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Id: biblio-994670
Autor: Loterzo, Lidia.
Título: Comité de Morbimortalidad / Morbility-Mortality Committee
Fonte: Rev. Asoc. Argent. Ortop. Traumatol;78(3):104-104, 2013.
Idioma: es.
Descritores: Ortopedia
Argentina
Sociedades Médicas/organização & administração
Organizações, Comitês e Convenções
Tipo de Publ: Editorial
Responsável: AR337.1 - Biblioteca A.A.O.T.


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Id: lil-666480
Autor: Chuchón, Vilma.
Título: Comités de familiares de pacientes en el Instituto Nacional de Salud Mental Honorio Delgado-Hideyo Noguchi / Committees of relatives of patients Instituto Nacional de Salud Mental Honorio Delgado-Hideyo Noguchi
Fonte: An. salud ment;11(1/2):195-195, 1995.
Idioma: es.
Descritores: Pessoas Mentalmente Doentes
Família
Organizações, Comitês e Convenções
Saúde Mental
Responsável: PE1.1 - Oficina Universitária de Biblioteca


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Id: biblio-2523
Autor: Borges, Hugo; Abrão, Nathércia; Almeida, Carlos Rafael.
Título: A educação cooperativista: o cooperativismo médico e os comitês educativos / Cooperative education: medical cooperation and the educational committees
Fonte: HU rev;28(1/2/3):402-407, jan.-dez.2002.
Idioma: pt.
Resumo: Os autores partem, no presente artigo, de uma definição geral de educação e selecionam uma conceituação mais específica que se aplica ao trabalho educacional em empresas cooperativas. Fazem uma explanação sobre a questão da educação cooperativista e explicitam o papel dos Comitês Educativos na operacionalização dos objetivos de aproximação entre administração da empresa e quadro social, além de aperfeiçoamento técnico-científico de seus sócios e colaboradores. A seguir, aplicam tais considerações à estratégia educativa desenvolvida nas cooperativas de trabalho médico no Brasil, identificando problemas e traçando estratégias para a continuidade do trabalho. Apresentam três algoritmos para nortear o trabalho educativo nas cooperativas, além de uma tabela contendo ações educativas a serem implementadas pelo cooperativismo médico. Descreve-se sobre o exemplo concreto do Comitê Educativo de uma cooperativa singular do Sistema Unimed, para concluir apontando a educação cooperativista como um instrumento de unidade e prosperidade do negócio cooperativo e como um diferencial no mercado frente às empresas capitalistas tradicionais.
Descritores: Organizações, Comitês e Convenções
Organização Nacional
-Associação
Organizações/organização & administração
Tipo de Publ: Relatos de Casos
Responsável: BR378.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-987428
Autor: Gagliato, Márcio.
Título: Saúde Mental e Apoio Psicossocial em Emergências Humanitárias: uma análise crítica entre políticas e práticas atuais de assistência / The Political Economy of Mental Health and Psychosocial Support in Humanitarian Emergencies a critical analysis of current practices.
Fonte: São Paulo; s.n; 2018. 160 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade de São Paulo. Faculdade de Saúde Pública. Departamento de Saúde Ambiental para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Existe uma tensão extraordinária no sistema humanitário: crises e emergências atingem cada vez mais povos, duram mais e são gradativamente mais complexas. As consequências dos conflitos armados e desastres socioambientais para a saúde mental e bem-estar psicossocial de indivíduos e povos, bem como para a ecologia social e os recursos comunitários significativos, já são reconhecidas e continuamente pesquisadas. Esta tese, a seu turno, explora as práticas e políticas do setor de Saúde Mental em emergências humanitárias e toma como ponto de partida analítico o desenvolvimento das Diretrizes do Comitê Permanente Interagências (IASC) em Saúde Mental e Apoio Psicossocial (SMAPS) em emergências humanitárias, lançadas no ano de 2007, assim como sua subsequente disseminação e configuração de governança, além de sua influência sobre projetos e instituições. As diretrizes IASC representam um marco lógico de importante contribuição para o setor de ajuda humanitária, no entanto, ainda constituem um campo de várias disputas e paradoxos, não só na área das referências teóricas e práticas em SMAPS em emergências humanitárias, como também relativamente à sua inserção em uma economia-política do setor de ajuda humanitária paradoxal nos princípios humanitários e éticos. Essa inserção molda as características particulares do funcionamento das Diretrizes e influencia a maneira como se produzem práticas e políticas. Fundamentando-se na pesquisa-ação, nas experiências do autor, o qual atuou como psicólogo na linha de frente em crises humanitárias na Líbia, Gaza, Síria, Timor-Leste e outros contextos, e em entrevistas com atores internacionalmente renomados e responsáveis pela elaboração e gestão de políticas internacionais do setor global de SMAPS, esta tese examina esse processo em detalhe, considerando o desenvolvimento e evolução das Diretrizes IASC de SMAPS e como, atualmente, a área de SMAPS se configura no interior da economia-política do setor humanitário. Mais explicitamente, analisam-se as maneiras como o discurso e a prática do setor de SMAPS são transformados pela estrutura humanitária que ele engendra. Desse modo, e por meio da discussão de todos esses elementos, este trabalho objetiva realizar uma revisão de elementos que influenciam e permitem o desenvolvimento de assistência humanitária seja cooptada em formas particulares que se articulam a interesses não humanitários, moldando substancial e prejudicialmente os projetos de SMAPS em emergências humanitárias ao redor do mundo

There is extraordinary strain placed on the humanitarian system. Crises and emergencies are occurring more often, affecting more people, and in contexts of increasingly complexity. The impacts of conflict and disaster on mental health as well as on the social ecology and community resources needed for coping and recovery are very well documented. This research explores the politics of mental health and psychosocial programmes in humanitarian settings, and its analytical starting point is the development of the Interagency Standing Committee (IASC) Guidelines on Mental Health and Psychosocial Support (MHPSS) in Emergencies settings launched in the year of 2007. The research explores how the field was developed, its structural governance, trying to explore the political economy configuration of humanitarian organizations providing MHPSS in its discourses, practices and impact. It is demonstrated the MHPSS IASC guidelines unprecedent contribution to the field, however it shows how it is affected by the political economy of aid that it is fundamentally part of. This structural political economy shapes the field and influences the way SMAPS is provided. Using action research, the author\'s own experiences responding to several humanitarian crises for more than 14 years, and interviews with well-known global MHPSS policy makers, this thesis examines this process in detail, considering how the development of the guidelines has developed and evolved, and how the area currently shapes in the political economy of aid. More explicitly, it analyzes the ways in which the discourse and practice of the MHPSS field are transformed by the humanitarian structure it engenders. Despite the field achievements, action research illustrates that this process allows the development of MHPSS response to be co-opted in particular ways that articulate non-humanitarian interests, substantially and harmfully influencing the MHPSS responses
Descritores: Socorro em Desastres/economia
Socorro em Desastres/normas
Socorro em Desastres/organização & administração
Apoio Social
Saúde Mental/normas
Políticas Públicas de Saúde
-Organizações, Comitês e Convenções
Resgate, Assistência e Proteção em Desastres
Responsável: BR67.1 - CIR - Biblioteca - Centro de Informação e Referência
BR67.1; DR1478


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Id: lil-782482
Autor: Escola Superior do Ministério Público da União.
Título: Convenção n. 169 da OIT e os estados nacionais / Convention No. 169 of the ILO and the national states.
Fonte: Brasília; ESMPU; 2015. 344 p. tab.
Idioma: pt.
Resumo: A Convenção n. 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) sobre os Povos Indígenas e Tribais foi adotada em Genebra (Suíça) em junho de 1989. Ela reconhece o direito desses grupos a autodeterminação, eleição própria e participação nos processos deliberativos de seus Estados. Nas palavras da subprocuradora Deborah Duprat, ainda que alguns autores vejam na Convenção n. 169 certo rasgo etnocêntrico, pela condicionalidade de todo o seu texto à categoria universal dos direitos humanos, há um elevado consenso quanto ao seu caráter descolonizador e ao que representa de refundação do Estado moderno. A presente publicação contém onze artigos que abordam três temas relacionados ao documento: os seus destinatários, o instituto da consulta e o necessário pluralismo do agir do Estado. Os textos mostram contextos nacionais diversos e fazem uso recorrente da jurisprudência de cortes regionais e nacionais de direitos humanos...
Descritores: Direito Internacional
Legislação Trabalhista
Organizações, Comitês e Convenções
Trabalho/legislação & jurisprudência
-Meio Ambiente
Saúde de Populações Indígenas/legislação & jurisprudência
Limites: Humanos
Tipo de Publ: Bibliografia
Responsável: BR526.1 - Biblioteca de Saúde Pública


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Id: lil-690408
Autor: Carvalho, Denise S.
Título: Experiências dos comitês municipais de combate à mortalidade infantil / Experiences of municipal committees to combat infant mortality
Fonte: In: Nestlé. 56º Curso Nestlé de atualização em pediatria. Foz do Iguaçu, Nestlé, 1999. p.55-56.
Idioma: pt.
Conferência: Apresentado em: Curso Nestlé de atualização em pediatria, 56, Foz do Iguaçu, 11-15 set. 1999.
Descritores: Mortalidade Infantil
Organizações, Comitês e Convenções
Pediatria
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM
BR408.1; CD618.92, C977, 1999


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Id: lil-665404
Autor: Chile. Ministerio de Salud. Comité Asesor de Vacunas y Estrategias de Vacunación (CAVEI).
Título: Términos de referencia del Comité Asesor de Vacunas y Estrategias de Vacunación (CAVEI) / Terms of reference of the Advisory Committee on Vaccines and Vaccination Strategies (CAVEI).
Fonte: Santiago de Chile; Chile. Ministerio de Salud; 7 dic. 2009. 19 p. tab.
Idioma: es.
Resumo: El panorama de las inmunizaciones del siglo XXI es tremendamente auspicioso en oportunidades de salud pública, pero a la vez impone desafíos sin precedentes, para los llamados a adoptar las decisiones político-técnicas e implementar las nuevas estrategias devacunación. Los desafíos están presentes en todos los procesos esenciales de los programas, en todos los frentes de interacción de los servicios con otros sectores del ordenamiento administrativo de los países, y también en su relación con la comunidad de usuarios. El control de las enfermedades inmuno-prevenibles en el siglo XXI involucra renovar compromisosgubernamentales de sustento presupuestario, en un nuevo paradigma de mercado y una nueva escala de precios de las vacunas. Supone adecuar la infraestructura logística a los nuevoscontenidos programáticos y reposicionar la gestión y la ejecución de los servicios en sistemas de salud de arquitectura reformada. Reclama incorporar herramientas tecnológicas y competencias humanas que permitan satisfacer los estándares de calidad y seguridad exigidos a los servicios de salud modernos, y reeducar a la población sobre el valor de las inmunizaciones, en un contexto donde la percepción del riesgo asociado a las enfermedades inmunopreveniblesestá siendo opacado por aprehensiones acerca de los efectos adversos de lasvacunas. Más aún, la sociedad progresivamente informada del siglo XXI vigila éstas y otras políticas públicas con mirada crítica, y con expectativas crecientes de sabiduría, eficiencia y rendición cuentas de parte de las autoridades a cargo de su diseño e implementación. El Ministerio de Salud resolvió enfrentar el nuevo escenario de las enfermedades inmuno-prevenibles con una reformulación integral, basada en un rediseño estructural y funcional de todos los procesos que sustentan el funcionamiento de los programas devacunación. Desde la formulación de las políticas y el marco regulatorio, hasta la ejecución de los servicios...
Descritores: Advisory Committee on Health Research
Organizações, Comitês e Convenções
Programas de Imunização/organização & administração
Vacinas
-Chile
Limites: Humanos
Responsável: CL27.1 - Biblioteca de Salud Dr. Bogoslav Juricic Turina


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Id: lil-650917
Autor: Perú. Ministerio de Salud. Programa de Salud Básica para Todos; .Programa de Administración de Acuerdos de Gestion.
Título: Guía III: Así funciona y se organiza la Asociacion CLAS / It works this way and organized the association CLAS.
Fonte: Lima; Fimart; sept. 2000. 131 p. ilus.
Idioma: es.
Resumo: Este documento contiene: manual de organización y funciones de la asociación CLAS, las funciones de la asociación CLAS, funciones generales, funciones específicas, funciones prestacionales del equipo de salud, actividades internas de la asociación CLAS, modelos de casos legales.
Descritores: Organização Comunitária
Descrição de Cargo
Organização e Administração/normas
Organizações, Comitês e Convenções
Administração de Recursos Humanos em Hospitais
Responsável: PE18.4 - Centro de Documentación
PE18.1 PSBPT 0299


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Id: lil-476376
Autor: Varela Martínez, Cecilia.
Título: Primer Congreso Nacional: alto a la tuberculosis 23 y 24 marzo 2006. Tegucigalpa / First National Congress: stop to tuberculosis 23 and 24 March 2006, Tegucigalpa
Fonte: Rev. méd. hondur;74(2):105-107, abr.-jun. 2006. ilus.
Idioma: es.
Descritores: Associações de Combate a Tuberculose/organização & administração
Congresso
-Estratégias Nacionais
Organizações, Comitês e Convenções
Limites: Humanos
Responsável: HN1.1 - Biblioteca Médica Nacional


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Texto completo SciELO Saúde Pública
Texto completo
Id: lil-471498
Autor: Pinheiro, Paulo Sérgio.
Título: Violência contra crianças: informe mundial / Violence against children: a global report
Fonte: Ciênc. saúde coletiva;11(supl):1343-1350, 2006.
Idioma: pt.
Descritores: Maus-Tratos Infantis
Defesa da Criança e do Adolescente
Direitos Humanos
Internacionalidade
Organizações, Comitês e Convenções
Violência/prevenção & controle
-Inquéritos e Questionários
Limites: Humanos
Criança
Adolescente
Responsável: BR526.1 - Biblioteca de Saúde Pública



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