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Autor: Sales, Francisco das Chagas Vieira; Bakke, Olaf Andreas; Arriel, Eder Ferreira; Bakke, Ivonete Alves.
Título: Enxertia da faveleira (Cnidoscolus phyllacanthus) sem espinhos / Grafting of thornless “faveleira” Cnidoscolus phyllacanthus
Fonte: Ciênc. rural;38(5):1443-1446, ago. 2008. tab.
Idioma: pt.
Resumo: A faveleira (Cnidoscolus phyllacanthus Pax et K. Hoffm.) é uma xerófita forrageira do semi-árido do Nordeste do Brasil. A presença de espinhos causticantes dificulta a coleta de suas ramas, no entatnto mutantes inermes podem ser multiplicados vegetativamente. Este trabalho teve o objetivo de determinar um protocolo de enxertia por garfagem da faveleira sem espinhos com enxertos dormentes ou em fase vegetativa enxertados em porta-enxertos na fase vegetativa. As enxertias foram realizadas no Viveiro Florestal da UFCG, campus de Patos, PB, em dezembro de 2003 e junho de 2004. Antes da enxertia, em dezembro de 2003, os enxertos dormentes foram mantidos por três dias sob refrigeração (+5°C) (T1) ou à sombra, à temperatura ambiente (T2). Os enxertos em fase vegetativa foram enxertados logo após cortados, em dezembro de 2003 (T3) ou junho de 2004 (T4). Foram realizadas 38, 26, 40 e 30 enxertias para T1, T2, T3 e T4, respectivamente. Nos enxertos que brotaram, foram avaliados o diâmetro e a altura do porta-enxerto e do enxerto, e o percentual de sucesso das enxertias. As médias de diâmetro (10,9 a 11,9mm e 8,6 a 9,6mm dos porta-enxertos e enxertos, respectivamente) e altura (7,7 a 12,6cm e 23,7 a 29,8cm dos porta-enxerto e enxertos, respectivamente) foram considerados semelhantes para todos os tratamentos. Os percentuais de sucesso das enxertias para T1, T2, T3 e T4 foram 45, 85, 15 e 33 por cento, respectivamente. Concluiu-se que enxertos dormentes de faveleira, com cerca de 9mm e 25cm de altura, e mantidos à sombra por três dias antes de serem enxertados, propiciaram a maior taxa de sucesso das enxertias.

The faveleira tree (Cnidoscolus phyllacanthus Pax et K. Hoffm.) is a forage producing xerophyte of the semiarid region of Northeast Brazil. Forage collection from faveleira plants is difficult due to its caustic thorns, however thornless mutants may be reproduced vegetatively. The present study was carried out in the Seedling Nursery of UFCG, in Patos-PB, to develop a protocol to produce thornless faveleira seedlings by full cleft-grafting using grafts in the dormant or active growth phase on rootstocks in the active growth phase. Dormant grafts were kept refrigerated (+5°C) (T1) or protected from the sun at room temperature (T2), for three days before grafting in December 2003, while active growth grafts were cut off from the tree in December 2003 (T3) or June 2004 (T4), just before grafting. There were 38, 26, 40 and 30 grafts for T1, T2, T3 and T4, respectively. Data collected in successful grafts consisted of rootstock and graft diameter and height, and percentage of successfully sprouted grafts. Rootstock and graft mean diameter (from 10.9 to 11.9mm and from 8.6 to 9.6mm, respectively) and height (from 7.7 to 12.6cm and from 23.7 to 29.8cm, respectively) were similar for all treatments. Grafting was successful in 45, 85, 15 and 33 percent of the cases for T1, T2, T3 and T4, respectively. Thus, the use of dormant 9mm-thick and 25cm-high grafts, kept protected from the sun at room temperature for three days before grafting, results in the highest rate of success in grafting of thornless faveleira.
Responsável: BR1.1 - BIREME



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