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Id: biblio-1121884 LILACS-Express
Autor: Peña Redondo, Melisa Inés; Velásquez Gutiérre, Vilma F.
Título: Comprendiendo el significado del puerperio para las indígenas embera katíos de Tierralta, Córdoba, 2018 / Understanding the meaning of the puerperium for the embera indigenous of Tierralta, Cordoba, 2018 / Compreendendo o significado do puerpério para as indígenas embera katíos de Tierralta, Córdoba, 2018
Fonte: Hacia promoc. salud;25(2):94-108, julio 01, 2020. graf.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: La diversidad cultural y étnica de los pueblos indígenas en Colombia hace necesario adoptar un enfoque diferencial en salud de las distintas culturas. Objetivo: Comprender el significado del puerperio asignado por la indígena embera katío, del municipio de Tierralta Córdoba, 2017-2018. Método: estudio etnográfico. Muestra teórica con 13 participantes claves; se emplearon los métodos de observación participante y entrevistas a profundidad. El análisis fue guiado por la propuesta de Leininger. Consideró aspectos éticos. Resultados: puerperio, denominado recién parida, es un período de cambios e incertidumbre, entre felicidad y peligro de enfermar o morir, que consta de cuatro patrones culturales: 1. Recién parida mi cuerpo cambia física y mentalmente; 2. recién parida sientes felicidad de estar acompañada y viva; 3. la recién parida está en peligro y siente temor a enfermar y a morir; 4. un tejido de atenciones yenseñanzas para cuidarme. Conclusiones: las puérperas embera katío consideran el puerperio como un proceso de cambios e incertidumbre, que puede ser peligroso por factores naturales, físicos y emocionales, que genera temor a enfermar o morir. Reconocen que su cuerpo debe recuperarse y cerrarse después del parto para no padecer enfermedades, y requieren de un tejido de acompañamiento entre atenciones brindadas especialmente por la familia y cuidados de sí mismas.

Introduction: The cultural and ethnic diversity of indigenous peoples in Colombia makes it necessary to adopt a differential approach to the health of different cultures. Objective: To understand the meaning of puerperium assigned by the Embera Katío, from the municipality of Tierralta, Córdoba, 2017-2018. Method: ethnographic study. Theoretical sample with 13 key participants. Participant observation methods and in-depth interviews were used. The analysis was guided by Leininger's proposal. Ethical aspects were considered. Results: The puerperium, called "Recién Parida", is a period of change and uncertainty between happiness and danger of getting sick or dying, which consists of four cultural patterns: 1. Just after giving birth my body changes physically and mentally; 2. Right after giving birth I feel happy to be accompanied and alive; 3. Just after giving birth, I am in danger and I am afraid of getting sick and die; 4. A hatch of attention and teachings to take care of me. Conclusions: Embera Katío puerperal women consider puerperium as a process of change and uncertainty which can be dangerous due to natural, physical and emotional factors which generate fear of illness or death. They recognize that their body must recover and close after childbirth in order not to suffer from diseases, and they require a hatch of accompaniment between the care provided especially by the family and self-care

Introdução: A diversidade cultural e étnica dos povos indígenas na Colômbia faz necessário adotar um enfoque diferencial em saúde das distintas culturas. Objetivo: Compreender o significado do puerpério assignado pela indígena embera katío, do município de Tierralta Córdoba, 2017-2018. Método: estudo etnográfico. Amuestra teórica com 13 participantes da pesquisa; se empregaram os métodos de observação participante e entrevistas a profundidade. O análise foi guiado pela proposta de Leininger. Considerou aspectos éticos. Resultados: puerpério, denominado "recién parida" (pós-parto), é um período de câmbios e incerteza, entre felicidade e perigo de adoecer ou morrer, que consta de quatro padrões culturais: 1. (Pós-parto) meu corpo cambia física e mentalmente; 2. (Pósparto) sente felicidade de estar acompanhada e viva; 3. (Pós-parto) a indígena está em perigo e sente temor de adoecer e morrer; 4. Um conjunto de atenções e ensinos para cuidar-me. Conclusões: As embera katíos depois do pós-parto consideram o puerpério como um processo de câmbios e incerteza, que pode ser perigoso por fatores naturais, físicos e emocionais, que gera temor a adoecer ou morrer. Reconhecem que seu corpo deve recuperar-se e fechar-se depois do parto para não sofrer doenças, e precisam dum conjunto de acompanhamento entre atenções brindadas especialmente pela família e cuidados de si mesmas.
Descritores: Período Pós-Parto
-Enfermagem em Saúde Comunitária
Saúde de Populações Indígenas
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Artigo Clássico
Responsável: CO54.4


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Id: biblio-1025885
Autor: Guatemala. Ministerio de Salud Pública y Asistencia Social. Dirección General Sistema Integral de Atención en Salud.
Título: Guía de acercamiento y negociación / Approach and negotiation guide.
Fonte: Guatemala; MSPAS; 2019. 35 p.
Idioma: es.
Resumo: El presente documento, es una actualización del que se elaborara en el 2016. Bajo la premisa aportada por el Convenio 169, en el artículo 25 que establece que: "Los servicios de salud…deberán planearse y administrarse en cooperación con los pueblos interesados y tener en cuenta sus condiciones económicas, geográficas, sociales y culturales, así como sus métodos de prevención, prácticas curativas y medicamentos tradicionales." Por ello, el modelo presentado, establece que "toda acción que se planifica desde fuera de la comunidad, altera su camino normal y se constituyen en intervenciones que reconfigura su cultura, formas de vida y cosmopercepción. Es necesario reconsiderar que las comunidades saben vivir y desarrollarse desde sus realidades, y que las intervenciones constituirán acciones para apoyar sus procesos históricos, incluyendo las de salud. Y agrega que: "debe tomar en cuenta las condiciones económicas, geográficas sociales y culturales de los pueblos; este párrafo justifica plenamente del porqué la planeación y administración de los servicios deben darse en conjunto; por cuanto ellos son los que conocen sus propias necesidades, sus realidades, su cultura, su organización local y todo lo referente a la comunidad."
Descritores: Administração em Saúde Pública
Organizações/organização & administração
Saúde da População Rural/educação
Serviços de Saúde Rural/legislação & jurisprudência
Saúde de Populações Indígenas
Direitos Culturais
AMERICAN CANCER SOCIETYABDOMEN, ACUTEABDOMINAL INJURIES
Modelos de Assistência à Saúde/organização & administração
-Organizações/história
Comparação Transcultural
Serviços de Saúde Rural/organização & administração
Cultura
Guatemala
Governo Local
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: GT1.1 - Biblioteca y Centro de Información


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Id: biblio-1146295
Autor: Patriota, Pedro Vinícius Amorim de Medeiros; Ladeia, Ana Marice T; Marques, Juracy; Khoury, Ricardo; Barral, Aldina; Cruz, Alvaro A; Correia, Luis Claudio L; Barral Netto, Manoel; Lima, Joao A. C.
Título: Ecocardiografia e Análise de Doenças Cardiovasculares Subclínicas em Povos Indígenas que Vivem em Diferentes Graus de Urbanização: Projeto de Aterosclerose nas Populações Indígenas (Pai) / Echocardiography and Analysis of Subclinical Cardiovascular Diseases in Indigenous People Living in Different Degrees of Urbanization: Project of Atherosclerosis Among Indigenous Populations (Pai
Fonte: ABC., imagem cardiovasc;33(4):eabc78, 20200000.
Idioma: pt.
Resumo: Fundamento: O processo de urbanização tem impacto na carga de doenças cardiovasculares. As populações indígenas podem sofrer uma transição epidemiológica devastadora. Objetivos: Descrever o protocolo de estudo do Projeto de Aterosclerose nas Populações Indígenas (PAI) para avaliar a análise ecocardiográfica e as doenças cardiovasculares (CV) subclínicas em populações indígenas de acordo com o grau de urbanização e mostrar resultados preliminares do estudo piloto. Métodos: O PAI é um estudo transversal, com voluntários com idade entre 30 e 70 anos, em grupos indígenas brasileiros expostos a estágios baixos e avançados de urbanização (Fulni-ô e Truká, respectivamente) e um grupo controle urbano, excluindo indivíduos com doenças CV conhecidas ou em hemodiálise. O estudo piloto começou no território de Fulni-ô em setembro de 2016. Os participantes foram submetidos a avaliação clínica e laboratorial, eletrocardiograma (ECG), ultrassonografia de carótidas e um protocolo ecocardiográfico abrangente, incluindo strain longitudinal global (SLG) avaliado por speckle tracking. Os resultados preliminares são descritos de acordo com o sexo em uma análise univariada. Resultados: O estudo piloto avaliou o protocolo descrito em 55 indivíduos do grupo indígena Fulni-ô (48,7 ± 12,0 anos, 80% mulheres). Foram encontrados fatores de risco tradicionais como hipertensão, diabetes e dislipidemia em 40%, 36% e 54%, respectivamente, sem diferenças estatísticas significativas entre os sexos. O uso de tabaco mostrou-se extremamente prevalente, referido em 91% dos participantes. Os parâmetros derivados da ecocardiografia estavam, em média, dentro da faixa normal. No entanto, a média do SLG foi de 17,3 ± 3,4% (p 0,73 por sexo). Conclusão: Descrevemos o protocolo do estudo PAI para avaliar doenças cardiovasculares subclínicas e fatores de risco em populações indígenas de acordo com o estágio de urbanização. Resultados preliminares sugerem alta prevalência desses na população indígena em menor grau de urbanização.

Background: The urbanization process impacts the burden of cardiovascular disease (CVD). Indigenous populations can undergo a devastating epidemiological transition. Objective: The present study aimed to describe the Project of Atherosclerosis among Indigenous Populations (PAI) study protocol for assessing echocardiographic images and subclinical CVD in indigenous populations according to the degree of urbanization and report its preliminary results. Methods: The PAI is a cross-sectional study that includes volunteers aged 30­70 years among Brazilian indigenous groups exposed to low and advanced stages of urbanization (Fulni-ô and Truká, respectively) and an urban control group. Individuals with known CVD or who were on hemodialysis were excluded. The pilot study began in Fulni-ô territory in September 2016. The participants underwent clinical and laboratory
Descritores: Doenças Cardiovasculares/epidemiologia
Saúde de Populações Indígenas
Aterosclerose/diagnóstico por imagem
-Urbanização
Ecocardiografia/métodos
Ecocardiografia Doppler/métodos
Estudos Transversais/métodos
Fatores de Risco
Grupos Populacionais
Eletrocardiografia/métodos
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Adulto
Pessoa de Meia-Idade
Idoso
Responsável: BR44.1 - Serviço de Biblioteca, Documentação Científica e Didática Prof. Dr. Luiz Venere Décourt


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: biblio-1101126
Autor: Mendes, Anapaula Martins; Lima, Marilene da Silva; Maciel, Anaytatyana Góes Peixoto; Menezes, Rubens Alex de Oliveira; Eugênio, Nádia Cristine Coelho.
Título: Malária entre povos indígenas na fronteira Brasil-Guiana Francesa, entre 2007 e 2016: um estudo descritivo / Malaria entre pueblos indígenas en la frontera Brasil-Guyana Francesa, entre 2007 y 2016: un estudio descriptivo / Malaria among indigenous peoples on the Brazil-French Guiana border, 2007-2016: a descriptive study
Fonte: Epidemiol. serv. saúde;29(2):e2019056, 2020. tab, graf.
Idioma: pt.
Projeto: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior, fundação vinculada ao Ministério da Educação do Brasil (Capes/MEC): Capes/PDSE.
Resumo: Resumo Objetivo: descrever o perfil e a incidência dos casos de malária entre indígenas e não indígenas na fronteira franco-brasileira, no período de 2007 a 2016. Métodos: estudo descritivo, realizado a partir de casos notificados no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Malária (SIVEP-Malária), organizados pelo software Tableau 10.3. Resultados: de um total de 21.729 casos no período, o ano de 2009 apresentou o maior registro, 3.637 (16,7%) notificações, das quais 1.956 (53,8%) entre indígenas com incidência parasitária anual (IPA) de 261 por 1 mil habitantes; os polos-base de Kumenê (IPA entre 13 e 534/1 mil hab.) e Manga (IPA entre 55 e 448/1 mil hab.) apresentaram maior risco de infecção; crianças representaram 20,0 a 40,0% dos casos notificados, e gestantes cerca de 2,0% dos casos entre não indígenas e 1,0% entre indígenas. Conclusão: a malária se apresentou de maneira desigual entre indígenas e não indígenas, com maior ocorrência entre povos indígenas.

Resumen Objetivo: describir el perfil y la incidencia de los casos de malaria entre indígenas y no indígenas en la frontera franco-brasileña, entre 2007 y 2016. Métodos: estudio descriptivo, realizado a partir de análisis de casos notificados en el Sistema de Información de Vigilancia Epidemiológica de la Malaria (SIVEP-Malaria), organizados por el software Tableau 10.3. Resultados: de 21.729 casos en el período, 2009 presentó el registro más alto, 3.637 (16,7%) notificaciones, 1.956 (53,8%) entre indígenas con incidencia parasitaria anual (IPA) de 261/1.000; el mayor riesgo de infección ocurrió en los polos Kumenê (IPA entre 13 y 534/1,000) y Manga (IPA entre 55 y 448/1.000); los niños representan 20% hasta 40% de los casos, y las mujeres embarazadas alrededor del 2,0% entre no indígenas y 1,0% entre indígenas. Conclusión: la malaria es desigual entre los dos grupos, con mayor riesgo para los indígenas.

Abstract Objective: to describe the profile and incidence of malaria cases among indigenous and non-indigenous people on the Brazil-French Guiana border, between 2007 and 2016. Methods: this is a descriptive study based on analysis of cases notified on the Malaria Epidemiological Surveillance Information System (SIVEP-Malaria), organized using Tableau 10.3. Results: a total of 21,729 cases were notified in the period; the highest annual number of notifications was 3,637 (16.7%) in 2009, 1,956 (53.8%) of which related to indigenous people, representing annual parasite incidence (API) of 261/1,000; higher risk of infection was found in the Kumenê base area (API between 13 and 534/1,000) and the Manga base area (API between 55 and 448/1,000); children accounted for 20.0 to 40.0% of notified cases, while pregnant women accounted for 2.0% among non-indigenous people and 1.0% among the indigenous. Conclusion: malaria case distribution was unequal between indigenous and non-indigenous people, with greater occurrence among the indigenous.
Descritores: Saúde de Populações Indígenas
Povos Indígenas
Malária/epidemiologia
-Epidemiologia Descritiva
Incidência
Limites: Humanos
Responsável: BR275.1 - Biblioteca


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Id: biblio-1147611
Autor: Herenía Anacona, Rosalba; Majin, Ilba Cecilia; Canencio, Doris; Velásquez, Edgar.
Título: La medicina tradicional / Traditional medicine
Fonte: Av. enferm;9(1):101-105, 1991.
Idioma: es.
Resumo: Con el presente trabajo deseamos hacer nuestro aporte a todo un proceso que los indígenas colombianos venimos impulsando en la búsqueda de recuperar nuestros legítimos derechos de pueblos aborígenes. Dentro de este espíritu hemos querido adelantar este trabajo claro, breve y específico de medicina tradicional, en el cual pretendemos dejar conceptos sobre nuestros métodos de curación tradicional y su importancia para nuestras comunidades.
Descritores: Medicina Tradicional
-Colômbia
Saúde de Populações Indígenas
Limites: Humanos
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1147146
Autor: Secretaría de Salud de México.
Título: Protocolo de atención para los pueblos indígenas y afromexicanos frente al COVID-19 Lineamientos interculturales / Protocol of care for indigenous and Afro-Mexican peoples against COVID-19 Intercultural guidelines.
Fonte: Ciudad de México; Secretaría de Salud de México; 2020. 1-32 p.
Idioma: es.
Resumo: México es un país pluricultural y diverso lingüísticamente diferenciado, reconocido en el Artículo 2 constitucional. En esta realidad se identifican los pueblos indígenas y afromexicanos, quienes todavía sufren diferentes inequidades, pobreza y marginación, que los hacen vulnerables ante situaciones de catástrofes climáticas, sociales y sanitarias. Es en esta situación en la que aparece de manera repentina la pandemia de COVID-19, que ha generado en el mundo, una serie de consecuencias graves en la salud humana, economía, relaciones sociales y culturales de la población. A través de los registros epidemiológicos, se ha identificado los efectos de esta enfermedad en la salud de poblaciones indígenas, lo cual ha llevado a la necesidad de definir, para las instituciones de salud, una serie de estrategias interculturales para enfrentar y mitigar esta situación. Los pueblos indígenas y afro-mexicanos de nuestro país comparten visiones del mundo, producto de sus condiciones culturales específicas, diferentes a la que se conoce en las sociedades industrializadas y globales, las cuales incluyen diversas miradas sobre la vida, la salud, la enfermedad, la muerte y las formas de abordarlas. Esto implica un reto para ofrecer los servicios de salud, explicaciones sobre el COVID-19 y medidas preventivas, que puedan ser comprendidas y apropiadas por estas poblaciones. Los lineamientos1 que aquí se presentan, se enmarcan en el Modelo para la Atención a la Salud de los Pueblos Indígenas y Afro-mexicanos (actualizado a 2020), que define elementos que deben de tomarse en cuenta para una atención intercultural de estos pueblos, enmarcado en los derechos humanos reconocidos en el ámbito internacional y en la Constitución Política de nuestro país.
Descritores: Infecções por Coronavirus/epidemiologia
Saúde de Populações Indígenas
-Atenção à Saúde
Assistência à Saúde Culturalmente Competente
Povos Indígenas
Medicina Tradicional
México
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-1147056
Autor: De la Cruz Córdova, Evelin Leyla; Aguilar Gamboa, Isaac.
Título: Parto vertical intercultural, satisfacción de la atención en usuarias del Programa SIS en el Centro de Salud de Tambo, enero, junio 2018 / Vertical intercultural delivery, satisfaction with care in users of the SIS Program at the Tambo Health Center, January, June 2018.
Fonte: Lima; s.n; 2018. 1-69 p. tab, graf.
Idioma: es.
Tese: Apresentada a Universidad César Vallejo para obtenção do grau de Maestría.
Resumo: Existe gran demanda por el parto vertical intercultural, la oferta esta instaurada hacia mujeres andinas y amazónicas porque el ente rector ha oficializado su atención, sin embargo es muy poco lo que se conoce respecto a la satisfacción de las usuarias de estos servicios, por lo que el presente estudio se propuso como objetivo, "Determinar el nivel de satisfacción en la atención del parto vertical intercultural en usuarias del Programa SIS, atendidas en el Centro de Salud de Tambo, 2018", bajo un método estudio no experimental, de diseño descriptivo, técnica encuesta, se obtuvo los siguientes resultados: Respecto a la "recepción con amabilidad y respeto" 77 % reporta satisfacción "bueno", 20% indica satisfacción "regular, un 30% que opinaron "regular" satisfacción referido al "trato profesional" , respecto al "Ambiente de sala de parto, amplio, fuera de ruido" 70% reporta satisfacción "bueno", 20% indica satisfacción "regular", en relación a si "preguntan conocimientos y prácticas acerca del parto de parte de la parturienta, familiares" 40 % reporta satisfacción "bueno", 20% indica satisfacción "regular". Respecto si "Motivan la participación de la pareja madre, hermana para apoyar a la hora del parto" 46% refiere satisfacción "buena", un 27% "regular y un 4% deficiente. Al "Uso de infusiones con hierbas que dan calor a la mujer en el parto" 67% refiere "buena" y 27% "regular". Al "Uso de fuerza con manos en soga, pies en suelo, apoyo de fuerza por un familiar desde la espalda", 33% reporto "buena y 46% "regular". En conclusión el grado de satisfacción en general es 70% "bueno" respecto a la Atención del Parto Vertical Intercultural en usuarias del Programa del Seguro Integral de Salud (SIS) en el Centro de Salud de Tambo.
Descritores: Parto
Assistência à Saúde Culturalmente Competente
-Peru
Saúde da Mulher
Saúde de Populações Indígenas
Assistência ao Paciente/estatística & dados numéricos
Medicina Tradicional
Limites: Humanos
Feminino
Gravidez
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Brasil
Marcos, Elaine Valim Camarinha
Texto completo
Id: biblio-1132457
Autor: Teles, Stéfanie Ferreira; Silva, Eliane Aparecida; Souza, Rodrigo Medeiros de; Tomimori, Jane; Florian, Marcos Cesar; Souza, Rogério Oliveira; Marcos, Elaine Valim Camarinha; Souza-Santana, Fabiana Covolo de; Gamba, Mônica Antar.
Título: Association between NDO-LID and PGL-1 for leprosy and class I and II human leukocyte antigen alleles in an indigenous community in Southwest Amazon
Fonte: Braz. j. infect. dis;24(4):296-303, Jul.-Aug. 2020. tab.
Idioma: en.
Resumo: The frequencies of the Human leukocyte antigen (HLA) alleles in the Puyanawa indigenous reserve population and their association with the NDO-LID and ELISA PGL-1 rapid serological test was assessed. This was a cross-sectional study with an epidemiological clinical design conducted in two indigenous communities in the state of Acre, Brazil. Blood was collected in a tube with EDTA to identify HLA alleles and perform serological tests. DNA was obtained using the salting out procedure. The LabType™ technique (One-Lambda-USA) was used for HLA class I (loci A*, B* and C*) and II (loci DRB1*, DQA1* and DQB1*) typing. Allele frequency was obtained by direct count, and the chi-square test was used to assess the association with the NDO-LID and PGL-1 tests. The most frequent alleles in the two communities were: HLA-A*02:01, HLA-B*40:02, HLA-DRB1*16:02, HLA-DQA1*05:05 and HLA-DQB1*03:01. The allele HLA-C*04:01 was the most common in the Barão community, and the allele HLA-C*07:01 in Ipiranga. Among individuals who presented seropositivity to the NDO-LID test, the association with alleles HLA-A*02 (43.18% vs 24.8%, p = 0.03, OR = 2.35) and HLA-B*53 (6.83% vs 0.0%, p = 0.03, OR = 8.95) was observed in the Barão community. HLA-B*15 was associated with non-seroconversion to the NDO-LID test in Ipiranga. In both communities, HLA-B*40 and HLA-C*03 were associated with positive serological response to ELISA PGL-1. The HLA class I and II alleles most frequently found in this study have already been described among Terena indigenous groups, and HLA class I contributes to seroconversion to NDO-LID and PGL-1 tests in inhabitants of the Barão and Ipiranga communities(AU).
Descritores: Alelos
Saúde de Populações Indígenas
Cadeias HLA-DRB1
Frequência do Gene
Hanseníase/epidemiologia
-Brasil/epidemiologia
Testes Sorológicos
Índios Sul-Americanos
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR191.1 - Biblioteca e Centro de Documentação Luiza Keffer


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1145106
Autor: Rodrigues, Douglas; Albertoni, Lucas; Mendonça, Sofia Beatriz Machado de.
Título: Antes sós do que mal acompanhados: contato e contágio com povos indígenas isolados e de recente contato no Brasil e desafios para sua proteção e assistência à saúde / Better alone than in bad company: contact and contagion with isolated and recently contacted indigenous people in Brazil and challenges for their protection and health care
Fonte: Saúde Soc;29(3):e200348, 2020. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo O objetivo deste artigo é apresentar e discutir a vulnerabilidade de povos indígenas em isolamento voluntário a epidemias decorrentes do contato com representantes de nossa sociedade e apontar os desafios para a assistência à saúde nas situações de contato iminente. A partir da experiência dos autores na atenção à saúde de comunidades indígenas isoladas e de contato recente e de informações existentes na literatura indigenista, são apresentados exemplos da alta mortalidade que incidiu sobre alguns povos indígenas em períodos posteriores à quebra de seu estado de isolamento. O artigo atualiza as informações existentes sobre povos indígenas isolados no Brasil, discute a política indigenista e as ameaças a que estão submetidos esses povos pelo avanço da invasão ilegal de seus territórios e alerta para a possibilidade de novos contatos entre esses grupos e a sociedade circundante no contexto atual de ataque aos direitos indígenas agravados pela epidemia de covid-19. Contextualizam-se a suscetibilidade dos povos indígenas isolados, a necessidade de preparação para futuras situações de contato e medidas para evitar o contágio quando ocorrer a quebra do estado de isolamento desses povos.

Abstract The purpose of this article is to present and discuss the vulnerability of indigenous people in voluntary isolation due to epidemics resulting from contact with representatives of our society and to point out the challenges for health care in situations of imminent contact. Based on the authors' experience in the health care of isolated and recently contacted indigenous communities and on information in the indigenous literature, examples of the high mortality that affected some indigenous peoples in periods after break of their isolation state are presented. The article updates the existing information on isolated indigenous peoples in Brazil, discusses the indigenous policy formulated for them, the threats to which they are subjected by the advance of the illegal invasion of their territories and alerts to the possibility of new contacts of these groups and the surrounding society, in current context of attack on indigenous rights aggravated by the COVID-19 pandemic. It contextualizes the susceptibility of isolated indigenous peoples, the need to be ready for future situations of contact and measures to avoid contagion when the isolation of these peoples is interrupted.
Descritores: Isolamento de Pacientes
Política Pública
Índios Sul-Americanos
Infecções por Coronavirus
Populações Vulneráveis
Saúde de Populações Indígenas
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-1145107
Autor: Scalco, Nayara; Nunes, João Arriscado; Louvison, Marília.
Título: Controle social no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena: uma estrutura silenciada / Social control in the Indigenous Health Care Subsystem: a silenced structure
Fonte: Saúde Soc;29(3):e200400, 2020. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Resumo No Brasil, um dos princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde é a participação social. Por meio de muita mobilização, os povos originários garantiram a publicação da lei que estabelece o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena em 1999, estruturado em 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas. Desde o início foram organizadas instâncias de participação: os Conselhos Locais, os Conselhos Distritais de Saúde Indígena (Condisi) e o Fórum de Presidentes de Condisi (FPCondisi). Este estudo tem como objetivo compreender a estrutura formal e a efetiva configuração do espaço de participação social dos povos indígenas na construção de uma política de saúde diferenciada. Foi utilizada metodologia qualitativa com diversas fontes e materiais, com análise documental de atas de reuniões do Condisi Litoral Sul e do FPCondisi, legislação e com entrevistas em profundidade com indígenas e indigenistas. Os resultados demonstram que há vários caminhos de participação dos indígenas na política de saúde. É possível afirmar que a maioria dos entrevistados reconhece o Condisi como espaço de diálogo entre indígenas e governo, mas também apontam falta de resolubilidade desta e demais instâncias de controle social. O silenciamento das pautas indígenas nos espaços de participação formal faz com que esses povos busquem outras formas de protagonizar a construção de uma política de saúde diferenciada.

Abstract In Brazil, one of the fundamental principles of the Brazilian National Health System is social participation. Through mobilization, indigenous peoples secured the publication of the law establishing the Indigenous Health Subsystem in 1999, structured in 34 Special Indigenous Health Districts. From the beginning, participation instances were organized: Local Councils, District Councils of Indigenous Health (Condisi) and the Condisi Presidents Forum (FPCondisi) This study aims to understand the formal structure and effective configuration of the social participation space of indigenous people in the construction of a differentiated health policy. A qualitative methodology was used with several sources and materials, with documentary analysis of minutes of Condisi Litoral Sul and FPCondisi meetings, legislation and with in-depth interviews with indigenous people and indigenists. The results showed that there are several ways for indigenous people to participate in health policy. It is possible to state that most of the interviewees recognizes Condisi as a space for dialogue between indigenous people and the government, but they also point out the limits of the effectiveness of this and other instances of social control. The silencing of indigenous agendas in formal participation spaces makes these people seek for other ways to lead the construction of a differentiated health policy.
Descritores: Sistema Único de Saúde
Conselhos de Saúde
Saúde de Populações Indígenas
Participação Social
Política de Saúde
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência



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