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Texto completo SciELO Cuba
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Id: biblio-1103412
Autor: López Himely, Ana Carlina; Soler Cárdenas, Silvio Faustino.
Título: Ventajas del uso de estimaciones por intervalos para proporciones poblacionales / Advantages of the use of interval estimations for population proportions
Fonte: Rev. medica electron;40(3):876-881, may.-jun. 2018.
Idioma: es.
Resumo: En este trabajo los autores argumentan la necesidad de incluir el cálculo de estimaciones por intervalos para proporciones poblacionales. Se discute un ejemplo real donde se pone de manifiesto la insuficiencia del intervalo estándar para las proporciones, a pesar de su uso generalizado en las investigaciones. Se propone el uso del intervalo de Wilson (AU).

In this article, the authors argue the necessity of including the calculation of interval estimations for population proportions. A real example is discussed the insufficiency of the standard interval for proportions is stat, in spite of its generalized use in researches. The Wilson´s interval is proposed (AU).
Descritores: Valores de Referência
Intervalos de Confiança
Estatísticas de Saúde
Estatística como Assunto
-Características da População
Estatísticas de Assistência Médica
Modelos Estatísticos
Indicadores (Estatística)
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Parâmetros
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Comentário
Responsável: CU424.1 - Centro Provincial de Información de Ciencias Médicas


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Id: biblio-1103395
Autor: Felicissimo, Monica Faria.
Título: Autorrelato da deficiência e características individuais no contexto urbano: estudo Saúde em Beagá / Autorrelato da deficiência e características individuais no contexto urbano: estudo Saúde em Beagá.
Fonte: Belo Horizonte; s.n; 27 jun. 2016. 86 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Introdução: O Relatório Mundial sobre Deficiência estima que mais de um bilhão de pessoas no mundo, 15% da população, convive com alguma forma de deficiência, seja transitória ou permanente, e com elevada vulnerabilidade em saúde. No Brasil, a prevalência varia de 1,5% a 23,9%, dependendo da população investigada e dos critérios adotados para a definição da deficiência. Esta prevalência deve aumentar nos próximos anos pelo envelhecimento populacional acelerado e pela gravidade das doenças crônico-degenerativas. Tal fato tem repercutido de forma a crescer o interesse acadêmico nos estudos sobre a população com deficiência. Objetivo: Estimar a prevalência da deficiência na população de um grande centro urbano e verificar sua associação com as características sociodemográficas e de saúde, estratificada por sexo (Artigo 1), e investigar a associação da prevalência da deficiência com a posição socioeconômica e morbidade (Artigo 2). Métodos: Os dados foram provenientes do inquérito domiciliar de base populacional Saúde em Beagá, conduzido pelo Observatório de Saúde Urbana em dois dos nove distritos sanitários de Belo Horizonte: Oeste e Barreiro, entre 2008 e 2009. A amostragem foi probabilística, estratificada por conglomerados em três estágios: setor censitário, domicílio e indivíduos. A amostra foi constituída por 4.048 indivíduos com idade 18 anos. A variável resposta foi deficiência (DEF), definida a partir do autorrelato de problema nas funções ou nas estruturas do corpo, operacionalizada por meio da pergunta: O (A) senhor (a) tem alguma limitação, dificuldade ou deficiência (seja motora, visual, auditiva ou outras). As variáveis explicativas foram: sexo, idade, cor de pele, estado civil, renda familiar, escolaridade do entrevistado, morbidade autorreferida, autoavaliação de saúde, qualidade de vida e satisfação com a vida (Artigo 1), além do índice de posição socioeconômica que incluiu variáveis de escolaridade materna, do entrevistado, renda familiar e morbidade referida (Artigo 2). Na análise de dados foram utilizadas as seguintes análises: univariada (teste 2 e teste de Wald ajustado, este último para comparação entre sexos), e multivariada pelo algoritmo CHAID (Chi-square Automatic Interaction Detector) para identificar os fatores associados à DEF (Artigo 1). Empregou-se análise fatorial por componentes principais para avaliar a composição do índice de posição socioeconômica e o odds ratio para avaliar a magnitude da associação entre as variáveis respostas e a variável explicativa, utilizando a análise de regressão logística e considerando o desenho amostral (Artigo 2). Resultados: Dos 4.048 indivíduos entrevistados, a idade média foi 40,9 (± 16,1) anos, sendo a maioria do sexo feminino (53,1%). A prevalência da DEF foi 10,4% (IC 95%: 9,1-11,7%), sendo maior no sexo feminino (11,9%; IC 95%: 10,2-13,6) quando comparada ao sexo masculino (8,7%; IC 95%: 6,8-10,5) (valor-p = 0,011). Na análise univariada, todas as variáveis se mostraram associadas à DEF, exceto renda familiar (valor-p = 0,256) e satisfação com a vida (valor-p = 0,407) para o sexo masculino, e cor de pele para ambos os sexos. Na comparação entre os sexos, houve maior prevalência da DEF em mulheres de cor de pele não branca, separadas, desquitadas e viúvas, escolaridade acima de 12 anos, com melhor autoavaliação de saúde e qualidade de vida, do que em homens nas mesmas características. Na análise multivariada, as variáveis que melhor discriminaram a DEF para as mulheres foram a idade e a morbidade referida, e para os homens foi a escolaridade e a autoavaliação de saúde (Artigo1). O autorrelato de deficiência associou-se à idade (OR = 1,02; IC95%:1,01;1,03), ao relato de duas ou mais doenças (OR = 3,24; 2,16-4,86) e ao índice da posição socioeconômica (OR = 0,96; IC95%:0,95-0,97) (Artigo 2). Conclusão: Os resultados sugerem necessidades de condutas distintas para mulheres e homens com deficiência, sendo as mulheres mais vulneráveis segundo características de saúde, e os homens segundo características socioeconômicas. A pior posição socioeconômica parece contribuir para a ocorrência de deficiência. Esses resultados reforçam a necessidade de implementação de programas educacionais e de capacitação profissional, assim como a necessidade de políticas públicas de saúde efetivas para redução das iniquidades em saúde entre as pessoas com deficiência.

Introduction: The World Report on disability estimate that over one billion people worldwide, 15% of the population live with some form of impairment, whether temporary or permanent and high vulnerability to health. In Brazil, the prevalence ranges from 2.8% to 24% depending on the population studied and the criteria used for the definition of impairment. This prevalence is expected to increase in the coming years by rapid population aging and the severity of chronic degenerative diseases. This fact has reflected in the growing academic interest in studies on people with disabilities. Objective: Investigate the prevalence of impairment in the population of a large urban center and its association with sociodemographic and health characteristics, stratified by sex (Article 1), and to estimate whether the low socioeconomic position and higher frequency of diseases are associated with a higher prevalence of self-reported impairment (Article 2). Methods: Data were obtained from a population-based household survey named The BH Health Study conducted by the Urban Health Observatory in two of the nine health districts of Belo Horizonte: Oeste and Barreiro between 2008 and 2009. The sample was probabilistic, stratified by conglomerates in three stages: census tracts, households and individuals. The sample consisted of 4,048 individuals aged 18 years. The response variable was impairment (IMP), defined from the self-reported problems in the functions or structure of the body, it was operationalized by the question: Mr(s) do you have any limitation, difficulty or impairment (either motor, visual, hearing or other). The explanatory variables were gender, age, skin color, marital status, family income, the respondent's education, self-reported morbidity, health self-assessment, quality of life and satisfaction with life (Article 1), and socioeconomic position status index that included maternal education variables of the respondent and family income and morbidity (Article 2). In the data analysis were used varied univariate (2 test and Wald test adjusted for comparison between sex) and multivariate by CHAID (Chi-square Automatic Interaction Detector) algorithm to identify the factors associated with IMP (Article 1). Was used factor analysis by principal components to assess the composition of socioeconomic position index and the odds ratio to assess the magnitude of the association between the study variables and the explanatory variable using logistic regression analysis considering the sample design (Article 2). Results: Between the 4,048 interviewed individuals, the average age was 40.9 (± 16.1) years, and the majority of women (53.1%). The prevalence of impairment was 10.4% (95% CI: 9.1 to 11.7%), higher in females (11.9%; 95% CI: 10.2 to 13.6) compared to males (8.7%; 95% CI: 6.8 to 10.5) (p-value = 0.011). In univariate analysis, all variables were associated with IMP, except family income (p-value = 0.256) and life satisfaction (p-value = 0.407) for males and skin color for both sexes. Comparing the sexes there was a higher prevalence of impairment for women of non-white skin color, separate marital status, legally separated and widowed, education over 12 years, better self-reported health and quality of life when compared to men with the same characteristics. In multivariate analysis, the variable that best discriminated impairment for women was age and morbidity and for men was education and health self-assessment (Article 1), the self-reported impairment age was associated (OR = 1.02; 95% CI: 1.01, 1.03) to the account of two or more disease (OR = 3.24; 2.16 to 4.86) and the index of socioeconomic status (OR = 0.96; 95% CI: .95 to .97) (Article 2). Conclusion: The results suggest different behaviors between women and men with impairment, the most vulnerable women according to health characteristics and men according to socioeconomic characteristics. The low socioeconomic status appears to contribute to the occurrence of impairment. These results reinforce the need to implement educational programs and professional training, as well as the need for effective public health policies to reduce health inequities among people with disabilities.
Descritores: Classe Social
Prevalência
Estudos Transversais
Fatores de Risco
Pessoas com Deficiência/estatística & dados numéricos
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Lima, Roberto Teixeira
Costa, Maria José de Carvalho
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Id: lil-620802
Autor: Luna, Rafaella Cristhine Pordeus; Nascimento, Christiane Carmem Costa do; Bandeira, Geovanna Torres de Paiva; Oliveira, Adyla Farias de; Monteiro, Mussara Gomes Cavalcante Alves; Barbosa, Fernanda Patrícia Torres; Albuquerque, Tarciane Marinho; Silva, Ana Hermínia de Andrade e; Moraes, Ronei Marcos de; Lima, Roberto Teixeira; Costa, Maria José de Carvalho.
Título: Baixo consumo habitual de alimentos fonte de vitamina E em população infantil / Low habitual consumption of food sources of vitamin E in the child population
Fonte: Rev. Inst. Adolfo Lutz;70(2):213-219, abr.-jun. 2011. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Este estudo avaliou o consumo alimentar habitual de vitamina E em crianças do município de João Pessoa, Nordeste-Brasil. Estudo epidemiológico transversal, de base populacional, representativo do referido município foi realizado em 170 crianças de idade entre 2 e 10 anos. Foram coletados os dados antropométricos e do consumo alimentar por meio de Questionário Quantitativo de Frequência Alimentar, previamente validado para a população desse município. O consumo de vitamina E foi avaliado pelo software Dietsys 3.0. Observou-se maior frequência de crianças com peso adequado (59,4), seguido de 20 com obesidade e 13 com sobrepeso. Houve maior frequência de crianças com consumo de vitamina E abaixo da necessidade média estimada (62,4). As crianças que apresentaram ingestão adequada de vitamina E consumiram mais iogurte, tortas e bolos, e aquelas com o inadequado consumiram mais margarina. Na amostra total, os produtos fonte de vitamina E mais consumidos foram iogurte, waffles, tortas, bolos, batatas fritas, óleos e margarina. Conclui-se que >50 das crianças analisadas apresentam baixo consumo de vitamina E, sendo necessária a implementação de estratégias para aumentar a disponibilidade de alimentos menos calóricos, considerando-se a elevada prevalência de obesidade e sobrepeso observada, e mais ricos em vitamina E para essa população.
Descritores: Consumo de Alimentos
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Vitamina E
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Tipo de Publ: GOVERNMENT PUBLICATIONS
Responsável: BR91.2 - Centro de Documentação


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Id: biblio-850192
Autor: Palma, Adriana Benquerer Oliveira; Ferreira, Raquel Conceição; Martins, Andréa Maria Eleutério Barros; Assis, Katyane Benquerer Oliveira; Duarte, Danilo Antônio.
Título: Determinantes do não uso de serviços odontológicos por crianças de cinco anos / Individual determining factors of the non-use of dental services by 5-year-old children
Fonte: Arq. odontol;51(1):14-24, 2015. tab.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: Estudo transversal, que avaliou a prevalência e fatores associados ao não uso dos serviços odontológicos entre crianças de cinco anos de Montes Claros/MG. Foi realizado estudo populacional com amostra probabilística por conglomerados aleatoriamente selecionada. Material e Métodos: A amostra incluiu 997 crianças, que foram submetidas a um exame epidemiológico por examinadores calibrados (kappa > 0,60). Os pais ou responsáveis responderam a um questionário sobre condições socioeconômicas, necessidades percebidas e utilização de serviços odontológicos. Análises bivariada e múltipla empregando Regressão de Poisson Robusta, com estimativa das Razões de Prevalência foram empregadas para testar a associação da variável dependente “uso de serviços odontológicos” e as independentes, segundo Modelo Comportamental de Andersen e Davidson. O programa SPSS 18.0 foi utilizado para análise dos dados. Resultados: Uma proporção de 64,3% (n = 603) nunca usou serviços odontológicos na vida. Houve maior prevalência de crianças que não usaram os serviços odontológicos entre aquelas que não receberam informações sobre como evitar problemas bucais (1,38; IC95% 1,27-1,50), com menor renda (1,73; IC95% 1,22-2,47), filhos de mães com menor escolaridade, que não utilizavam flúor (1,41; IC95% 1,20-1,65) e crianças filhas de mães que não percebiam necessidade odontológica nos seus filhos (1,31; IC95% 1,17-1,47). A prevalência de não uso de serviços odontológicos foi menor nas crianças sem cobertura pela Estratégias de Saúde da Família (ESF) (0,90; IC95% 0,80-1,00) e diminuiu com o aumento do número de dentes decíduos obturados (0,26; IC95% 0,14-0,47). Conclusão: Houve uma baixa prevalência de uso de serviços odontológicos. Os resultados sugerem uma distribuição desigual no uso de serviços, principalmente determinada por fatores sociais. Descritores: Estudos transversais. Pré-escolares. Assistência odontológica para crianças.
Descritores: Assistência Odontológica
Assistência Odontológica para Crianças
-Estudos Populacionais em Saúde Pública
Estudos Transversais
Inquéritos e Questionários
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pré-Escolar
Criança
Responsável: BR365.1 - BIB - Biblioteca


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Id: biblio-1099567 LILACS-Express
Autor: López, Lourdes; López, Aracelly de.
Título: Conocimientos, Actitudes y prácticas de prevención de riesgo del cáncer bucal en población mayor de 15 años. Panamá. / [Knowledge, attitudes and practices of prevention of oral cancer risk in popul oral cancer risk in population over 15 years old. Panama.
Fonte: Rev. méd. Panamá;40(1):9-13, ene.2020. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: El Cáncer Bucal es una enfermedad de importancia en Salud Pública. En Panamá, se desconoce la incidencia y prevalencia de la enfermedad y no se dispone de información por tipo de patología, lesión, localización, ni estudios de conocimientos, ac­ titudes y prácticas, relacionados a los factores de riesgo. Objetivo General: analizar los conocimientos, actitudes y prácticas de prevención de Cáncer Bucal en la población mayor de 15 años. Materiales y Método: estudio descriptivo transversal, realizado en las Regiones Sanitarias de San Miguelito, Metropolitana y Panamá Oeste. Se realizó un muestreo por conveniencia en 42 instalaciones de salud del primer nivel de atención, a la población que acudió al servicio odontológico durante cuatro meses. Se aplicó una encuesta de Conocimiento, Actitudes y Prácticas de prevención de factores de riesgo al cáncer bucal, considerando variables de estilo de vida. Para el análisis estadístico, se utilizaron los programas Epi Info versión 7.2 y XLSTAT 2019 y presentados los datos en medidas paramétricas y no paramétricas. Resultados: se encuestó un total de 3,832 personas mayores de 15 años. La mayor proporción fueron mujeres en edades de 25 y 34 años. En relación al conocimiento, el 81% desconoce los factores de riesgo de cáncer bucal y según la actitud, el 63% no asiste al control odontológico periódicamente. Las prácticas reflejaron hábitos relaciona­ dos al consumo de tabaco y alcohol. Conclusión: La población mayor de 15 años del estudio, desconoce los factores de riesgo del cáncer bucal y manifiesta limitada actitud de práctica preventiva.

Introduction: Oral Cancer is an importance disease in Public Health. In Panama, the in­ cidence and prevalence of the disease is unknown and there is no information available by type of pathology, injury, location, or studies of knowledge, attitudes and practices re­ lated to risk factors. General Objective: to analyze the knowledge, attitudes and practi­ ces of prevention of Oral Cancer in the population over 15 years old. Materials and Methods: cross­sectional descriptive study, carried out in San Miguelito, Metropolitan and Panamá Oeste Health Regions. Sampling was carried out for convenience in 42 health facilities of the first level of health care, to the population that attended the dental service during four months. A survey of Knowledge, Attitudes and Practices of preven­ tion of risk factors to oral cancer was applied, considering Lifestyle variables. For the statistical analysis, the Epi Info version 7.2 and XLSTAT 2019 programs were used and the data presented in parametric and non­parametric measurements. Results: a total of 3,832 people over 15 years of age were surveyed. The highest propor­ tions were women between the ages of 25 and 34. In relation to knowledge, 81% do not know the risk factors for oral cancer and according to the attitude, 63%, do not attend pe­ riodically to a dental control. The practices reflected habits related to consumption of to­ bacco and alcohol. Conclusion: The population over 15 years old of the study ignores the risk factors of oral cancer and manifests a limited attitude of preventive practice.
Descritores: Neoplasias Bucais/prevenção & controle
Neoplasias Bucais/psicologia
Odontologia em Saúde Pública
-Inquéritos de Saúde Bucal/métodos
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Estudos de Avaliação como Assunto
Limites: Humanos
Feminino
Adulto
Idoso de 80 Anos ou mais
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: PA30.1 - BINASA - Biblioteca Nacional de Salud


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Collet, Neusa
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Id: biblio-974873
Autor: Pinto, Malu Micilly Porfírio Santos; Coutinho, Simone Elizabeth Duarte; Collet, Neusa.
Título: Doença crônica na infância e a atenção dos serviços de saúde / Enfermedad crónica en la infancia y la atención de los servi-cios de salud / Chronic illness in childhood and attention from health services
Fonte: Ciênc. cuid. saúde;15(3):498-506, Jul.-Set. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: RESUMO A cronicidade da doença interfere sobremaneira na dinâmica familiar da criança. Dependendo da complexidade e da gravidade da doença crônica, as famílias permanecem longos períodos no hospital, são submetidas a várias internações junto com a criança, perpassando pelos diferentes serviços de saúde e compartilhando perdas, limitações e cuidados, sofrendo abalos em seu ciclo, mudança de papéis e funções. Sendo assim, objetivou-se apreender a percepção do cuidador familiar de crianças com doença crônica acerca da atenção prestada na trajetória do adoecimento pelos serviços de saúde, por meio de estudo descritivo-exploratório de abordagem qualitativa, desenvolvido entre abril e junho de 2011. Realizaram-se entrevistas com sete mães de crianças com doença crônica em uma unidade de pediatria de um hospital público em João Pessoa (Paraíba). Os dados foram interpretados mediante a técnica de análise temática. Foram construídas duas categorias: "Cuidador familiar, a trajetória do diagnóstico de doença crônica da criança nos serviços de saúde" e "Confirmação diagnóstica e as repercussões da doença crônica da criança na família como unidade primária do cuidado". Apreendeu-se que a família enfrenta um processo de cuidado permeado por uma trajetória de enfrentamentos, mudanças, conflitos, impacto, preocupações, insegurança e medo, surgindo desafios inerentes ao adoecimento e ao assujeitamento aos serviços de saúde durante o trajeto do diagnóstico e tratamento. Evidencia-se a importância de ampliar o significado de atender as necessidades da criança com doença crônica e sua família nos serviços de saúde a fim de prestar cuidado integral e resolutivo, apreendendo a família como unidade primária do cuidado à criança.

RESUMEN La cronicidad de la enfermedad interfiere muchísimo en la dinámica familiar del niño. Dependiendo de la complejidad y gravedad de la enfermedad crónica, las familias permanecen largos períodos en el hospital, son sometidas a varias internaciones junto al niño, pasando por los diferentes servicios de salud y compartiendo pérdidas, limitaciones y cuidados, sufriendo cambios en su ciclo, mudanza de roles y funciones. Así siendo, el objetivo fue comprender la percepción del cuidador familiar de niños con enfermedad crónica acerca de la atención prestada en la trayectoria de enfermedad por los servicios de salud, por medio de estudio descriptivo-exploratorio de abordaje cualitativo, desarrollado entre abril y junio de 2011. Se realizaron entrevistas con siete madres de niños con enfermedad crónica en una unidad de pediatría de un hospital público en João Pessoa (Paraíba-Brasil). Los datos fueron interpretados mediante la técnica de análisis temático. Fueron construidas dos categorías: "Cuidador familiar, la trayectoria del diagnóstico de enfermedad crónica del niño en los servicios de salud" y "Confirmación diagnóstica y las repercusiones de la enfermedad crónica del niño en la familia como unidad primaria del cuidado". Se comprendió que la familia enfrenta un proceso de cuidado permeado por una trayectoria de enfrentamientos, cambios, conflictos, impacto, preocupaciones, inseguridades y miedo, surgiendo retos inherentes a la enfermedad y al sometimiento a los servicios de salud durante el trayecto del diagnóstico y tratamiento. Se evidencia la importancia de ampliar el significado de atender las necesidades del niño con enfermedad crónica y a su familia en los servicios de salud a fin de prestar cuidado integral y resolutivo, comprendiendo a la familia como unidad primaria del cuidado al niño.

ABSTRACT The chronicity of a disease interferes particularly with family dynamics. Depending on its complexity and severity, families stay long periods in hospitals, are subjected to several admissions along with the child, go to many health services, share losses, limitations and care actions, have their cycles shaken and go through changes of roles and functions. Therefore, this study aimed to apprehend the perception of caregivers of children with chronic illness about the care provided by health services in the illness trajectory, through a descriptive and exploratory survey of qualitative approach conducted between April and June 2011. Interviews were held with seven mothers of children with a chronic illness at the pediatric unit of a public hospital in João Pessoa, Paraíba. Data were processed through the thematic analysis technique. Two categories were built: "Family caregiver, the trajectory since the child is diagnosed with a chronic disease at health services" and "Diagnostic confirmation and the impact of a child's chronic disease on the family as his or her primary unit of care". It was apprehended that families face a care process path permeated by confrontation, changes, conflicts, impact, concerns, insecurity and fear, with challenges related to the illness and the subjection to health services during the course of diagnosis and treatment. All this highlights the importance of expanding the significance of meeting the needs of children with chronic diseases and their families at health services in order to provide a comprehensive and effective care, having the family as the primary unit of a child's healthcare.
Descritores: Família
Bem-Estar da Criança
Doença Crônica/enfermagem
Serviços de Saúde
Necessidades e Demandas de Serviços de Saúde
-Assistência à Saúde
Empatia
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Relações Familiares
Relações Mãe-Filho
Limites: Humanos
Feminino
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR513.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-1007405
Autor: Comes, Yamila; Angeleri, Patricia; Chaui, Jorge; Forlenza, Raul.
Título: Desigualdades sociales en la mortalidad por causas externas en la ciudad de Buenos Aires. Año 2005 / Social inequalities in mortality in Buenos Aires city due to external causes. Year 2005
Fonte: Rev. Asoc. Med. Bahía Blanca;16(4):103-109, oct-dic, 2006.
Idioma: es.
Resumo: Introducción: Este estudio se inscribe dentro de las actividades de análisis de situación de salud que realiza el Departamento de Epidemiología (DGAAPS) del Ministerio de Salud de la Ciudad de Buenos Aires. Objetivo: Describir las desigualdades sociales existentes en la mortalidad por causas externas en residentes ocurridas durante el año 2005. Materiales y Métodos: Estudio descriptivo de corte transversal. Se trabajó con datos de Mortalidad de la DGEyC ­GCBA- 2005. Resultados: Se aplicaron índices de efecto e impacto y se observó una brecha de desigualdad (riesgo atribuible poblacional (IRD): 2,2) (IDP: 28) (RAP: 6), (RAP% 16,6%). La asociación entre NBI y la mortalidad por causas externas resultó estadísticamente significativa (R2=0,67). La concentración de la mortalidad fue mayor entre la población más pobre. (IC: -1,24). Conclusiones: La mortalidad por causas externas en la ciudad evidencia brechas de desigualdad El componente del incendio de Cromañon no es ajeno a esta circunstancia. Las tasas brutas y ajustadas muestran estas diferencias. Existen desigualdades sociales en esta dimensión de la mortalidad de modo que a mayor pobreza, mayores tasas ajustadas. Las mayores diferencias se ubican entre los diagnósticos de «otros accidentes ¼ y «agresiones¼ y estas diferencias son estadísticamente significativas.

Introduction: This study falls within the health situation analysis practice performed by the Epidemiology Department (DGAAPS) of Buenos Aires City Ministry of Health. Objective: To describe the existing social inequalities in the mortality of residents due to external causes that took place in the year 2005. Materials and Methods: This is a descriptive, cross-sectional study. Mortality data from DGEyC ­GCBA- 2005 were used. Results: By comparing effect and impact indices, an increase in inequality is observed (IRD: 1.8 in the year 2004 to 2.2 in the year 2005, IDP: 19 in the year 2004 to 28 in the year 2005, RAP: 4 in the year 2004 to 6 in the year 2005, RAP: 12% in the year 2004 to 16.6% in the year 2005). The association between NBI and mortality due to external causes is statistically significant (R2 = 0,67). Mortality concentration was higher in 2005 among the poorest population. (IC: -0.097 in the year 2004 to ­ 1.24 in the year 2005). Conclusions: Mortality due to external causes in Buenos Aires City has slightly increased in the last year. The component of the fire at the disco Cromañon is not alien to this circumstance. Gross and adjusted rates show these differences. There are social inequalities in this dimension of mortality, thus the greater the poverty the higher the adjusted rates are. The greatest differences are within the diagnosis of «other accidents¼ and « aggressions¼ and such differences are statistically significant.
Descritores: Iniquidade Social
-Métodos Epidemiológicos
Mortalidade
Técnicas de Pesquisa
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Metanálise
Responsável: AR393.1 - Centro de Información y Documentación Dr H. Urquiola


  8 / 91 LILACS  
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Id: lil-520714
Autor: Miranda-Ribeiro, Paulo(org); Simão, Andréa Branco(org).
Título: Qualificando os números: estudos sobre saúde sexual e reprodutiva no Brasil / Describing the numbers: studies on sexual and reproductive health in Brazil.
Fonte: Belo Horizonte; Associação Brasileira de Estudos Populacionais; 2009. 452 p. tab, graf. (Demografia em Debate, 2).
Idioma: pt.
Descritores: Demografia
Saúde Sexual e Reprodutiva
-Aborto Induzido
Abstinência Sexual
Anticoncepção/tendências
Comportamento Sexual
Disparidades nos Níveis de Saúde
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Origem Étnica e Saúde
Exames Médicos
Gravidez na Adolescência
Infecções por HIV/epidemiologia
Parto
Preservativos/tendências
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida/epidemiologia
Limites: Humanos
Responsável: BR526.1 - Biblioteca de Saúde Pública
BR526.1; 304.630981, M672q


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Id: biblio-1031362
Autor: Rodríguez-Ramírez, José Manuel; Esquivel-Gámez, Maricruz; Landeros-Velasco, Viridiana; Villalpando-Luna, Sandra Edith; Rodríguez-Nava, Víctor Federico.
Título: Motivos para el consumo de alcohol y tabaco en estudiantes de la licenciatura de enfermería / Reasons for the consumption of alcohol and tobacco in undergraduate nursing students
Fonte: Rev. enferm. Inst. Mex. Seguro Soc;26(1):41-45, Ene-Mar. 2018. graf, tab.
Idioma: es.
Resumo: Resumen

Introducción: el consumo de alcohol y tabaco es un problema de salud pública. Los motivos para su consumo, en los estudiantes, frecuentemente están relacionados con ambientes estresantes y pueden de origen social, psicológico y físico.

Objetivo: describir la frecuencia de los motivos sociales, psicológicos y físicos que influyen en los estudiantes para el consumo de alcohol y tabaco.

Metodología: estudio descriptivo transversal en 216 estudiantes de licenciatura en enfermería. Se aplicaron dos escalas de motivos, una para el consumo de tabaco y otra para el consumo de alcohol.

Resultados: el 91.2% de los estudiantes consumen alcohol, el 22.4% son hombres y 77.6% son mujeres; más de la mitad (53.7%) de los estudiantes consumen tabaco, siendo, en su mayoría, mujeres (70.6%). Para el consumo de alcohol, el motivo que se presentó con mayor frecuencia fue el social, y para el consumo de tabaco fue el motivo psicológico.

Conclusiones: el consumo de alcohol y tabaco por los estudiantes, es mayor en mujeres que en hombres. Es relevante que el motivo con mayor frecuencia sea el de carácter social y psicológico.

Abstract

Introduction: The consumption of alcohol and tobacco is a public health problem. The reasons for its consumption in students are related to stressful environments and of social, psychological and physical origin.

Objective: To describe the frequency of social, psychological and physical reasons that influence students for alcohol and tobacco use.

Methods: Cross-sectional descriptive study in 216 undergraduate nursing students. Two scales of reasons were applied, one for the consumption of tobacco and another one for the consumption of alcohol.

Results: 91.2% of the students consume alcohol, 22.4% are men and 77.6% are women; more than half (53.7%) of students consumed tobacco, most of them women (70.6%). For the consumption of alcohol the reason that was presented with more frequency was the social and for the consumption of tobacco was the psychological reason.

Conclusions: The consumption of alcohol and tobacco by students is higher in women than in men. It is relevant that the most frequent reason is the social and psychological.
Descritores: Alcoolismo
Coleta de Dados
Consumo de Bebidas Alcoólicas
Estudantes
Estudantes de Enfermagem
Estudos Populacionais em Saúde Pública
Estudos Transversais
Saúde Pública
Síndrome de Abstinência a Substâncias
Tabagismo
-México
Humanos
Limites: Humanos
Responsável: MX346.1 - CENAIDS - Centro Nacional de Investigación Documental en Salud


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Id: biblio-1031181
Autor: Organización Panamericana de la Salud.
Título: Salud en las Américas 2012, panorama regional: México / Health in the Americas 2012, Regional Overview: Mexico
Fonte: Rev. enferm. Inst. Mex. Seguro Soc;20(3):167-170, Sept.-Dic. 2012. tab.
Idioma: es.
Descritores: Estudos Populacionais em Saúde Pública
Indicadores de Gestão
Indicadores de Qualidade em Assistência à Saúde
Organização Mundial da Saúde
Organização Pan-Americana da Saúde
Publicações Científicas e Técnicas
Relatório Técnico
Sistemas de Saúde
Uso da Informação Científica na Tomada de Decisões em Saúde
-Estados Unidos
Humanos
Suíça
Limites: Humanos
Responsável: MX346.1 - CENAIDS - Centro Nacional de Investigación Documental en Salud



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