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Id: biblio-964734
Autor: Penna, Gustavo Cancela e; Gontijo, Eliane Dias; Mendes, Henrique Gomes; Santos, Alaneir de Fátima dos; Rodrigues, Ana Carolina; Nascimento, Marcus Felipe Jardim do; Herculano, Barbara Saldanha de; Eliazar, Glauber; Bergmann, Kaiser.
Título: Projeto-piloto de telemonitoramento glicêmico de pacientes com diabete melito tipo 2 na Atenção Primária em Belo Horizonte-MG / A pilot project on glycemic home telemonitoring in type 2 diabetes patients in a Brazilian primary healthcare unit
Fonte: Rev. méd. Minas Gerais;26:[1-8], jan.-dez. 2016.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: O telemonitoramento aperfeiçoa o controle de doenças crônicas, reduz internações e readmissões hospitalares, possibilita alta mais precoce e aumenta a satisfação do paciente. Objetivo: O estudo objetiva avaliar o impacto de um projeto-piloto de telemonitoramento nos valores da hemoglobina glicada (HbA1C) de pacientes portadores de diabete melito tipo 2 (DM2) com controle glicêmico insatisfatório. Busca, ainda, avaliar a viabilidade dessa ferramenta na Atenção Primária, em relação ao uso e à qualidade da transmissão dos dados, segundo a percepção dos usuários. Materiais e Métodos: Selecionaram-se 28 pacientes insulinizados, entre 30 a 80 anos, com diagnóstico de DM2, assistidos pela equipe de Saúde da Família de uma Unidade Básica de Saúde, localizada em Belo Horizonte. Os pacientes apresentavam duas medidas de HbA1C >7% realizadas dentro dos últimos 360 dias, sendo a medida mais recente realizada até 30 dias antes do início do estudo. Os pacientes foram alocados aleatoriamente em dois grupos, sendo 15 pacientes em telemonitoramento domiciliar e 13 em acompanhamento tradicional. Mensurações das HbA1C dos pacientes foram coletadas ao início e após 90 dias de seguimento. Não houve perdas ou exclusões de pacientes. Resultados: Após 90 dias de intervenção, verificou-se redução significativa das médias dos valores de HbA1C apenas nos pacientes sob telemonitoramento (IC95%; p<0,01 em Teste T). Conclusão: Esse projeto-piloto sinaliza que o telemonitoramento em DM2 é viável, de fácil execução e tem impacto positivo e significativo na melhoria do controle glicêmico dos pacientes. Estudos com um número maior de pacientes se fazem necessários para corroborar esses achados. (AU)

Introduction: Decades of research has issued a lot of data about the cost effectiveness and efficacy of many telemedicine applications. Telemonitoring improves control of chronic diseases, it reduces the need for hospital care, the hospital readmission rate, and it allows earlier hospital discharge and increases patient satisfaction. Objective: We evaluate the impact of a pilot project on glycemic telemonitoring in type 2 Diabetes (DM2) patients on measures of glycated hemoglobin (HbA1C) and evaluate the viability of telemonitoring, about the use and quality of data transmission, in primary health care. Materials and Methods: We had 28 insulinized patients aged 30-80 years diagnosed with DM2, assisted by a Family Health Unit from Horizonte-Brazil. Those patients had at least two HbA1C> 7% within the 360 days prior to the survey and they were randomly divided into two groups, - 15 patients with home telemonitoring and 13 patients with traditional follow-up. The HbA1c values of patients were collected at the beginning and after 90 days. There were no 'loss to follow-up' or exclusions cases. Results: Comparison between HbA1C means of both groups revealed a statistically significant reduction in HbA1C levels only in telemonitored group (IC95%; p<0,01 t-test). Conclusions: This pilot project indicates that home telemonitoring in DM2 is viable, easy to perform, and it has a positive and significant impact on glycemic control of these patients. Larger studies are required to confirm these statements. (AU)
Responsável: BR21.9


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Id: biblio-999058
Autor: Santos, Caroline de Moura Martins Lobo dos.
Título: Função endotelial e tratamento periodontal não cirúrgico de pacientes diabéticos com periodontite / Endothelial function and non-surgical periodontal treatment in diabetic patients with periodontitis.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; 2016. 122 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Faculdade de Odontologia para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O objetivo desse estudo foi investigar alterações na função endotelial, além de realizar meta-análises sobre o uso de antibióticos adjuvantes ao tratamento periodontal não cirúrgico em relação aos possíveis benefícios em termos de parâmetros clínicos periodontais e controle glicêmico nos pacientes diabéticos com periodontite. Quarenta e oito pacientes foram avaliados quanto aos parâmetros periodontais e função endotelial. Desses 48, 11 não tinham doença periodontal e não eram diabéticos (grupo A), 17 tinham periodontite crônica e não eram diabéticos (grupo B), e 20 tinham periodontite crônica e diabetes mellitus tipo 2 (grupo C). Dois revisores independentes examinaram ensaios clínicos controlados em 6 bases de dados eletrônicas, registros de ensaios clínicos, resumos de reuniões e 4 principais revistas odontológicas. A vasodilatação dependente do endotélio (fluxo de hiperemia) foi significantemente menor no grupo C quando comparado com os grupos A e B, assim como foi significantemente menor no grupo B quando comparado com o grupo A (p<0,05). As meta-análises mostraram um efeito significativo favorecendo tratamento periodontal associado a antibióticos para reduções na média de profundiade de sondagem (-0,22 mm [-0,34, -0,11]) e na média de porcentagem de sangramento a sondagem (4% [-7, -1]). Não houve efeito significativo no ganho de nível de inserção clínica e redução do índice de placa. Além disso, a associação de antibióticos e tratamento periodontal não reduziu os valores de hemoglobina glicada média (-0,11% [-0,35, 0,13]), e um intervalo de previsão estimado variando de -0,45 a 0,23. Também não houve efeito significativo favorecendo o uso adjuvante de doxiciclina sub-antimicrobiana na redução média da hemoglobina glicada (-0,19% [-1,07, 0,68]). Sendo assim, pode-se concluir que a periodontite crônica está associada a diminuição da vasodilatação dependente do endotélio do indivíduo, assim como diminui ainda mais quando associada ao diabetes mellitus. O antibiótico sistêmico adjuvante ao tratamento periodontal proporciona benefícios estatisticamente significantes em termos de reduções de média de profundidade de bolsa a sondagem e o percentual de sangramento a sondagem, porém não proporciona um benefício significativo em termos de melhoria de nível de inserção clínico, índice de placa e hemoglobina glicada.

The aim of this study was to investigate alterations in endothelial function, besides performing meta-analyzes on the use of adjuvant antibiotics to non-surgical periodontal treatment in relation to the possible benefits in terms of periodontal clinical parameters and glycemic control in diabetic patients with periodontitis. Forty-eight patients were evaluated for periodontal parameters and endothelial function. Of these, 11 h ad no periodontal disease and were not diabetic (group A), 17 had chronic periodontitis and were not diabetic (group B), and 20 had chronic periodontitis and type 2 diabetes mellitus (group C). Two independent reviewers examined controlled clinical trials in 6 electronic databases, clinical trial records, meeting summaries, and 4 major dental journals. Endothelium-dependent vasodilation (hyperemia flow) was significantly lower in group C when compared to groups A and B, as well as significantly lower in group B when compared to group A (p <0.05). The meta-analyzes showed a significant effect favoring antibiotic-associated periodontal treatment for reductions in the mean probing pocket depth (-0,22 mm [-0,34; -0,11]) and the mean percentage of bleeding probing ( 4% [-7, -1]). There was no significant effect on gain of clinical attachment level and reduction of plaque index. In addition, the association of antibiotics and periodontal treatment did not reduce mean glycated hemoglobin values (-0,11% [-0,35, 0,13]), and an estimated prediction interval ranging from -0,45 to 0,23. There was also no significant effect favoring the adjuvant use of sub-antimicrobial doxycycline in the mean reduction of glycated hemoglobin (-0,19% [-1,07, 0,68]). Thus, it may be concluded that chronic periodontitis is associated with decreased vasodilatation dependent on the endothelium of the individual, as well as decreases even more when associated with diabetes mellitus. The systemic antibiotic adjuvant to periodontal treatment provides statistically significant benefits in terms of reductions of mean probing pocket depth and % of bleeding on probing, but does not provide a significant benefit in terms of improvement of clinical attachment level, plaque index and glycated hemoglobin.
Responsável: BR1366.1 - Biblioteca Biomédica B - CB/B (Odontologia e Enfermagem)
BR1366.1; 616.314, S237, TO822


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Id: biblio-1006713
Autor: De'Marziani, Guillermo; Elbert, Alicia Ester.
Título: Hemoglobina glicada (HbAa1c). utilidad y limitaciones en pacientes con enfermedad renal crónica / Glycated Hemoglobin (HbA1c). usefulness and limitations in patients with chronic kidney disease
Fonte: Rev. nefrol. diál. traspl;38(1):65-83, mar. 2018. ilus, tab.
Idioma: es.
Resumo: La diabetes tipo 2 (DM2) es uno de los grandes problemas de salud pública a nivel mundial y uno de los mayores desafíos del siglo XXI. La glucemia es un parámetro de laboratorio fácil de evaluar y ocupa un rol fundamental tanto en el diagnóstico como en el seguimiento de la DM. La determinación de proteínas glicadas, en especial la hemoglobina (HbA1c) y las proteínas séricas (fructosamina) permiten cuantificar el promedio de la misma a lo largo de semanas o meses, complementando el monitoreo glucémico. Los métodos que se implementan para lograr el control glucémico en la enfermedad renal crónica (ERC) se extrapolan de estudios con DM sin ERC, debido a la falta de evidencia de estudios randomizados de alta calidad en esta población. Se debe considerar que en ERC existen cambios metabólicos que determinan que la hemoglobina (Hb) presente comportamientos variables, motivo por el que surge la discusión de si la HbA1c constituye un marcador confiable para definir control glucémico o de utilidad en la predicción del desarrollo de complicaciones en esta subpoblación. Se presenta una revisión acerca del rol de la HbA1c en el paciente con DM sin ERC para luego mostrar las dificultades que se presentan en la subpoblación con ERC, centrándose especialmente en los pacientes en tratamiento de hemodiálisis y diálisis peritoneal

Type 2 diabetes (DM2) is one of the greatest public health problems in the world and one of the biggest challenges of the 21st century. Glycemia is a laboratory parameter that is easy to evaluate and plays a fundamental role both in the diagnosis of DM and in its follow-up. The identification of glycated proteins, especially hemoglobin (HbA1c) and serum proteins (fructosamine), makes it possible to quantify their average over weeks or months, which complements glucose monitoring. The methods implemented to achieve glycemic control in chronic kidney disease (CKD) are extrapolated from studies on DM without CKD, due to the lack of evidence from high quality randomized studies in this population. It should be considered that in CKD there are metabolic changes determining that hemoglobin (Hb) shows variable behaviors; this is why it is discussed whether HbA1c constitutes a reliable marker to define glycemic control or whether it is useful to predict the development of complications in this subpopulation. A review of the role of HbA1c in DM patients without CKD is presented, showing also the difficulties that arise in the subpopulation with CKD, especially among patients undergoing hemodialysis and peritoneal dialysis
Responsável: AR444.1 - BAN - Biblioteca Argentina de Nefrología Dr. Víctor R. Miatello


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Id: biblio-1006603
Autor: Cercado, Alicia G; Álvarez Conde, Graciela B; Vargas, Mariana E. Guadalups; Pazmiño Gómez, Betty J; Veron, Dolores; Lorenti, Fanny E. Vera; Rodas Neira, Edgar I.
Título: Hemoglobina A1c, diabetes mellitus, nefropatía diabética y enfermedad renal crónica / Hemoglobin A1c, Diabetes Mellitus, Diabetic Nephropathy and Chronic Kidney Disease
Fonte: Rev. nefrol. diál. traspl;37(4):225-242, dic. 2017. tab, graf.
Idioma: es.
Conferência: Apresentado em: Semana del Riñón 2017. Congreso de la American Society of Nephrology, New Orleans, 31-05 oct.-nov. 2017.
Resumo: La diabetes mellitus (DBT), la nefropatía diabética (ND) y la enfermedad renal crónica (ERC) son enfermedades prevalentes en nuestra región, Sudamérica. Los niveles de hemoglobina A1c (HbA1c) han sido relacionados al desarrollo y a la evolución de la ND. Hace dos décadas había gran variabilidad en los resultados, los países líderes en investigación científica organizaron programas de estandarización de la HbA1c, logrando mejorar la calidad y la confiabilidad de los resultados. Los objetivos de este trabajo fueron describir el problema DBT, ND y ERC en Sudamérica y en su contexto analizar metodológicamente la HbA1c. Para esto, revisamos el impacto de estas enfermedades en nuestra región, contemplando aspectos básicos de la HbA1c y algunas situaciones que producen interferencias como la carbamilación de la hemoglobina, modificación post-traduccional asociada a la uremia. También nos enfocamos en técnicas estadísticas universalmente utilizadas para la evaluación de ensayos como: linealidad, concordancia y precisión. Adicionalmente, incluimos un análisis de los métodos disponibles y de los precios de cada determinación de HbA1c en diez países de Sudamérica. Para prevenir, diagnosticar y tratar la DBT, la ND y la ERC es indispensable contar con herramientas de última generación, disponibles para todas las personas. En nuestra región el acceso a ensayos, equipos y laboratorios enmarcados en programas de estandarización de la HbA1c, internacionalmente aceptados, es una tarea pendiente. Millones de individuos de las generaciones presentes y futuras de Sudamérica padecerán DBT, ND y ERC, necesitamos llevar la voz de la ciencia a esas personas con el "hacer" cotidiano

Diabetes mellitus (DM), diabetic nephropathy (DN) and chronic kidney disease (CKD) are prevalent diseases in our region, South America. The levels of hemoglobin A1c (HbA1c) have been related to the development and progression of the DN. Two decades ago there was great variability in the results; the leading countries in scientific research then organized programs of HbA1c standardization, which improved the quality and reliability of the findings. The objectives of this study were to describe the problem of DM, DN and CKD in South America and to analyze HbA1c methodologically in this context. Thus, the impact of these diseases in our region was reviewed, contemplating basic aspects of HbA1c and some situations that produce interferences such as carbamylation of hemoglobin, the post-translational modification associated with uremia. We also focused on statistical techniques universally used for the evaluation of assays such as linearity, concordance and precision. Additionally, we included an analysis of the existing methods and the prices of each HbA1c determination in ten countries in South America. To prevent, diagnose and treat DM, DN and CKD, it is essential to have state-of-the-art tools available to all people. In our region, access to trials, equipment and laboratories within HbA1c standardization programs, internationally accepted, is a pending task. Millions of individuals from the present and future generations of South America will suffer from DM, DN and CKD, so we need to take the voice of science to these people through the daily "doing"
Responsável: AR444.1 - BAN - Biblioteca Argentina de Nefrología Dr. Víctor R. Miatello


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Id: biblio-995577
Autor: Valenzuela, María José; Fuentes, Pablo; Rodriguez, Alejandro; Herman, Pauline; Villagrán, Francisco; Cortés, Jocelyn; Brenet, Rosemarie; Acuña, Silvia.
Título: Más allá de la diabetes gestacional: características clínicas de madres no diabéticas con hijos macrosómicos, un estudio transversal / Beyond gestational diabetes: clinical characteristics of non-diabetic mothers of macrosomic children, a cross-sectional study
Fonte: Rev. chil. endocrinol. diabetes;12(2):133-137, abr. 2019. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introducción. La macrosomía fetal es un factor de riesgo para complicaciones maternas y neonatales. Se ha asociado a mal control metabólico del embarazo, diabetes gestacional y pregestacional. A la fecha, no hay estudios locales sobre las características clínicas de madres no diabéticas de hijos macrosómicos. Objetivo. Describir características clínicas de madres sin antecedente de diabetes que tienen hijos macrosómicos, atendidas en la maternidad del Hospital Carlos van Buren durante el año 2017. Materiales y métodos. Se realizó un estudio transversal con enfoque analítico. Se recolectó la información a través de fichas clínicas y carnet prenatal de las pacientes no diabéticas con hijos macrosómicos. Se presentan de manera descriptiva las distintas variables de estudio, y se analizaron las asociaciones entre las variables mediante análisis estadístico. Resultados: Se incluyeron 68 madres con recién nacidos macrosómicos, con un promedio de edad de 25,8 años (±6.3 años). Entre sus hijos, 48 (70.5%) fueron de sexo masculino, con un peso promedio de 4.207,5g (±183g). De las 49 (72%) pacientes multíparas, ninguna presentó historia de diabetes gestacional previa. El índice de masa corporal (IMC) promedio fue de 29,7 (±5.2), el 39,4% (20) presentó acrocordon y el 19,1% (13) acantosis nigricans. La glicemia de ayuno del primer trimestre promedio fue de 83.4 mg/dL (±5.4mg/dL) y el promedio de HbA1c fue 5.2% (±0.3%). El 47% de las pacientes registró complicaciones del parto. Se encontró una asociación significativa entre las complicaciones del parto y la HbA1c (p = 0.014) y una correlación positiva entre el IMC materno con el peso de nacimiento (Rho = 0.23) Conclusiones: La macrosomía se asocia a complicaciones del parto, incluso en hijos de madres no diabéticas. Existe una correlación positiva entre un mayor IMC y el desarrollo de macrosomía. Son necesarios estudios de distinta metodología para desarrollar modelos predictivos en base a factores de riesgo.

Introduction. Fetal macrosomia is a risk factor for maternal and neonatal complications. It has been associated with poor metabolic control of pregnancy, gestational and pregestational diabetes. To date, there are no local studies on the clinical characteristics of non-diabetic mothers of macrosomic children. Objective. Describe clinical characteristics of mothers without a history of diabetes who have macrosomic children, attended in the maternity of Carlos van Buren Hospital during the year 2017. Materials and methods. A cross-sectional study with an analytical approach was carried out. The information was collected through clinical files and prenatal card of non-diabetic patients with macrosomic children. The different study variables are presented in a descriptive way, and the associations between the variables were analyzed through statistical analysis. Results: We included 68 mothers with macrosomic newborns, with an average age of 25.8 years (± 6.3 years). Among their children, 48 (70.5%) were male, with an average weight of 4,207.5g (± 183g). Of the 49 (72%) multiparous patients, none had a history of previous gestational diabetes. The average body mass index (BMI) was 29.7 (± 5.2), 39.4% (20) presented acrocordon and 19.1% (13) acanthosis nigricans. Fasting glycemia in the first quarter was 83.4 mg / dL (± 5.4 mg / dL) and the average HbA1c was 5.2% (± 0.3%). 47% of the patients registered complications of childbirth. A significant association was found between labor complications and HbA1c (p = 0.014) and a positive correlation between maternal BMI and birth weight (Rho = 0.23). Conclusions: Macrosomia is associated with labor complications, even in children of non-diabetic mothers. There is a positive correlation between a higher BMI and the development of macrosomia. Studies of different methodology are necessary to develop predictive models based on risk factors.
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-911966
Autor: Sombrio, Jennifer; Boeder, Ariela Maína; Muller, Samuel Paulo; Tenfen, Adrielli.
Título: Prevalência de indivíduos com alto risco para diabetes atendidos pelo Laboratório de Análises Clínicas da Fundação Universidade Regional de Blumenau / Prevalence of high-risk individuals for diabetes attended by the Laboratory of Clinical Analyzes of the Blumenau Regional University Foundation
Fonte: Rev. bras. anal. clin;50(1):27-32, jun. 2018. tab, graf.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivo: Este trabalho tem como objetivo analisar a prevalência de pacientes diabéticos atendimentos no Laboratório de Análises Clínicas da FURB (LAC-FURB), no ano 2015. Métodos: Análise estatística dos dados dos pacientes que realizaram glicemia de jejum e hemoglobina glicada. Foram analisados também os parciais de urina realizados no mesmo dia dos exames plasmáticos, citados anteriormente. Os pacientes apresentavam idade do 0 aos 93 anos com idade média de 46 anos. A coleta dos dados foi realizada no banco de dados do LAC-FURB. Foram excluídos das análises os dados das gestantes pelo diagnóstico diferenciado e os exames de teste de tolerância oral a glicose devido ao pequeno tamanho amostral. Resultados: Foram atendidos no ano de 2015 no LAC-FURB 929 pacientes dos quais 689 realizaram os exames de glicemia de jejum e/ou hemoglobina glicada. De acordo com a análise estatística concluiu-se que 13% dos pacientes tiveram resultados compatíveis com Diabetes mellitus (DM) e 23% foram considerados intolerantes à glicose. Além disso, observou-se que existe uma forte correlação entre os resultados de glicose plasmática de jejum elevada e de hemoglobina glicada, também elevada, assim como os pacientes que apresentaram níveis sanguíneos de glicose acima de 180 mg/dL apresentaram glicosúria. Conclusão: A DM é uma doença complexa que requer inúmeros cuidados e acompanhamento. A análise dos dados evidenciou que 13% dos pacientes tiveram resultados compatíveis com DM e 23% foram considerados intolerantes à glicose, sendo que a maioria dos pacientes diagnosticados foram mulheres. Fatores como o climatério associados com a cultura de maior preocupação e procura por serviços de saúde deste público explicam estes resultados.
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM


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Id: biblio-999004
Autor: Santibáñez G, Guillermo; Rubio C, Claudia; Toro T, Elizabeth; Briones B, Gloria; Estica R, Marcos; Muñoz S, Silvana; Sanhueza M, Lilian; Durruty A, Pilar; Miranda O, Juan Pablo.
Título: Programa de transición: una intervención para adolescentes con diabetes tipo 1: estudio de casos y controles / Transition program: an intervention for adolescents with type 1 diabetes: cases and controls study
Fonte: Rev. chil. endocrinol. diabetes;11(1):7-10, 2018. tab.
Idioma: es.
Resumo: Introduction: The transition programs (TP) are planned interventions with specific aims which support type 1 diabetes adolescents in their process to emigrate from a pediatric care system to an adult care system. Objective: To evaluate the effectiveness of a TP in type 1 diabetes adolescents. Subjects and Method: This study was performed in 20 adolescents: 10 in TP and 10 controls (no TP) attended in an adult care system in a traditional way. The applied program included: coordination of attention dates, administrative supervision of the cases, and integral health team attention: physician every three months, psychologist with psychosocial follow-up every three months, nutricionist and university nurse according to the case necessities. After a year of the TP implementation the indicators of adherence were evaluated: continuity of care, regular medical appointments, physician/adolescent relationship, psychosocial follow-up, and to maintain or improve the HbA1c. The statistical analysis of variables comparison was performed with Kwallis Test o Mann-Whitney Test, in STATA 12.0 program. Results: At comparing groups, it was found that the intervened adolescents presented a major frequency of: continuity of diabetes care, regular medical appointments, physician/adolescent relationship and psychosocial follow-up (p < 0,01); the indicator of maintaining or improving the HbA1c was better in the patients with TP (60 percent vs 30 percent) yet not significant. Conclusion: In type 1 diabetes adolescents, with the applied TP we get better indicators of adherence to the diabetes treatment
Responsável: CL1.1 - Biblioteca Central


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Id: biblio-995989
Autor: Anghebem, Mauren Isfer; Oliveira, Adriana dos Santos; Greidanus, Camila Adriane; Mariano, Felipe Sampaio; Tomazi, Rafael de Medeiros; Jahnel, Marcelo; Lopes, Renato João; Picheth, Geraldo.
Título: Correlação entre valores de glicemia média estimada e glicemia em jejum / Relationship between values of estimated average glucose and fasting glucose
Fonte: Rev. bras. anal. clin;50(4):358-364, 20190410. Graf..
Idioma: pt.
Resumo: Os procedimentos de rotina para avaliação do controle glicêmico em indivíduos com diabetes mellitus (DM) são a glicemia de jejum, que reflete a concentração glicêmica no momento do teste, e a hemoglobina glicada (A1C), que traduz a glicemia dos últimos quatro meses. Recentemente tem sido recomendado o cálculo da glicemia média estimada (GME) para avaliar o controle glicêmico, pela equação GME (mg/dL) = 28,7 × HbA1C ­ 46,7. A GME é mais simples de ser interpretada pelo diabético, facilitando a compreensão do seu estado glicêmico. Neste estudo avaliamos a relação da GME com os valores da glicemia em jejum. Foram estudados 49 diabéticos (grupo DM) com três coletas de sangue cada, a intervalos de 120 dias entre as coletas, e 30 indivíduos sadios (grupo controle). As médias das três determinações de glicemia em jejum e A1C do grupo DM foram utilizadas para as análises. Os valores médios de glicemia em jejum (mg/dL), A1C (%) e GME (mg/dL) para os grupos DM e controle foram, respectivamente: 163,55, 8,38 e 193,83; e 71,0, 5,14 e 100,91. A fórmula não traz benefícios para indivíduos não diabéticos, pois superestima os valores de glicemia. Os resultados da glicemia em jejum e GME do grupo DM foram diferentes (P<0,001, Wilcoxon), com correlação (r) de 0,83 (p<0,001). Portanto, a GME tem boa correlação com a glicemia de jejum, mas seus valores podem diferir pelo fato de a GME refletir a A1C, um marcador glicêmico de longo prazo.
Responsável: BR408.1 - Biblioteca da Faculdade de Medicina - BFM


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Id: lil-785630
Autor: González Pedraza Avilés, Alberto; Valdez Gaona, Jesús; Acevedo Giles, Oscar; Ramírez Martínez, María Elena; Ponce Rosas, Efrén Raúl.
Título: Utilidad de la hemoglobina glucosilada como indicador de la función renal en adultos mayores diabéticos y no diabéticos / Usefulness of glycosylated hemoglobin as an indicator of kidney function in diabetic and non-diabetic older adults
Fonte: Rev. méd. (La Paz);21(2):18-24, 2015. ilus.
Idioma: es.
Resumo: OBJETIVOS: Correlacionar el grado de funcionalidad renal de acuerdo a la clasificación de K-DOQUI con el control glucémico a través del porcentaje de hemoglobina glucosilada y de glucosa sérica, en adultos mayores diabéticos del módulo de diabetes, y comparar los resultados con los pacientes no diabéticos del módulo Gerontológico. MATERIAL Y MÉTODOS: Se incluyeron dos grupos: El primero conformado por diabéticos del módulo de diabetes, y el segundo por no diabéticos del módulo de gerontología. Muestreo no probabilístico por conveniencia en adultos mayores de 60 años y más, se aplicó ficha de identificación, se envió al laboratorio para toma de productos, y se determinó funcionalidad renal en función del Grado K-Doqui. Se utilizaron pruebas de U de Mann Whitney, t de student para muestras independientes, Chi cuadrada y correlación de Spearman, nivel de significancia 0.05, programa estadístico SPSS v 18. RESULTADOS: El total fue de 240 pacientes, Para funcionalidad renal; nueve pacientes del módulo de diabetes presentaron estadio 4, por seis del módulo gerontológico. (p=0.455). Para el control glucémico por hemoglobina glucosilada, el promedio para el módulo de diabetes 6.8%, y para módulo gerontológico 6.2%, (p=0.000). Al asociar función renal y control glicémico por hemoglobina gucosilada, se obtuvo asociación directa con significancia estadística para el módulo de diabetes (p=0.002), mientras que para el módulo gerontológico no se presentó dicha asociación (p=0.118). CONCLUSIONES: A diferencia del grupo control, para el grupo de diabéticos se obtuvo asociación directa entre control glicémico y daño renal, aunque su correlación fue baja.

OBJECTIVE: To correlate the renal functionality degree according to K-DOQUI classification with the glycemic control through the percentage of glycated hemoglobin and serum glucose, in elder diabetic from the diabetes module and to compare it with the non-diabetic patients from the gerontological module. MATERIAL AND METHODS: Two groups were included, the first one consisting of diabetics from the diabetes module, the second one of non-diabetics from the gerontological module. No probabilistic of convenience sample in adults over 60 years, an identification card was applied, it was sent to the clinic's laboratory for taking products and determine the renal functionality based on the patients K-DOQUI degree. U Man Whitney, t Student for independent samples, Square Xi, and Spearman correlation were used. Significance level 0.05 Statistical Program SPSS 18 V. RESULTS: 240 total patients. For renal functionality 9 patients from the diabetes module presented stage 4, by 6 patients from the gerontological module (p=0.455). For glycemic control of glycated hemoglobin the average for diabetes module was 6.8%, and 6.2% for gerontological module (p=0.000). While associating the renal function and glycemic control of glycated hemoglobin, a direct association was obtained, with a statistical significance for the diabetes module (p=0.002). For the gerontological module there was no association (p=0.118). CONCLUSIONS: Unlike the control group, for the non-diabetic group a direct association between glycemic control and kidney failure was obtained, though its correlation was low.
Responsável: BO138.1 - Biblioteca Central


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Xavier, Nilton Leite
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Id: biblio-997808
Autor: Xavier, Nilton Leite; Goi Júnior, Carlos José; Barbieri, Geórgia Xavier; Campos, Pâmela Monique.
Título: Hemoglobina glicada no diagnóstico precoce de diabetes em amostra populacional de XangriLá, Brasil / Glycated hemoglobin in the early diagnosis of diabetes in a population sample from Xangri-Lá, Brazil
Fonte: Clin. biomed. res;34(2):52-56, 2014. tab.
Idioma: pt.
Resumo: INTRODUÇÃO: Em 2010, a Associação Americana de Diabetes confirmou o uso da hemoglobina glicada (A1c) como exame diagnóstico de diabetes mellitus,com valores ™6,5%. A A1c é uma alternativa para o diagnóstico de pré-diabetes com limiar entre 6 a 6,4% para avaliar a prevalência de pré-diabetes e diabetes em pessoas assintomáticas. MÉTODOS: Este estudo transversal de base populacional usou a A1c e avaliou sua correlação com fatores de risco. Os participantes foram incluídos entre agosto/2012 e julho/2013. Os participantes residem no município de Xangri-Lá e têm entre 30 e 69 anos. As variáveis são: A1c, índice de massa corporal (IMC), idade, história familiar de diabetes e escolaridade. Coletou-se sangue, não exigindo jejum, para dosagem da A1c, utilizando-se a avaliação por cromatografia líquida de alta performance, de troca iônica: Variant II Turbo ­ BioRad. RESULTADOS: Incluímos 328 indivíduos, dos quais 31 têm A1c ™6,0%, resultando em uma prevalência de 9,5%. Os fatores de risco para A1c ™6% foram obesidade (IMC ™30 kg/m²), p = 0,001; idade ™50 anos, p = 0,04; presença de história familiar de diabetes, p = 0,01; e até cinco anos de estudo, p = 0,02. CONCLUSÃO: Demonstramos que a obesidade, na faixa etária do estudo, a idade a partir de 50 anos e a baixa escolaridade foram associadas com A1c ™6,0% e são compatíveis com indivíduos com pré-diabetes e diabetes assintomáticos no município de Xangri-Lá

INTRODUCTION: In 2010, the American Diabetes Association established the use of glycated hemoglobin (A1c) as a diagnostic test for diabetes mellitus (DM2), with values ™6.5%. A1c has been an alternative for the diagnosis of pre-diabetes, with a diagnostic threshold between 6% and 6.4% to evaluate the prevalence of pre-diabetes and diabetes among asymptomatic patients. METHODS: This population-based, cross-sectional study used A1c and evaluated the associated risk factors. Subjects were recruited between August 2012 and July 2013, lived in the municipality of Xangri-Lá, Brazil, and were between 30 and 69 years old. The analyzed variables were: A1c, body mass index (BMI), age, family history of diabetes, and educational attainment. Blood samples were collected for evaluation of A1c and did not require fasting. The samples were analyzed using the Variant II Turbo (BioRad), a high-performance liquid chromatography system with ionic exchange. RESULTS: Of the 328 subjects studied, 31 had A1c ™6.0%, resulting in a 9.5% prevalence. Risk factors for A1c values ™6.0% were obesity (BMI ™30 kg/m²), p=0.001; age ™50 years, p = 0.04; family history, p = 0.01; and having up to five years of study, p = 0.02. CONCLUSION: We demonstrate that obesity in the age group of the study, ages above 50 years, and low educational attainment were associated with A1c values ™6.0% and were compatible with asymptomatic diabetes mellitus and pre-diabetes mellitus in the municipality of Xangri-Lá
Responsável: BR18.1 - Biblioteca FAMED/HCPA



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