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Texto completo SciELO Brasil
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Id: lil-764115
Autor: Telles-Silveira, Mariana; Knobloch, Felicia; Kater, Claudio E..
Título: Management framework paradigms for disorders of sex development
Fonte: Arch. endocrinol. metab. (Online);59(5):383-390, Oct. 2015.
Idioma: en.
Resumo: Until 2005, questions regarding medical treatment and diagnostic information on Disorders of Sex Development (DSD) were not systematically discussed with both the patients and their families; however, the way these patients are currently treated have been changing with time. Interventional changes in the clinical-psychotherapeutic-surgical areas of DSD determine not only different medical recommendations but also help to place the patient and the family into the decisional process of therapy. We must consider two paradigmatic periods that have influenced and transformed the clinical management framework of patients with DSD: a) The "Money era" (1955), which emphasized the role of the gonads as the diagnostic criterion, having the environment as determinant of the sex identity; and b) The Chicago Consensus (2005) phase, in which the role of genetics and molecular biology was critical for an early identification, as well as in building a proper sex identity, emphasizing ethical questions and the "stigma culture". In addition, recent data have focused on the importance of interdisciplinarity and statements on questions concerning Human Rights as key factors in treatment decision making. Despite each of these management models being able to determine specific directions and recommendations regarding the clinical handling of these patients, we verify that a composite of these several models is the clinical routine nowadays. In the present paper, we discuss these several paradigms, and pinpoint clinical differences and their unfolding regarding management of DSD patients and their families.
Descritores: Conferências de Consenso como Assunto
Transtornos do Desenvolvimento Sexual/terapia
Identidade de Gênero
-Chicago
Tomada de Decisões
Transtornos do Desenvolvimento Sexual/classificação
Transtornos do Desenvolvimento Sexual/psicologia
Equipe de Assistência ao Paciente
Qualidade de Vida
Desenvolvimento Sexual
Limites: Feminino
Seres Humanos
Masculino
Tipo de Publ: Research Support, Non-U.S. Gov't
Revisão
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Texto completo SciELO Saúde Pública
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Id: lil-733221
Autor: Lara Muñoz, María del Carmen; Jacobs, Elizabeth A.; Escamilla, Marco Antonio; Mendenhall, Emily.
Título: Depression among diabetic women in urban centers in Mexico and the United States of America: a comparative study / Depresión en mujeres diabéticas de los centros urbanos de México y los Estados Unidos: un estudio comparativo
Fonte: Rev. panam. salud pública = Pan am. j. public health;36(4):225-231, oct. 2014. tab.
Idioma: en.
Resumo: OBJECTIVE: To compare the prevalence and patterns of depressive symptoms among women with type 2 diabetes in Puebla, Mexico, and Chicago, United States. METHODS: Two cross-sectional studies were conducted independently, in Puebla (September 2010-March 2011) and in Chicago (January-July 2010). Depression symptomatology was evaluated in a random sample of 241 women self-reporting type 2 diabetes in Puebla and a convenience sample of 121 women of Mexican descent seeking care for type 2 diabetes in Chicago. Depressive symptomatology was measured by the Center for Epidemiologic Studies Depression Scale administered in either English or Spanish. Women were similarly socioeconomically disadvantaged with low education levels in both locations. RESULTS: The Chicago sample of women reported higher levels of depression than the Puebla sample (38% versus 17%, P < 0.0001). Among those with comorbid depression and diabetes in both sites, minimal variations in symptoms were observed. Depressive symptoms, specifically the subjective element (feeling sad) and symptoms associated with diabetes (fatigue and sleep problems) were heightened in both groups. More frequent reporting of "feeling fearful" was statistically significant in Puebla. CONCLUSIONS: Despite a higher prevalence of depression among Mexican immigrant women with diabetes in the United States compared to Mexico, there was little variation in their depressive symptoms, regardless of residence. However, women in Mexico did report a higher incidence of fear. Screening for depression in patients with diabetes should take into account symptoms of fatigue and sleep and the bi-directional relationship of depression and diabetes.

OBJETIVO: Comparar la prevalencia y las características de los síntomas depresivos en mujeres aquejadas de diabetes tipo 2 en Puebla (México) y Chicago (Estados Unidos). MÉTODOS: Se llevaron a cabo independientemente dos estudios transversales, en Puebla (de septiembre del 2010 a marzo del 2011) y en Chicago (de enero a julio del 2010). Se evaluó la sintomatología depresiva en una muestra aleatoria de 241 mujeres con diagnóstico de diabetes de tipo 2 en Puebla, y en una muestra de conveniencia de 121 mujeres de ascendencia mexicana que acudieron en busca de atención de su diabetes de tipo 2 en Chicago. La sintomatología depresiva se midió mediante la Escala de Depresión del Centro de Estudios Epidemiológicos, administrada ya fuera en inglés o en español. En ambas ubicaciones, las mujeres pertenecían a niveles socioeconómicos desfavorecidos de forma similar y sus niveles de educación eran bajos. RESULTADOS: Se notificaron niveles más altos de depresión en la muestra de mujeres de Chicago que en la muestra de Puebla (38 frente a 17%, P < 0,0001). En ambos sitios, se observaron variaciones mínimas en los síntomas de las mujeres que padecían depresión y diabetes de manera concomitante. Los síntomas depresivos, específicamente el elemento subjetivo (sentirse triste) y los síntomas asociados con la diabetes (cansancio y problemas de sueño), aparecían intensificados en ambos grupos. La mayor frecuencia de la notificación de "sentirse temerosa"encontrada en Puebla fue estadísticamente significativa. CONCLUSIONES: A pesar de una mayor prevalencia de depresión en las mujeres mexicanas con diabetes inmigrantes en los Estados Unidos, en comparación con las que vivían en México, hubo poca variación en los síntomas depresivos, independientemente de la residencia. Sin embargo, las mujeres residentes en México notificaron una mayor incidencia de temor. El tamizaje de la depresión en pacientes con diabetes debe tener en cuenta los síntomas de cansancio y de trastornos del sueño, y la relación bidireccional entre la depresión y la diabetes.
Descritores: Depressão/epidemiologia
Transtorno Depressivo/epidemiologia
/epidemiologia
DIABETES MELLITUS, TYPE TEMEFOS/epidemiologia
Americanos Mexicanos/psicologia
-Comorbidade
Estudos Transversais
Chicago/epidemiologia
/psicologia
DIABETES MELLITUS, TYPE TEMEFOS/psicologia
/terapia
DIABETES MELLITUS, TYPE TEMEFOS/terapia
Medo
Fadiga/epidemiologia
México/epidemiologia
México/etnologia
Obesidade/epidemiologia
Amostragem
Índice de Gravidade de Doença
Classe Social
Avaliação de Sintomas
Distúrbios do Início e da Manutenção do Sono/epidemiologia
População Urbana
Limites: Adulto
Idoso
Feminino
Seres Humanos
Meia-Idade
Tipo de Publ: Estudo Comparativo
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: lil-464296
Autor: Damiani, Durval; Guerra-Júnior, Gil.
Título: As novas definições e classificações dos estados intersexuais: o que o Consenso de Chicago contribui para o estado da arte? / New definitions and classifications of the intersexual states: in which the Chicago Consensus has contributed to the state of the art?
Fonte: Arq. bras. endocrinol. metab;51(6):1013-1017, ago. 2007. tab.
Idioma: pt.
Resumo: As anomalias da diferenciação sexual têm-se constituído em um formidável desafio quanto ao diagnóstico e à conduta, colocando o paciente, os familiares e os profissionais da equipe de saúde na difícil situação de definir a melhor opção quanto ao gênero de criação. Uma terminologia confusa e estigmatizante tem sido adotada e, nesse sentido, o Consenso de Chicago propõe várias modificações no sentido de minimizar os desconfortos graças a uma terminologia que nem sempre auxilia na solução de problemas. Os autores fazem uma análise crítica da classificação sugerida pelo Consenso, levantando a questão de que, na nova classificação, também não se resolvem certos problemas terminológicos e continua a se criar algum grau de estigmatização. Em primeiro lugar, a sugestão de se incluir o cariótipo no nome da doença supõe, erroneamente, que os pacientes não tenham conhecimento do que significa ser 46,XY ou 46,XX. Uma criança criada no sexo feminino com uma anomalia da diferenciação sexual (ADS) 46,XY não vai entender porque está no sexo feminino se seu cariótipo é "masculino". A substituição do termo hermafroditismo verdadeiro por ADS ovotesticular está longe de resolver o problema de estigmatização causado por "hermafroditismo". O termo ovotesticular é claramente entendido como uma fusão entre ovário e testículo e não será aceito com "naturalidade". Se, por um lado, é muito satisfatório que a questão da nomenclatura seja discutida, por outro lado devemos escolher termos alternativos que sejam realmente neutros e não tragam, em si, a conotação de um sexo que pode não condizer com o escolhido para aquele paciente em particular. Um ponto em que todos concordamos é que a substituição de intersexo por anomalia da diferenciação sexual (ADS) ou, disorder of sex development (DSD), na língua inglesa, cai muito melhor e não dá a conotação de um "sexo intermediário" como o nome antigo proporcionava.

Disorders of sex development have posed a tremendous challenge not only in the diagnosis but also in the treatment, placing the patient, the family members, and the health team in the difficult task of attributing the best sex of rearing for that specific patient. A confusing and stigmatizing nomenclature has been employed and the Chicago Consensus tried to minimize the discomfort with modifications of the current terminology. The authors perform a critical analysis of the Consensus, raising the question that the new terminology does not solve the problems and persist being stigmatizing to the patient and to the family. First of all, the inclusion of the karyotype in the name of the disease holds the false premise that the patients do not know the meaning of a 46,XY or a 46,XX karyotype. A child raised in the female sex will not understand that her disease holds a "male" karyotype in its name (46,XY DSD). The substitution of ovotesticular DSD for true hermaphroditism maintains the stigma of the name since ovotesticular is easily perceived as ovarian and testicular tissues. If, on one hand, the recognition of using terms like intersex and hermaphroditism are stigmatizing, on the other hand, we need terms that are really neutral to not create problems of sexual identification. One point in which there is consensus is that the change of the term "intersex" for "disorder of sex development" is highly desirable and eliminates the idea of an "intermediate sex".
Descritores: Transtornos do Desenvolvimento Sexual/classificação
Terminologia como Assunto
-Chicago
Conferências de Consenso como Assunto
Transtornos do Desenvolvimento Sexual
Cariotipagem
Estereotipagem
Limites: Feminino
Seres Humanos
Recém-Nascido
Masculino
Responsável: BR1.1 - BIREME



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