Base de dados : LILACS
Pesquisa : Junguiana - LILACS
Referências encontradas : 271 [refinar]
Mostrando: 1 .. 10   no formato [Detalhado]

página 1 de 28 ir para página                         

  1 / 271 LILACS  
              next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1040385 LILACS-Express
Autor: Guerra, Maria Helena R. Mandacarú.
Título: Carlos Amadeu Botelho Byington (1933-2019) excelência e honorabilidade
Fonte: Junguiana;37(1):7-20, jan.-jun. 2019. ilus.
Idioma: pt.
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  2 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1040384 LILACS-Express
Autor: Vargas, Nairo de Souza.
Título: A SBPA faz aniversário de 40 anos
Fonte: Junguiana;36(1):7-8, jan.-jun. 2018.
Idioma: pt.
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  3 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1040383 LILACS-Express
Autor: Galiás, Iraci.
Título: Presente à SBPA
Fonte: Junguiana;36(1):5-6, jan.-jun. 2018.
Idioma: pt.
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  4 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1020040 LILACS-Express
Autor: Byington, Carlos Amadeu B..
Título: Uma explicação arquetípica da crucificação de Jesus pela teoria arquetípica da história / An archetypical explanation of the crucifixion of Jesus by the archetypical theory of history / Una explicación de la crucificación de Jesús por la teoría arquetípica de la historia
Fonte: Junguiana;37(1):261-274, jan.-jun. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Minha teoria arquetípica da história (BYINGTON, 1983) segue os passos de Bachofen e de Neumann com a modificação do conceito do arquétipo matriarcal para o arquétipo da sensualidade, e do arquétipo patriarcal para o arquétipo da organização, ambos presentes na psique da mulher, do homem e do Self cultural (BYINGTON, 2013). Essa teoria descreve a dominância matriarcal durante a vida nômade dos primeiros 140 mil anos da história (WATSON, 2005) e a dominância patriarcal iniciada após a revolução agropastoril, mais de 12 mil anos atrás, quando nos tornamos povos assentados. A seguir, marcada pelos mitos do Buda, há 2.500 anos, e do Cristo, há 2 mil anos, essa teoria descreve o início da implantação mitológica e civilizatória do arquétipo da alteridade, cujos heróis messiânicos pregam a elaboração dos confrontos humanos pela dialética da compaixão. Finalizando, o artigo elabora a dificuldade da transcendência da dominância do arquétipo patriarcal para a implantação do arquétipo da alteridade. Concluindo, o autor tenta explicar a razão para Jesus não haver evitado Sua crucificação na implantação da missão heroica para transformar o deus patriarcal, do Velho Testamento, na Trindade, do Novo Testamento. ■

The archetypal theory of history (BYINGTON, 1983) follows the work of Bachofen and Neumann with the modification of the concept of the matriarchal archetype as the archetype of sensuality and of the patriarchal archetype as the archetype of organization, both present in the psyche of man and woman and in the cultural Self (BYINGTON, 2013). This theory describes matriarchal dominance during the nomad life of the first 140 thousand years of history (WATSON, 2005) followed by patriarchal dominance begun more than 12 thousand years ago, after the agropastoral revolution, when we became settled societies. Next, marked by the myth of Budha, about 2,500 years ago and by the myth of Christ, 2,000 years ago, this theory describes the beginning of the mythological civilizing implementation of the alterity (otherness) archetype, whose messianic hero preach for the elaboration of human conflicts through the dialectic of compassion. Finally, the article elaborates the difficulty of the transcendence of patriarchal dominance in the implementation of the archetype of alterity. In conclusion, the author tries to explain the reason Jesus did not avoid his crucifixion to implant the heroic mission of transforming the patriarchal God of the Old Testament into the Trinity of the New Testament. ■

Mi teoría arquetípica de la historia (BYINGTON, 1983) sigue los pasos de Bachofen y de Neumann con la modificación del concepto del arquetipo matriarcal para el arquetipo de la sensualidad, y del arquetipo patriarcal para el arquetipo de la organización, ambos presentes en la psique de la mujer, el hombre y el self cultural (BYINGTON, 2013). Esta teoría describe la dominancia matriarcal durante la vida nómada de los primeros 140 mil años de la historia (WATSON, 2005) y la dominación patriarcal iniciada tras la revolución agropastoril, hace más de 12 mil años, cuando nos convertimos en pueblos asentados. A continuación, marcada por los mitos de Buda, hace 2.500 años, y de Cristo, hace 2 mil años, esta teoría describe el inicio de la implantación mitológica y civilizatoria del arquetipo de la alteridad, cuyos héroes mesiánicos predican la elaboración de los enfrentamientos humanos por la dialéctica de la compasión. Finalizando, el artículo elabora la dificultad de la trascendencia de la dominación del arquetipo patriarcal para la implantación del arquetipo de la alteridad. Concluyendo, el autor intenta explicar la razón de que Jesús no haya evitado su crucifixión en la implantación de la misión heroica para transformar el dios patriarcal, del Antiguo Testamento, en la Trinidad, del Nuevo Testamento. ■
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  5 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1020039 LILACS-Express
Autor: Byington, Carlos Amadeu B..
Título: A difícil arte de amar: A limitação do conhecimento entre o homem e a mulher. Uma interpretação da Psicologia Simbólica Junguiana / The difficult art of loving: Limitation of knowledge between man and woman. An interpretation of Jungian Symbolic Psychology / El difícil arte de amar: La limitación del conocimiento entre el hombre y la mujer. Una interpretación de la Psicología Simbólica Junguiana
Fonte: Junguiana;37(1):250-260, jan.-jun. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Baseada na formação da identidade pela elaboração dos símbolos e funções estruturantes coordenadas por arquétipos nas incontáveis vivências existenciais, a Psicologia Simbólica Junguiana argumenta, neste artigo, que o amor exige o conhecimento das personalidades dos amantes e que o desconhecimento entre o homem e a mulher, que ainda é muito grande, dificulta sua vivência. A seguir, o autor defende a tese segundo a qual o conhecimento entre o homem e a mulher vem se desenvolvendo lentamente na história da humanidade, mas ainda está no seu início. Ele afirma também que grande parte desse pequeno conhecimento acumulado está deformado por projeções defensivas mútuas, oriundas da constituição física, do problema do desenvolvimento diferente de um e de outro e da confusão da identidade do homem e da mulher com os papéis que desempenharam na história. Assim sendo, o autor descreve resumidamente essas deformações e, concluindo, afirma que, para se conhecerem e poderem se amar, o homem e a mulher necessitam antes de tudo elaborar essas deformações milenares que os afastaram e ainda hoje os iludem.

Based on the formation of identity through the elaboration of symbols and structuring functions coordinated by archetypes in countless existential experiences, Jungian symbolic psychology asserts in this article that love requires knowledge between the personalities of lovers, and that the lack of knowledge between man and woman, which is still very pronounced, limits this experience. The author defends the thesis that knowledge between man and women is slowly developing in the history of humanity, but is still beginning. He states that even this small amount of knowledge accumulated is deformed by mutual projections. They have their origin in our physical constitution, in the differences of our process of development and in the confusion between the identity of man and of woman and the roles they have lived in history. Therefore, the author describes summarily these deformations and concludes that, in order to know and to love each other, man and woman need, first of all, to elaborate these millenary deformations, which have driven them apart through wounds and illusions. ■

Basada en la formación de la identidad por la elaboración de los símbolos y funciones estructurantes coordinadas por arquetipos en las incontables vivencias existenciales, la Psicología Simbólica Junguiana argumenta en este artículo que el amor exige el conocimiento de las personalidades de los amantes y que el desconocimiento entre el hombre y la mujer, que aún es muy grande, dificulta su vivencia. A continuación, el autor defiende la tesis según la cual el conocimiento entre el hombre y la mujer se está desarrollando lentamente en la historia de la humanidad, pero todavía está en su inicio. También afirma que gran parte de ese pequeño conocimiento acumulado está deformado por proyecciones defensivas mutuas, oriundas de la constitución física, del problema del desarrollo diferente de uno y otro y de la confusión de la identidad del hombre y de la mujer con los papeles que desempeñaron en la historia. Por lo tanto, el autor describe brevemente estas deformaciones y, concluyendo, afirma que, para conocerse y poder amarse, el hombre y la mujer necesitan antes de todo elaborar esas deformaciones milenarias que los alejaron y aún hoy los engañan. ■
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  6 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1020038 LILACS-Express
Autor: Byington, Carlos Amadeu B..
Título: A morte e a ressurreição do Messias: A Sombra, o Mal e o Anticristo. Um estudo da função ética, pela Psicologia Simbólica Junguiana / The death and resurrection of the Messiah: The Shadow, the Evil and the Antichrist. A study of the ethical function, by Jungian Symbolic Psychology / La muerte y la resurrección del Mesías: La Sombra, el Mal y el Anticristo. Un estudio de la función ética, por la Psicología Simbólica Junguiana
Fonte: Junguiana;37(1):241-249, jan.-jun. 2019. tab.
Idioma: pt.
Resumo: O artigo conceitua o Arquétipo da Sombra como o Arquétipo do Mal na Psicologia Simbólica Junguiana e busca integrá-lo como expressão do Arquétipo Central, ao lado do Arquétipo do Bem. A interpretação de Jung da limitação da imagem de Jeovah na relação com Job é aqui continuada com o reconhecimento do sadismo do Deus patriarcal, que necessita do filicídio sacrificial para transformar-se no Deus da compaixão e do entendimento, pois só assim se tornará a Trindade e expressará o Arquétipo da Alteridade. Em conclusão, o autor segue Jung na interpretação do Apoccomo a Sombra do Novo Testamento e chama a atenção para o texto ser escrito em nome de Jesus, o que sugere a integração do símbolo do Anticristo no mito, como a Sombra de Jesus. ■

The article conceives the archetype of shadow as the archetype of evil in Jungian Symbolic Psychology and tries to interpret it as an expression of the central archetype (Self) side by side with the archetype of good. Jung's interpretation of Jehovah's limitation in the relationship with Job is followed by the recognition of the patriarchal sadism within the Godhead which needs the sacrifice of the Son to be transformed in the God of compassion and understanding because only so will it become the Trinity capable of expressing the archetype of alterity. In conclusion, the author follows Jung in the interpretation of the Apocalypse as the shadow of the New Testament and calls attention for Jesus' shadow expressed in His name as symbol of the integration of the Anti-Christ in the myth. ■

El artículo conceptualiza el Arquetipo de la Sombra como el Arquetipo del Mal en la Psicología Simbólica Junguiana y busca integrarlo como expresión del Arquetipo Central, al lado del Arquetipo del Bien. La interpretación de Jung de la limitación de la imagen de Jeovah en la relación con Job es aquí continuada con el reconocimiento del sadismo del Dios patriarcal, que necesita del filicidio sacrificial para transformarse en el Dios de la compasión y del entendimiento, pues sólo así se convertirá en la Trinidad y expresará el Arquetipo de la Alteridad. En conclusión, el autor sigue a Jung en la interpretación del Apocalipsis como la Sombra del Nuevo Testamento y llama la atención sobre el texto ser escrito en el nombre de Jesús, lo que sugiere la integración del símbolo del Anticristo en el mito, como la Sombra de Jesús. ■
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  7 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1020037 LILACS-Express
Autor: Byington, Carlos Amadeu B..
Título: Futebol: a grande paixão do povo brasileiro. Um estudo da Psicologia Simbólica Junguiana / Football: the great passion of the Brazilian people. A study of Jungian Symbolic Psychology / Fútbol: la gran pasión del pueblo Brasileño. Un estudio de la Psicología Simbólica Junguiana
Fonte: Junguiana;37(1):231-240, jan.-jun. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: Baseado na Psicologia Simbólica Junguiana, o autor interpreta o futebol como um poderoso sistema simbólico de alto valor pedagógico para estruturar a consciência individual e coletiva com o Arquétipo da Alteridade, que é o arquétipo da democracia. Esta capacidade estruturante do futebol constituiu-se num ritual coletivo de custo irrisório, capaz de elaborar coletivamente a agressividade, a competição, a ambição da vitória e, ao mesmo tempo, coordenar a função ética para absorver a frustração da derrota dentro da união amorosa de cada time. Segundo o autor, é a interação destas emoções, expressando exuberantemente o Arquétipo Matriarcal, que, subordinada às regras do Arquétipo Patriarcal, permite a vivência apaixonante dos arquétipos da Alteridade e da Totalidade. Para concluir, o autor afirma que diante do desequilíbrio cultural que afeta nossa sobrevivência planetária, o crescimento do futebol em todos os continentes, afirma sua raiz arquetípica num mito messiânico e se revela um exemplo de alteridade e de esperança.

Based on the theory of Jungian symbolic psychology, the author interprets football as a powerful structuring system with a high pedagogic potential to structure individual and collective consciousness with the alterity archetype. This structuring capacity of football became a collective ritual at practically no cost capable to elaborate creatively aggression, competition, and ambition to win and, at the same time, coordinate the ethical function to absorb the frustration of defeat within the affectionate union of the team. According to the author, the interaction of these emotions expressing exuberantly the matriarchal archetype with the rules coordinated by the patriarchal archetype leads the game to the passionate experience of the archetypes of alterity and of totality.

Basado en la Psicología Simbólica Junguiana, el autor interpreta el fútbol como un poderoso sistema simbólico de alto valor pedagógico para estructurar la conciencia individual y colectiva con el Arquetipo de la Alteridad, que es el arquetipo de la democracia. Esta capacidad estructurante del fútbol se constituyó en un ritual colectivo de costo irrisorio, capaz de elaborar colectivamente la agresividad, la competencia, la ambición de la victoria y, al mismo tiempo, coordinar la función ética para absorber la frustración de la derrota dentro de la unión amorosa de cada equipo. Según el autor, es la interacción de estas emociones, expresando exuberantemente el Arquetipo Matriarcal, que, subordinada a las reglas del Arquetipo Patriarcal, permite la vivencia apasionante de los arquetipos de la Alteridad y de la Totalidad. Para concluir, el autor afirma que ante el desequilibrio cultural que afecta nuestra supervivencia planetaria, el crecimiento del fútbol en todos los continentes, afirma su raíz arquetípica en un mito mesiánico y se revela un ejemplo de alteridad y de esperanza.
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  8 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1020036 LILACS-Express
Autor: Byington, Carlos Amadeu B..
Título: A Sombra e o Mal: O paradoxo do Arquétipo Central. Um estudo da ética pela Psicologia Simbólica Junguiana / The Shadow and the Evil: The paradox of the Central Archetype. A study of ethics by Jungian Symbolic Psychology / La Sombra y el Mal: La paradoja del Arquetipo Central. Un estudio de la Ética por la Psicología Simbólica Junguiana
Fonte: Junguiana;37(1):221-230, jan.-jun. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: A Sombra, concebida pela Psicologia Simbólica Junguiana como a sede do Mal, é imprescindível para o processo de individuação e de humanização pelo fato de conter, fixados no seu interior, símbolos e funções fundamentais para a vida. Nesse sentido, como na parábola do filho pródigo, os símbolos e funções da Sombra merecem ser buscados mais do que os símbolos normais, pois, enquanto estes já estão sendo elaborados no caminho da plenitude e do Bem, aqueles estão fixados e alienados no caminho do Mal. Pelo fato de os símbolos da Sombra estarem dissociados devido à fixação e oferecerem resistência à elaboração, o reconhecimento da importância da Sombra e o seu confronto merecem todo o apreço dos que buscam o desenvolvimento da Consciência e da ética. Prosseguindo, o autor discorre sobre a dificuldade que Jung teve para inserir o Bem e o Mal lado a lado dentro da divindade e do Self, por desconhecer, até a década de 1950, que o Ego da Consciência e o Ego da Sombra são o produto da elaboração simbólica coordenada pelo Arquétipo Central. O paradoxo ético do Arquétipo Central é que ele busca a totalidade através da atuação normal e também da patológica. A explicação do paradoxo é que o Arquétipo Central almeja acima de tudo impulsionar a vida, seja através do Bem ou do Mal e, ao mesmo tempo em que expressa o Mal, propicia o resgate dos símbolos e funções nele contidos através da função estruturante da ética.

Based on the concepts of fixation and defense from psychoanalysis, which he considers always pathological, the author conceives the shadow as bigender and as the expression of defenses and fixated symbols, as well as the source of pathology and of evil in the individual and cultural Self. In this sense, just as in the parable of the Prodigal Son, the shadow must be carefully considered because, while the symbols normally elaborated and cherished in consciousness pave the way towards good and self-realization, those fixated in the shadow are the path of alienation and of evil. Because they are despised and offer resistance to elaboration, the recognition of the importance of the shadow and its confrontation deserve the respect of those who search the development of consciousness.

La Sombra, concebida por la Psicología Simbólica Junguiana como la sede del Mal, es imprescindible para el proceso de individuación y de humanización por el hecho de contener, fijados en su interior, símbolos y funciones fundamentales para la vida. En este sentido, como en la parábola del hijo pródigo, los símbolos y funciones de la Sombra merecen ser buscados más que los símbolos normales, pues mientras que éstos ya están siendo elaborados en el camino de la plenitud y del Bien, aquéllos están fijados y alienados en el camino del Mal. Por el hecho de que los símbolos de la Sombra estén disociados debido a la fijación y ofrecer resistencia a la elaboración, el reconocimiento de la importancia de la Sombra y su confrontación merecen todo el aprecio de los que buscan el desarrollo de la Consciencia y de la ética. Prosiguiendo, el autor discurre sobre la dificultad que Jung tuvo para insertar el Bien y el Mal lado a lado dentro de la divinidad y del Self, por desconocer, hasta la década de 1950, que el Ego de la Conciencia y el Ego de la Sombra son el producto de la elaboración simbólica coordinada por el Arquetipo Central. La paradoja ética del Arquetipo Central es que ella busca la totalidad a través de la actuación normal y también de la patológica. La explicación de la paradoja es que el Arquetipo Central anhela sobre todo impulsar la vida, sea a través del Bien o del Mal y, al mismo tiempo que expresa el Mal, propicia el rescate de los símbolos y funciones en él contenidos a través de la función estructurante de la ética.
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  9 / 271 LILACS  
              first record previous record next record last record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1020035 LILACS-Express
Autor: Byington, Carlos Amadeu B..
Título: Arte e Psicopatologia: a defesa sadomasoquista e a transcendência do mal. Um enigma que reúne a vida e a obra de Franz Kafka / Art and psychopathology: the sadomasochistic defense and the transcendence of evil. An enigma that brings together the life and work of Franz Kafka. A study of Jungian Symbolic Psychopathology / Arte y psicopatología: la defensa sadomasoquista y la rrascendencia del mal. Un enigma que reúne la vida y la obra de Franz Kafka. Un estudio de la Psicopatología Simbólica Junguiana
Fonte: Junguiana;37(1):209-220, jan.-jun. 2019.
Idioma: pt.
Resumo: O autor, dentro do referencial teórico da Psicologia Simbólica Junguiana, estuda a relação da Arte com a Psicopatologia e situa o sadomasoquismo como a defesa central dos relacionamentos humanos. Postula a sua formação através da fixação das identificações parentais, que inclui o vínculo entre mãe e pai e as reações do Ego a eles. Esta fixação envolve a interação da função estruturante do amor (afeto e agressividade) com a função estruturante do poder (obediência e comando). O autor ilustra estes conceitos na vida e na obra de Franz Kafka, descrevendo a identificação do seu Ego na Consciência dominantemente com o afeto delicado, sensível e introvertido do seu complexo materno positivo, e do seu Ego na Sombra com a passividade covarde e masoquista do seu complexo materno negativo. Descreve também a identificação do Outro na Consciência dominantemente com a exuberância vital, a produtividade e a dedicação ao trabalho e à família do seu complexo paterno positivo e do seu Outro na Sombra com a agressividade egocêntrica, sádica, prepotente e extrovertida do seu complexo paterno negativo. A resultante desta grave fixação foi uma relação sadomasoquista da polaridade Ego-Outro na sua personalidade, claramente expressa na sua famosa Carta ao Pai e na maior parte de sua obra, inclusive na sua ordem para que fosse destruída junto com seus diários. Byington conclui mencionando alguns aspectos da relação entre Arte e Psicopatologia e postula que o Arquétipo Central abrange os complexos fixados do sistema defensivo da Sombra, mas busca ultrapassá-los na autorrealização criativa do Processo de Individuação. No caso de Kafka, isto não aconteceu no Self Individual, mas realizou-se vigorosamente através da imagem arquetípica da ressurreição no Self Cultural. ■

Within the conceptual framework of Jungian Symbolic Psychology, the author studies the relationship between Art and Psychopathology and considers sadomasochism to be the defensive core of all psychological relationships. He postulates its formation mainly through the fixation of the Ego-Other polarity in the primary negative parental identifications, including the meaning of the relationship between father and mother and the reactions of the ego towards them. This fixation involves the interaction between the structuring function of love (affection and aggression) and that of power (obedience and control). The author illustrates these concepts in the life and work of Franz Kafka, describing his ego's identification in consciousness predominantly with the gentle, affectionate and sensitive introversion of his positive mother complex and of his ego in the shadow with the masochistic cowardly passivity of his negative mother complex. He also describes the identification of the other in consciousness predominantly with the vital exuberance, the productivity and the dedication to work and to the family of his positive father complex, and of the other in the shadow dominantly with sadistic egocentric and aggressive extroversion of his negative father complex. The result of this severe fixation was a sadomasochist relationship of the ego-other polarity in his personality expressed clearly in the famous letter to his father and in most of his work, including his wish to destroy it. Byington concludes by mentioning some aspects of the relationship between art and psychopathology and postulates that the Central Archetype encompasses the fixated complexes of the shadow's defensive system, and tries to go beyond them in the creative self-realization of the individuation process. In the case of Kafka, this could not occur in the individual Self, but was realized through the archetypal image of resurrection in the cultural Self. ■

El autor, dentro del referencial teórico de la Psicología Simbólica Junguiana, estudia la relación del Arte con la Psicopatología y sitúa el sadomasoquismo como la defensa central de las relaciones humanas. Postula su formación a través de la fijación de las identificaciones parentales, que incluye el vínculo entre madre y padre y las reacciones del Ego a ellos. Esta fijación implica la interacción de la función estructurante del amor (afecto y agresividad) con la función estructurante del poder (obediencia y mando). El autor ilustra estos conceptos en la vida y obra de Franz Kafka, describiendo la identificación de su Ego en la Conciencia dominante con el afecto delicado, sensible e introvertido de su complejo materno positivo, y de su Ego en la Sombra con la pasividad cobarde y masoquista su complejo materno negativo. Describe también la identificación del Otro en la Conciencia dominante con la exuberancia vital, la productividad y la dedicación al trabajo y a la familia de su complejo paterno positivo y de su Otro en la Sombra con la agresividad egocéntrica, sádica, prepotente y extrovertida de su complejo paterno negativo. La resultante de esta grave fijación fue una relación sadomasoquista de la polaridad Ego-Otro en su personalidad, claramente expresada en su famosa Carta al Padre y en la mayor parte de su obra, incluso en su orden para que fuera destruida junto con sus diarios. Byington concluye mencionando algunos aspectos de la relación entre Arte y Psicopatología y postula que el Arquetipo Central abarca los complejos fijados del sistema defensivo de la Sombra, pero busca sobrepasarlos en la autorrealización creativa del Proceso de Individuación. En el caso de Kafka, esto no sucedió en el Self Individual, pero se realizó vigorosamente a través de la imagen arquetípica de la resurrección en el Self Cultural. ■
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite


  10 / 271 LILACS  
              first record previous record
seleciona
para imprimir
Fotocópia
Texto completo
Id: biblio-1020034 LILACS-Express
Autor: Byington, Carlos Amadeu B..
Título: Os sentidos como funções estruturantes da Consciência: Um Estudo da Psicologia Simbólica / The senses as structuring functions of consciousness: A contribution of symbolic psychology / Los sentidos como funciones estructurantes de la conciencia: Un estudio de la psicología simbólica
Fonte: Junguiana;37(1):201-208, jan.-jun. 2019. graf.
Idioma: pt.
Resumo: O autor estuda os órgãos dos sentidos como funções estruturantes da Consciência e da Sombra Individual e Coletiva. Comparando o cérebro a um computador, o autor argumenta que as funções fisiológicas são equivalentes aos hardware e as funções estruturantes aos software. Com esta comparação, o autor pretende chamar a atenção para a extraordinária transformação da Consciência operada pela Civilização, fato que tem sido pouco considerado pela Psiquiatria moderna, devido ao seu justificável, mas lamentável fascínio atual pela neuropsicofarmacologia. A seguir, o autor tece considerações resumidas sobre cada órgão dos sentidos percebido como função estruturante e cita a expressividade da visão pela pintura, do olfato pelos perfumes, do paladar pelo vinho, da audição pela música e do tato pela cosmetologia. Considera que, enquanto a cultura aumentou o poder da visão e da audição, o mesmo não aconteceu com o olfato, o paladar e o tato. Finalmente, à guisa de ilustrar o desenvolvimento cultural dos órgãos dos sentidos como funções estruturantes da Consciência Individual e Coletiva, o autor aplica sua Teoria Arquetípica da História à História da Arte Moderna. ■

The author studies the sense organs as structuring functions of individual and collective consciousness and shadow. Comparing the brain to a computer, he argues that physiological functions are equivalent to hardware and structuring functions to software. With this comparison, the author intends to call attention to the extraordinary transformation of consciousness brought about by civilization, a fact which modern psychiatry fails to consider due to its comprehensible fascination for neuro-psycho-pharmacology. Then, the author briefly considers each sense organ when seen as a structuring function and considers the expression of sight through painting, hearing through music, smell through perfumes, taste through wine, and touch through skin creams. He remarks that while the power of vision and hearing were enhanced by culture, the same did not happen to smell, taste and touch. Finally, the author applies his Archetypal Theory of History to the history of modern art to illustrate the cultural development of the senses seen as structuring functions of individual and collective consciousness and shadow. ■

El autor estudia los órganos de los sentidos como funciones estructurantes de la Conciencia y de la Sombra Individual y Colectiva. Comparando el cerebro a una computadora, el autor argumenta que las funciones fisiológicas son equivalentes a los hardwares y las funciones estructurantes a los softwares. Con esta comparación, el autor pretende llamar la atención sobre la extraordinaria transformación de la Conciencia operada por la Civilización, hecho que ha sido poco considerado por la Psiquiatría moderna, debido a su justificable pero lamentable fascinación actual por la neuropsicofarmacología. A continuación, el autor hace consideraciones resumidas sobre cada órgano de los sentidos percibido como función estructurante y cita la expresividad de la visión por la pintura, el olfato por los perfumes, el paladar por el vino, la audición por la música y el tacto por la cosmetología. Considera que mientras que la cultura aumentó el poder de la visión y de la audición, lo mismo no ocurrió con el olfato, el paladar y el tacto. Finalmente, a la luz de ilustrar el desarrollo cultural de los órganos de los sentidos como funciones estructurantes de la Conciencia Individual y Colectiva, el autor aplica su Teoría Arquetípica de la Historia a la Historia del Arte Moderno. ■
Responsável: BR85.1 - Biblioteca Dante Moreira Leite



página 1 de 28 ir para página                         
   


Refinar a pesquisa
  Base de dados : Formulário avançado   

    Pesquisar no campo  
1  
2
3
 
           



Search engine: iAH v2.6 powered by WWWISIS

BIREME/OPAS/OMS - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde