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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-1289866
Autor: Gallego-Pérez, Daniel F; Abdala, Carmen Verônica Mendes; Amado, Daniel Miele; Carvalho de Sousa, Islândia Maria; Aldana-Martínez, Natalia Sofía; Ghelman, Ricardo.
Título: Equity, intercultural approaches, and access to information on traditional, complementary, and integrative medicines in the Americas / Equidad, abordajes interculturales y acceso a la información sobre las medicinas tradicionales, complementarias e integrativas en las Américas / Equidade, abordagens interculturais e acesso a informações sobre medicinas tradicionais, complementares e integrativas nas Américas
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;45:e82, 2021. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Access to information and intercultural approaches in the field of health are essential for the elimination of inequities in health access and care. Intercultural models such as traditional, complementary, and integrative medicine (TCIM) are an important part of health care in most countries and often contribute to expanding access to primary health care. Despite legal recognition and policies to integrate TCIM into health systems, their contribution to health, well-being, and people-centered care to achieve universal health is still underestimated. This article presents the progress (2017-2020) achieved by the Virtual Health Library specialized in the TCIM (VHL TCIM Americas), an initiative created as a tool to reduce the gaps in the production and access to validated information on TCIM. Through collaborative network work, VHL TCIM Americas contributes to the democratization of health, access to verified scientific data, visibility of non-conventional knowledge, strengthening of research capacities, and exchange of experiences for informed decision-making.

RESUMEN El acceso a la información y los abordajes interculturales en el ámbito de la salud son esenciales para la eliminación de inequidades en el acceso a los servicios de salud y la atención sanitaria. Los modelos interculturales, como las medicinas tradicionales, complementarias e integrativas (MTCI) son una parte importante del cuidado de la salud en la mayoría de los países y frecuentemente contribuyen a ampliar el acceso a la atención primaria de salud. A pesar del reconocimiento legal y de la existencia de políticas para la integración de las MTCI en los sistemas de salud, aún se subestima su contribución a la salud, el bienestar y la atención de la salud centrada en las personas para alcanzar la salud universal. En este artículo se presentan los avances (2017-2020) alcanzados por la Biblioteca Virtual en Salud especializada en las MTCI (BVS MTCI Américas), iniciativa creada como herramienta para disminuir las brechas en la producción y el acceso a la información validada sobre las MTCI. Mediante el trabajo colaborativo en red, la BVS MTCI Américas contribuye a la democratización de la salud, el acceso a datos científicos verificados disponibles, la visibilización de conocimientos no convencionales, el fortalecimiento de capacidades de investigación y el intercambio de experiencias para la toma informada de decisiones.

RESUMO O acesso à informação e as abordagens interculturais no setor da saúde são essenciais para eliminar as desigualdades no acesso aos serviços de saúde. Os modelos interculturais, como as medicinas tradicionais, complementares e integrativas (MTCI), são uma parte importante da atenção à saúde na maioria dos países e frequentemente contribuem para ampliar o acesso à atenção primária. Apesar do reconhecimento legal e da existência de políticas para a integração das MTCI nos sistemas de saúde, a sua contribuição para a saúde, o bem-estar e a atenção centrada nas pessoas para alcançar a saúde universal ainda é subestimada. Este artigo apresenta o progresso (de 2017 a 2020) alcançado pela Biblioteca Virtual em Saúde especializada em MTCI (BVS MTCI Américas), uma iniciativa criada como ferramenta para reduzir as disparidades na produção e no acesso a informações validadas sobre as MTCI. Realizando um trabalho colaborativo em rede, a BVS MTCI Américas contribui para a democratização da saúde, o acesso a dados científicos verificados, a visibilidade dos conhecimentos não convencionais, o fortalecimento das capacidades de pesquisa e a troca de experiências para a tomada de decisões bem informada.
Descritores: América
Terapias Complementares
Equidade em Saúde
Tomada de Decisões
Assistência à Saúde Culturalmente Competente
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1129259
Autor: Brasil. Ministério da saúde. Conselho Nacional de Saúde.
Título: 1ª Conferência Nacional Livre de Juventude e Saúde, 16 a 18 de novembro de 2018: relatório final / 1st Free National Conference on Youth and Health, November 16-18, 2018: final report.
Fonte: Brasília; Ministério da Saúde; 18 nov. 2018. 50 p.
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: Conferência Nacional Livre de Juventude e Saúde, 1, Brasília, 16-18 nov. 2018.
Resumo: O Conselho Nacional de Saúde (CNS) realizará, de 4 a 7 de agosto de 2019, em Brasília/DF, a Etapa Nacional da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8), que terá como tema central "Democracia e Saúde: Saúde como Direito e Consolidação e Financiamento do SUS", conforme aprovado na Resolução CNS nº 602, de 8 de novembro de 2018. Como uma das etapas preparatórias para esse evento, de muita importância para a participação social em saúde no Brasil, foi realizada na Universidade de Brasília (UnB), de 16 a 18 de novembro de 2018, a 1ª Conferência Nacional Livre de Juventude e Saúde (1ª CNLJS), com o intuito de mobilizar a juventude brasileira para debater e apresentar propostas aos eixos temáticos da 16ª CNS (8ª+8): saúde como direito; consolidação dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS); e financiamento adequado e suficiente para o SUS. De acordo com a Resolução CNS nº 594, de 9 de agosto de 2018, Regimento da 16ª Conferência Nacional de Saúde (8ª+8), as atividades preparatórias possuem caráter formativo e são integradas pelos seguintes documentos e processos: I ­ Relatório Final da 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres (2ª CNSMu); II ­ 1ª Conferência Nacional de Vigilância em Saúde (1ª CNVS); III ­ Fórum Social Mundial/2018; IV ­ Semana da Saúde, de 2 a 8 de abril de 2018; V ­ 13º Congresso da Rede Unida/2018; VI ­ 12º Congresso da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO) 2018; VII ­ XXXIV Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde/2018; VIII ­ Atividades temáticas a serem coor denadas pelas Comissões Intersetoriais do CNS de forma articulada com as questões transversais de equidade, saúde de pessoas com patologias, ciclos de vida, promoção, proteção e práticas integrativas, alimentação e nutrição e educação permanente; IX ­ Plenárias Populares, com a participação de conselheiras e conselheiros municipais, estaduais e nacionais, entidades e movimentos sociais, populares e sindicais; X - Conferências livres, compreendidas como Debates, Encontros e Plenárias para promover a participação nas etapas Municipal, Estadual e do Distrito Federal e Nacional. O evento foi organizado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), por meio de sua Comissão Intersetorial de Recursos Humanos e Relações de Trabalho (CIRHRT), com o apoio da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde (SE/MS), da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES/MS) e do Decanato de Extensão da Universidade de Brasília (DEX/UnB). Em 28 de setembro de 2018 a CIRHRT/CNS realizou a primeira reunião de planejamento das atividades, contando com a presença do Presidente do CNS, de Conselheiros Nacionais de Saúde representantes das Comissões Intersetoriais de Saúde Indígena (CISI) e de Atenção à Saúde nos Ciclos de Vida (CIASCV), bem como dos demais convidados, representantes jovens do movimento estudantil e de trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS).
Descritores: Sistema Único de Saúde/economia
Equidade em Saúde
ALLYLAMINE0ABDOMINAL INJURIES
Financiamento da Assistência à Saúde
Tipo de Publ: Congresso
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1116097
Autor: Macedo, Jane Keyla Souza dos Santos; Costa, Lays Pedrosa dos Santos; Lima, Ana Flávia Silva; Lima, José Leandro Ramos de; Vasconcelos, Bianca Maria Vieira de; Santos, Amuzza Aylla Pereira dos.
Título: Vulnerabilidade e suas dimensões: reflexões sobre os cuidados de enfermagem aos grupos humanos / Vulnerability and its dimensions: reflections on nursing care for human groups / Vulnerabilidad y sus dimensiones: reflexiones sobre los cuidados de enfermería a los grupos humanos
Fonte: Rev. enferm. UERJ;28:e39222, jan.-dez. 2020.
Idioma: en; pt.
Resumo: Objetivo: desenvolver uma reflexão teórica-reflexiva acerca da vulnerabilidade e suas dimensões nos cuidados de enfermagem aos grupos humanos. Conteúdo: Trata-se de uma análise reflexiva, fundamentada no referencial de vulnerabilidade e direitos humanos, que promoveu uma reflexão acerca do tema proposto, com o propósito de uma aprendizagem prática- reflexiva a partir da imersão nos contextos práticos-teóricos sobre o tema, para tecer uma análise de como as dimensões da vulnerabilidade podem ser trabalhadas com os cuidados de enfermagem aos diversos grupos humanos. Considerações finais: Verifica-se, a partir desse estudo, que a vulnerabilidade envolve a combinação de elementos que refletem na dimensão individual, social e programática e estão associadas às experiências de facilidade e dificuldades impostas pelo processo saúdedoença relacionadas ao modo de vida de cada grupo e aos cuidados de enfermagem prestados.

Objective: to develop a reflective and theoretical discussion about vulnerability and its dimensions in nursing care for human groups. Content: this reflective analysis, framed by reference to vulnerability and human rights, conducted group thinking on the proposed theme, with a view to practical and theoretical learning through immersion in related practical and theoretical contexts, so as to build an analysis of how dimensions of vulnerability can be addressed by nursing care for diverse human groups. Final considerations: this study found that vulnerability involves a combination of components reflected in the individual, social and programmatic dimensions and associated with experiences of difficulties and solutions imposed by the health-disease process. related to the lifestyle of each group and the nursing care provided.

Objetivo: desarrollar una discusión reflexiva y teórica sobre la vulnerabilidad y sus dimensiones en el cuidado de enfermería para grupos humanos. Contenido: este análisis reflexivo, enmarcado en referencia a la vulnerabilidad y los derechos humanos, realizó un pensamiento grupal sobre el tema propuesto, con miras al aprendizaje práctico y teórico a través de la inmersión en contextos prácticos y teóricos relacionados, a fin de construir un análisis de cómo las dimensiones de La vulnerabilidad puede ser abordada por el cuidado de enfermería para diversos grupos humanos. Consideraciones finales: este estudio encontró que la vulnerabilidad implica una combinación de componentes reflejados en las dimensiones individuales, sociales y programáticas y asociados con experiencias de dificultades y soluciones impuestas por el proceso de salud-enfermedad. relacionado con el estilo de vida de cada grupo y la atención de enfermería brindada.
Descritores: Populações Vulneráveis
Vulnerabilidade em Saúde
Relações Enfermeiro-Paciente
Cuidados de Enfermagem/tendências
-Equidade em Saúde
Acolhimento
Limites: Humanos
Responsável: BR1366.1 - Biblioteca Biomédica B - CB/B (Odontologia e Enfermagem)


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Texto completo SciELO Cuba
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Id: lil-791564
Autor: Laurell, Asa Cristina.
Título: Proyectos políticos y opciones de salud en América Latina (Ideología, discurso y realidades) / Political projects and health actions in Latin America (Ideology, discourse and realities)
Fonte: Rev. cuba. salud pública;42(3), jul.-set. 2016.
Idioma: es.
Resumo: En prácticamente todo el continente americano la crisis ha servido para imponer bajo una u otra forma proyectos neoliberales. Conviene recordar que estos proyectos van más allá de una serie de medidas económicas y significan una radical redefinición de las relaciones entre las naciones, pero ante todo, entre el Capital y el Trabajo que se sintetiza en los conceptos de globalización, liberalización y desregulación. Abarcan así, el conjunto de los procesos económicos, políticos y sociales y se expresan en una ideología definida. Los valores de fondo de esta ideología son el mercado, la competencia y la desigualdad.1 Contra todas las demostraciones de la inexistencia hoy del libre mercado,2 sostiene que este es el motor del progreso, ya que promueve la competencia entre los individuos movilizando al máximo sus capacidades e inventiva. Pero para que ello ocurra es preciso garantizar la desigualdad porque con igualdad no hay competencia. En el terreno de la política social la centralidad del valor de la desigualdad significa una decisión básica, porque implica el rechazo al concepto de los derechos sociales, máxime cuando su contraparte explícita es la obligación del Estado de garantizarlos para todos los ciudadanos. En la visión neoliberal, la universalidad de los derechos y la igualdad en su goce resultan inaceptables porque violan los principios del mercado y la competencia. Plantea entonces que el bienestar social pertenece al ámbito de lo privado -a la familia o a la iniciativa privada- y solo debe ser tarea pública cuando los privados fallan. Por ello, sostiene que el Estado debe proporcionar una asistencia social mínima únicamente a aquellos que fracasaron en satisfacer sus necesidades básicas,3 eso es, a los más pobres. De esta manera, en oposición a una política social basada en la noción de los derechos sociales universales, el neoliberalismo propone otra, selectiva y asistencialista; en vez de propugnar la universalización de la seguridad social y la ampliación de sus beneficios, formula una política restrictiva y discrecional de caridad pública. Que se presente a esta política como de combate a la pobreza o, incluso, solidaria no cambia en nada su esencia. Sin embargo, la aparición...(AU)
Descritores: Equidade em Saúde
ALLYLAMINE0ABDOMINAL INJURIES
-América Latina
México
Limites: Humanos
Responsável: CU1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Id: biblio-1283737
Autor: Gaviria Noreña, Dora Lucía.
Título: Challenges for Collective Health in Caring for Socially Vulnerable Individuals, Families, and Communities amidst the Pandemic / Desafíos para la salud colectiva en el cuidado con personas, familias y comunidades, vulnerables socialmente, frente a la pandemia / Desafios para a saúde coletiva no cuidado de pessoas, famílias e comunidades vulneráveis socialmente durante a pandemia
Fonte: Aquichan;20(4):e2041, Dic. 4, 2020.
Idioma: en.
Resumo: In times of a pandemic, this reflection conceives two enormous challenges for nursing in collective health. Politically, the challenge is to vindicate and recognize care as a creative and transformative action taken by individuals, families, and communities in territories to sustain life and mitigate human suffering through health promotion, disease prevention, and care. Ethically, the task is to clearly understand safe, supportive, and sustainable actions to strengthen equity and ethos of caring as a project-oriented to welfare, compassion, and the defense of the right to health.

Esta reflexión concibe dos grandes desafíos para la enfermería en el campo de la salud colectiva en tiempos de pandemia, por un lado, el desafío político por la reivindicación y el reconocimiento del cuidado como un acto creativo y transformador que se construye en los territorios con las personas, las familias y las comunidades a partir de acciones de promoción de la salud, prevención y atención de la enfermedad con el fin de mantener la vida y mitigar el sufrimiento humano; por otro lado, está el desafío ético para alcanzar una mayor comprensión de las acciones solidarias, seguras y sostenibles para fortalecer la equidad y el ethos que cuida como un proyecto orientado al bienestar, la compasión y la defensa del derecho a la salud.

Esta reflexão apresenta dois grandes desafios para a Enfermagem no campo da saúde coletiva em tempos de pandemia. Por um lado, o desafio político pela reivindicação e pelo reconhecimento do cuidado como um ato criador e transformador que é construído nos territórios com as pessoas, as famílias e as comunidades a partir de ações de promoção da saúde e de prevenção e atenção da doença a fim de manter a vida e amenizar o sofrimento humano. Por outro, está o desafio ético para atingir uma maior compreensão das ações solidárias, seguras e duradouras para fortalecer a equidade e o ethos que cuida como um projeto orientado ao bem-estar, à compaixão e à defesa do direito à saúde.
Descritores: Política Pública
Equidade em Saúde
Vulnerabilidade Social
Ética em Enfermagem
Cuidados de Enfermagem
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: CO243.1 - Biblioteca Octavio Arizmendi Posada


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Id: biblio-1283504
Autor: Uruguay. Fondo Nacional de Recursos.
Título: Equidad, calidad y sustentabilidad en salud / Equity, quality and sustainability in health.
Fonte: Montevideo; FNR; 2006. 128 p. ilus, tab, graf.
Idioma: es.
Descritores: Equidade em Saúde
Tecnologia Biomédica
Promoção da Saúde
Limites: Humanos
Responsável: UY1.1 - BINAME - Biblioteca Nacional de Medicina
UY1.1; 36E, URU; UY1.1; W82, URU


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-962193
Autor: Furtado, Érida Zoé Lustosa; Gomes, Keila Rejane Oliveira; Gama, Silvana Granado Nogueira da.
Título: Access to childbirth care by adolescents and young people in the Northeastern region of Brazil / Acesso à assistência ao parto de adolescentes e jovens na região Nordeste do Brasil
Fonte: Rev. saúde pública (Online);50:23, 2016. tab.
Idioma: en.
Projeto: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To identify the factors that interfere with the access of adolescents and young people to childbirth care for in the Northeast region of Brazil. METHODS Cross-sectional study with 3,014 adolescents and young people admitted to the selected maternity wards to give birth in the Northeast region of Brazil. The sample design was probabilistic, in two stages: the first corresponded to the health establishments and the second to women who had recently given birth and their babies. The data was collected by means of interviews and consulting the hospital records, from pre-tested electronic form. Descriptive statistics were used for the univariate analysis, Pearson's Chi-square test for the bivariate analysis and multiple logistic regressions for the multivariate analysis. Sociodemographic variables, obstetrical history, and birth care were analyzed. RESULTS Half of the adolescents and young people interviewed had not been given guidance on the location that they should go to when in labor, and among those who had, 23.5% did not give birth in the indicated health service. Furthermore, one third (33.3%) had to travel in search of assisted birth, and the majority (66.7%) of the postpartum women came to maternity by their own means. In the bivariate analysis, the variables marital status, paid work, health insurance, number of previous pregnancies, parity, city location, and type of health establishment showed a significant association (p < 0.20) with inadequate access to childbirth care. The multivariate analysis showed that married adolescents and young people (p < 0.015), with no health insurance (p < 0.002) and from the countryside (p < 0.001) were more likely to have inadequate access to childbirth care. CONCLUSIONS Adolescents and young women, married, without health insurance, and from the countryside are more likely to have inadequate access to birth care. The articulation between outpatient care and birth care can improve this access and, consequently, minimize the maternal and fetal risks that arise from a lack of systematic hospitalization planning.

RESUMO OBJETIVO Identificar os fatores que interferem no acesso de adolescentes e jovens à assistência ao parto na região Nordeste do Brasil. MÉTODOS Estudo seccional realizado com 3.014 adolescentes e jovens admitidas nas maternidades selecionadas por ocasião da realização do parto na região Nordeste do Brasil. O desenho da amostra foi probabilístico, em dois estágios: o primeiro correspondeu aos estabelecimentos de saúde e o segundo às puérperas e seus conceptos. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevista e consulta ao prontuário hospitalar, a partir de formulário eletrônico pré-testado. Utilizou-se estatística descritiva para análise univariada, teste Qui-quadrado de Pearson para análise bivariada, e regressão logística múltipla para análise multivariada. Foram analisadas variáveis sociodemográficas, antecedentes obstétricos e aquelas relacionadas à assistência ao parto. RESULTADOS Metade das adolescentes e jovens entrevistadas não foi orientada sobre o local que deveria procurar para o parto, e entre aquelas que foram orientadas, 23,5% não realizaram o parto no serviço de saúde indicado. Além disso, 1/3 (33,3%) teve que peregrinar em busca de assistência ao parto, sendo que a maioria (66,7%) das puérperas chegou à maternidade por meios próprios. Na análise bivariada, as variáveis situação conjugal, trabalho remunerado, plano de saúde, número de gestações anteriores, paridade, localização do município e tipo de estabelecimento mostraram associação significativa (p < 0,20) com o acesso inadequado à assistência ao parto. Na análise multivariada, adolescentes e jovens que mantinham laços conjugais (p < 0,015), não possuíam plano de saúde (p < 0,002) e eram procedentes do interior (p < 0,001) tinham mais chance de acesso inadequado ao parto. CONCLUSÕES Adolescentes e jovens que mantêm laços conjugais, não possuem plano de saúde ou são procedentes do interior têm maior chance de apresentar acesso inadequado ao parto. A articulação entre o atendimento ambulatorial e a assistência ao parto pode melhorar esse acesso e, consequentemente, minimizar os riscos materno-fetais decorrentes da falta de planejamento sistêmico para a internação.
Descritores: Acesso aos Serviços de Saúde
Tocologia/estatística & dados numéricos
-Gravidez na Adolescência
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Estudos Transversais
Centros de Assistência à Gravidez e ao Parto
Equidade em Saúde
Programas Nacionais de Saúde
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Criança
Adolescente
Adulto
Adulto Jovem
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-903225
Autor: Melo, Denise da Silva; Martins, René Duarte; Jesus, Renata Patrícia Freitas Soares de; Samico, Isabella Chagas; Santo, Antônio Carlos Gomes do Espírito.
Título: Assessment of the responsiveness of a public health service from the perspective of older adults / Avaliação da responsividade de um serviço de saúde público sob a perspectiva do usuário idoso
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51:62, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To assess the quality of health care of older adults using as a parameter the assessment of the responsiveness of the service. METHODS This is a descriptive cross-sectional study conducted in a reference unit of the Brazilian Unified Health System at the outpatient level. The sample was probabilistic and had 385 older adults; data collection occurred in 2014. The domains assessed were: choice, autonomy, confidentiality, dignity, communication, physical facilities, and fast service. To this end, we used Pearson correlation test and Fisher's exact test. RESULTS The domains of dignity, confidentiality, and communication reached the highest level of adequate responsiveness. On the other hand, freedom of choice and fast service received the worst assessments. Participation in decision-making regarding treatment was significantly lower among the older adults who had no education. In addition, the older adults that self-reported as black receive a lower quality of care regarding clear explanation and respected privacy in the appointment, when compared to users of any other race. CONCLUSIONS Although most domains studied have receive a positive assessment, we have found a need for an equal care by the health professionals, regardless of race, education level, or any other adjective characteristic of older adults, users of public health services.

RESUMO OBJETIVO Avaliar a qualidade da atenção à saúde da população idosa usando como parâmetro a avaliação da responsividade do serviço. MÉTODOS Trata-se de um estudo descritivo, de corte transversal, realizado em uma unidade de referência do Sistema Único de Saúde em nível ambulatorial. A amostra foi probabilística composta por 385 idosos e a coleta de dados ocorreu em 2014. Foram avaliados os domínios: escolha, autonomia, confidencialidade, dignidade, comunicação, instalações físicas e atendimento rápido. Para tanto, foram utilizados o teste de correlação de Pearson e o teste de Fisher. RESULTADOS Os domínios dignidade, confidencialidade e comunicação atingiram o maior nível de responsividade adequada. Por outro lado, a liberdade de escolha e o atendimento rápido receberam as piores avaliações. A participação na tomada de decisões a respeito do tratamento foi significativamente menor entre os idosos que não frequentaram a escola. Além disso, os idosos que se autodeclararam negros receberam um atendimento de menor qualidade no que diz respeito à explicação clara e a privacidade respeitada mediante consulta, quando comparados aos usuários de outra raça. CONCLUSÕES Apesar de a maioria dos domínios estudados receberem uma avaliação positiva, evidenciou-se a necessidade de um atendimento igualitário por parte dos profissionais de saúde, independentemente de raça, nível de escolaridade ou qualquer outra característica adjetiva referente aos usuários idosos atendidos nos serviços de saúde públicos.
Descritores: Qualidade da Assistência à Saúde/estatística & dados numéricos
Acesso aos Serviços de Saúde/estatística & dados numéricos
Serviços de Saúde para Idosos/estatística & dados numéricos
-Fatores Socioeconômicos
Brasil
Estudos Transversais
Inquéritos Epidemiológicos
Equidade em Saúde
Pessoa de Meia-Idade
Programas Nacionais de Saúde
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Idoso
Tipo de Publ: Estudo de Avaliação
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1282212
Autor: Finatto, Raquel Borelli.
Título: Equidade e o perfil da judicialização de medicamentos impetrados contra a Secretaria Estadual de Saúde do RS pelos usuários de Porto Alegre / Equity and the profile of the judicialization of medicines filed against the State Health Department of RS by users in Porto Alegre.
Fonte: Porto Alegre; s.n; 2018. 73 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Grupo Hospitalar Conceição para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: A crescente demanda por medicamentos pela via judicial tornou-se uma prática cada vez mais frequente, ocasionando impactos no orçamento público e comprometendo o planejamento de políticas públicas. O estudo objetivou caracterizar as demandas judiciais para a obtenção de medicamentos e comparar os quartis socioeconômicos na judicialização de medicamentos. Trata-se de um estudo com delineamento transversal e abordagem retrospectiva das demandas judiciais por medicamentos deferidas a favor do requerente e ajuizadas por usuários de Porto Alegre contra a Secretaria Estadual de Saúde do RS no período de março de 2017 a fevereiro de 2018. Foram impetrados 875 processos judiciais, correspondendo a 1.107 pedidos de medicamentos. A maioria dos processos analisados foi ajuizada pela Defensoria Pública Estadual; 72,1% dos usuários possuíam prescrições médicas de origem privada e mista; 72,3% dos medicamentos solicitados foram considerados como "fora de lista", e cerca de 60% dos processos foram provenientes dos quartis com melhores Índices de Desenvolvimento Humano Municipal. Os resultados revelam que a judicialização contraria o princípio da equidade, favorecendo indivíduos com melhores condições econômicas e com mais acesso à informação. A não observância às listas oficiais de medicamentos e aos protocolos clínicos do Ministério da Saúde pode prejudicar a Política Nacional de Medicamentos e o uso racional de medicamentos. A criação de uma Comissão de Farmácia e Terapêutica Estadual e o emprego da avaliação de tecnologias em saúde poderão subsidiar as decisões judiciais e auxiliar na elaboração de pareceres técnicos e protocolos clínicos. (AU)
Descritores: Assistência Farmacêutica
Sistema Único de Saúde
Brasil
Saúde Pública
Equidade em Saúde
Responsável: BR1751.1 - Biblioteca
BR1751.1; 614(81):615(043.3), F491e


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1004504
Autor: Silva, Maria Eduarda de Lima e; Almeida, Aléssio Tony Cavalcanti de; Araújo Júnior, Ignácio Tavares de.
Título: Equity analysis of resource distribution for the Popular Pharmacy Program / Análise de equidade da distribuição de recursos do Programa Farmácia Popular
Fonte: Rev. saúde pública (Online);53:50, jan. 2019. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To analyze the regional allocation of the resources from the Brazilian Popular Pharmacy Program, taking into account the relative availability of the program and the potential needs of the region. METHODS Data from the National Health Survey of the Annual Report of Social Information and the administrative database of the program were used to create a non-parametric indicator of coverage using multiple data envelopment analysis technique. This indicator considers the relative availability of the program, taking into account equal access to equal needs (equity based on regional needs). The analysis of this indicator shows if the regions that most need pharmaceutical assistance are those that receive more resources from the Brazilian Popular Pharmacy Program. RESULTS The states belonging to the richest regions of the country, Southeast and South, present wider relative coverage of the Brazilian Popular Pharmacy Program compared to poorer localities. In addition, the inequalities observed between locations are better explained by inefficiency in the transfer of resources to the basic component of pharmaceutical care than by the Brazilian Popular Pharmacy Program itself. According to the model, a 43.76% increase in the transfer to the basic component of pharmaceutical care would be required in order to improve equity, whereas the increase required by the Brazilian Popular Pharmacy Program is equivalent to 22.71%. CONCLUSIONS Although the Brazilian Popular Pharmacy Program seeks to reduce the socioeconomic inequalities observed in access to pharmaceutical care, which integrates health care services, regional disparities in access to medicine persist. These regional differences are attributed mostly to allocation failures and problems in managing the conventional pharmaceutical care cycle provided through SUS pharmacies.

RESUMO OBJETIVO Analisar a alocação regional dos recursos do Programa Farmácia Popular do Brasil, levando em conta a disponibilidade relativa do programa e as necessidades potenciais da região. MÉTODOS Os dados da Pesquisa Nacional de Saúde, da Relação Anual de Informações Sociais e da base administrativa do programa foram usados para criar um indicador não paramétrico de cobertura a partir da técnica de análise envoltória de dados múltipla. Esse indicador considera a disponibilidade relativa do programa, considerando a equidade de acesso para necessidades idênticas (equidade baseada nas necessidades regionais). A análise desse indicador mostra se as regiões que mais necessitam de assistência farmacêutica são aquelas que recebem mais recursos do Programa Farmácia Popular do Brasil. RESULTADOS Os estados pertencentes às regiões mais ricas do país, Sudeste e Sul, apresentam maior cobertura relativa do Programa Farmácia Popular do Brasil em relação às localidades mais pobres. Ademais, as desigualdades observadas entre os locais são melhor explicadas por ineficiência no repasse dos recursos para o componente básico da assistência farmacêutica do que pelo Programa Farmácia Popular do Brasil em si. Segundo o modelo, para melhorar a equidade, seria necessário um aumento de 43,76% nos repasses ao componente básico da assistência farmacêutica, enquanto o aumento requerido pelo Programa Farmácia Popular do Brasil equivale a 22,71%. CONCLUSÕES Apesar de o Programa Farmácia Popular do Brasil buscar atenuar as desigualdades socioeconômicas observadas no acesso à assistência farmacêutica, que integra os serviços de atenção à saúde, persistem as disparidades regionais no acesso a medicamentos. Essas diferenças regionais são atribuídas em maior parte a falhas na alocação e problemas na gestão do ciclo de assistência farmacêutica convencional prestada por meio das farmácias do SUS.
Descritores: Alocação de Recursos para a Atenção à Saúde/estatística & dados numéricos
Medicamentos Essenciais/provisão & distribuição
Equidade em Saúde/estatística & dados numéricos
Alocação de Recursos/estatística & dados numéricos
Programas Nacionais de Saúde/estatística & dados numéricos
-Valores de Referência
Fatores Socioeconômicos
Brasil
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