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Pesquisa : Revista Brasileira de Psicanálise - LILACS
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Id: biblio-881920 LILACS-Express
Autor: Trajber Waisbich, Any.
Título: Grupos Uma perspectiva psicanalítica
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):245-247, julho 2017.
Idioma: pt.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881919 LILACS-Express
Autor: Tardivo, Renato.
Título: Arte, literatura e os artistas Obras incompletas de Sigmund Freud
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):242-244, julho 2017.
Idioma: pt.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881917 LILACS-Express
Autor: Simões Rouco, Maria Beatriz.
Título: A matriz da mente Relações objetais e o diálogo psicanalítico
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):235-241, julho 2017.
Idioma: pt.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881915 LILACS-Express
Autor: Lottenberg Semer, Norma.
Título: Tiempo de cambio
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2), julho 2017.
Idioma: pt.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881914 LILACS-Express
Autor: Saddi, Luciana.
Título: O que é Psicanálise Para iniciantes ou não
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2), julho 2017.
Idioma: pt.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881913 LILACS-Express
Autor: Cymrot, Paulina.
Título: O processo criativo Transformações e ruptura
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):224-226, julho 2017.
Idioma: pt.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881912 LILACS-Express
Autor: de Barros França, Maria Thereza.
Título: O primeiro olhar Desenvolvimento psíquico inicial, déficit e autismo
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):221-223, julho 2017.
Idioma: pt.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881911 LILACS-Express
Autor: Tauszik, Jean Marc; Canosa, Osvaldo; Salomão Goldfajn, Denise.
Título: Pensamento Psicanalítico Latino-Americano (PPL) / Pensamiento Psicoanalítico Latinoamericano (ppl) / Psychoanalytic Thinking in Latin America (ppl) / Pensé psychanalytique latino-américaine (ppl)
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):213-218, julho 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Este artigo descreve o desenvolvimento do projeto Pensamento Psicanalítico Latino-Americano, destinado a investigar os percursos e a difusão do pensamento psicanalítico na América Latina a partir da produção de seus próprios pensadores. Com apoio da Federação Psicanalítica Latino-Americana, o projeto criou diferentes atividades descritas no artigo. Entre elas, a edição de uma coleção de artigos destinada a divulgar obras de psicanalistas latino-americanos, dispositivos de pesquisa denominados ppl-lab e a organização de uma plataforma digital, ppl-web, que estará disponível em breve.

El presente artículo describe el desarrollo del proyecto Pensamiento Psicoanalítico Latinoamericano destinado a investigar los aportes y la difusión del pensamiento psicoanalítico en América Latina a partir de la producción de sus propios pensadores. Con el apoyo de la Federación Psicoanalítica Latinoamericana, el proyecto creó diferentes actividades que se describen en el artículo. Entre ellas, la edición de una colección de artículos destinados a divulgar la obra de psicoanalistas latinoamericanos, la creación de dispositivos de investigación denominados ppl-lab y la creación de ppl-web, una plataforma digital que estará disponible en breve.

The present article describes the development of the project Psychoanalytic Thinking in Latin America. The project goal is to investigate the pathways and diffusion of psychoanalytic thinking in Latin America, from the perspective of its own thinkers. With support from Fepal, the project has created different activities, among them, a collection of articles about Latin American psychoanalysts, produced by psychoanalysts, a research dispositive called ppl-lab and the organization of a digital platform known as ppl-web, which will be available soon.

Cet article décrit le développement du projet Pensé Psychanalytique Latino-Américaine qui a pour but l'investigation du parcours et de la diffusion de la pensé psychanalytique latino-américaine à partir de la production de ses propres penseurs. Appuyé par la Fédération psychanalytique latino-américaine, ce projet a créé différentes activités décrites sur l'article. Parmi ces activités, l'édition d'une collection d'articles destinés à diffuser des oeuvres de psychanalystes latino-américains, des dispositifs de recherche appelés ppl-lab et l'organisation d'une plateforme numérique, ppl-web, qui sera bientôt disponible.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881910 LILACS-Express
Autor: Roudinesco, Elisabeth.
Título: Freud, história e memória / Freud, historia y memoria / Freud, history, and memory / Freud, histoire et mémoire
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):197-210, julho 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Freud nunca foi tão estudado quanto hoje, talvez porque, quando a criação e a teoria estão em crise, o trabalho da história começa. Será questionada aqui a linha de fratura entre a história e a memória, que atravessa a psicanálise desde sua origem. Freud pensava que a psicanálise podia se aplicar a todas as áreas do saber, e é por isso que não há nele ideias históricas como tais. A história da psicanálise foi inicialmente escrita por Ernest Jones, discípulo de Freud, uma história oficial, baseada em um princípio biográfico, no centro da qual o pai fundador é apresentado como o iniciador único de uma descoberta do inconsciente, em ruptura com o pensamento de seu tempo. Em seguida, sob o impulso da historiografia científica, a psicanálise foi recolocada na perenidade da história das medicinas da alma. Por outro lado, no decorrer do século xx e ainda hoje, a psicanálise, sua história e sua memória são objeto de discussões, especialmente a respeito de Kurt Eissler, psicanalista vienense que emigrou para os Estados Unidos e que foi o primeiro a constituir um vasto lugar de memória para o movimento psicanalítico: os famosos Arquivos Freud, depositados na Biblioteca do Congresso, em Washington. Mais tarde, veio uma época de revisionismo, inicialmente saudável, quando se questionava a hagiografia dominante, depois exacerbado, tanto no mundo anglófono quanto na França. Veremos como se opuseram a lenda negra e a lenda dourada, entre a fantasia de um saber absoluto baseado no culto do arquivo e um delírio interpretativo que não quer saber de nada. Entre história e memória, questionaremos a articulação entre uma história da teoria do inconsciente, a história do próprio Freud e, finalmente, a história da psicanálise como terapêutica.

Freud nunca había sido tan estudiado como en la actualidad, tal vez porque, cuando la creación y la teoría están en crisis, el trabajo de la historia comienza. Cuestionaremos aquí la línea de fractura entre la historia y la memoria, que atraviesa al psicoanálisis desde su origen. Freud pensaba que el psicoanálisis podía aplicarse a todas las áreas del saber y es por eso que no existen en él ideas históricas como tales. La historia del psicoanálisis fue escrita inicialmente por Ernest Jones, discípulo de Freud, una historia oficial, centrada en un principio biográfico y en el centro de la cual el padre fundador se presenta como el único iniciador de un descubrimiento del inconsciente en ruptura con el pensamiento de su tiempo. Inmediatamente, bajo el impulso de la historiografía científica, el psicoanálisis fue ubicado en la perpetuidad de la historia de las medicinas del alma. Por otro lado, en el transcurso del siglo xx y hasta los días de hoy, el psicoanálisis, su historia y su memoria son objeto de discusiones, especialmente sobre Kurt Eissler, psicoanalista vienense que emigró a los Estados Unidos, que fue el primero en construir un amplio lugar de memoria para el movimiento psicoanalítico: los famosos Archivos Freud, ubicados en la Biblioteca del Congreso, en Washington. Después vino la época de un revisionismo, inicialmente saludable, cuando se cuestionaba la hagiografía dominante, después exacerbado, ya sea en el mundo anglófono o en Francia. Veremos cómo se opusieron la leyenda negra y la leyenda dorada, entre la fantasía de un saber absoluto basado en el culto del archivo y un delirio interpretativo que no quiere saber de nada. Entre historia y memoria, cuestionaremos la articulación entre una historia de la teoría del inconsciente, la historia del propio Freud y, finalmente, también del psicoanálisis como terapéutica.

Freud's work has never been as studied as it is now. It may be because the work of history starts when creation and theory are in crisis. The author discusses in this paper the dividing line between history and memory ­ a dividing line that has crossed psychoanalysis since its origin. Freud used to think that psychoanalysis could be applied to every field of knowledge; that is why there is no historical ideas in Freud's thinking as such. The history of psychoanalysis was first written by Ernest Jones, a Freud's pupil who presented an official history, focused on a biographical principle and in whose core the founding father was introduced as the one and only responsible for discovering the unconscious, by breaking away from the thinking or ideas of his time. Some time later, scientific historiography played a significant part in placing psychoanalysis back within the permanent history of the medicine of soul. On the other hand, throughout the 20th century and still today, psychoanalysis, its history and its memory have been object of discussion, especially due to Kurt Eissler's work. Kurt Eissler, a Viennese psychoanalyst who emigrated to the United States of America, was the pioneer in providing an ample space for the memory of the psychoanalytic movement: the famous Freud Archives, which are deposited at the Library of Congress in Washington, d.c. The following time has been characterized by revisionism, which was initially healthy while the dominant hagiography was being questioned. After a while, the revisionism has taken an extreme proportion both in France and in English-speaking countries. The author of this paper writes about the way black legend and golden legend have been opposed to each other. She attempts to show the difference between the fantasy of an absolute knowledge, based on the cult of the archive, and an interpretative delirium which refuses to know anything. The author discusses the interrelation between the theory of the unconscious, the own Freud's history, and, at last, the history of psychoanalysis as therapeutics.

Freud n'a jamais été autant étudié qu'aujourd'hui, peut-être parce que lorsque la création et la théorie sont en crise, le travail de l'historien commence. On s'interrogera sur la ligne de fracture entre histoire et mémoire qui traverse la psychanalyse depuis sa naissance. Freud pensait que la psychanalyse pouvait s'appliquer à tous les domaines du savoir et c'est pourquoi il n'y a pas chez lui de pensée de l'histoire en tant que telle. L'histoire de la psychanalyse a d'abord été écrite par son disciple Ernest Jones, une histoire officielle, centrée sur un principe biographique et au coeur de laquelle le père fondateur est présenté comme l'initiateur unique d'une découverte de l'inconscient en rupture avec la pensée de son temps. Par la suite, sous l'impulsion de l'historiographie savante la psychanalyse a été replacée dans la longue durée de l'histoire des médecines de l'âme. Par ailleurs, au cours du xxe siècle, et encore aujourd'hui, la psychanalyse, son histoire et sa mémoire ont fait l'objet de querelles, notamment à propos de Kurt Eissler, psychanalyste viennois émigré aux Etats-Unis, qui a été le premier à constituer un vaste lieu de mémoire pour le mouvement psychanalytique: les fameuses Archives Freud, déposées à la Library of Congress de Washington. Vint ensuite l'époque d'un révisionnisme, d'abord salutaire, quand il mettait en cause l'hagiographie dominante, puis exacerbé, que ce soit dans le monde anglophone ou en France. Nous verrons comment légende noire et légende dorée se sont opposées, entre le fantasme d'un savoir absolu fondé sur le culte de l'archive et celui d'un délire interprétatif qui ne veut rien en savoir. Entre histoire et mémoire, on interrogera l'articulation entre une histoire de la théorie de l'inconscient, l'histoire de Freud lui-même et enfin, aussi, celle de la psychanalyse en tant que thérapeutique.
Responsável: BR157


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Id: biblio-881909 LILACS-Express
Autor: Zanella Ferreira, Mariane; Ramos Mello Neto, Gustavo Adolfo.
Título: Vivências de abuso sexual incestuoso: traduções possíveis / Vivencias de abuso sexual incestuoso: posibles traducciones / Experiences of incestuous abuse: possible translations / Les vécues des viols incestueux: des traductions possibles
Fonte: Rev. bras. psicanál;51(2):179-193, julho 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Sur cet article on propose la discussion de quelques possibilités de traduction de viol sexuel incestueux à partir de l'analyse de l'autobiographie L'amore di papà: una storia vera, écrite et publiée par Pola Kinski, qui a vécu des viols sexuels commis par son père, l'acteur Klaus Kinski, depuis son enfance jusqu'à sa jeunesse. Il s'agit d'une étude qui s'inscrit dans une recherche plus large dont l'objectif est l'étude du trauma et de la névrose traumatique après Freud, sous la perspective théorique de la théorie de la séduction généralisée de Laplanche. Suivant les présupposés de cette théorie on discute les caractéristiques des messages véhiculés dans une situation de viol sexuel incestueux, ainsi que les possibilités de traduction/ refoulement des énigmes associés à ces messages. L'analyse du récit permet de réfléchir sur les destinées possibles de l'excès du pulsionnel effacé qui envahis le psychisme dans la situation traumatique dont la traduction n'est jamais accomplie.

This paper's purpose is to discuss some possible translations of experiencing incestuous sexual abuse. To this end, the authors study the autobiography L'amore di papà: una storia vera, written and published by Pola Kinski, who was sexually abused by her father, the actor Klaus Kinski, from her childhood to her youth. This paper is part of an ampler research whose purpose is to study trauma and traumatic neurosis after Freud, by looking at them from the perspective of the general theory of seduction, by Laplanche. Given these theoretical assumptions, the authors analyze the features of the messages conveyed in a situation of incestuous abuse. They also discuss the possibilities of translating/repressing the enigmas that are associated with these messages. The narrative analysis enables the authors to think about possible destinations for the instinctual excess, which is disconnected and invades the psyche in the traumatic situation. Therefore, the traumatic situation is never completely translated.

Se propone, en este artículo, la discusión de algunas posibilidades de traducción de la vivencia de abuso sexual incestuoso a partir del análisis de la autobiografía L'amore di papà: una storia vera, escrita y publicada por Pola Kinski, que sufrió abusos sexuales de la mano de su padre, el actor Klaus Kinski, desde la infancia hasta la juventud. Se trata de un estudio incluido en una investigación mayor, cuyo objetivo es el estudio del trauma y de la neurosis traumática después de Freud, bajo la perspectiva teórica de la teoría de la seducción generalizada de Laplanche. A partir de los presupuestos de esta teoría, son discutidas las características de los mensajes vehiculados en una situación de abuso sexual incestuoso, así como las posibilidades de traducción/represión de los enigmas asociados a estos mensajes. El análisis de la narrativa permite pensar posibles destinos para el exceso del pulsional apagado que invade el psiquismo en la situación traumática, cuya traducción nunca es completa.

Propõe-se, neste artigo, a discussão de algumas possibilidades de tradução da vivência de abuso sexual incestuoso a partir da análise da autobiografia L' amore di papà: una storia vera, escrita e publicada por Pola Kinski, que vivenciou abusos sexuais cometidos pelo pai, o ator Klaus Kinski, desde a infância até a juventude. Trata-se de um estudo que se insere em uma pesquisa maior, cujo objetivo é examinar o trauma e a neurose traumática depois de Freud, sob a perspectiva teórica da teoria da sedução generalizada de Laplanche. Com base nos pressupostos dessa teoria, são discutidas as características das mensagens veiculadas em uma situação de abuso sexual incestuoso, assim como as possibilidades de tradução/recalcamento dos enigmas associados a essas mensagens. A análise da narrativa permite pensar possíveis destinos para o excesso do pulsional desligado que invade o psiquismo na situação traumática, cuja tradução nunca é completa.
Responsável: BR157



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