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Id: biblio-1291350
Autor: Toledo, Michele Cavalcanti.
Título: Avaliação de risco à saúde humana devido a presença de arsênio e outros elementos em arroz no Brasil / Risk assessment from exposure to arsenic and other elements in rice from Brazil.
Fonte: São Paulo; s.n; 2021. 124 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Introdução: Arroz pode ser a principal fonte de exposição a arsênio inorgânico (iAs), que é carcinogênico e está associado a diversos efeitos não-carcinogênicos. Produtos feitos de arroz, como cereais infantis, e água para consumo podem ser importantes fontes de exposição a iAs. Embora o arroz seja um componente básico da dieta da população brasileira, há poucos estudos avaliando os riscos à saúde decorrentes da exposição ao iAs. Objetivo: Avaliar o risco da exposição a iAs e/ou outros elementos tóxicos e essenciais em arroz integral, arroz branco, cereais infantis, e água potável no Brasil, e identificar possíveis medidas para mitigar o risco. Método: O incremento de risco de câncer no tempo de vida (ILCR), o risco não-carcinogênico (HQ) e o hazard Index (HI) foram estimados através de análise probabilística com simulações de Monte Carlo. A concentração de elementos em arroz e cereais infantis foi obtida de pesquisas realizadas no Brasil, e a concentração de arsênio em água provém do monitoramento nacional de vigilância da qualidade da água. Resultados e discussão: O ILCR médio para exposição a iAs em arroz branco foi 1.3 × 10-04, arroz integral 5.4 × 10-06, e para exposição a chumbo (Pb) em arroz integral foi 2.5 x 10-8. O HQ para arroz foi estimado abaixo de 1 para todos os elementos, assim como o HI, sugerindo que efeitos não carcinogênicos não são esperados. O ILCR médio decorrente da exposição a iAs em água foi 6.5 × 10-05, acima do limite de 1 × 10-5, e o HQ foi inferior a 1. Cereais infantis feitos de arroz foram o tipo de cereal com maior ILCR (4.0 x 10-5) e com mais elementos com HQ acima de 1. Todos os cereais infantis apresentaram HQ acima de 1 para ao menos um elemento. Cadmio foi o elemento tóxico mais significativo, e zinco o elemento essencial mais relevante. Estimou-se que através de ações de mitigação o risco carcinogênico devido ao consumo de arroz poderia ser reduzido em até 68%, e para cereais infantis em 24%. O ILCR para arroz foi considerado elevado, ainda que as concentrações de iAs estejam dentro dos limites permitidos. O risco para arroz integral foi menor que para arroz branco, devido à baixa concentração de iAs nas amostras avaliadas, e as possíveis razões para isto foram exploradas, como o local do cultivo, práticas agrícolas e o tipo de cultivar de arroz. O risco carcinogênico e não-carcinogênico referente a exposição a Pb foi considerado baixo, entretanto nenhum nível de exposição a este elemento é considerado seguro. Conclusões: O ILCR para consumo de arroz, cereal infantil e água foi considerado elevado. O risco não-carcinogênico foi considerado elevado apenas para cereais infantis, incluindo elementos tóxicos e essenciais, e cereais infantis feitos de arroz apresentaram risco mais significativo. O consumo de água representou um menor risco carcinogênico, entretanto considerado não tolerável. Com o suporte de políticas públicas, medidas para reduzir os riscos relativos ao consumo de arroz e cereais infantis poderiam ter um impacto positivo para a saúde pública no Brasil.

Introduction: Rice can be the main source of exposure to inorganic arsenic (iAs), which is classified as carcinogenic and is also associated with non-cancer effects. Rice products, such as infant cereals, and drinking water are also important sources of exposure to iAs. Although rice is a staple food in Brazil, there have been few studies about the health risks for the Brazilian population. Objective: The objective of this study was to assess the risks of exposure to iAs and other toxic and essential elements from brown rice, white rice (only iAs), infant cereal (made of rice and different raw materials), and drinking water (only iAs) in Brazil, and to identify possible measures to mitigate those risks. Method: The incremental lifetime cancer risk (ILCR) and the non-cancer risk, or hazard quotient (HQ), and hazard index (HI) were calculated. A probabilistic analysis was performed with Monte Carlo simulation. Results and discussion: The mean ILCR was 1.3 × 10-04 for exposure to iAs in white rice and 5.4 × 10-06 for brown rice, and for exposure to Pb it was 2.5 x 10-8 for brown rice. The HQ was under 1 for all elements in brown rice, as the HI, suggesting that health effects are unlikely. The mean ILCR for exposure to iAs from drinking water was 6.5 × 10-05, above the tolerable value of 1 × 10-5 recommended by the World Health Organization, and the HQ was below 1. Rice cereal was the kind of infant cereal with highest ILCR (4.0 x 10-5) and with more elements with HQ above 1. All the infant cereals had an HQ above 1 for at least one element. Cd was the non-essential element more significative in this scenario, and Zn was the essential element more relevant. Various mitigation measures discussed in this dissertation are estimated to reduce the risk from rice consumption by 68%, and from infant cereal by 24%. The ILCR for white and brown rice was high, even though the iAs concentration in rice is below the maximum contaminant level. The risk for brown rice consumption was lower because the iAs concentrations were low in the brown rice samples evaluated, which possible reasons were explored, such as the location of cultivation, agricultural practices and the kind of rice cultivar. The estimated cancer and non-cancer risk from exposure to Pb is low, however no exposure to this element from diet is considered safe. Conclusions: The ILCR for rice, infant cereal and water consumption was considered high. The non-cancer risk was not tolerable only for infant cereal, including essential and non-essential elements, and rice cereal showed to be more concerning. Water consumption represents a small part of the risk for adults, although it was estimated to be not tolerable. With the support of public policies, measures to reduce these risks from rice and infant cereal would have a positive impact on public health in Brazil.
Descritores: Água Potável
Método de Monte Carlo
Alimentação Básica
Avaliação de Risco e Mitigação
Alimentos Infantis
Chumbo
-Arsênio
Política Pública
Oryza
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Id: lil-734929
Autor: Aristizábal, Juan Carlos; Senior, Juan Manuel; Fernández, Andrés; Rodríguez, Arturo; Acosta, Natalia.
Título: Validación de las escalas de riesgo TIMI y GRACE para el síndrome coronario agudo en una cohorte contemporánea de pacientes / Validation of GRACE and TIMI risk scales for acute coronary syndrome in a contemporary cohort of patients
Fonte: Acta méd. colomb;39(4):336-343, oct.-dic. 2014. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: la estratificación de riesgo es uno de los principales objetivos en el manejo integral de los síndromes coronarios agudos (SCA). En la actualidad las guías de práctica clínica recomiendan la estratificación por medio de los puntajes de riesgo TIMI y GRACE. Teniendo en cuenta la alta prevalencia de esta enfermedad, consideramos de gran importancia conocer en nuestro medio la utilidad de estas escalas para el tratamiento integral de nuestros pacientes con SCA y determinar cuál escala tiene mejor capacidad de predicción para morbimortalidad. Objetivo: evaluar la validez de las escalas TIMI y GRACE para predecir el riesgo de muerte e infarto en los pacientes que se presentan con diagnóstico de síndrome coronario agudo en la unidad de dolor torácico del Hospital San Vicente de Paúl Fundación, y establecer cuál de estas dos escalas tiene mejor capacidad de predicción en nuestro medio en SCA sin elevación del segmento ST. Métodos: estudio de validez de una escala de pronóstico, observacional, analítico, con análisis retrospectivo de la calibración del modelo y la discriminación del riesgo, en una cohorte de pacientes en hospital de cuarto nivel en Medellín, Colombia. Resultados: 164 sujetos con SCA fueron identificados. 141 pacientes con seguimiento completo hasta los seis meses. El TIMI promedio fue de 3.5 puntos y el GRACE promedio de 124. La estratificación del TIMI para SCA sin elevación del segmento ST mostró: 19.1% de pacientes en riesgo bajo, 59.6% en riesgo intermedio y 21.3% en riesgo alto; según la escala de riesgo GRACE encontramos para muerte hospitalaria: 38.3% de pacientes en riesgo bajo, 32.6% en riesgo intermedio y 29.1% en riesgo alto. Para estratificación de muerte a seis meses se encontró 39.7% en riesgo bajo, 36.2% en riesgo intermedio y 24.1% en riesgo alto. La evaluación del componente de calibración mostró que ambas escalas se ajustan a nuestra muestra para SCA sin elevación ST (Prueba de Hosmer-Lemeshow p > 0.05). La evaluación del componente de discriminación mostró que ambas escalas pueden distinguir la población de mayor riesgo a seis meses (estadístico C mayor a 0.7). La escala TIMI discriminó mejor el riesgo de muerte intrahospitalaria comparada con el GRACE (estadístico C= 0.9 versus 0.8). La escala GRACE por el contrario, presentó mejor poder de discriminación de muerte a seis meses (0.86 versus 0.65). Conclusión: ambas escalas se ajustaron a la población estudiada, son útiles y pueden recomendarse para determinar el riesgo de mortalidad de nuestros pacientes con SCA. Para el SCA sin ST, la escala de riesgo TIMI discriminó mejor el riesgo a nivel hospitalario, mientras que la escala GRACE fue mejor para predecir el riesgo a los seis meses después del SCA sin elevación del segmento ST.

Background: risk stratification is one of the main objectives in the comprehensive management of acute coronary syndromes (ACS). Currently, clinical practice guidelines recommend stratification by the TIMI and GRACE risk scores. Given the high prevalence of this disease, we attach great importance to know in our environment the usefulness of these scales for the comprehensive treatment of our patients with ACS and determine which scale has better predictive power for morbidity and mortality. Objective: to assess the validity of the TIMI and GRACE risk scores to predict death and infarction in patients presenting with diagnosis of acute coronary syndrome in the chest pain unit of the Hospital San Vicente de Paul Fundación, and establish which of these two scales has better predictive power in ACS without ST segment elevation in our environment. Methods: validation study of a prognostic scale, observational, analytical, with retrospective analysis of model calibration and risk discrimination in a cohort of patients at a fourth level hospital in Medellin, Colombia. Results: 164 subjects with ACS were identified. 141 patients with complete follow-up to 6 months. The average TIMI was 3.5 points and the GRACE average 124. TIMI stratification for ACS without ST-segment elevation showed 19.1% of patients at low risk, 59.6% at intermediate risk and 21.3% at high risk; according to the GRACE risk score for hospital death, were found: 38.3% of patients at low risk, at intermediate risk 32.6% and 29.1% at high risk. For stratification of death at six months, was found: 39.7% at low-risk, 36.2% at intermediate risk and 24.1% at high risk. The evaluation of the component of calibration showed that both scales fit our sample for ACS without ST elevation (Hosmer-Lemeshow test p> 0.05). The evaluation of the component of discrimination showed that both scales can distinguish the population of higher-risk to 6 months (C statistic greater than 0.7 C). The TIMI scale better discriminated risk of hospital death compared with GRACE (C statistic = 0.9 versus 0.8). On the contrary, the GRACE scale showeda better discrimination power of death at 6 months. (0.86 versus 0.65). Conclusion: both scales were adjusted to the population studied, are useful and can be recommended to determine the risk of mortality in our patients with ACS. For ACS without ST elevation, the TIMI risk score discriminated better the hospital risk, while GRACE scale was better at predicting risk at 6 months after ACS without ST segment elevation.
Descritores: Angina Instável
-Estudo de Validação
Síndrome Coronariana Aguda
Infarto do Miocárdio sem Supradesnível do Segmento ST
Avaliação de Risco e Mitigação
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Responsável: CO70 - Asociación Colombiana de Medicina Interna


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Id: biblio-1050078
Autor: Perú. Ministerio de Salud; .Dirección de Gestión del Riesgo de Desastres y Defensa Nacional en Salud.
Título: Plan de contingencia del Ministerio de Salud frente a los efectos de las lluvias intensas, inundaciones y movimientos en masa, 2019-2020: Documento técnico / Contingency Plan of the Ministry of Health against the effects of heavy rains, floods and mass movements, 2019-2020: Technical Document.
Fonte: Lima; Perú. Ministerio de Salud; 20191200. 160 p. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: El documento contiene los objetivos, líneas de acciones y las actividades que prioritariamente se deben realizar, a fin de implementar acciones de preparación y respuesta ante la temporada de lluvias 201-2020, articulando intervenciones del nivel nacional con el nivel regional y local.
Descritores: Estação Chuvosa
Planos de Contingência
Avaliação de Risco e Mitigação
Responsável: PE18.1 - Biblioteca Central


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: lil-396692
Autor: Anon.
Título: El bajo riesgo cardiovascular durante la juventud genera beneficios a largo plazo en mujeres / Low cardiovascular risk during youth generates long-term benefits in women
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;16(5):358-359, nov. 2004.
Idioma: es.
Descritores: Qualidade de Vida
Serviços de Saúde da Mulher/provisão & distribuição
Avaliação de Risco e Mitigação
Responsável: BR1.1 - BIREME



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