los sistemas universales
Fonte: Rev. latinoam. enferm. (Online);26:e3063, 2018. graf.
Idioma: en.
Descritores: Prática Profissional/organização & administração
Enfermagem/normas
Enfermagem/organização & administração
Cobertura Universal
-Prática Profissional/normas
Previsões
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-678763
Autor: Giovanella, Ligia(org); Feo, Oscar(org); Faria, Mariana(org); Tobar, Sebastián(org).
Título: Sistemas de Salud en Suramérica: desafíos para la universalidad, la integralidad y la equidad / Health´s Systems Suramérica: challenges for universalidad, integralidad and fairness.
Fonte: Rio de Janeiro; ISAGS; 2012. 852 p. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: O livro traz um panorama completo dos Sistemas de Saúde na América do Sul, com dados sobre, por exemplo, a cobertura e financiamento. “A partir daí, pode-se estabelecer diretrizes para a cooperação estruturante em saúde no continente.
Descritores: Assistência Integral à Saúde
Cobertura Universal
Equidade em Saúde
Saúde Pública
Sistemas de Saúde
-América do Sul
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME
BR526.1; 362.104250980, G512s


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1012770
Autor: Chaves, Luisa Arueira; Chaves, Gabriela Costa; Vianna, Mariani Nunes Sadock; Oliveira, Maria Auxiliadora.
Título: Desabastecimento de medicamentos na literatura científica da saúde: uma revisão narrativa / Medicines shortage in medical scientific journals: a literature review
Fonte: Physis (Rio J.);29(1):e290107, 2019. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O desabastecimento de medicamentos já é considerado um problema de saúde pública e representa um obstáculo importante para a garantia do acesso a eles e, consequentemente, do direito à saúde. Sendo assim, com o intuito de compreender melhor esse fenômeno, este artigo buscou identificar, descrever e caracterizar as publicações científicas da saúde que versam sobre o tema de desabastecimento de medicamentos e identificar as lacunas de pesquisa. Para tanto, realizou-se revisão narrativa da literatura científica na base de dados PubMed. Os resultados foram selecionados de acordo com o título e resumo, e os dados foram extraídos do texto completo. Além de uma análise quantitativa, também foi realizada uma síntese qualitativa dos estudos, explicitando as principais causas, estratégias de enfrentamento, discussões conceituais e a descrição do problema contido nas publicações incluídas. Foram analisados 98 artigos, a maioria foi publicada a partir do ano de 2011, nos EUA, citando diversos medicamentos e com o foco na descrição do problema. Os resultados deste estudo sugerem a contemporaneidade do problema, o uso da literatura científica como denúncia e a falta de estudos sobre o tema em países de baixa e média renda e que se voltem a compreender suas causas.

Abstract The shortage of medicines is already considered a public health problem that affects several regions worlwide and is a major obstacle to ensure access to medicines and, consequently, the right to health. Thus, in order to better understand this phenomenon, this article sought to identify, describe and characterize the medical scientific publications that deal with the issue of medicines shortages and to identify the gaps on this theme. For that, a narrative review of the medical scientific literature was carried out in the PubMed database. The results were selected according to the title and abstract, and the data were extracted from the full text. In addition to quantitative analysis, a qualitative synthesis of the studies was also performed, identifying the mentioned causes, coping strategies, conceptual discussions and problem description. We analyzed 98 papers, most of them published since the year 2011, in the United States, citing various drugs and with a focus on describing the problem. The results of this study suggest the contemporaneous of the problem, the use of scientific literature as drug shortages denunciation, the lack of studies in low- and middle-income settings, and a gap in studies that investigates the causes of medicines shortages.
Descritores: Assistência Farmacêutica/provisão & distribuição
Acesso a Medicamentos Essenciais e Tecnologias em Saúde
-Literatura de Revisão como Assunto
Cobertura Universal
Necessidades e Demandas de Serviços de Saúde
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: BR433.1 - CB/C - Biblioteca Biomédica C


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Id: biblio-961751
Autor: Vidal, M. Niurka Vialart; Ledo, María J. Vidal; Domínguez, Yanetsys Sarduy; Ramos, Ariel Delgado; Díaz, Alfredo Rodríguez; Estévez, Ileana Fleitas; Morejón, Madelayne Muñoz; Mariño, Xaily Gavilondo; Matar, Rodolfo Pérez.
Título: Aplicación de la eSalud en el contexto cubano / Application of eHealth in the Cuban context / Aplicação da eSaúde no contexto cubano
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;42:e19, 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Se exponen los logros y los desafíos que provienen de la aplicación de la eSalud en el contexto cubano para apoyar la salud universal. El Ministerio de Salud Pública definió la Estrategia de Informatización, cuyas líneas de trabajo se sustentan en los componentes declarados en la Estrategia y Plan de Acción sobre eSalud de la Organización Panamericana de la Salud, y en la Política para la Informatización de la Sociedad, aprobada por el Gobierno cubano. Se especifican las acciones de la estrategia cubana elaboradas para solventar las limitaciones en la infraestructura tecnológica, desarrollar las plataformas, las herramientas y las aplicaciones que requieran los servicios de salud, y estimular en los profesionales las habilidades para emplearlas. Los resultados de la eSalud en Cuba son producto de la aplicación y la evaluación de la estrategia aplicada en el marco del perfeccionamiento del sector de la salud, mediante proyectos como el registro médico electrónico denominado Galen Clínicas, la preparación del capital humano y los recursos de información y educación a distancia de la Red Telemática de Salud Infomed. Estos son modelos de solidaridad y trabajo colaborativo en redes, que han contribuido a la salud universal e impactado positivamente en el sistema de salud, más allá de las fronteras. Los desafíos de la eSalud consisten en el desarrollo de iniciativas en salud móvil, en lo que existe poca experiencia; la telemedicina, cuyo proyecto quedó detenido; la integración e interoperabilidad de las aplicaciones; la sostenibilidad de las soluciones implementadas; la insuficiente infraestructura tecnológica; y el fortalecimiento del marco legal.

ABSTRACT The achievements and challenges arising from the application of eHealth in the Cuban context to support universal health are presented. The Ministry of Public Health defined the Computerization Strategy, whose lines of work are based on the components declared in the Strategy and Plan of Action on eHealth of the Pan American Health Organization, and in the Policy for the Computerization of the Society, approved by the Cuban Government. The paper describes the actions of the Cuban strategy elaborated to solve the limitations in the technological infrastructure, to develop the platforms, the tools and the applications required by the health services, and to stimulate the professionals' abilities to use them. The results of eHealth in Cuba are based on the application and evaluation of the strategy implemented in the framework of the improvement of the health sector through projects such as the electronic medical record called Galen Clínicas, the training of human resources and the resources for information and education from the Infomed Health Telematics Network. These models of solidarity and collaborative networking have contributed to universal health and positively impacted on the health system beyond the borders. The challenges of eHealth are the development of initiatives in mobile health —in which there is little experience—; telemedicine —a project that is stopped—; integration and interoperability among applications; the sustainability of the implemented solutions; insufficient technological infrastructure; and strengthening of the legal framework.

RESUMO As descobertas e desafios decorrentes da aplicação da eSaúde no contexto cubano para apoiar a saúde universal são expostos. O Ministério da Saúde Pública definiu a Estratégia de informatização, cujas linhas de trabalho são baseadas nos componentes declarados na Estratégia e Plano de Ação da eSaúde da Organização Pan-Americana da Saúde e na Política de Informatização da Sociedade aprovada pelo governo cubano. O artigo especifica as ações da estratégia cubana para resolver as limitações da infra- estrutura tecnológica, desenvolver plataformas, ferramentas e aplicações que exigem serviços de saúde, e estimular nos profissionais as habilidades para usá-los. Os resultados da eSaúde em Cuba são o produto da aplicação e avaliação da estratégia aplicada no âmbito da melhoria do setor da saúde, através de projetos como o registro médico eletrônico chamado Galen Clínicas, a preparação do capital humano e os recursos de informação e educação a distância da Rede Telémática de Saúde Infomed. Estes modelos de solidariedade e trabalho colaborativo em redes contribuíram para a saúde universal e impactaram positivamente no sistema de saúde, além das fronteiras. Os desafios da eSaúde consistem no desenvolvimento de iniciativas em saúde móvel, em que há pouca experiência; telemedicina, cujo projeto foi interrompido; a integração e interoperabilidade das aplicações; a sustentabilidade das soluções implementadas; a infra-estrutura tecnológica insuficiente; e o fortalecimento do quadro legal.
Descritores: Telemedicina
Cobertura Universal
Projetos de Tecnologias de Informação e Comunicação
Registros Eletrônicos de Saúde
-Cuba
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-961756
Autor: Toledo, Lorena Prieto; Ginocchio, Vilma Montañez; Cid-Pedraza, Camilo.
Título: Espacio fiscal para salud en Honduras / Fiscal space for health in Honduras / Espaço fiscal para saúde em Honduras
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;42:e8, 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivo Analizar las fuentes de espacio fiscal para el sector salud en Honduras en un contexto de reforma del sector, con el compromiso de alcanzar una meta de gasto público en salud de 6% del producto interno bruto (PIB). Métodos Se realizó un análisis de la condición básica y las fuentes de espacio fiscal en base a una revisión bibliográfica y datos secundarios. Se estimó el tamaño de las fuentes con datos oficiales, estadísticas internacionales y estudios previos. De manera complementaria al estudio, se realizó un análisis de la factibilidad política y se aplicó una encuesta en línea a actores clave. Resultados Las estimaciones de la condición básica de crecimiento económico muestran que es necesario identificar otras fuentes para poder generar nuevos recursos. La reciente reforma tributaria limita la factibilidad política de generar nuevos impuestos, a excepción de los impuestos al pecado cuya recaudación se podría asignar exclusivamente a salud. La reforma de protección social abre el camino para explorar medidas que liberen recursos con mejoras en la eficiencia del sector. Una limitante en el caso del gasto público proveniente de la seguridad social es el techo de la base contributiva, independiente de una aceleración en la formalización laboral. Conclusiones Honduras puede avanzar en lograr la meta de un gasto público en salud de 6% del PIB que respalde los planes de reforma sectorial, pero sus opciones se ven limitadas por la reciente reforma tributaria. La reforma de protección social en salud debe considerar los recursos adicionales que tendrá disponibles para no poner en riesgo su implementación.

ABSTRACT Objective To analyze sources of fiscal space for the health sector in Honduras, in the context of sectoral reform, with a commitment to achieving the target of public expenditure on health equivalent to 6% of gross domestic product (GDP). Methods An analysis of baseline conditions and sources of fiscal space was conducted on the basis of a literature review and secondary data. The size of each source was estimated from official data, international statistics, and previous studies. In parallel to this study, political feasibility was analyzed and an online survey was administered to key actors. Results Estimates of baseline conditions for economic growth show that other sources must be identified in order to generate new resources. The recent tax reform limits the political feasibility of creating new taxes, except for "sin taxes", that could be used exclusively to fund health. Social protection reform paves the way to explore measures that could make resources available by improving efficiency in the sector. One limitation on public expenditure based on social security contributions is the ceiling on taxable income, notwithstanding acceleration in the formalization of the labor market. Conclusions Honduras can advance towards achieving the target of public expenditure on health equivalent to 6% of GDP with the support of plans for sectoral reform, but its options are limited by the recent tax reform. The reform of social protection in health should consider additional available resources so as not to jeopardize implementation of the reform.

RESUMO Objetivo Analisar as fontes de espaço fiscal para saúde em Honduras no contexto da reforma do setor, com o compromisso de alcançar uma meta de gasto público em saúde de 6% do produto interno bruto (PIB). Métodos Foi realizada uma análise da situação básica e das fontes de espaço fiscal com base em uma revisão da literatura e dados secundários. Foi estimado o tamanho das fontes com dados oficiais, estatísticas internacionais e estudos prévios. Para complementar o estudo, foi realizada uma análise da viabilidade política e uma pesquisa online com os principais interessados diretos. Resultados As estimativas da situação básica de crescimento econômico indicam que é necessário identificar novas fontes para geração de recursos. A reforma tributária recente restringe a viabilidade política de criar impostos, exceto impostos pecuniários cuja arrecadação poderia ser alocada exclusivamente à saúde. A reforma da previdência social abre caminho para examinar medidas para liberar recursos com a melhoria da eficiência do setor. Uma limitante no caso do gasto público proveniente da previdência social é o teto da base contributiva, independente de uma aceleração na formalização das relações de trabalho. Conclusões Honduras pode procurar alcançar uma meta de gasto público em saúde de 6% do PIB que respalde os planos de reforma setorial, mas as opções são limitadas pela recente reforma tributária. A reforma da previdência social em saúde deve considerar os recursos adicionais que terá à disposição para não comprometer a própria implementação.
Descritores: Cobertura Universal
Financiamento da Assistência à Saúde
-Honduras
América Latina
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-961802
Autor: Almeida, Gisele; Artaza, Osvaldo; Donoso, Nora; Fábrega, Ricardo.
Título: La atención primaria de salud en la Región de las Américas a 40 años de la Declaración de Alma-Ata / Primary health care in the Region of the Americas 40 years after the Alma-Ata Declaration / Atenção primária à saúde na Região das Américas 40 anos após a Declaração de Alma-Ata
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;42:e104, 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN En este artículo se reseña la evolución de las propuestas y acuerdos regionales desde la Declaración de Alma-Ata (1978) hasta la Estrategia de Salud Universal y se destaca la vigencia de los planteamientos esenciales de la estrategia de atención primaria, que hoy se expresan en las propuestas de fortalecimiento del primer nivel de atención y la generación de redes integradas de servicios de salud. Se recuerda, también, el carácter contextual de la implementación de la estrategia en el marco de situaciones nacionales complejas a través de algunos hitos de los últimos 40 años. Se describen los factores que frenan la implementación de la atención primaria de salud (APS), así como los avances y desafíos emergentes que hoy en día enfrentan los sistemas de salud en varios países. Se reafirma que solo mediante un fuerte primer nivel articulador y resolutivo, cercano, inserto en la comunidad y accesible, es posible avanzar hacia el ejercicio del derecho a la salud para todos y se aboga por la generación de propuestas prácticas para relanzar la estrategia de APS a 40 años de la Declaración de Alma-Ata.

ABSTRACT This article reviews the evolution of regional proposals and agreements from the Declaration of Alma-Ata (1978) to the Universal Health Strategy, highlighting how the core tenets of the primary health care strategy have come to be reflected in proposals to strengthen the primary level of care and establish integrated health services networks. Contextual aspects of implementing the strategy within the framework of complex national scenarios are also noted, through a review of some of the milestones of the last 40 years. Factors that hinder implementation of primary health care are described, as well as the advances and the emerging challenges that health systems face in several countries. This article reaffirms the need for a strong primary care level--with coordination and response capacity, close to and involved in the community, and accessible--in order to advance towards realizing the right to health for everyone. It also advocates for practical proposals to relaunch the primary health care strategy 40 years after the Declaration of Alma-Ata.

RESUMO Este artigo apresenta a evolução das propostas e acordos regionais a partir da Declaração de Alma-Ata (1978) até a Estratégia de saúde universal, destacando a vigência das perspectivas básicas da estratégia de atenção primária, atualmente expressas nas propostas de fortalecimento da atenção primária e formação de redes integradas de serviços de saúde. Salienta-se o caráter contextual da implementação da estratégia em cenários nacionais complexos, ilustrando-se com os marcos alcançados nos últimos 40 anos. São descritos os fatores que freiam a implementação da atenção primária à saúde (APS) e os avanços e desafios emergentes atualmente enfrentados pelos sistemas de saúde em vários países. Enfatiza-se que, somente com um nível de atenção primário que seja forte, articulado e resolutivo, que esteja próximo e inserido na comunidade e de fácil acesso às pessoas, é possível progredir no direito à saúde para todos. O artigo defende a elaboração de propostas práticas para relançar a estratégia de APS após 40 anos da Declaração de Alma-Ata.
Descritores: Atenção Primária à Saúde/organização & administração
Cobertura Universal
Sistemas Nacionais de Saúde
-Política de Saúde
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-961798
Autor: Pedraza, Camilo Cid; Matus-López, Mauricio; Báscolo, Ernesto.
Título: Espacio fiscal para salud en las Américas: ¿es suficiente el crecimiento económico? / Fiscal space for Health in the Americas: is economic growth sufficient? / Espaço fiscal para saúde nas Américas: o crescimento econômico é suficiente?
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;42:e86, 2018. tab, graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivo. En 2014, los países miembros de la Organización Panamericana de la Salud firmaron la Estrategia para el acceso universal a salud y cobertura universal de salud. En ella, se comprometieron a aumentar el gasto público en salud hasta alcanzar la meta referencial de 6% del producto interno bruto (PIB). El objetivo de este trabajo es determinar, para cada uno de los países de la Región, si pueden alcanzar esta meta solo con crecimiento económico y, en el caso de ser posible, en qué plazos lo harían. Métodos. Se utilizaron datos del Banco Mundial y de la Organización Mundial de Salud y se estimaron las elasticidades del gasto público en salud con respecto al PIB para cada país. Con base en el crecimiento económico real y el proyectado por el Fondo Monetario Internacional 2016-2021, se proyectó la serie de gasto y se determinó el año en el que alcanzarían 6% del producto. Resultados. Seis países ya han alcanzado la meta de 6%. Los países de América Latina y el Caribe que la han logrado son aquellos que mantienen sistemas de salud únicos, basados en acceso y cobertura universales. Si se mantiene la priorización actual del gasto público en salud, tres países podrían alcanzar la meta en la próxima década. Otros cuatro países lo harían antes de medio siglo, diez en la segunda mitad y uno tendría que esperar hasta la próxima centuria. Por último, 13 países nunca alcanzarían la meta propuesta. Conclusiones. Este análisis demuestra las limitaciones del crecimiento económico como fuente de espacio fiscal. Será necesario recurrir a otras fuentes como mayor recaudación tributaria, impuestos específicos en salud y mayor eficiencia en el gasto público, lo que demandará un diálogo social y político de los países en torno al compromiso con los principios de la salud universal.

ABSTRACT Objective. In 2014, the Pan American Health Organization member countries signed the Strategy for Universal Access to Health and Universal Health Coverage. In it, they committed to increasing public health expenditure until reaching the benchmark of 6% of gross domestic product (GDP). The objective of this paper is to determine, for each country in the Region, if they can reach this goal by economic growth alone and, if so, how long it would take. Methods. Using World Bank and World Health Organization data, elasticity of public health expenditure with regard to GDP was estimated for each country. Real economic growth and International Monetary Fund projections for 2016-2021 were used to project the expenditure series and determine the year each country would reach 6% of GDP. Results. Six countries have already reached the 6% goal. The Latin American and Caribbean countries that have achieved it are those that have single health systems, based on universal access and coverage. If current prioritization of public health expenditure is maintained, three countries could reach the goal in the next decade. Four more countries would reach it before mid-century, ten in the second half of the century, and one would have to wait until the next century. Finally, 13 countries would never reach the proposed goal. Conclusions. This analysis demonstrates the limitations of economic growth as a source of fiscal space. Other sources will need to be tapped, such as increased tax collection, specific health taxes, and greater efficiency in public spending, which will require social and political dialogue in the countries regarding their commitment to universal health principles.

RESUMO Objetivo. Em 2014, os Estados Membros da Organização Pan-Americana da Saúde firmaram a Estratégia para o acesso universal à saúde e cobertura universal de saúde com a qual se comprometeram a aumentar o gasto público em saúde até atingir a meta de referência de 6% do produto interno bruto (PIB). O objetivo deste estudo foi determinar se cada um dos países da Região conseguiria atingir esta meta apenas com o crescimento econômico e, neste caso, em que prazo. Métodos. O estudo se baseou em dados obtidos do Banco Mundial e da Organização Mundial de Saúde (OMS). Foi estimada a elasticidade do gasto público em saúde com relação ao PIB para cada país. A partir do crescimento econômico real e do crescimento projetado pelo Fundo Monetário Internacional para o período 2016-2021, foi feita a projeção dos gastos e determinado o ano em que seriam alcançados 6% do PIB. Resultados. Seis países já atingiram a meta de 6%. Os países da América Latina e Caribe que atingiram esta meta são os que têm um sistema de saúde único baseado no acesso e cobertura universais. Se for mantida a priorização atual do gasto público em saúde, três países conseguiriam alcançar a meta na próxima década. Outros quatro países atingiriam a meta antes de meados do século, 10 na segunda metade deste século e um somente a alcançaria no século seguinte. E, por fim, 13 países nunca atingiriam a meta proposta. Conclusões. Esta análise demonstra as limitações do crescimento econômico como fonte de espaço fiscal. Será necessário recorrer a outras fontes, como maior arrecadação tributária, impostos próprios para a saúde e maior eficiência no gasto público, o que demanda dos países um diálogo social e político quanto ao compromisso com os princípios de saúde universal.
Descritores: Cobertura Universal/economia
Financiamento da Assistência à Saúde
Recursos em Saúde/organização & administração
-América Latina
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-961795
Autor: Matus-López, Mauricio; Pozo, Desiderio Cansino; Pedraza, Camilo Cid; Romero, Werner Valdés.
Título: Evaluación del espacio fiscal para salud en Bolivia / Evaluation of fiscal space for health in Bolivia / Avaliação do espaço fiscal para a saúde na Bolívia
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;42:e4, 2018. tab.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivo Evaluar desde los puntos de vista técnico y político la capacidad de Bolivia para generar espacio fiscal para salud que le permita sostener los avances y cumplir el compromiso de un gasto público en salud de 6% del producto interno bruto (PIB). Métodos Se realizó una revisión de la evidencia internacional sobre espacio fiscal y sus mediciones. El análisis técnico se desarrolló a través del uso de estadísticas e informes oficiales de múltiples fuentes secundarias nacionales e internacionales. El análisis político y social se llevó a cabo mediante 20 entrevistas a representantes de organismos e instituciones. Resultados Existe capacidad para crear espacio fiscal en salud para Bolivia. Las fuentes con mayor factibilidad técnica y política son tres: el crecimiento económico vinculado al compromiso de repriorización del gasto público en salud, mejoras de las fuentes internas de recaudación a través de la reducción de la informalidad y reducción de los gastos tributarios. Con menos factibilidad se sitúa el financiamiento externo y el aumento de las contribuciones a la Seguridad Social. Conclusiones Bolivia está en condiciones de alcanzar un gasto público en salud de 6% del PIB. El tiempo en que logre esta meta depende de mantener la priorización del gasto en el sector, con el consenso de la mayoría social y política y en un marco de crecimiento y estabilidad económica.

ABSTRACT Objective To assess from a technical and political point of view the capacity of Bolivia to generate fiscal space for health that allows it to sustain progress and fulfill the commitment of a public health expenditure of 6% of gross domestic product. Methods A review of the international evidence on fiscal space and its measurements was conducted. The technical analysis was developed through statistics and official reports from multiple national and international secondary sources. The political and social analysis was carried out through 20 interviews with representatives of organizations and institutions. Results There is capacity to create fiscal space in health for Bolivia. There are three sources with the greatest technical and political feasibility: economic growth linked to the commitment to reprioritize public spending on health; improvements in the internal sources of revenue through the reduction of informal work; and reduction of tax expenditures. External financing and an increase of Social Security contributions are less feasible. Conclusions Bolivia is able to achieve a public health spending of 6% of gross domestic product. The timing to achieve this goal depends on maintaining the prioritization of spending in the sector, with social and political consensus and within a framework of economic growth and stability.

RESUMO Objetivo Avaliar do ponto de vista técnico e político a capacidade da Bolívia para gerar espaço fiscal para a saúde que lhe permita sustentar o progresso e cumprir o compromisso de uma despesa de saúde pública de 6% do Produto Interno Bruto (PIB). Métodos Foi feita uma revisão da evidência internacional sobre o espaço fiscal e suas medições. A análise técnica foi desenvolvida através do uso de estatísticas e relatórios oficiais de múltiplas fontes secundárias nacionais e internacionais. A análise política e social foi realizada através de 20 entrevistas com representantes de organizações e instituições. Resultados Existe capacidade para criar espaço fiscal em saúde para a Bolívia. As fontes com maior viabilidade técnica e política são três: crescimento econômico ligado ao compromisso de desajustar as despesas públicas em saúde, melhorias nas fontes internas de receita através da redução da informalidade e redução de despesas tributárias. Com menos viabilidade é o financiamento externo e o aumento das contribuições para a Segurança Social. Conclusões A Bolívia é capaz de alcançar gastos de saúde pública de 6% do PIB. O tempo que atinge esse objetivo depende da manutenção da priorização dos gastos no setor, com o consenso da maioria social e política, tudo em um quadro de crescimento econômico e estabilidade.
Descritores: Política Financeira
Cobertura Universal/organização & administração
Financiamento da Assistência à Saúde
Recursos em Saúde/provisão & distribuição
-Bolívia
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Autor: Pichon-Riviere, Andrés; Soto, Natalie C; Augustovski, Federico Ariel; García Martí, Sebastián; Sampietro-Colom, Laura.
Título: Evaluación de tecnologías sanitarias para la toma de decisiones en Latinoamérica: principios de buenas prácticas / Health technology assessment for decision-making in Latin America: good practice principles / Avaliação de tecnologias em saúde para a tomada de decisão na América Latina: princípios de boas práticas
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;41:e138, 2017. tab.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivo Identificar los principios de buenas prácticas en la Evaluación de las Tecnologías Sanitarias (ETESA) más relevantes, aplicables y prioritarios en Latinoamérica; y las potenciales barreras para implementarlos en la región. Métodos Se identificaron los principios de buenas prácticas en ETESA postulados a nivel mundial y luego se exploraron mediante un proceso deliberativo en un Foro de evaluadores, financiadores y productores de tecnologías. Resultados El Foro contó con la participación de 42 representantes de diez países Latinoamericanos. Los principios de buenas prácticas postulados a nivel internacional fueron considerados válidos y potencialmente aplicables en Latinoamérica. Cinco principios fueron identificados como prioritarios y con mayor potencial para ser profundizados en estos momentos: transparencia en los procesos de realización de ETESA; Involucramiento de actores relevantes en el proceso de ETESA; existencia de mecanismos de apelación de las decisiones; existencia de mecanismos claros para el establecimiento de prioridades en ETESA; y existencia de un vínculo claro entre la evaluación y la toma de decisión. El principal reto identificado fue encontrar un equilibrio entre la aplicación de estos principios y los recursos disponibles para prevenir que las mejoras a introducir atenten contra los tiempos de producción de informes y la adecuación a las necesidades de los decisores. Conclusiones La principal recomendación fue avanzar gradualmente en mejorar la ETESA y su vínculo con la toma de decisión desarrollando procesos apropiados para cada país, sin pretender imponer a corto plazo estándares tomados de ejemplos a nivel internacional sin la adecuada adaptación al contexto local.

ABSTRACT Objective Identify the most relevant, applicable, and priority good practice principles in health technology assessment (HTA) in Latin America, and potential barriers to implementing them in the region. Methods HTA good practice principles postulated worldwide were identified and then explored through a deliberative process in a forum of evaluators, funders, and technology producers. Results Forty-two representatives from ten Latin American countries participated in the forum. The good practice principles postulated at the international level were considered valid and potentially applicable in Latin America. Five principles were identified as priorities and as having greater potential to be expanded at this time: transparency in carrying out HTA; involvement of stakeholders in the HTA process; existence of mechanisms to appeal decisions; existence of clear mechanisms for HTA priority-setting; and existence of a clear link between assessment and decision-making. The main challenge identified was to find a balance between application of these principles and available resources, to prevent the planned improvements from jeopardizing report production times and failing to meet decision-makers' needs. Conclusions The main recommendation was to gradually advance in improving HTA and its link to decision-making by developing appropriate processes for each country, without attempting to impose, in the short term, standards taken from examples at the international level without adequate adaptation to the local context.

RESUMO Objetivo Identificar os princípios das boas práticas na avaliação de tecnologias em saúde (ATS) mais relevantes, aplicáveis e prioritárias na América Latina e as potenciais barreiras para implementação destes princípios na Região. Métodos Foram identificados os princípios das boas práticas na ATS propostos ao nível mundial e explorados em um processo deliberativo em um fórum de examinadores, financiadores e produtores de tecnologia. Resultados O fórum teve a participação de 42 representantes de 10 países latino-americanos. Considerou-se que os princípios das boas práticas propostos ao nível internacional são válidos e potencialmente aplicáveis na América Latina. Identificaram-se cinco princípios prioritários com maior potencial para serem aprofundados: transparência nos processos de ATS; envolvimento de atores relevantes no processo de ATS; disponibilidade de mecanismos de apelação das decisões; mecanismos distintos para determinação das prioridades em ATS; e vínculo evidente entre avaliação e tomada de decisão. Verificou-se que o principal desafio é encontrar um equilíbrio entre a aplicação dos princípios e os recursos disponíveis a fim de evitar que as melhorias a serem introduzidas sejam um obstáculo ao tempo de produção de relatórios e à adequação às necessidades dos responsáveis pela tomada de decisão. Conclusões A principal recomendação é avançar gradualmente para aperfeiçoar a ATS e o vínculo com a tomada de decisão, desenvolvendo processos adaptados a cada país, sem pretender impor a curto prazo padrões tidos como exemplares ao nível internacional sem a correta adaptação ao contexto local.
Descritores: Alocação de Recursos para a Atenção à Saúde/economia
Cobertura Universal
Economia e Organizações de Saúde
Prioridades em Saúde/organização & administração
-Avaliação da Tecnologia Biomédica
Economia da Saúde
Saúde Pública
Políticas Públicas de Saúde
Responsável: BR1.1 - BIREME



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