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Id: biblio-846886
Autor: Laignier, Mariana Rabello.
Título: O processo de trabalho da enfermagem frente à família da criança hospitalizada / The nursing work process in front of the hospitalized child's family.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; dez. 2016. 154 f p. tab.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O objeto do estudo foi o processo de trabalho da enfermagem frente à família da criança hospitalizada, tendo como objetivos descrever a organização do processo de trabalho da enfermagem frente à família da criança hospitalizada; analisar o processo de trabalho da enfermagem e sua inter-relação criança-família; e, discutir as repercussões do processo de trabalho da enfermagem frente à família da criança hospitalizada. As bases conceituais foram pautadas nos conceitos de tecnologias do trabalho em saúde propostos por Merhy (1997; 2002) e no conceito de família como sistema de saúde apresentado por Elsen (1994). Trata-se de uma pesquisa de natureza qualitativa, tipo estudo de caso. O cenário foi constituído pela 1a Enfermaria (especialidades nefrologia e hematologia), Clínica Pediátrica 2 (especialidades gástricas e endocrinológicas), Pneumologia I e Pneumologia II, de um hospital infantil de grande porte, da rede pública, do Município de Vitória/ES. Os participantes foram quatro enfermeiros, nove técnicos e dois auxiliares de enfermagem que se disponibilizaram a participar voluntariamente. Os procedimentos metodológicos foram um formulário para caracterização dos membros da equipe de enfermagem, a entrevista não diretiva em grupo e a observação participante com diário de campo. Para a análise dos dados, foi utilizada a análise temática. As unidades temáticas foram prestação de cuidados à criança, familiar/acompanhante na enfermaria, relacionamento interpessoal, rotinas de trabalho, conhecimentos científicos, habilidades técnicas, espaço físico das enfermarias e recursos materiais. Os resultados apontaram que a comunicação, o vínculo e as relações estabelecidas por meio do compartilhamento de experiências e informações entre equipe de enfermagem, criança e família foram evidenciadas como as principais tecnologias leves presentes no processo de trabalho. As tecnologias leves-duras foram identificadas nos relatos dos saberes estruturados na medida em que os profissionais referiram implementar ações de atendimento das necessidades como: higiene corporal, sinais vitais, dieta, procedimentos invasivos, sondagem, aspiração das vias aéreas superiores e administração de medicações. As tecnologias duras estavam relacionadas à área física das enfermarias, tanto no que diz respeito ao déficit de espaço destinado à criança e sua família, bem como à equipe, além dos equipamentos como berços, bombas de infusão, oxímetros de pulso, monitores cardíaco e carrinhos de parada cardiorrespiratória, que quando em condições precárias ou em situação de escassez, afetam o desempenho do processo de trabalho e a qualidade do serviço ofertado. O modelo de assistência do cenário do estudo é centrado na patologia, visto que predominantemente as crianças eram agrupadas nas enfermarias conforme o diagnóstico médico. Em alguns momentos, constatou-se a abordagem centrada na criança, na medida em que o profissional relatou vínculo afetivo com as crianças, com foco na assistência biopsicossocial; quando o familiar/acompanhante era solicitado a fornecer informações que podiam auxiliar no diagnóstico e/ou tratamento da criança; e o familiar/acompanhante permaneceu na enfermaria em tempo integral. Conclui-se que a enfermagem precisa refletir sua práxis, bem como a maneira de potencializar o cuidado compartilhado com a família, reorganizando seu processo de trabalho com base no cuidado integral e no estabelecimento de vínculos.(AU)
Descritores: Relações Profissional-Família
Criança Hospitalizada
Enfermagem Pediátrica
Saúde da Criança
Limites: Humanos
Criança
Adulto
Responsável: BR442.1 - Biblioteca Setorial de Pós-Graduação
BR442.1; D367 EEAN


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Id: biblio-846861
Autor: Morais, Rita de Cássia Melão de.
Título: O familiar/acompanhante tecendo redes sociais durante a hospitalização da criança / Family member/companion weaving social network during the child's hospitalization.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; set. 2016. 156 f p. tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: O presente estudo teve como objeto a configuração da rede social do familiar/acompanhante durante a hospitalização da criança. Os objetivos foram: descrever a estrutura da rede social do familiar/acompanhante durante a hospitalização da criança; analisar a função da rede social configurada pelo familiar/acompanhante e as suas implicações para sua permanência durante a hospitalização da criança; discutir a dinâmica das relações estabelecidas na rede social do familiar e suas implicações para a sua permanência durante a hospitalização da criança. O referencial teórico-metodológico do estudo está vinculado a "Rede Social" proposto por Lia Sanicola por possibilitar o conhecimento da dinâmica relacional na qual o familiar/acompanhante da criança hospitalizada está inserido. O método concebe o familiar dentro de uma trama relacional ­ a rede social ­ composta por pessoas (família, parentes, vizinhos, amigos e colegas) e instituições (de assistência, de saúde, entre outros). Estudo de abordagem qualitativa cujo local foi a Unidade de Internação Pediátrica (UIP) de um hospital público pediátrico localizado na cidade do Rio de Janeiro. Participaram dez familiares/acompanhantes de crianças hospitalizadas cujos procedimentos metodológicos foram: formulário para caracterização dos participantes, entrevista semi-estruturada e a elaboração do mapa da rede social. Para analisar os depoimentos, foi utilizada a análise temática de Minayo. Constatou-se que as redes sociais primárias são de tamanho médio e construídas principalmente pela família nuclear, bem como a mãe e a sogra. A rede social secundária é constituída pelas instituições de saúde, principalmente o local de internação atual, onde a criança nasceu ou onde faz acompanhamento de reabilitação. A função da rede social é dar apoio emocional e material, tendo o marido/ companheiro papel fundamental nesta rede, no entanto, constata-se que outros parentes foram citados, entre eles, as mães, sogras, irmãos e primas, sendo a maioria deles, do gênero feminino. Os vínculos são estabelecidos com a rede social primária e secundária tendo vínculos fortes principalmente com os membros da rede primária. Na rede secundária foram citados vínculos com membros da equipe de saúde, principalmente com a equipe de enfermagem seguida dos médicos. Os participantes também referiram vínculos com as instituições de saúde, no entanto, os vínculos mais fortes são estabelecidos com outras instituições e não com a instituição do estudo. Conclui-se que no momento da hospitalização da criança, a rede social dos participantes se estrutura de outra forma com a finalidade de manter a dinâmica familiar voltados para as atividades desenvolvidas no domicílio no seu dia-a-dia e para permitir a presença da mãe no hospital. Ainda, a dinâmica da rede social primária se configura de forma distinta, de acordo com o tempo e número de internações da criança, apontando que o número de familiares e amigos tendem a se distanciarem quanto maior a frequência ou os longos períodos de hospitalizações.(AU)
Descritores: Criança Hospitalizada
Enfermagem Pediátrica
Cuidadores
Rede Social
Saúde da Criança
Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica
-Hospitais Públicos
Limites: Humanos
Criança
Responsável: BR442.1 - Biblioteca Setorial de Pós-Graduação
BR442.1; D368 EEAN


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Id: biblio-846527
Autor: Silva, Thiago Privado da.
Título: Gerenciamento do cuidado de enfermagem à criança hospitalizada com dor oncológica crônica / Management of nursing care to hospitalized child with chronic cancer pain.
Fonte: Rio de Janeiro; s.n; dez. 2016. 185 f p. tab, graf.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal do Rio de Janeiro. Escola de Enfermagem Anna Nery para obtenção do grau de Doutor.
Resumo: Os objetivos do estudo foram: compreender os significados que emergem das interações do enfermeiro na prática do gerenciamento do cuidado de enfermagem à criança hospitalizada com dor oncológica crônica; discutir a complexidade da prática do gerenciamento do cuidado de enfermagem à criança hospitalizada com dor oncológica crônica; e construir uma matriz teórica substantiva referente à prática do gerenciamento do cuidado de enfermagem à criança hospitalizada com dor oncológica crônica, na perspectiva do Pensamento Complexo de Edgar Morin. Estudo de abordagem qualitativa, ancorado no referencial metodológico da Grounded Theory e no referencial teórico do Pensamento Complexo de Edgar Morin. A observação não participante e a entrevista semi estruturada foram as técnicas utilizadas para a coleta de dados, que ocorreu no período compreendido entre setembro de 2014 e junho de 2015. Participaram da pesquisa 21 profissionias de saúde, organizados em três grupos amostrais: o primeiro foi composto por sete enfermeiros; o segundo foi constituído por sete técnicos de enfermagem; e o terceiro foi formado por outros sete profissionais de saúde. A análise dos dados seguiu as etapas de codificação: aberta, axial e seletiva. Os dados foram coletados e analisados após aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Estadual de Hematologia Arthur de Siqueira Cavalcanti - HEMORIO, sob parecer de número 355/14, bem como pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem Anna Nery - EEAN/HESFA/UFRJ, sob parecer de número 816.736.A análise dos dados culminou na construção de cinco categorias e 17 subcategorias. A articulação das categorias e subcategorias possibilitou o surgimento do fenômeno central da matriz teórica - Gerenciamento do cuidado de enfermagem à criança hospitalizada com dor oncológica crônica: uma experiência de múltiplas inter-ações. A matriz teórica foi validada por cinco profissionais nos seguintes meses: setembro e outubro de 2016. A tese que se defende é: o enfermeiro ao gerenciar o cuidado de enfermagem à criança hospitalizada com dor oncológica crônica, estabelece complexas estratégias de inter-ação para lidar com a (des)ordem do contexto oncológico pediátrico, visando uma adequada avaliação e manejo da dor, a redução do sofrimento e a promoção da qualidade de vida à criança e ao seu familiar.(AU)
Descritores: Saúde da Criança
Criança Hospitalizada
Dor Crônica/enfermagem
Neoplasias
Enfermagem Oncológica
Limites: Humanos
Criança
Responsável: BR442.1 - Biblioteca Setorial de Pós-Graduação
BR442.1; D382 EEAN


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Texto completo SciELO Brasil
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Id: biblio-840438
Autor: Vieira, Rosana Fidelis Coelho; Souza, Tania Vignuda de; Oliveira, Isabel Cristina dos Santos; Morais, Rita de Cássia Melão de; Macedo, Isabela Fornerolli de; Gois, Jackcilane Rosendo de.
Título: Mães/acompanhantes de crianças com câncer: apreensão da cultura hospitalar / Mothers/companions of children with cancer: apprehension of the hospital culture
Fonte: Esc. Anna Nery Rev. Enferm;21(1):e20170019, 2017.
Idioma: pt.
Resumo: Objetivos: Analisar a apreensão da cultura hospitalar pelas mães/acompanhantes e discutir a construção dos sistemas simbólicos pelas mães e suas implicações para a prática de enfermagem pediátrica. Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo. Doze mães que acompanhavam seus filhos internados com câncer na Unidade de Tratamento Intensivo Pediátrico participaram da entrevista não diretiva em grupo. O referencial teórico está vinculado ao conceito de cultura de Clifford Geertz e os dados foram submetidos a análise temática. Resultados: As mães estabelecem interação no hospital, adquirem conhecimentos técnicos e terminologias científicas e apreendem os cuidados resgatando sua autonomia com a criança hospitalizada. Constroem símbolos significantes como: liderança, tomada de decisões e busca de informações. Conclusão: O câncer torna as mães/acompanhantes fortes o suficiente para criar sistemas simbólicos que as ajudam a sobreviver no cenário hospitalar. A equipe de enfermagem deve ajudar essas mães a resgatarem sua autonomia.
Descritores: Neoplasias
Criança Hospitalizada
Saúde da Criança Institucionalizada
Relações Mãe-Filho
Enfermagem Pediátrica
Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica
Limites: Humanos
Feminino
Criança
Responsável: BR1.1 - BIREME


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Id: biblio-836888
Autor: Strabelli, Thaisa Mara Bersani; Botura, Clarissa de Albuquerque; Maciel, Marco Aurélio; Mazzutti, Cristiane; Bridi, Adriana; Freitas, Luna Pereira.
Título: Socioeconomic profile of children hospitalized by community acquired pneumonia / Perfil socioeconômico de crianças hospitalizadas por pneumonia adquirida na comunidade
Fonte: Acta sci., Health sci;35(2):[175-179]-179, jul. -dez. 2013.
Idioma: en.
Resumo: Acute respiratory infections are frequent and are the leading cause of infant morbidity and mortality. This study aimed to verify the socioeconomic profile of children hospitalized with community-acquired pneumonia. We realized a prospective study where social data were collected by direct interview conducted with parents and guardians and supplemented by information from medical records of children under five years of age hospitalized in wards at Hospital Infantil Pequeno Príncipe in the city of Curitiba. All children had clinical and radiological diagnosis of pneumonia. Twenty-two children were included in the study so. Eighteen children (82%) had family incomes below three minimum wages. In 36% (n = 8) of cases the mother worked outside the home. Living with household smokers was also observed in 36% of cases. Elementary education was found in 82% of mothers. Seventeen children (77%) were breastfed for less than six months. Nine children attended day care. Less than 14% (n = 3) of the children were daughters of teenage mothers. This study underscored the importance of socioeconomic factors on the morbidity of community pneumonia in childhood, being family income, maternal education and early weaning the factors most frequently rated among the internees.

As infecções respiratórias agudas são freqüentes e constituem a principal causa de morbimortalidade infantil. O objetivo deste estudo foi verificar o perfil socioeconômico das crianças hospitalizadas por pneumonia adquirida na comunidade. Foi realizado um estudo prospectivo em que foram levantados dados sociais pela entrevista direta realizada com pais e responsáveis de crianças com menos de cinco anos de idade e complementados por dados do prontuário médico, hospitalizadas em enfermarias no Hospital Infantil Pequeno Príncipe na cidade de Curitiba. Todas as crianças apresentavam diagnóstico clínico e radiológico de pneumonia. Vinte e duas crianças foram incluídas no estudo. Dezoito crianças (82%) apresentavam renda familiar menor que três salários mínimos. Em 36% (n = 8) dos casos a mãe trabalhava fora de casa. Convívio domiciliar com fumantes também foi observado em 36% dos casos. Ensino fundamental completo foi encontrado em 82% das mães. Dezessete crianças (77%) foram amamentadas por período menor que seis meses. Nove crianças freqüentavam creche. Menos de 14% (n = 3) das crianças eram filhas de mães adolescentes. O estudo sinalizou a importância da influência dos fatores socioeconômicos na morbidade das pneumonias comunitárias na infância, com renda familiar, escolaridade materna e desmame precoce sendo os fatores de maior freqüência entre os internados avaliados.
Descritores: Pneumonia
Fatores Socioeconômicos
Criança Hospitalizada
Limites: Humanos
Lactente
Pré-Escolar
Responsável: BR513.1 - BCE - Biblioteca Central


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Id: biblio-835281
Autor: Fioreti, Fernanda Cristina Custodia de Faria; Manzo, Bruna Figueredo; Regino, Alline Esther Ferreira.
Título: A ludoterapia e a criança hospitalizada na perspectiva dos pais / The play therapy and child hospitalized in perspective of parents / La ludoterapia y el niño hospitalizado desde la perspectiva de los padres
Fonte: REME rev. min. enferm;20:[1-6], 2016.
Idioma: en; pt.
Resumo: A hospitalização traz transtornos que, na infância, tornam-se mais evidentes nas manifestações de insatisfação momentânea ou prejuízos, podendo permanecer mesmo após a alta hospitalar. Na Pediatria as crianças são submetidas a procedimentos dolorosos, além de depararem com situações variadas como a presença constante de pessoas estranhas ao seu convívio habitual, como profissionais de saúde de diversas áreas, outros pacientes internados e seus acompanhantes. Nesse cenário, a aplicação da ludoterapia no meio hospitalar transforma-se em um método benéfico no processo de adaptação da criança. Trata-se de pesquisa qualitativa, descritiva, que buscou analisar o uso do brincar na assistência à criança hospitalizada na perspectiva dos pais. O estudo foi realizado na Pediatria de um Hospital Municipal de Belo Horizonte-MG. Foram entrevistados 13 pais por meio de roteiro semiestruturado e realizada a análise de conteúdo, segundo Bardin, para interpretação dos dados. Os achados evidenciaram que o brincar é instrumento de grande valor para minimizar o estresse da internação e contribuir para melhor adaptação da criança ao ambiente hospitalar. Ademais, o mesmo traz benefícios referentes à promoção do bem-estar, diversão, redução da dor e socialização durante a hospitalização. Concluiu-se, dessa maneira, que a utilização do brincar pode ser muito benéfica na rotina da Pediatria, favorecendo um cuidado mais humanizado e integral, além da possibilidade de diminuir os prejuízos no desenvolvimento da criança, causados pela experiência da hospitalização.

Hospitalization brings disorders in childhood become more evident in the momentary manifestations of dissatisfaction or damage may remaineven after hospital discharge. In pediatrics children are subjected to painful procedures, and faced with different situations as the constant presenceof strangers to his usual conviviality, as health professionals from various fields, other hospitalized patients and their companions. In this scenario,the application of play therapy in hospitals becomes a beneficial method in the child's adaptation process. This is a qualitative, descriptive, whichsought to analyze the use of play in the care of hospitalized children from the perspective of parents. The study was conducted in pediatrics of a Municipal Hospital of Belo Horizonte / MG. They interviewed 13 parents through semi-structured and conducted a content analysis script, accordingto Bardin interpretation of data. The findings showed that the play is valuable tool to minimize the stress of hospitalization and contribute to betteradaptation of the child to the hospital. Moreover, it brings benefits for the promotion of well-being, fun, pain reduction and socialization during hospitalization. The conclusion is thus that the use of the play can be very beneficial in the pediatric routine, favoring a more humanized andcomprehensive care and the possibility of reducing the losses in child development, caused by the experience of hospitalization.

La hospitalización trae trastornos que en la infancia se hacen más evidentes en manifestaciones de insatisfacción momentánea o en daños quepueden permanecer incluso después del alta hospitalaria. En pediatría los niños son sometidos a procedimientos dolorosos y deben también habituarse a situaciones desconocidas, entre ellas la presencia de extraños en el día a día tales como de distintos profesionales de la salud, de otrospacientes hospitalizados y de sus acompañantes. En este escenario, la ludoterapia en los hospitales es un método beneficioso en el proceso deadaptación del niño. Se trata de un estudio cualitativo descriptivo que buscó analizar el uso del juego en la atención del niño hospitalizado desde la perspectiva de los padres. El estudio se realizó en la pediatría de un hospital Municipal de Belo Horizonte / MG, con entrevistas semiestructuradas a13 padres. Los datos fueron analizados por el contenido de la escritura, según la interpretación de datos de Bardin. Los resultados mostraron que eljuego es una valiosa herramienta para minimizar el estrés de la hospitalización y contribuir a una mejor adaptación del niño al hospital. Además, promueve el bienestar, la diversión, la disminución del dolor y la socialización durante la internación. La ludoterapia puede ser muy benéfica en larutina pediátrica, favoreciendo la atención más humanizada e integral y la posibilidad de reducir los daños en el desarrollo infantil causados porla experiencia de la hospitalización.
Descritores: Ludoterapia
Comunicação
Jogos e Brinquedos
Criança Hospitalizada
Enfermagem Pediátrica
Limites: Humanos
Pré-Escolar
Criança
Responsável: BR21.1 - Biblioteca J Baeta Vianna- Campus Saúde UFMG


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Id: biblio-834327
Autor: Luarca, Julio; Parada, Fabio; Osorio, Oscar; Linares, Julio; Pezzarossi, Franco; Orantes, Ana; Andretta, Guido; Sandoval, Andrea; Méndez, Lashly; Gutiérrez, Fernando; Fernández, Luis; Munguia, Wendoly.
Título: Prevalencia de helicobacter pylori en un grupo de pacientes pediátricos infectados por el virus de la inmunodeficiencia humana / Prevalence of helicobacter pylori in a sample of pediatric patients infected by human inmunodeficiency virus
Fonte: Cienc. tecnol. salud;2(2):135-139, jul.-dic. 2015. tab.
Idioma: es.
Resumo: Se realizó un estudio cuantitativo, descriptivo transversal y no experimental sobre la prevalencia de Helicobacter pylori en pacientes pediátricos infectados por el virus de inmunodeficiencia humana (VIH), internados en el Hospicio San José, Santa Lucía Milpas Altas, Sacatepéquez, Guatemala, durante los meses de noviembre 2012 a enero 2013. La población completa fue conformada por 40 pacientes pediátricos de ambos sexos, entre los 3 y 12 años de edad, que padecen infección por VIH. Para el diagnóstico de infección por H. pylori se utilizó la detección de antígeno en heces por inmunocromatografía. Se encontró un resultado positivo en el 35%, con una mayor incidencia en varones, correspondiendo al 71.4% de los casos. En cuanto a la distribución por edades, el rango de edad con más casos positivos fue el comprendido entre los 7 y 8 años, con un 66.7% de los casos. La prevalencia de H. pylori en la población pediátrica VIH positiva estudiada fue mayor que la reportada en poblaciones similares, pero menor a la reportada en la población pediátrica VIH negativo. Se recomienda realizar un estudio multicéntrico para confirmar la prevalencia de H. pylori en la población pediátrica guatemalteca VIH positivo.

Aquantitative, descriptive, transversal, non experimental study was conducted on the prevalence of Helicobacter pylori in pediatric patients infected with the human immunodeficiency virus (HIV), who were admitted in the Hospice San Jose, Santa Lucia Milpas Altas, Sacatepequez, Guatemala, during November 2012 through January 2013. The study population included pediatric patients of both sexes, aged 3 to 12 years, who are infected with HIV. For the diagnosis of H. pylori infection an antigen stool test by immunochromatography was used. The population in the study period amounted to 40 patients in whom a positive result of 35% was found, 71.4% from male patients. In the age distribution it was found that the age range with more positive cases (66.7%) was between 7 and 8 years. The prevalence of H. pylori in the studied HIV positive pediatric population was higher than reported in similar populations, yet lower than reported in the HIV negative pediatric population. It is recommended that a multicenter study confirm the prevalence of H. pylori in the HIV positive Guatemalan pediatric population.
Descritores: Criança Hospitalizada
Pré-Escolar
Criança
Estômago
Morbidade
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Pré-Escolar
Criança
Responsável: GT49.1


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Id: biblio-834090
Autor: Anjos, Cristineide dos.
Título: O familiar acompanhante da criança e a equipe de enfermagem no centro de terapia intensiva pediátrico oncológico: um espaço de interação no cuidado de enfermagem / The accompanying family member of the child and the nursing team at the pediatric oncology intensive care center: a space for interaction in nursing care.
Fonte: Niterói; s.n; 2015. 129 p.
Idioma: pt.
Tese: Apresentada a Universidade Federal Fluminense. Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa para obtenção do grau de Mestre.
Resumo: O estudo teve como objetivo geral analisar os limites e possibilidades da presença do familiar acompanhante no cuidado à criança com câncer no centro de terapia intensivo pediátrico oncológico e como objetivos específicos: descrever o cuidado à criança no centro de terapia intensivo pediátrico oncológico na visão da equipe de enfermagem e do familiar acompanhante; identificar a visão da equipe de enfermagem sobre a presença do familiar acompanhante no centro de terapia intensiva pediátrico oncológico e conhecer como o familiar acompanhante vê sua presença no centro de terapia intensivo pediátrico oncológico. Trata-se de pesquisa de natureza qualitativa, do tipo estudo de caso, realizado no centro de terapia intensiva pediátrico oncológico de um hospital de referência no tratamento de câncer localizado na Cidade do Rio de Janeiro. A produção de dados envolveu as técnicas de observação simples, com registros em diário de campo, e entrevista semiestruturada com 25 membros da equipe de enfermagem e 10 familiares acompanhantes de crianças com câncer internadas no referido centro de terapia intensiva. Após organização e identificação dos dados, estes foram submetidos à análise temática de conteúdo segundo Bardin, emergindo-se as seguintes categorias: O familiar da criança com câncer até a entrada no centro de terapia intensivo pediátrico oncológico e as interações do familiar acompanhante e membros da equipe de enfermagem no cuidado à criança com câncer no Centro de Terapia Intensiva Oncológico. A partir dos depoimentos dos familiares acompanhantes e da equipe de enfermagem constatou-se que no cuidado a criança hospitalizada no CTIP a interação entre ambos favorece sua adaptação ao ambiente, que envolve inúmeros procedimentos e rotinas, demandando suporte emocional e conforto viabilizado pela presença do familiar e conhecimento técnico e científico da equipe de enfermagem. Assim, conclui-se que o centro de terapia intensivo pediátrico oncológico representa um espaço de interação do familiar acompanhante com a equipe de enfermagem no cuidado a criança com câncer, fundamentado na escuta atenta, viabilizada pelo diálogo que possibilita a troca de conhecimentos do familiar da criança com sua experiência, sentimentos e expectativas. Tal processo tem início com o adoecimento e conta com a equipe de enfermagem que tem como meta o cuidado integral à mesma, incluindo suporte e orientações ao familiar da criança, elemento fundamental no seu processo de hospitalização e tratamento

The study aimed to analyze the limits and possibilities of the presence of an accompanying family member in the care of children with cancer in the pediatric oncologic intensive care unit and as specific objectives: to describe the care of children in the pediatric oncologic intensive care unit in the nursing team and companion family member´s point of view; identify the nursing team´s point of view about the presence of an accompanying family member in the pediatric oncologic intensive care unit and to know how the accompanying family member sees his presence in the pediatric oncologic intensive care unit. It´s a qualitative research, a case study, carried out at the pediatric oncologic intensive care unit of a reference hospital in the treatment of cancer located in the city of Rio de Janeiro. The data production involved the simple observation techniques, with records in field diary, and semistructured interview with 25 members of the nursing team and 10 accompanying family members of hospitalized children with cancer in that intensive therapy unit. After data identification and organization, these were submitted to thematic content analysis according to Bardin, emerging the following categories: the family of the child with cancer to the entrance in the pediatric oncologic intensive care unit and the family member´s interactions and nursing team members in the care for children with cancer in the Oncologic Intensive Care Unit. From the testimonies of the accompanying family members and nursing team we found that in the care of children hospitalized in the CTIP interaction between them favors its adaptation to the environment, involving numerous procedures and routines, requiring emotional support and comfort made possible by the familiar member presence and scientific and technical knowledge of the nursing team. Thus, it is concluded that the pediatric oncologic intensive care unit is an accompanying family member interaction space with the nursing team in care of children with cancer, based on attentive listening, made possible by dialogue that enables the exchange of the knowledge of the family member with his experience, feelings and expectations. This process begins with the illness and has the nursing team that aims to the comprehensive care to it, including support and guidance to the child's family, a key element in the process of hospitalization and treatment

El estudio tuvo como objetivo general analizar los límites y posibilidades de la presencia del familiar acompañante en el cuidado al niño con cáncer en el centro de terapia intensivo pediátrico oncológico y como objetivos específicos: describir el cuidado al niño en el centro de terapia intensivo pediátrico oncológico en la perspectiva del equipo de enfermería y del familiar acompañante; identificar la perspectiva del equipo de enfermería sobre la presencia del familiar acompañante en el centro de terapia intensiva pediátrico oncológico y conocer como el familiar acompañante ve su presencia en el centro de terapia intensivo pediátrico oncológico. Se trata de pesquisa de naturaleza cualitativa, de tipo estudio de caso, realizado en el centro de terapia intensiva pediátrico oncológico de un hospital de referencia en el tratamiento de cáncer localizado en la Ciudad del Rio de Janeiro. La producción de datos involucró las técnicas de observación simple, con registros en diario de campo, y entrevista semiestructurada con 25 miembros del equipo de enfermería y 10 familiares acompañantes de niños con cáncer internadas en el dijo centro de terapia intensiva. Después de la organización y identificación de los datos, estos fueron sometidos al análisis temática de contenido según Bardin, emergiéndose las siguientes categorías: El familiar del niño con cáncer hasta la entrada en el centro de terapia intensivo pediátrico oncológico y Las interacciones del familiar acompañante y miembros del equipo de enfermería en el cuidado al niño con cáncer en el Centro de Terapia Intensiva Oncológico. Basado en las declaraciones de los familiares acompañantes y del equipo de enfermería se constató que en el cuidado el niño hospitalizado en el CTIP la interacción entre ambos favorece su adaptación al ambiente, que envuelve inúmeros procedimientos y rutinas, demandando suporte emocional y conforto viabilizado por la presencia do familiar y conocimiento técnico y científico del equipo de enfermería. Por lo tanto, se concluye que el centro de terapia intensivo pediátrico oncológico representa un espacio de interacción del familiar acompañante con el equipo de enfermería en el cuidado al niño con cáncer, basado en la escucha atenta, viabilizada por el diálogo que posibilita la troca de conocimientos del familiar del niño con su experiencia, sentimientos y expectativas. Tal proceso inicia con la enfermedad y cuenta con el equipo de enfermería que tiene como objetivo el cuidado integral al mismo, incluyendo suporte y orientaciones al familiar del niño, elemento fundamental en su proceso de hospitalización y tratamiento
Descritores: Enfermagem Oncológica
Criança Hospitalizada
Neoplasias
Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica
Responsável: BR1342.1 - Biblioteca Setorial de Enfermagem
BR 1342.1, A599; D 610.73698


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Id: biblio-833896
Autor: Crippa, Anelise; Costa, Gabrieli Caroline da; Feijó, Anamaria Gonçalves dos Santos.
Título: Atividade assistida por animais na pediatria / Animal-assisted activity in pediatrics
Fonte: Rev. AMRIGS;59(3):247-247, jul.-set. 2015. tab.
Idioma: pt.
Resumo: A atividade assistida por animais (AAA) é a interação entre animais e seres humanos, com auxílio de um cuidador do animal, visando à melhora do paciente. No Brasil, nas instituições hospitalares, esta ainda é uma prática pouco usual. Diante disso, objetiva-se identificar o perfil sociodemográfico dos pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde envolvidos na área pediátrica de um hospital universitário e a sua opinião sobre a AAA. Os dados foram obtidos através da aplicação de um questionário estruturado e analisados no programa SPSS versão 17.0 for Windows. Pode-se identificar que há uma aceitação dos respondentes em relação aos animais, mostrando-se abertos a esta prática. Esta investigação nos permite inferir que as instituições de saúde poderiam se utilizar da AAA como ferramenta complementar de tratamento pediátrico, pois o mesmo seria bem recebido entre os envolvidos neste ambiente hospitalar (AU)

Animal-assisted activity (AAA) is the interaction between animals and humans, with the help of an animal caretaker, aiming at the improvement of the patient. In hospital institutions in Brazil this is still an unusual practice. Therefore, the aim here is to identify the socio-demographic profile of patients, caregivers and healthcare professionals involved in the pediatric area of a university hospital and their views on AAA. Data were obtained by applying a structured questionnaire and analyzing the responses with SPSS (17.0 for Windows). We found that there is acceptance of animals by the respondents, who are open to this practice. This research allows to infer that health institutions could use AAA as a complementary tool for pediatric treatment, as it would be well received among those involved in this hospital setting (AU)
Descritores: Terapia Assistida por Animais
Criança Hospitalizada
-Pediatria/métodos
Cuidadores
Pessoal de Saúde
Prática Clínica Baseada em Evidências
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Adolescente
Adulto
Responsável: BR18.1 - Biblioteca FAMED/HCPA


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Id: biblio-833818
Autor: Carmo, SA; Oliveira, ICS.
Título: Criança com câncer em processo de morrer e sua família: enfrentamento da equipe de enfermagem / Children with Cancer in the Process of Dying and their Families: Confrontation of Nursing Team
Fonte: Rev. bras. cancerol;61(2):138-138, abr./jun. 2015.
Idioma: pt.
Resumo: Introdução: Para cuidar das crianças com câncer e sua família, a equipe de enfermagem deve entender o processo de morrer, pois o cuidado é muito diferenciado e difícil, tendo em vista os aspectos operacionais e relacionais. Objetivo:Descrever as especificidades do cuidado de enfermagem à criança com câncer em processo de morrer e sua família e analisar a atuação da equipe de enfermagem frente à criança com câncer em processo de morrer e sua família. Método: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, desenvolvida em um hospital especializado em oncologia do município do Rio de Janeiro. Os participantes foram seis integrantes da equipe de enfermagem que participaram da entrevista não diretiva em grupo no período de janeiro a março de 2010. Para analisar os depoimentos, foi utilizada a análise temática. Resultados:Evidenciou-se que a morte é entendida como uma perda e por vezes um alívio. A equipe tem dificuldade em vivenciar o processo de morrer da criança e estabelece estratégias de enfrentamento como não deixar a criança morrer sozinha, separar o profissional do emocional, neutralizar os sentimentos e nunca demonstrar fraqueza. Conclusão: A equipe de enfermagem apresenta dificuldades em lidar com a morte da criança com câncer em processo de morrer e apoiar sua família. Essas dificuldades estão relacionadas à falta de entendimento sobre os cuidados paliativos.
Descritores: Criança Hospitalizada
Cuidados Paliativos
Equipe de Enfermagem
Enfermagem Oncológica
-Atitude Frente à Morte
Enfermagem Pediátrica
Limites: Humanos
Masculino
Feminino
Criança
Responsável: BR440.3 - Biblioteca do Hospital do Câncer III



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