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Elucir, Gir
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Id: lil-747171
Autor: Cunha, Gilmara Holanda da; Fiuza, Maria Luciana Teles; Gir, Elucir; Aquino, Priscila de Souza; Pinheiro, Ana Karina Bezerra; Galvão, Marli Teresinha Gimeniz.
Título: Quality of life of men with AIDS and the model of social determinants of health / Qualidade de vida de homens com AIDS e o modelo da determinação social da saúde / Calidad de vida de hombres con Sida y el modelo de la determinación social de la salud
Fonte: Rev. latinoam. enferm;23(2):183-191, Feb-Apr/2015. tab.
Idioma: en.
Projeto: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: OBJECTIVE: to analyze the quality of life (QoL) of men with AIDS from the perspective of the model of social determinants of health (MSDH). METHOD: cross-sectional study conducted in an outpatient infectious diseases clinic from a Brazilian university hospital over the course of one year with a sample of 138 patients. A form based on the MSDH was used to collect sociodemographic data addressing individual, proximal, intermediate determinants and the influence of social networks together with an instrument used to assess the QoL of people with HIV/AIDS. The project was approved by the Institutional Review Board (Protocol No. 040.06.12). RESULTS: according to MSDH, most men with AIDS were between 30 and 49 years old (68.1%), mixed race (59.4%), heterosexual (46.4%), single (64.5%), Catholic (68.8%), had a bachelor's degree (39.2%), had no children (61.6%), and had a formal job (71.0%). The perception of QoL in the physical, level of independence, environment, and spirituality domains was intermediate, while QoL was perceived to be superior in the domains of psychological and social relationship. A perception of lower QoL was presented by homosexual (p=0.037) and married men (p=0.077), and those with income below one times the minimum wage (p=0.042). A perception of greater QoL was presented by those without a religion (p=0.005), living with a partner (p=0.049), and those who had a formal job (p=0.045). CONCLUSION: social determinants influence the QoL of men with AIDS. .

OBJETIVO: analisar a qualidade de vida (QV) de homens com AIDS, na perspectiva do modelo da determinação social da saúde (MDSS). MÉTODO: Estudo transversal, realizado em ambulatório de infectologia de um hospital universitário no Brasil durante um ano, com amostra de 138 pacientes. Para coleta de dados, utilizaram-se o formulário de caracterização sociodemográfica baseado no MDSS, envolvendo os determinantes individuais, proximais, intermediários e influência das redes sociais, além do instrumento de avaliação da QV de pessoas com HIV/AIDS. Projeto aprovado pelo comitê de ética sob protocolo no 040.06.12. RESULTADOS: segundo o MDSS, a maioria dos homens com AIDS possuíam faixa etária de 30-49 anos (68,1%), cor parda (59,4%), heterossexuais (46,4%), solteiros (64,5%), católicos (68,8%), nível superior (39,2%), sem filhos (61,6%) e com vínculo empregatício (71,0%). A percepção da QV foi intermediária nos domínios físico, nível de independência, meio ambiente e espiritualidade, e para domínios psicológico e relações sociais, foi superior. Houve menor percepção da QV para homossexuais (p=0,037), casados (p=0,077) e com renda menor que um salário mínimo (p=0,042). Houve maior percepção da QV para pessoas sem religião (p=0,005), que moravam com parceiro (p=0,049) e com vínculo empregatício (p=0,045). CONCLUSÃO: os determinantes sociais influenciam na QV de homens com AIDS. .

OBJETIVO: analizar la calidad de vida (CV) de hombres con Sida bajo la perspectiva del modelo de la determinación social de la salud (MDSS). MÉTODO: estudio transversal, realizado en ambulatorio de enfermedades infecciosas de un hospital universitario en Brasil, durante un año, con una muestra de 138 pacientes. Para recolección de datos se utilizaron el formulario de caracterización sociodemográfica basado en el MDSS, conteniendo los determinantes individuales, proximales, intermediarios y la influencia de las redes sociales, además del instrumento de evaluación de la CV de personas con HIV/Sida. Proyecto aprobado por el comité de ética con el protocolo n° 040.06.12. RESULTADOS: según el MDSS, la mayoría de los hombres con Sida se encontraba en el intervalo etario de 30 a 49 años (68,1%), color parda (59,4%), heterosexuales (46,4%), solteros (64,5%), católicos (68,8%), nivel superior (39,2%), sin hijos (61,6%) y con vínculo de empleo (71,0%). La percepción de la CV fue intermedia en los dominios: físico, nivel de independencia, medio ambiente y espiritualidad, y para los dominios psicológicos y relaciones sociales, fue superior. Hubo menor percepción de la CV para homosexuales (p=0,037), casados (p=0,077) y con renta menor que un salario mínimo (p=0,042). Hubo mayor percepción de la CV para personas sin religión (p=0,005), que vivían con compañero (p=0,049) y con vínculo de empleo (p=0,045). CONCLUSIÓN: los determinantes sociales influencian la CV de hombres con Sida. .
Descritores: Programas de Imunização/estatística & dados numéricos
Infecções por Papillomavirus/prevenção & controle
Vacinas contra Papillomavirus/administração & dosagem
Distribuição Espacial da População
-Área Programática (Saúde)
Coleta de Dados
Conhecimentos, Atitudes e Prática em Saúde
Disparidades em Assistência à Saúde
Cobertura do Seguro
Mães
Infecções por Papillomavirus/etnologia
Estados Unidos
Neoplasias do Colo do Útero/prevenção & controle
Limites: Seres Humanos
Feminino
Adolescente
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Research Support, U.S. Gov't, P.H.S.
Research Support, N.I.H., Extramural
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-903154
Autor: Monteiro, Lorena Dias; Mota, Rosa Maria Salani; Martins-Melo, Francisco Rogerlândio; Alencar, Carlos Henrique; Heukelbach, Jorg.
Título: Social determinants of leprosy in a hyperendemic State in North Brazil / Determinantes sociais da hanseníase em um estado hiperendêmico da região Norte do Brasil
Fonte: Rev. saúde pública (Online);51:70, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Projeto: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Resumo: ABSTRACT OBJECTIVE To identify the socioeconomic, demographic, operational, and health service-related factors associated with the occurrence of leprosy in a hyperendemic State in North Brazil. METHODS This is an ecological study based on secondary data from the Sistema de Informações de Agravos de Notificação in municipalities of the State of Tocantins from 2001 to 2012. Units of analysis were the 139 municipalities of the State. Negative binomial log linear regression models were used to estimate incidence rate ratios. RESULTS In bivariate analysis, the incidence rate ratios were significantly higher for municipalities with higher income ratio of the poorest 20.0% (1.47; 95%CI 1.19-1.81) and better Municipal Human Development Index (1.53; 95%CI 1.14-2.06). In multivariate analysis, the incidence rate ratios were significantly higher in municipalities with higher proportion of immigrants (1.31; 95%CI 1.11-1.55) and higher proportion of households with waste collection (1.37; 95%CI 1.11-1.69). There was a significant reduction in the incidence rate ratio with increased coverage of the Bolsa Família Program (0.98; 95%CI 0.96-0.99). CONCLUSIONS Control programs need to focus on activities in municipalities of greater social vulnerability with intersectoral investment for the improvement of the living conditions of the population.

RESUMO OBJETIVO Identificar fatores socioeconômicos, demográficos, operacionais e de serviços de saúde associados à ocorrência da hanseníase em um estado hiperendêmico do norte do Brasil. MÉTODOS Estudo ecológico com dados secundários do Sistema de Informações de Agravos de Notificação em municípios do estado do Tocantins de 2001 a 2012. As unidades de análise foram os 139 municípios do estado. Modelos de regressão log linear binomial negativa foram utilizados para estimar as razões de taxas de incidência. RESULTADOS Na análise bivariada, a razão de taxa de incidência foi significativamente maior para os municípios com maior razão de renda dos 20,0% mais pobres (1,47; IC95% 1,19-1,81) e melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (1,53; IC95% 1,14-2,06). Na múltipla, a razão de taxa de incidência foi significativamente superior em municípios com maior concentração de imigrantes (1,31; IC95% 1,11-1,55) e proporção de domicílios com coleta de lixo (1,37; IC95% 1,11-1,69). Houve redução significativa da razão de taxa de incidência com o aumento da cobertura do programa bolsa família (0,98; IC95% 0,96-0,99). CONCLUSÕES Os programas de controle precisam focar as atividades em municípios de maior vulnerabilidade social com investimentos intersetoriais para a melhoria das condições de vida da população.
Descritores: Doenças Endêmicas/estatística & dados numéricos
Doenças Negligenciadas/epidemiologia
Hanseníase/epidemiologia
-Características da Família
Disparidades em Assistência à Saúde
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1024184
Autor: Landaeta-Jiménez, Maritza.
Título: ¿Desnutrición infantil, emergencia en los primeros 1000 días en venezuela? / Child malnutrition, emergency in the first 1000 days in venezuela?
Fonte: An. venez. nutr;29(2):[60], 2016.
Idioma: es.
Descritores: Classe Social
Transtornos da Nutrição Infantil
Alimentação
Recém-Nascido de muito Baixo Peso
Nutrição Materna
Disparidades em Assistência à Saúde
-Gravidez na Adolescência
Doenças Transmissíveis
Alimentos, Dieta e Nutrição
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Recém-Nascido
Lactente
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: VE1.1 - Biblioteca Humberto Garcia Arocha


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Id: biblio-954112
Autor: Oliveira, Jussiely Cunha; Oliveira, Laís Costa Souza; Oliveira, Jeferson Cunha; Barreto, Ikaro Daniel de Carvalho; Almeida-Santos, Marcos Antonio; Lima, Ticiane Clair Remacre Munareto; Arcelino, Larissa Andreline Maia; Prado, Luiz Flávio Andrade; Silveira, Fábio Serra; Nascimento, Thiago Augusto; Ferreira, Eduardo José Pereira; Barreto, Rafael Vasconcelos; Moraes, Enilson Vieira; Mendonça, José Teles de; Sousa, Antonio Carlos Sobral; Barreto-Filho, José Augusto.
Título: Disparities in Acute Myocardial Infarction Treatment Between Users of the Public and Private Healthcare System in Sergipe / Disparidades no Tratamento do Infarto Agudo do Miocárdio entre Usuários dos Sistemas de Saúde Público e Privado em Sergipe
Fonte: Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.);31(4):339-358, jul.-ago. 2018. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: The Brazilian Unified Health System (SUS) was created to ensure universal, integral and equitable access to quality healthcare to Brazilians. However, studies scrutinizing the quality of the healthcare provided by the SUS are scarce. This is especially critical for patients with ST-elevation myocardial infarction (STEMI), who depend on healthcare system responsiveness and timely reperfusion to achieve better outcomes. Objective: To describe the methodology of the VICTIM Registry aimed at characterizing and comparing the access to effective therapies and the outcomes of patients with STEMI, who use the SUS and the private healthcare system at hospitals capable of performing angioplasty in Sergipe. In addition, that registry aimed at identifying and measuring possible disparities in the quality of the care provided. Methods and Results: The VICTIM Registry is an observational study, launched in December 2014, being still in the data collection phase, to investigate: the epidemiology of STEMI in Sergipe, the temporal and geographic courses of the patients up to their admission to one of the hospitals capable of performing angioplasty, the reperfusion therapy rates, the quality of the healthcare provided during the event, and the 30-day mortality. It compares the results obtained in the SUS with those of the private healthcare system. Conclusions: The VICTIM Registry is an interinstitutional effort to identify opportunities for healthcare improvement for SUS and private healthcare system patients with STEMI. It is expected to provide healthcare managers with information to support new, more efficient and equitable healthcare policies

Resumo Fundamentos: Com a criação do SUS, todos teriam acesso universal, integral e equânime à assistência de saúde de qualidade. Entretanto, existe grande lacuna de estudos escrutinizando o SUS no tocante à qualidade assistencial praticada. Esse fato é especialmente crítico para vítimas de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST), sendo a responsividade do sistema e o uso da reperfusão em tempo hábil fatores cardinais para obtenção de melhores resultados. Objetivo: Descrever a metodologia empregada no Registro VICTIM que tem como objetivo caracterizar e comparar o acesso e o uso de terapias efetivas e desfechos entre os pacientes com IAMCSST usuários do SUS e do sistema privado atendidos nos hospitais com capacidade de realizar angioplastia em Sergipe, tentanto identificar e mensurar eventuais disparidades na qualidade da assistência. Métodos e Resultados: O Registro VICTIM é um estudo observacional, iniciado em dezembro de 2014, e ainda em fase de coleta, com a intenção de investigar a epidemiologia do IAMCSST em Sergipe, os cursos temporal e geográfico dos pacientes até sua admissão em uma instituição com capacidade de realizar angioplastia, uso de terapias de reperfusão, qualidade assistencial recebida durante a linha de cuidado, bem como a mortalidade de 30 dias, comparando-se os resultados obtidos pela população usuária do SUS e do sistema privado. Conclusões: O registro VICTIM é um esforço interinstitucional para identificar oportunidades de melhoria na linha de cuidado para IAMCSST de usuários do SUS e do sistema privado. Com isso, espera-se municiar os gestores públicos de informações técnicas que embasem novas políticas de saúde mais eficientes e equânimes
Descritores: Tratamento Farmacológico
Disparidades em Assistência à Saúde
Instituições Privadas de Saúde
Infarto do Miocárdio/terapia
-Sistema Único de Saúde
Cobertura de Serviços Privados de Saúde
Reperfusão Miocárdica/métodos
Análise Quantitativa/métodos
Análise Qualitativa/métodos
Saúde Pública
Coleta de Dados/métodos
Análise Estatística
Fatores de Risco
Eletrocardiografia/métodos
Intervenção Coronária Percutânea/métodos
Hospitais Especializados
Limites: Seres Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Id: lil-588518
Autor: Martínez, Beatriz Bertolaccini; Silva, Fernanda Marcelino da; Veiga, Vinícius Tavares; Custódio, Rodrigo Pereira; Silva, José Vítor da.
Título: Desigualdade social em pacientes renais crônicos / Social inequality in chronic renal patients
Fonte: Rev. Soc. Bras. Clín. Méd;9(3), maio-jun. 2011. tab.
Idioma: pt.
Resumo: JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A pobreza influencia a evolução dos pacientes com doenças crônicas porque contribui para o seu agravamento e dificulta o acesso à assistência médica. O objetivo deste estudo foi avaliar os aspectos relacionados à desigualdade social de pacientes em hemodiálise.MÉTODO: Estudo transversal com 123 pacientes em hemodiálise no Hospital Samuel Libânio de Pouso Alegre, MG, divididos,de acordo com a classe econômica, em três grupos: AB (n= 23), C (n = 60) e DE (n = 40). Foram coletados dados sócio-demográficos e econômicos, antecedentes clínicos e informações sobre o acesso a serviços de saúde. Para a análise dos resultados foi utilizada estatística analítica e descritiva. Adotou-se p ? 0,05.RESULTADOS: O grupo AB apresentou menor número de pacientes jovens (4,3% em AB versus 40% em C e 25% em DE; p < 0,05), maior número de indivíduos com mais anos de escolaridade (65,3% em AB versus 18,3% em C e 2,5% em DE; p < 0,05),predomínio de pacientes com menos de um ano em tratamento de hemodiálise (65,2% em AB versus 10% em C e 5% em DE; p < 0,05), menor número de usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) (40% em C e 25% em DE versus 4,3% em AB; p < 0,05), maior acesso ao tratamento com nefrologista (73,9% em AB versus 46,7% em C e 52,5 em DE; p < 0,05). CONCLUSÃO: As classes economicamente desfavorecidas agregam indivíduos mais jovens, com menor escolaridade, usuários do Sistema Único de Saúde, com maior tempo em hemodiálise e pior acesso ao tratamento com nefrologista.(AU)

BACKGROUND AND OBJECTIVES: The poverty influence on the evolution of patients with chronic diseases because it contributes to its aggravation and hinders access to health care. Our goal was to evaluate the aspects related to social inequality on hemodialysis patients.METHOD: Cross-sectional study with 123 patients on hemodialysisin Samuel Libânio Hospital, Pouso Alegre, MG, divided according to the economic class, into 3 groups: AB (n = 23), C (n = 60) and DE (n = 40). Were collected socio-demographic and economic data, clinical background and information aboutaccess to health services. For analysis of the results has been usedanalytical and descriptive statistical. A p-value of less than 0.05was considered statistically significant.RESULTS: The AB group has fewer young patients (4,3% in ABvs 40% in C and 25% in DE, p < 0.05), a greater number of individuals with more years of schooling (65.3% in AB vs 18.3% inC and 2.5% in DE; p < 0.05), predominance of patients with less than a year on hemodialysis treatment (65.2% in AB vs 10% in C and 5% in DE, p < 0.05), smaller number of users of the Brazilian Health System (40% in C and 25% in DE vs 4.3% in AB;p < 0.05), greater access to treatment with nephrologist (73.9% in AB vs 46.7% in C and 52.5% in DE; p < 0.05).CONCLUSION: Economically disadvantaged classes bring younger patients, with less schooling, users of public health,greater time on hemodialysis and worse access to treatment withnephrologist.(AU)
Descritores: Iniquidade Social
Insuficiência Renal Crônica
Disparidades em Assistência à Saúde
-Pobreza
Fatores Socioeconômicos
Estudos Transversais/instrumentação
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Estudo Observacional
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: lil-761775
Autor: Craveiro, Isabel Maria Rodrigues; Hortale, Virginia Alonso; Oliveira, Ana Paula Cavalcante de; Dussault, Gilles.
Título: Desigualdades sociais, políticas de saúde e formação de médicos, enfermeiros e dentistas no Brasil e em Portugal / Social inequality, health policies and the training of physicians, nurses and dentists in Brazil and in Portugal
Fonte: Ciênc. saúde coletiva;20(10):2985-2998, Out. 2015. tab.
Idioma: pt.
Resumo: ResumoO estudo analisa a produção do conhecimento científico sobre desigualdades sociais em saúde e discute sua relação com as políticas de formação de dentistas, enfermeiros e médicos no Brasil e em Portugal. Foram identificados documentos publicados em Português, Francês, Inglês e Espanhol, entre janeiro de 2000 e dezembro de 2012, por meio da combinação de levantamento em bases de dados eletrônicas, manual e intencional da literatura cinzenta. Foram selecionados 53 documentos de um total de 1652. Os resultados mostram escassez de conhecimento para permitir a avaliação das políticas de formação de recursos humanos em saúde em geral e aquelas relativas a médicos, enfermeiros e dentistas, em particular. No Brasil, ainda são poucos os estudos que procuram entender como essa formação pode contribuir para a diminuição das desigualdades e, para Portugal, não encontramos estudos que estabeleçam uma relação direta entre a formação de recursos humanos e um eventual papel que esses poderão desempenhar no combate às desigualdades. Apesar de um grande aumento na produção científica, muitas lacunas persistem nesse campo. A produção de conhecimento e sua relação com a tomada de decisão parecem ainda ser processos separados nos dois países.

AbstractThis study analyzes the production of scientific knowledge on Health Inequalities (HI) and its use in policies of education of dentists, nurses and physicians in Brazil and Portugal. Documents published between January 2000 and December 2001, in Portuguese, French, English and Spanish, were identified by means of a combination of a manual and intentional electronic database survey of the grey literature. Fifty-three documents were selected from a total of 1,652. The findings revealed that there is still little knowledge available to enable an assessment of policies for human resource training in healthcare in general and for those related to physicians, nurses and dentists in particular. In Brazil, few studies have thus far been made to understand how such training can contribute towards reducing these inequalities and, in the case of Portugal, no studies were found that established a direct relationship between human resource training and the future role that these could play in combating inequality. Despite a vast increase in scientific production, many lacunae still exist in this field. Knowledge production and its relationship with decision-making still seem to be separate processes in these two countries.
Descritores: Educação em Odontologia
Educação Médica
Educação em Enfermagem
Capacitação de Recursos Humanos em Saúde
Disparidades em Assistência à Saúde
Política de Saúde
SETIMMEDIATE$0.ALDOSTERONEALKALOSIS, RESPIRATORY0DIAPER RASHNOTOCHORDABDOMINAL NEOPLASMS$ABELSON MURINE LEUKEMIA VIRUS
-Portugal
Fatores Socioeconômicos
Brasil
Recursos em Saúde
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-961820
Autor: Curtis, Lori J.
Título: An economic perspective on the causal explanations for the socioeconomic inequalities in health / Una perspectiva económica sobre las explicaciones causales de las desigualdades socioeconómicas en materia de salud / Uma perspectiva econômica da explicação causal para as desigualdades socioeconômicas em saúde
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;42:e53, 2018.
Idioma: en.
Resumo: ABSTRACT Socioeconomic inequality, or the socioeconomic status (SES) gradient, is arguably one of the most-studied phenomena in health. The gradient in health is apparent in objective and subjective measures, across virtually all countries, and is evident at individual and population levels. There is no longer much debate over the relationship between SES and health. However, exact causal pathways remain elusive. Advocating for strong policy to reduce or eliminate the SES-health gradient necessitates understanding the causal pathways, from intervention to outcome. While economists are not convinced that there is a clear enough understanding of the causal pathways of the SES-health gradient, they have produced a substantial body of work from which to move forward. The article briefly discusses the theoretical underpinnings used by economists as a basis for the study of the causal pathways for the health gradient. That presentation is followed by a concise overview of some of the evidence that economists have produced. The paper concludes with a discussion of how current economic evidence may be used to help policymakers advocate for interventions to limit the SES gradient in noncommunicable diseases.

RESUMEN La desigualdad socioeconómica, o el gradiente según la situación socioeconómica, es posiblemente uno de los fenómenos más estudiados en el campo de la salud. El gradiente de la salud es evidente en mediciones objetivas y subjetivas, en prácticamente todos los países y tanto a nivel individual como poblacional. Ya no se debate mucho la relación entre la situación socioeconómica y la salud. Sin embargo, las vías causales exactas siguen siendo difíciles de definir. A fin de promover políticas enérgicas que reduzcan o eliminen el gradiente socioeconómico de la salud, es necesario entender las vías causales, de la intervención al resultado. Si bien los economistas no están convencidos de que se conozcan suficientemente las vías causales del gradiente socioeconómico de la salud, han producido un volumen sustancial de trabajo a partir del cual avanzar. En este artículo se comentan brevemente los fundamentos teóricos usados por los economistas como base para estudiar las vías causales del gradiente de salud. Luego se brinda un panorama conciso de algunos de los datos científicos generados por los economistas. El artículo concluye con una discusión de cómo pueden usarse los datos científicos económicos actuales para ayudar a los responsables de formular políticas a proponer intervenciones que limiten el gradiente socioeconómico en materia de enfermedades no transmisibles.

RESUMO A desigualdade socioeconômica, ou o gradiente socioeconômico, é possivelmente um dos fenômenos mais estudados em saúde. O gradiente em saúde é evidente nas medidas objetivas e subjetivas em praticamente todos os países e é evidente ao nível do indivíduo e de população. Já não existe muito debate sobre a relação entre nível socioeconômico e saúde, mas as exatas vias causais continuam mal definidas. Defender uma firme política para reduzir ou eliminar o gradiente socioeconômico em saúde requer conhecer as vias causais, da intervenção ao resultado. Por não estarem convencidos de que existe um entendimento claro razoável das vias causais do gradiente socioeconômico em saúde, os economistas produziram um volume substancial de estudos que servem de base. O artigo aborda resumidamente os princípios teóricos para embasar o estudo das vias causais do gradiente em saúde e apresenta de forma concisa o panorama das evidências geradas pelos economistas. Por fim, se discute como as evidências econômicas atuais podem ser empregadas para ajudar os responsáveis pelas políticas a defender intervenções visando reduzir o gradiente socioeconômico nas doenças não transmissíveis.
Descritores: Economia e Organizações de Saúde
Acesso aos Serviços de Saúde
-Disparidades em Assistência à Saúde/economia
Disparidades em Assistência à Saúde/organização & administração
Limites: Seres Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-961675
Autor: Alarcon, Wilson René.
Título: Factores socioeconómicos y zona de residencia como estratificadores de desigualdades en salud en Bolivia / Socioeconomic factors and area of residence as stratifiers of health inequalities in Bolivia / Fatores socioeconômicos e área de residência como variáveis de estratificação das desigualdades em saúde na Bolívia
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;41:e155, 2017. graf.
Idioma: es.
Resumo: RESUMEN Objetivo Describir las desigualdades en salud respecto a indicadores de cobertura estratificado por factores socioeconómicos y lugar de residencia. Métodos Se realizó un estudio ecológico con datos de las Encuestas de Demografía y Salud 2003, 2008 y la Encuesta Nacional de Salud y Nutrición 2012. Con un análisis de 15 variables respecto a estratificadores socioeconómicos y de lugar de residencia. Resultados El Índice Compuesto de Cobertura (ICC) calculado mostró que los grupos más pobres se han acercado a los grupos más ricos reduciendo la brecha de desigualdad, el cambio en los quintiles más ricos no ha sido tan acelerado como en los quintiles más pobres. Varios de los indicadores han tenido avances más acelerados para el grupo más pobre como el de partos atendidos por personal de salud, otros indicadores han presentado condiciones de crecimiento reducido en la disminución de la desigualdad. La desnutrición crónica en niños menores de 5 años ha disminuido, sin embargo, la anemia en el mismo grupo de edad se ha incrementado. Conclusiones Los indicadores mostraron avances en la reducción de la desigualdad y disminución en la brecha entre los grupos más pobres y los más ricos. El uso de métodos de planificación familiar, por la presencia de bonos de transferencia condicionada podría no haber logrado el crecimiento esperado. Se deben evaluar estrategias como la suplementación con hierro a niños menores de 5 años, que ha crecido en la provisión del suplemento, pero no ha tenido impacto en la reducción de la anemia.

ABSTRACT Objective Describe health inequalities with regard to coverage indicators stratified by socioeconomic factors and place of residence. Methods An ecological study was conducted with data from the 2003 and 2008 Demographic and Health Surveys and the 2012 National Health and Nutrition Survey, with analysis of 15 variables for socioeconomic and place-of-residence stratifiers. Results Calculation of the composite coverage index showed that the poorest groups have moved closer to the richest groups, bridging the inequality gap; change in the richest quintiles has not been as rapid as in the poorest quintiles. Several of the indicators have seen more rapid progress in the poorest group, such as that for deliveries attended by health personnel; other indicators showed reduced growth in reduction of inequality. Chronic malnutrition in children under 5 has decreased; however, anemia in this age group has increased. Conclusions The indicators showed advances in reduction of inequality and reduction in the gap between the poorest and richest groups. Expected growth in the use of family planning methods may not have been reached because of the existence of conditional cash transfers. Strategies should be evaluated, such as iron supplementation in children under 5, where provision of the supplement has increased, but it has not had an impact on anemia reduction.

RESUMO Objetivo Descrever as desigualdades em saúde segundo indicadores de cobertura estratificados por fatores socioeconômicos e área de residencia. Métodos Foi realizado um estudo ecológico com dados obtidos das Pesquisas de Demografia e Saúde de 2003 e 2008 e da Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição de 2012 baseado na análise de 15 variáveis relacionadas a variáveis de estratificação por fatores socioeconômicos e área de residência. Resultados O indice de cobertura composto (ICC) calculado demonstrou que os estratos de menor renda estão mais próximos aos estratos de maior renda, diminuindo o hiato de desigualdade, mas a mudança nos quintis de maior renda não foi tão acelerada como nos quintis de menor renda. Observou-se progresso mais acentuado em vários indicadores no estrato de menor renda como o número de partos assistidos por profissionais da saúde, mas pouco avanço em outros indicadores para reduzir as desigualdades. Em crianças menores de cinco anos, o número de casos de desnutrição crônica diminuiu, mas de anemia aumentou. Conclusões Os indicadores apontam avanços na redução da desigualdade em saúde, com menor hiato entre os estratos de menor e maior renda. O uso de métodos de planejamento familiar, como parte de programa de transferência de renda condicionada, possivelmente não teve o crescimento esperado. Algumas estratégias precisam ser reavaliadas, por exemplo a suplementação de ferro em crianças menores de cinco anos: houve um aumento na provisão de ferro, porém ele não surtiu efeito na redução da anemia.
Descritores: Fatores Socioeconômicos
Disparidades nos Níveis de Saúde
Disparidades em Assistência à Saúde/organização & administração
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-877998
Autor: Rojas Gualdrón, Diego Fernando; Caicedo Velásquez, Beatriz.
Título: Accesibilidad geográfica al cuidado obstétrico y neonatal y su efecto en la mortalidad neonatal temprana en Colombia 2012-2014 / Geographical Accessibility to Obstetric and Neonatal Care and its Effect on Early Neonatal Mortality in Colombia, 2012-2014
Fonte: MedUNAB;20(1):7-18, 2017. tab, graf.
Idioma: en.
Resumo: Introduction: The distribution of health resources influences early neonatal mortality, granting access to obstetric care which is a major public health problem. However, the geographical dimension of this influence has not been studied in Colombia. Objective: To describe the geographical accessibility to obstetric and neonatal care beds and its association with early neonatal mortality in Colombia and its municipalities. Method: An ecological study at municipal level was carried out. Ordinary least squares (OLS) regression and a geographically weighted regression (GWR) were used to explore statistical and spatial associations. Results: The municipalities in Colombia with Higher mortality tend to have lower geographical accessibility to obstetric and neonatal beds after controlling the fertility and economic characteristics of these municipalities. This association is significant only in municipalities of the west coast. The strength of this association decreases in inner municipalities. Discussion: The centralization of obstetric and neonatal beds in major municipalities around the central region leaves municipalities with high risk of mortality underserved. The decentralization of obstetric and neonatal healthcare resources is a mandatory issue in order to reduce geographical disparities in mortality and to improve neonatal survival, and a healthy beginning of life...(AU)

Introducción: La distribución de los recursos de salud influencia la mortalidad neonatal temprana, garantizar el acceso atención obstétrica es un problema de salud pública. Sin embargo, la dimensión geográfica de esta influencia no ha sido estudiada en Colombia. Objetivo: Describir la accesibilidad geográfica a camas obstétricas y neonatales y su asociación con la mortalidad neonatal temprana en Colombia por municipios. Método: Se realizó un estudio ecológico a nivel municipal. Se recurrió a regresión por mínimos cuadrados y a regresión geográficamente ponderada para explorar las asociaciones estadísticas y espaciales. Resultados: Municipios con mayores tasas de mortalidad tienden a mostrar menor accesibilidad geográfica a camas obstétricas y neonatales, después de controlar las características municipales, económicas y de fecundidad. Esta asociación solo es significativa en municipios de la costa oeste. La fuerza de la asociación disminuye en municipios del interior. Discusión: Centralizar las camas obstétricas y neonatales en ciudades principales de la región central deja desatendidos a los municipios con mayor mortalidad. La descentralización de recursos de cuidado obstétrico y neonatal es un asunto obligatorio para reducir desigualdades geográficas en mortalidad, aumentar la supervivencia neonatal y lograr un inicio de vida saludable...(AU)

Introdução: A distribuição dos recursos da saúde tem influência na mortalidade precoce do neonatal, garantir o acesso aos cuidados obstétricos é um problema da saúde pública. A pesar de que, a dimensão geográfica desta influência não foi estudada na Colômbia. Objetivo: Descrever a acessibilidade geográfica aos leitos obstétricos e neonatos e, a sua associação com a mortalidade neonatal precoce na Colômbia, nos municípios. Método: O estudo ecológico foi realizado nos municípios. A regressão de mínimos quadrados e a regressão geograficamente ponderada foram utilizadas para explorar as associações estatísticas e espaciais. Resultados: Os municípios com taxas de mortalidade mais elevadas tendem a mostrar menor acessibilidade geográfica aos leitos obstétricos e neonatos após o controle das características municipais, econômicas e da fertilidade. Esta associação é apenas significativa nos municípios do litoral oeste. A força da associação diminui nos municípios do interior. Discussão: A centralização de camas obstétricas e neonatas nas principais cidades da região central, deixa os municípios não atendidos com a maior taxa de mortalidade. A descentralização dos recursos dos cuidados obstétricos e neonatos é uma questão obrigatória para reduzir as desigualdades geográficas na mortalidade, aumentar a sobrevivência neonatal e alcançar um bom início de vida saudável...(AU)
Descritores: Disparidades em Assistência à Saúde
Acesso aos Serviços de Saúde
Área Carente de Assistência Médica
-Serviços de Saúde Materno-Infantil
Mortalidade Neonatal Precoce
Análise Espacial
Limites: Seres Humanos
Responsável: CO179.9 - Facultad de Medicina


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Id: biblio-987757
Autor: Gómez Suárez, Rafael Adrián; Tarquino Bojacá, Angélica Milena; Aparicio Mejía, Anderson; Nossa Ramos, María Carolina; Alarcón González, Camilo Andrés; Prieto Puerto, Lizeth Andrea; Alzate, Juan Pablo; Villada Ramírez, Adriana Carolina; Eslava-Schmalbach, Javier.
Título: Systematic review: An approach to identifying health inequalities through case studies / Revisión sistemática: un enfoque para identificar desigualdades en salud a través de estudios de casos
Fonte: Case reports (Universidad Nacional de Colombia. En línea);2(1):45-61, 2016.
Idioma: en.
Resumo: Introduction: Health inequalities, among other factors, reflect the wellbeing level of a population. Interventions aimed at eliminating or preventing such inequalities require an understanding of their origins. Objective: To perform a systematic review to identify case studies reporting health inequalities worldwide. Methodology: Case reports, case studies and case series written in English, Spanish and Portuguese reporting health inequalities were included. Databases like Medline and EMBASE, and grey literature sources such as LILACS, OpenGrey, Google, and others were included. Results: Initially, the search produced 1272 articles. 139 articles were selected by their title, while, based on their abstract, 28 articles were chosen for full text reading. Finally, 23 articles were included. Gender difference was the most frequent factor in terms of health inequalities (23.2%), followed by socio economic condition (20%), belonging to a migrant population (13.3%), ethnic origin (13.3%), age (10%), geographic origin (3.3%), and others (16.6%). Discussion: This approach, which is based on reviewing case reports to study health inequalities, contrasts with the majority of the studies carried out in this field. This research proposes to study inequalities specific to population groups that suffer such inequalities within communities in a particular geographic area and are not able to access to optimal health services.

Introducción: las desigualdades en salud, entre otros factores, reflejan el nivel de bienestar de una población. Para realizar intervenciones dirigidas a eliminar o prevenir estas desigualdades es necesario comprender su origen. Objetivo: realizar una revisión sistemática para identificar estudios de casos en los que se reportan desigualdades en salud en todo el mundo. Metodología: en este estudio se incluyeron reportes de caso, estudios de casos y series de casos, escritos en inglés, español y portugués, en los que se informan desigualdades en salud. Se utilizaron bases de datos como Medline y EMBASE, así como fuentes de literatura gris como LILACS, OpenGrey, Google, entre otras. Resultados: la búsqueda inicial arrojó 1272 artículos; de los cuales se seleccionaron 139 por su título; luego, basándose en su resumen, se escogieron 28 para realizar una lectura completa. Finalmente se incluyeron 23 artículos. En términos de inequidad en salud, la diferencia de género fue el factor más frecuente (23.2%), seguido por condición socioeconómica (20%), pertenecer a una población migrante (13.3%), origen étnico (13.3%), edad (10%), origen geográfico (3.3%) y otros (16,6%). Discusión: este enfoque, que se basa en la revisión de reportes de caso para estudiar las desigualdades en salud, contrasta con la mayoría de estudios que se han realizado al respecto. En esta investigación se propone analizar las desigualdades en salud que son específicas a poblaciones que viven dentro de comunidades en un área geográfica en particular y que no tienen acceso a servicios óptimos de salud.
Descritores: Disparidades em Assistência à Saúde
-Relatos de Casos
Equidade em Saúde
Equidade
Limites: Seres Humanos
Tipo de Publ: Revisão
Responsável: CO136.1 - Biblioteca



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